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Tudo é Justo, novo drama jurídico de Ryan Murphy, ganha trailer oficial; veja

O Disney+ apresentou o trailer de Tudo É Justo, o próximo drama jurídico de Ryan Murphy. Com um elenco repleto de estrelas, a aguardada série estreia em 4 de novembro, exclusivamente no Disney+ com seus três primeiros episódios. Em seguida, um novo episódio será lançado toda terça-feira.

Confira o trailer abaixo:

Sobre Tudo é Justo

Em Tudo É Justo, um grupo de advogadas especialistas em divórcio deixa um escritório de advocacia dominado por homens para abrir seu próprio e poderoso escritório. Ferozes, brilhantes e emocionalmente complexas, elas lidam com separações de alto perfil, segredos escandalosos e mudanças de lealdade, tanto no tribunal quanto dentro de sua própria equipe. Em um mundo onde o dinheiro domina e o amor é um campo de batalha, essas mulheres não apenas jogam o jogo, elas o transformam.

A série é estrelada por Kim KardashianNaomi WattsNiecy Nash-BettsTeyana Taylor e Matthew Noszka, com Sarah Paulson e Glenn Close.

Tudo É Justo é produção da 20th Television em associação com a Ryan Murphy Television. O roteiro e a produção executiva são de Ryan Murphy, que também atua como diretor, Jon Robin Baitz, Joe Baken, Jamie Pachino, Lyn Greene e Richard Levine. Kim Kardashian, Glenn Close, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson protagonizam e são produtoras executivas.

Anthony Hemingway é produtor executivo e diretor. Kris Jenner, Alexis Martin Woodall, Eric Kovtun, Scott Robertson e Nissa Diederich também são produtores executivos.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

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Série “São Florestas” dá voz à população amazônica e estreia em 28 de outubro no SescTV

A nova série documental São Florestas, dirigida pelo jornalista e escritor Miguel De Almeida, estreia no dia 28 de outubro, às 20h, no SescTV, reunindo histórias, personagens e reflexões sobre os desafios sociais e ambientais da Amazônia. Com 17 episódios, a produção propõe um olhar sensível e plural sobre o bioma, valorizando as vozes de quem vive, trabalha e resiste dentro da floresta.

Antes da exibição na TV, a série terá um evento de lançamento no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, às 19h, com entrada gratuita. O encontro contará com um bate-papo entre o diretor Miguel De Almeida, o meteorologista Carlos Nobre — cientista reconhecido internacionalmente e ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2007 pelo IPCC — e a comunicadora Adriana Ramos, referência na defesa socioambiental da Amazônia. Após a conversa, será exibido o episódio Cidades e Comunidades Sustentáveis, que apresenta Afuá, cidade construída sobre palafitas, onde bicicletas substituem carros e a maré dita o ritmo da vida.

Um retrato múltiplo da Amazônia

Longe dos estereótipos, São Florestas aposta em uma narrativa construída a partir de múltiplas perspectivas: povos originários, comunidades ribeirinhas, pesquisadores e lideranças locais compõem um mosaico que revela tanto a força quanto a fragilidade da maior floresta tropical do planeta.

O primeiro episódio, Pobreza x Abundância, estreia no SescTV no mesmo dia do lançamento e apresenta Raimunda Rodrigues, extrativista da Reserva do Rio Iriri (PA), que mostra como o trabalho com o babaçu sustenta famílias e comunidades inteiras. O episódio também traz Beto Veríssimo, do projeto Amazônia 2030, e Patrícia Cota, do Origens Brasil, em uma reflexão sobre o impacto do desmatamento, a desigualdade econômica e a importância de valorizar quem vive da floresta de forma sustentável.

Uma série guiada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a série percorre temas como saúde, educação, igualdade de gênero, energia limpa, cidades sustentáveis e ação climática. Cada episódio aborda um ODS, conectando a realidade amazônica às metas globais de combate à pobreza e preservação do planeta.

Para o diretor Miguel De Almeida, a floresta precisa ser compreendida como um organismo vivo e interligado ao planeta:

“Somos um só sistema, um único corpo. A natureza passa sobre os desenhos humanos para ser uma única estrutura: a Terra”, afirma.

Com produção do SescTV e realização da Santa Rita Filmes, São Florestas reforça a importância de olhar para a Amazônia a partir de quem a habita — e de reconhecer a urgência de proteger esse território essencial para o futuro do planeta.

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Kamen Rider Zeztz ganha versão dublada em português e é exibido no YouTube pelo canal TokuSato

Os fãs de tokusatsu têm motivos para comemorar: Kamen Rider Zeztz, a mais nova série da icônica franquia japonesa, acaba de ganhar versão dublada em português.

A produção chega ao Brasil pelo canal TokuSato no YouTube, com novos episódios exibidos todos os sábados, às 23h30, em formato simulcast — ou seja, simultaneamente à transmissão japonesa. Atualmente, quatro episódios já estão disponíveis tanto legendados em português e espanhol quanto dublados em português.

A estreia foi um sucesso, ultrapassando 96 mil visualizações no episódio inicial e reunindo mais de 5 mil pessoas simultaneamente durante a transmissão. Os números reforçam a popularidade da franquia no Brasil e consolidam Zeztz como um dos maiores lançamentos recentes do gênero na América Latina.

Dublagem brasileira reúne grandes nomes

A dublagem nacional de Kamen Rider Zeztz está sendo realizada pelo estúdio Clone, o mesmo responsável por Kamen Rider Build, sob direção de Guilherme Marques. A proposta é manter a fidelidade ao tom e à emoção da obra original, respeitando o espírito heroico que marca a saga desde suas primeiras temporadas.

O elenco de vozes conta com nomes conhecidos do público de anime, games e tokusatsu. Thay Marciano, lembrada por papéis como Albedo em Overlord e Temari em Naruto Shippūden, interpreta a protagonista Nasuka. Stephany Custodi, voz de Pipp Petals em My Little Pony: Deixe sua Marca e Gabi Braun em Attack on Titan, dá vida à personagem Minami. Já Nathalia Guillen, conhecida por participações em Jogos Mortais III e Contágio: Epidemia Mortal, é responsável pela voz de Nem.

O personagem Fujimi é dublado por Gilmar Lourenço, voz recorrente de Frank Grillo em produções de Hollywood, enquanto Zero é interpretado por Dado Monteiro, reconhecido por dublar Broly em Dragon Ball Super: Broly. O vilão Nox ganha a voz de Gabriel Neves, que também participou de Shin Ultraman. E o protagonista Baku é interpretado por Marcelo Campos, um dos dubladores mais icônicos do país, conhecido por papéis como Trunks do Futuro (Dragon Ball), Yugi (Yu-Gi-Oh!) e Edward Elric (Fullmetal Alchemist).

Segundo o TokuSato, o elenco foi cuidadosamente escolhido para “transmitir ao público brasileiro toda a energia, emoção e intensidade de Kamen Rider Zeztz, conectando novos fãs e veteranos à nova fase do herói dos sonhos”.

Clube de Membros TokuSato celebra quatro meses

Além do sucesso de Zeztz, o Clube de Membros TokuSato acaba de completar quatro meses de atividades. Para celebrar, o canal adicionou novos filmes exclusivos para membros ouro, incluindo clássicos do kung fu, produções estreladas por Jackie Chan, adaptações de mangás e longas recentes do gênero.

Os episódios de Kamen Rider Zeztz estão disponíveis gratuitamente no canal TokuSato no YouTube.

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Festival de Cinema de Três Passos anuncia homenageados e mais de 80 filmes na programação

O Festival de Cinema de Três Passos divulgou a lista de filmes selecionados e os homenageados da sua sétima edição, que acontece entre os dias 4 e 8 de novembro de 2025, na cidade de Três Passos, localizada no noroeste gaúcho. O evento, que se consolidou como um dos mais importantes do Estado, terá entrada gratuita e reunirá mais de 80 produções em mostras competitivas e programas especiais.

Entre os nomes homenageados deste ano estão a atriz, diretora e educadora Márcia Azevedo do Canto e o cineasta e montador Jonatas Rubert, reconhecidos por suas contribuições para o cinema e a cultura do Rio Grande do Sul.

Com inscrições abertas em junho, o festival recebeu mais de 430 filmes vindos de 171 cidades de 25 estados brasileiros e do Distrito Federal, além de obras internacionais da Indonésia, Estados Unidos, Cuba e Portugal. Segundo os idealizadores, o volume e a diversidade de inscrições refletem “o propósito do festival de ser um espaço de acolhimento das múltiplas vozes e visões de mundo, com o objetivo de preservar e perpetuar a memória cinematográfica”.

Os curtas-metragens concorrem em 17 categorias, sendo 16 avaliadas pelo Júri Oficial e uma pelo Júri Popular. Os vencedores receberão o Troféu Levy, criado pelo artesão três-passense Mauro Rückert em homenagem a Alberto Abrahão Levy, responsável pela manutenção do tradicional Cine Globo, que segue como sede do evento e símbolo da resistência do cinema na cidade.

Márcia do Canto será homenageada por sua longa trajetória artística e colaboração com o festival. Com mais de três décadas de carreira, ela atuou em produções como “Bailei na Curva”, “Deu pra Ti Anos 70” e “Histórias Curtas”, além de se destacar como escritora e educadora. Já Jonatas Rubert, premiado no Festival de Gramado 2025 pelo longa “Uma em Mil”, será reconhecido por sua atuação como cineasta e educador nas oficinas do projeto Cidade Cinematográfica, em Três Passos, desde 2016.

Além das exibições, a programação inclui debates, cerimônia de premiação e atividades formativas. A curadoria das mostras competitivas é composta por Christian Jafas, Juarez P. Braga Zamberlan, Juliana Costa e Nelson Brauwers.

O 7º Festival de Cinema de Três Passos é uma realização do Movimento Pró-Arte, com apoio da Prefeitura Municipal de Três Passos e financiamento do IECINE, Pró-cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal.

A programação completa está disponível no site oficial: cinematrespassos.com.br.

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Curta-metragem “Brasa”, estreia na direção de Diane Maia, tem première mundial no Festival do Rio

Um retrato sensível sobre a gravidez na adolescência, Brasa, curta-metragem dirigido por Diane Maia, fará sua estreia mundial no Festival do Rio, dentro da mostra Première Brasil: Curtas Novos Rumos, com sessões marcadas para os dias 10, 11 e 12 de outubro. O filme traz no elenco Bárbara Colen e Mel Faria, interpretando mãe e filha em uma história sobre amadurecimento precoce, silêncios e o impacto dos tabus em torno da sexualidade de meninas no interior do Brasil.

Sobre Brasa

A trama acompanha Analu, uma jovem de 16 anos que vive com a mãe e o filho pequeno, Dani, de apenas dois anos. Enquanto sonha em fugir com o namorado, ela guarda um segredo e tenta lidar com as consequências de suas escolhas em um ambiente marcado pela desinformação e pela falta de diálogo.

Inspirada por um dado alarmante — 57 meninas de 11 a 14 anos engravidam todos os dias no Brasil —, Diane Maia, que estreia na direção após mais de uma década como produtora, transforma o número em reflexão humana e íntima. “Metade dessas meninas engravida novamente em até dois anos. Não são só estatísticas: são vidas modificadas; sonhos adiados”, afirma a diretora.

Com menos de 25 minutos de duração, Brasa aborda temas como isolamento, estrutura familiar, machismo e desigualdade social, mostrando como esses fatores perpetuam a vulnerabilidade de meninas e mulheres. “A mãe que cria a filha enquanto precisa cuidar também do neto. A menina que se torna mãe enquanto ainda aprende a ser filha”, resume Diane.

A diretora dividiu o roteiro com Ana Alkimin, e o curta é uma produção da AMAIA, empresa fundada pela própria Diane, que já produziu quinze longas e três séries, incluindo trabalhos ao lado de Karim Aïnouz, Laís Bodanzky, Cao Hamburger, Caco Ciocler e Joana Mariani.

Após a estreia no Festival do Rio, Diane já se prepara para seu primeiro longa-metragem como diretora, uma adaptação do premiado livro Oração para Desaparecer, de Socorro Acioli.

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Filme sobre Honestino Guimarães é selecionado para a 49ª Mostra de SP

O novo documentário de Aurélio Michiles, HONESTINO, sobre o líder estudantil desaparecido durante a ditadura militar, Honestino Guimarães, foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme acaba de ganhar trailer e cartaz, que podem ser conferidos abaixo.

Honestino foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e um dos maiores símbolos da resistência contra o regime militar, preso e desaparecido em 1973, aos 26 anos. A trajetória do jovem líder é reconstituída no documentário por meio de depoimentos de familiares, amigos, políticos e militantes, incluindo Almino Afonso, Jorge Bodanzky, Franklin Martins e Betty Almeida, biógrafa de Honestino. A diversidade de vozes revela tanto sua dimensão humana quanto política, mostrando como sua história continua a inspirar novas gerações.

Aurélio Michiles celebra a estreia do filme em dois grandes festivais nacionais:

“Festivais e mostras de cinema são espaços privilegiados para dar visibilidade à produção audiovisual, especialmente os documentários. Estrear HONESTINO no Festival do Rio e na Mostra de SP é motivo de profunda alegria e de responsabilidade histórica, principalmente porque no dia 10 de outubro completam-se 52 anos do sequestro de Honestino Guimarães, jovem líder estudantil vítima da repressão da ditadura, cujo desaparecimento permanece uma ferida aberta em nossa democracia.”

A filha de Honestino, Juliana Guimarães, também participa do documentário e compartilha sua emoção:

“Além da importância dessa história ser conhecida por todos, esse filme é um verdadeiro presente para mim, porque me ajuda a recompor quem eu sou. Essa história me atravessa a vida.”

Produzido por Nilson Rodrigues, o documentário adota uma linguagem híbrida, combinando entrevistas e imagens de arquivo com cenas ficcionais interpretadas por Bruno Gagliasso. Essa abordagem aproxima o personagem do presente e dá fluidez ao relato, lembrando que a história de Honestino ainda não está encerrada. Segundo Rodrigues:

“O cinema é um espaço privilegiado para refletir sobre a memória do país. Nosso objetivo é não deixar cair no esquecimento a tragédia da ditadura militar e homenagear aqueles que lutaram contra a barbárie.”

O envolvimento pessoal do diretor também marca a obra. Amigo de Honestino na juventude, Michiles acompanha desde 1968 a memória do líder estudantil. Décadas depois, um vídeo do neto de Honestino, Lucas, durante a reinauguração da ponte que leva o nome do avô, foi o impulso final para concretizar o projeto:

“Queremos que o personagem não fique congelado numa fotografia antiga, mas que seja tangível, vivo. O ontem é hoje, e o hoje pode ser o futuro.”

A estreia de HONESTINO acontece em um momento em que o cinema brasileiro volta a revisitar a ditadura, como em AINDA ESTOU AQUI, de Walter Salles. Para Michiles, essas obras têm um papel essencial:

“Tomara que a história de Honestino provoque emoção, renove a autoestima, e reacenda a esperança de que ainda existe um Brasil possível.”

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Herança de Narcisa | Paolla Oliveira estrela terror no Festival do Rio; Confira o teaser

Olhar Filmes divulgou o teaser do aguardado longa-metragem de terror psicológico Herança de Narcisa, que estreia na 27ª edição do Festival do Rio.

Confira:

O filme, que leva direção de Clarissa Appelt Daniel Dias, marca a estreia de Paolla Oliveira no gênero terror e integra a “Mostra Première Brasil: Competição Novos Rumos”, um espaço dedicado a longas-metragens de ficção e documentários que apostam em narrativas inéditas e que apresentam as tendências na sétima arte brasileira.

A produção acompanha Ana (Paolla Oliveira) e o seu retorno à casa em que passou a infância após a morte recente de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. O casarão, localizado no Rio de Janeiro, foi a única herança deixada a ela e a seu irmão, Diego, vivido pelo ator Pedro Henrique Müller. 

Decidida a vender a casa e dividir o dinheiro com Diego, Ana começa a revirar o imóvel e dar início ao processo de limpeza, revelando uma herança bem diferente do que ela imaginava.

À medida que explora o local, Ana navega por um mar de antigos traumas e mistérios, passando a ser assombrada por uma maldição ancestral e pelo espírito da mãe. Para sobreviver, ela precisará confrontar as mágoas e as memórias de uma relação tóxica mal resolvida. 

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Virtuosas | Terror estrelado por Bruna Linzmeyer ganha cartaz no Festival do Rio

A Olhar Filmes revelou o cartaz oficial de Virtuosas, aguardado longa-metragem da cineasta catarinense Cíntia Domit Bittar.

Estrelado por Bruna Linzmeyer, o filme integra a seleção da 27ª edição do Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina, na Mostra Competitiva Première Brasil: Ficção.

No gênero terror, Virtuosas se passa em um retiro VIP para mulheres em busca de sua melhor versão. Mas a experiência rapidamente se transforma em uma jornada absurda e perigosa. Linzmeyer interpreta Virgínia, uma coach que atende o público feminino conservador, pregando os valores da “mulher virtuosa” e seu papel na família e na sociedade. À medida que o retiro avança, a tensão cresce, surpreendendo o público com até onde as personagens podem ir.

“A ideia da ‘mulher virtuosa’, embora pouco conhecida, é bastante presente em contextos conservadores. Mergulhei em uma pesquisa profunda para dar verossimilhança às personagens, diálogos e estética. A partir desse universo, explorei o terror usando absurdo, ironia e tragédia”, comenta Cíntia Domit Bittar.

Além de Bruna Linzmeyer, o elenco principal conta com Maria Galant e Juliana Lourenção. O longa também foi premiado no programa “Goes to Cannes”, vitrine de filmes em pós-produção realizada pelo Marché du Film, Festival de Cannes, e foi um dos cinco projetos brasileiros selecionados por meio do edital da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC), com curadoria do Festival do Rio. A produção contou com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema, da Lei Paulo Gustavo e do FSA, e a distribuição é da Olhar Filmes.

No Festival do Rio, Virtuosas terá estreia em 10 de outubro, às 19h15, no Estação NET Gávea, com sessões nos dias 11 de outubro, às 13h30, no Cine Odeon, e 12 de outubro, às 18h45, no Cinesystem Belas Artes. Mais informações sobre a programação estão disponíveis no site oficial do festival: https://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/virtuosas.

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Crítica | ‘Tron: Ares’ faz backup do passado, mas buga no presente

Tron sempre foi uma franquia à frente do seu tempo e, ironicamente, é justamente isso que a impediu de encontrar o seu público. A saga, rica em conceito e identidade visual, nunca conseguiu se firmar como um sucesso de massa para a Disney, permanecendo como uma joia de nicho da ficção científica, um clássico cult vanguardista que funciona muito bem até hoje, mais de 40 anos depois.

O primeiro filme, Uma Odisseia Eletrônica, lançado em 1982, imaginou o universo digital antes mesmo da popularização da internet, surfando na onda dos videogames e antecipando discussões que só viriam décadas depois. Em 2010, Tron: O Legado aprofundou a relação da família Flynn e mostrou uma atualização visual e temática condizente com a nova era tecnológica. Já Tron: Ares, o terceiro capítulo, chega agora em 2025 parecendo deslocado no tempo, preso a um discurso já exaurido sobre o uso de inteligência artificial e incapaz de trazer frescor a esse debate.

Ignorando quase completamente O Legado e buscando se apoiar no espírito oitentista do original, Tron: Ares acaba preso em uma trama embolada, previsível e sem fôlego para surpreender. O resultado é um espetáculo visual tecnicamente competente, mas que soa genérico, insosso e sem alma, como um prato requentado que aposta mais na aparência do que no sabor.

Os acertos e erros de Tron: Ares

É curioso perceber como algo que já foi sinônimo de vanguarda hoje tão soa datado, mesmo quando trabalha com uma temática contemporânea. Em um mundo em que a tecnologia avança em ritmo vertiginoso, é difícil imaginar como Tron poderia continuar à frente do seu tempo. O roteiro até tenta ancorar Tron: Ares no presente, evitando projetar um futuro distante e incerto, mas falha justamente no que fez a franquia se destacar: o exercício imaginativo do “e se…”.

Aqui, acompanhamos a rivalidade entre duas gigantes da tecnologia e uma inteligência artificial que adquire consciência e deseja se tornar humana. É uma trama que já vimos inúmeras vezes em outras histórias e, infelizmente, sem qualquer frescor ou ousadia nesse diálogo entre homem e máquina. Ares tenta estabelecer um elo entre a tecnologia atual e a visão futurista do filme original, mas o faz de maneira rasa e burocrática, como uma homenagem protocolar aos seus antecessores.

Até aí, tudo bem. O problema maior surge quando a narrativa se torna excessivamente expositiva: os personagens parecem ter um manual pronto, despejando informações mastigadas a cada cena, sem espaço para sutilezas ou descobertas por parte do público. Claro que rever os cenários e referências de 1982 pode até agradar os fãs mais nostálgicos, mas essa reverência, desprovida de significado real, acaba soando oca, um aceno vazio a um passado que merecia mais do que simples fan service com Jared Leto sendo uma IA de rostinho bonito e sentimentos fofos.

E por falar nele, Leto está… adequado. Seu rosto praticamente imóvel encontra aqui um papel feito sob medida para sua falta de expressão. A estética futurista e cyberpunk de Tron: Ares combina com sua persona rock ‘n’ roll, tornando sua atuação o menor dos problemas.

Greta Lee, por sua vez, assume o protagonismo como a humana Eve Kim, mas entrega uma performance sem muito brilho, enquanto Evan Peters claramente se diverte muito mais: encarna com gosto um vilão à la 007, um CEO megalomaníaco, insuportável e símbolo perfeito de uma geração moldada pelo privilégio tecnológico.

Em termos narrativos, o roteiro e a direção de Joachim Rønning (A Aventura de Kon-Tiki) é feijão com arroz purinho: tudo esperado, sem inventividade. Kevin Flynn (Jeff Bridges) retorna de forma mais contida – e, felizmente, sem o rejuvenescimento digital pavoroso que marcou O Legado. Seu papel é pequeno e discreto, mas serve como um elo afetivo com o passado da franquia, nos fazendo lembrar de um tempo em que Tron realmente significava alguma coisa.

O problema é que os conflitos apresentados são tão burocráticos que fica difícil se envolver emocionalmente com essa história. No fim, o que resta apreciar são as duas verdadeiras estrelas da obra: os efeitos visuais deslumbrantes, potencializados pela tela IMAX, e a trilha eletropop dark e poderosa que o Nine Inch Nails entrega. As canções insanas e épicas criam uma atmosfera imersiva que consegue contornar alguns problemas e até nos divertir nas sequências de ação eletrizantes, dessa vez fora do “digimundo”.

O final de O Legado, com Quorra (vivida por Olivia Wilde) atravessando a fronteira entre o The Grid e o mundo real, deixava um terreno fértil para um terceiro capítulo que nunca veio aí. Havia uma ideia clara e promissora a ser explorada. No entanto, o que recebemos foi um filme completamente fora da curva: obcecado por IA, distante de seu próprio passado e, pior, parecendo sentir vergonha do que veio antes ao ignorar quase tudo do antecessor.

O golpe final vem com o desfecho óbvio e a cena pós-créditos tosca, que deixam claro que a história ainda está longe de descansar. Mas a grande pergunta é: Tron ainda tem fôlego para alcançar o futuro que sempre perseguiu? Talvez um capítulo espacial, uma guerra entre o mundo real e o digital… possibilidades não faltam. O problema é que, com tantas pontas soltas e uma obsessão em prolongar a saga, a Disney corre o risco de esvaziar completamente a força desse universo. E, na prática, isso já está acontecendo. A franquia agora é refém de si mesma.

Veredito

Bom, para uma franquia que sempre esteve à frente de seu tempo, Tron: Ares representa um infeliz passo atrás. O filme tropeça justamente ao tentar dialogar com o presente, recorrendo a um debate já saturado sobre inteligência artificial e apresentando uma trama que mais parece um emaranhado de fios desconectados.

Apesar do visual cyberpunk impecável e da trilha sonora grandiosa, não há nada realmente novo a ser descoberto, apenas momentos pontuais de diversão nas sequências de ação e olhe lá. Tron: Ares até tenta homenagear o clássico de 1982 enquanto ignora quase completamente O Legado, numa tentativa forçada de reiniciar uma saga que se tornou refém do próprio futuro que sempre quis alcançar.

Não chega a ser uma cópia barata, mas transmite a mesma sensação de jogar com um controle desligado: a ilusão de participação sem qualquer impacto real. Falta propósito, falta história e sobra apenas estética cool. E, ironicamente, a franquia que um dia antecipou o amanhã agora parece incapaz de acompanhar o presente sem soar piegas.

NOTA: 6/10

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Prime Video assina acordo com criadora de Minha Culpa para adaptação de mais 10 livros

O Prime Video anunciou durante evento em Ibiza, na Espanha, mais detalhes das próximas produções young adult que chegarão ao catálogo. O evento contou com a presença de estrelas das produções Originais Amazon de maior sucesso na Europa e América Latina. 

Nicole Wallace, protagonista do Original Amazon de maior sucesso, Sua Culpa, foi anunciada como a protagonista da próxima série Original italiana em inglês, Postcards From Italy. A série é criada por Lisa Riccardi e Damiano Bruè e tem a direção da cineasta vencedora do Oscar, Jessica Yu (Quiz Lady, Fosse/Verdon, Only Murders in the Building, The Morning Show).

Estou extremamente animada para começar este novo capítulo com o Amazon MGM Studios”, disse Nicole Wallace, estrela da trilogia Culpados. “O compromisso deles com narrativas ousadas e destemidas faz com que essa parceria pareça o lar criativo perfeito. Enquanto me preparo para interpretar “Mia” em Postcards from Italy, dirigido pela brilhante Jessica Yu, sinto-me mais inspirada do que nunca para me desafiar criativamente e explorar personagens com profundidade e complexidade. Esta parceria é uma oportunidade de sonho para crescer, colaborar com vozes visionárias e ajudar a dar vida a histórias significativas. Estou extremamente grata por esta oportunidade e entusiasmada com o que está por vir.”

O evento também contou com a presença da autora best-seller Mercedes Ron e os atores de CulpadosMarfil Diga-me Baixinho em um painel com o elenco das adaptações. Foram exibidas  prévias exclusivas das produções, além do anúncio de House of Ron, acordo de colaboração para a adaptação de dez livros e expansão do universo de sucesso global criado pela autora.

Estamos entusiasmados em construir uma colaboração muito especial com Mercedes Ron, que dará vida às suas maravilhosas histórias nas telas”, disse Nicole Morganti, Head de Originais para o Sul da Europa. “Os livros dela têm uma base de fãs apaixonada em todo o mundo e estamos muito felizes em continuar a construir nossa conexão com eles por meio dessas adaptações.”

No evento, os atores Gabriel Guevara (Culpados)Hugo Diego Garcia (Marfil)Fernando Líndez Diego Vidales (Diga-me Baixinho), Mia Jenkins, Pepe Barroso Silva e Luca Melucci (Love Me, Love Me) Franco Masini (Amor Animal) falaram sobre suas produções e personagens, e apresentaram teasers exclusivos. 

Ver como meus personagens e histórias ganham vida nas telas, conectando-se com o público em todo o mundo de maneiras inimagináveis, tem sido a realização de um sonho”, comentou Mercedes Ron, autora das trilogias Culpados Diga-me, e da duologia Enfrentados. “O Prime Video provou ser o parceiro ideal, transformando a essência dos meus livros em experiências audiovisuais que cativaram o público global. Fico muito animada sabendo que os fãs poderão desfrutar de mais histórias com esses personagens queridos e conhecer novos, à medida que continuamos a expandir este universo juntos.”

A incrível resposta às nossas produções internacionais Originais Amazon prova que não existe fronteira quando se trata de uma ótima narrativa”, disse Nicole Clemens, vice-presidente de Originais Internacionais. “É um testemunho do poder de histórias autênticas, e estamos orgulhosos de ser um lar para criadores cujo trabalho está cativando o público em todos os lugares.”

Trazer públicos novos e mais jovens tem sido um movimento estratégico e intencional para nós, cultivando as mais recentes sensações do Wattpad ou do Booktok“, acrescentou Tara Erer, Head de Originais para o Norte da Europa. “Desde nossas adaptações no Reino Unido de Minha Culpa em Minha Culpa: Londres e Sua Culpa: Londres, até o enorme sucesso de Maxton Hall: O Mundo Entre Nós em todo o mundo, estamos comprometidos em descobrir e desenvolver novas histórias para encantar esses públicos apaixonados.”

Outras novidades e detalhes divulgados no evento:

  • Diga-me Baixinho – Data de estreia em dezembro e início da produção de Diga-me em Segredo;
  • Nicole Wallace anunciada como a protagonista da próxima série italiana  Original Amazon em inglês, Postcards From Italy, como parte de um acordo exclusivo de talentos, juntamente com as primeiras imagens da produção;
  • House of Ron Acordo para a adaptação de dez livros da autora Mercedes Ron (Minha Culpa; Sua Culpa; Nossa Culpa; Minha Culpa: Londres; Sua Culpa: Londres; Nossa Culpa: Londres; Diga-me Baixinho; Diga-me em Segredo; Marfil e Ebano);
  • Primeiras imagens de Sua Culpa: Londres;
  • Anúncio do filme italiano Original Amazon Love Me, Love Mecom estreia no início de 2026;
  • Estreia de Sigue Mi Voz, adaptação da autora Ariana Godoy, em janeiro de 2026;
  • Teaser do Original argentino Amor Animal
  • Lançamento do canal do TikTok Prime Book Club como a casa das adaptações literárias, reforçando o compromisso de atender os fãs e leitores nas redes sociais.

Sobre o Prime Video Young Adult Da autora Mercedes Ron

A franquia Culpados é uma série de filmes baseada na trilogia de livros best-seller do The New York Times da autora Mercedes Ron. O segundo filme da série, Sua Culpa, é o Original Amazon internacional mais assistido do Prime Video até hoje. O novo filme, Nossa Culpa, estreia em outubro e encerra esta história épica, mostrando os personagens mais maduros e os desafios mais complexos que Noah (Nicole Wallace) e Nick (Gabriel Guevara) enfrentam.

  • O trailer de Nossa Culpa foi o trailer mais assistido de um filme para streaming de todos os tempos, com mais de 163 milhões de visualizações;
  • No TikTok, os conteúdos relacionados à franquia Culpados já acumulam mais de 2,7 bilhões de visualizações;
  • A trilogia de livros vendeu mais de 3 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter acumulado mais de 86 milhões de leituras no Wattpad (onde a autora começou a publicar a história).

Diga-me Baixinho é o segundo filme Original espanhol da autora Mercedes Ron, com lançamento previsto para dezembro no Prime Video. Baseado no primeiro romance da série “Diga-me” de Ron, o filme de drama romântico explora a sexualidade e os traumas familiares na vida de três protagonistas: Kamila (Alicia Falcó) e os irmãos Di Bianco (Fernando Líndez, Diego Vidales).

  • Assista ao teaser de Diga-me Baixinho abaixo:

Marfil Ébano representam a terceira fase da colaboração entre o Prime Video, o Amazon MGM Studios e a aclamada autora. A produção é baseada na duologia best-seller de Ron, Enfrentados. O primeiro filme (Marfil) é estrelado por Ester Expósito (Elite), que interpreta Marfil, a filha de um magnata espanhol cuja vida perfeita em Nova York é destruída ao ser sequestrada. Hugo Diego Garcia (The Substance) interpreta Sebastian, seu guarda-costas.

Sua Culpa: Londres continua o sucesso de Minha Culpa: Londres, lançado no início deste ano, e é uma releitura britânica da trilogia Culpados. Os talentos britânicos Asha Banks (Good Girls Guide to Murder) e Matthew Broome (The Buccaneers) retornam como os amados Noah e Nick.

Originais Amazon Internacionais incluem:

Maxton Hall: O Mundo Entre Nós – Baseada na trilogia de livros best-sellers de Mona Kasten (Save Me, Save You, Save Us), a série de drama romântico em alemão se passa na Inglaterra. A primeira temporada foi a série Original Internacional mais assistida do Prime Video de todos os tempos e acompanha Ruby Bell (Harriet Herbig-Matten), uma jovem que ganhou uma bolsa de estudos para Maxton Hall, faculdade de elite para super-ricos, e também James Beaufort (Damian Hardung), um colega e herdeiro de uma família rica. A dupla é unida na escola depois que Ruby, sem querer, testemunha eventos que fazem parte de um segredo explosivo.

Love Me, Love Me é um filme original italiano (gravado em inglês), baseado no primeiro livro da série “Love Me, Love Me“, de quatro volumes de Stefania S., com mais de 23 milhões de leituras no Wattpad. Dirigido por Roger Kumble (Cruel Intentions, After We Collided), o romance jovem-adulto gira em torno da mudança de June (Mia Jenkins) para uma escola internacional de elite na Itália após a morte de seu irmão. Lá, ela se vê em um triângulo amoroso com o “bad boy” James (Pepe Barroso Silva) e seu melhor amigo Will (Luca Melucci).

Postcards From Italy é uma série Original italiana (gravada em inglês), criada por Lisa Riccardi e Damiano Bruè, e dirigida pela cineasta vencedora do Oscar, Jessica Yu (Quiz Lady, Fossen/Verdon, Only Murders in the Building, The Morning Show). A série acompanha as desventuras de Mia, uma jovem e mimada herdeira de Nova York, que é enviada pelo avô para Palermo, sem dinheiro ou luxos, para trabalhar como corretora de imóveis na empresa da família. Uma garota do Upper West Side sobreviverá na Sicília sem nem mesmo um cartão de crédito? A produção está em andamento na Itália.

Amor Animal é uma série de drama de ficção Original argentina que acompanha Kaia (Tatu Glikman), uma artista de trap da periferia, que conhece Nico (Franco Masini), um jovem da alta sociedade com angústia existencial. Apesar de suas realidades diferentes e das forças externas que os separam, eles tentam abrir espaço para seu amor crescer e, ao fazerem isso, desencadeiam uma guerra entre gangues.

The Last Sunrise acompanha Oriah “Ry” Pera (Maia Reficco), de 22 anos, cuja vida foi moldada por uma doença crônica e por uma mãe bem-intencionada, mas superprotetora (Eva Longoria). Quando uma mudança no verão lhe dá um gostinho de liberdade, ela conhece Julián (Andrés Velencoso), que a arrasta para o tipo de aventura que ela sempre desejou. Mas com o retorno aos EUA se aproximando, Ry enfrenta uma decisão que pode mudar tudo. O filme também conta com a participação de Fernando Lindez, de Diga-me Baixinho.

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