O Apple TV+ revelou o novo teaser e a arte de “Pluribus”, a aguardada série do roteirista e diretor Vince Gilligan, criador de “Breaking Bad” e cocriador de “Better Call Saul”.
Estrelado por Rhea Seehorn, que conquistou duas indicações ao prêmio Emmy por sua performance em “Better Call Saul”, o drama de nove episódios estreia mundialmente na sexta-feira, 7 de novembro, com dois episódios, seguidos por estreias semanais até 26 de dezembro.
Confira o teaser abaixo:
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Sobre Pluribus
Já com a segunda temporada encomendada, “Pluribus” combina diferentes gêneros em novo em que a pessoa mais miserável do planeta Terra precisa salvar o mundo da felicidade.
Além de Seehorn, o elenco inclui Karolina Wydra (“Sneaky Pete”) e Carlos-Manuel Vesga (“O Sequestro do Vôo 601”), com a participação de Miriam Shor (“Ficção Americana”) and Samba Schutte (“Nossa Bandeira é a Morte”).
“Pluribus” é produzida pela Sony Pictures Television e tem produção executiva do vencedor do prêmio Emmy Gilligan ao lado do vencedor do prêmio WGA (Sindicato dos Roteiristas da América) Gordon Smith (“Breaking Bad”), Alison Tatlock(“Better Call Saul”), Diane Mercer (“Breaking Bad”), Allyce Ozarski (“Super Pumped: The Battle for Uber”) e Jeff Frost(“California on Fire”). Jenn Carroll (“El Camino: Um Filme de Breaking Bad”) e Trina Siopy (“A Casa do Dragão”) são coprodutoras executivas.
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A Paris Filmes adiantou a estreia da animação “Frankie e os Monstros”(Stitch Head), para 23 de outubro nos cinemas. Dirigida por Steve Hudson, a produção é inspirada no livro infantil Stitch Head e conta com a direção de David Nasser, mesma mente por trás dos filmes “Meu Malvado Favorito”, “Hotel Transilvânia, “Rio 2” e da série “Arcane”.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Frankie e os Monstros
Em seu laboratório no castelo, um professor dá vida (ou quase isso) a suas monstruosas criações, apenas para logo esquecê-las. Stitch Head, sua primeira criação, obedece a todas as ordens do mestre, mas nunca recebe reconhecimento ou carinho. Tudo muda quando um Show de Horrores chega à cidade. O dono do espetáculo visita o castelo em busca de Stitch Head, prometendo-lhe tudo o que ele sempre sonhou: fama, fortuna e amor.
A produção é da Gringo Films GmbH, Fabrique d’Images, Senator Film Produktion, Traumhaus Studios, Mia Wallace Productions e Senator Film Köln e a distribuição nacional é da Paris Filmes.
Frankie e os Monstros estreia dia 23 de outubro nos cinemas brasileiros.
O novo trailer do novo filme repleto de ação Predador: Terras Selvagens , do 20th Century Studios, já está disponível.
Com direção de Dan Trachtenberg (Predador: A Caçada, Rua Cloverfield, 10), o filme marca o aguardado retorno da franquia às telonas dos cinemas com uma história que expande e redefine o universo PREDADOR.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Predador: Terras Selvagens
Predador: Terras Selvagens se passa em um futuro distante, em um planeta remoto, onde um jovem predador (Dimitrius Schuster-Koloamatangi), banido por seu clã, encontra uma inesperada aliada em Thia (Elle Fanning, indica ao Emmy® e ao Globo de Ouro®) e embarca em uma perigosa jornada em busca de um adversário à sua altura.
Produzido por John Davis, Dan Trachtenberg, Marc Toberoff, Ben Rosenblatt e Brent O’Connor, Predador: Terras Selvagens estreia somente nos cinemas em 6 de novembro em IMAX, Dolby Cinema, RealD (3D), Cinemark XD, 4DX, ScreenX e em telas premium do mundo inteiro.
A ambição, quando não vem acompanhada de propósito, costuma ser a ruína de boas ideias. É exatamente o caso de tantas continuações fabricadas a partir do sucesso de um original, sem planejamento real para expandir a narrativa, apenas para capitalizar sobre ela. O resultado costuma ser o mesmo: sequências ocas, que pouco acrescentam e não merecem nossa atenção.
O Telefone Preto surgiu em 2021 como uma das produções mais eficientes do horror mainstream recente, combinando de forma elegante elementos de true crime, sobrenatural e uma estética que evocava o found footage, entregando tensão e identidade própria. No entanto, assim como aconteceu após A Entidade (2012), Scott Derrickson parece novamente preso ao mesmo molde narrativo de sempre.
E sim, cinema é indústria, e o sucesso costuma chamar sequências, mas O Telefone Preto 2 é um desperdício de talento e oportunidade. A história repete fórmulas, se arrasta sem força dramática e dilui tudo que fazia o primeiro filme funcionar. O retorno do elenco e a mudança de ambientação até tentam dar fôlego à trama, mas não há elenco ou cenário capaz de salvar um filme que simplesmente não tem história para contar.
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Os acertos e erros de O Telefone Preto 2
O Telefone Preto 2tenta provar que tem algo novo a dizer ao nos transportar para um cenário clássico do horror oitentista: uma cabana isolada em meio a uma nevasca — o palco perfeito para um suspense sangrento, não é mesmo? Seria! A ambientação até funciona: a direção de arte e a fotografia capturam com precisão o frio cortante e a sensação de isolamento, ampliando o peso emocional dos sobreviventes do primeiro filme. Mas é justamente quando o longa começa a mergulhar em seu passado que a narrativa entra em colapso.
Sem o conto de Joe Hill como base, o roteiro, agora em território desconhecido, aposta em uma óbvia história de origem para o vilão vivido pelo sempre ótimo Ethan Hawke. O problema é que essa tentativa soa preguiçosa: a trama é arrastada, previsível e inchada de melodrama familiar, tornando suas quase duas horas uma experiência interminávelmente chata.
Em vez de preservar a aura enigmática que fazia do antagonista uma figura aterrorizante, o filme insiste em explicá-lo — e, ao fazê-lo, esvazia seu poder e o humaniza demais. O terror, antes afiado e inventivo, cede espaço a sustos sem impacto e a um suspense bobo, para não dizer risível. No fim, é uma história de origem que ninguém pediu e que só enfraquece o mito que o primeiro filme havia construído com tanta maestria.
Ao tirar o protagonismo central de Mason Thames, agora, coitado, reduzido a um adolescente apático, maconheiro, traumatizado e preso à sua síndrome de sobrevivente, e entregá-lo à irmã, vivida por Madeleine McGraw, o filme altera a dinâmica central da história, mas sem a profundidade necessária para que nos importemos com esses personagens. A atriz, mais madura, até sustenta bem o novo foco narrativo à la Lorraine Warren, mas o roteiro não lhe dá material suficiente para transformar esse protagonismo em algo verdadeiramente comovente.
Mesmo amadurecidos pela dor e traumas, os personagens ainda são tratados de forma bastante juvenil, o que colide com a atmosfera sombria e adulta que o filme tanto tenta sustentar. Para piorar, o temido Estrangulador perde toda sua singularidade: agora mais parece uma versão diluída de Freddy Krueger com vibe de Jason Voorhees, com direito a “homenagens” tão óbvias que beiram a cópia. O resultado é um vilão domesticado e menos ameaçador, um bicho-papão sem charme e que já vimos tantas outras vezes.
Os diálogos são, de fato, artificiais e carregados de explicações desnecessárias, como se o roteiro não confiasse na inteligência do público para desvendar seus mistérios bobos. As tentativas de susto, por sua vez, são inofensivas, nem mesmo quando o filme adota brevemente uma estética VHS, em clara tentativa de replicar o clima perturbador de A Entidade, consegue provocar real tensão.
Hawke, que no primeiro era a alma, aqui se torna quase figurante da própria lenda: aparece pouco, tem diálogos rasos e nenhuma cena que explore seu talento ou a natureza ameaçadora de seu personagem. Debaixo da máscara, poderia ser qualquer ator, um desperdício evidente de um dos maiores trunfos do original. Porém, algo é bastante louvável: a sequência evita ao máximo recapitular o antecessor e utiliza bem o seu tempo com uma premissa que, apesar de rasa, segue em frente.
Veredito
Se O Telefone Preto 2não chegava com grandes promessas, pelo menos atende à sua própria chamada. A sequência não consegue captar o clima aterrador nem a energia divertida do original, mas ao menos conecta a história a algum lugar — ainda que seja um destino gelado, monótono e totalmente desinteressante. As ideias de terror até aparecem, mas afogadas em um melodrama familiar batido e cafona; se dependêssemos apenas dos sustos, esse filme simplesmente não funcionaria.
Há alguns acenos divertidos para os fãs mais apaixonados e sempre vale a pena ver Ethan Hawke em cena, mas Scott Derrickson, desta vez, parece ter atendido à ligação mais óbvia de todas: a de uma continuação sem história para contar. No fim das contas, nunca foi tão tentador deixar o telefone tocar e não atender.
A Universal Pictures anunciou o início da pré-venda de ingressos para “Wicked: Parte II” (Wicked: For Good), o segundo capítulo da história não contada das Bruxas de Oz, protagonizado pelas atrizes indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande.
Com estreia marcada para 20 de novembro, “Wicked: Parte II” traz em sua essência o amor e a amizade e como podem transformar vidas e inspirar coragem diante dos desafios. A continuação da sensação global de 2024, que se tornou a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos, chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).
O primeiro volume da história recebeu 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção. Dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu, o longa conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
Marc Platt, consagrado e premiado produtor vencedor do Tony e do Emmy, está novamente na produção do longa ao lado de David Sonte, multivencedor do Tony. Os produtores executivos são Stephen Schwartz, David Nicksay, Jared LeBoff, Winnie Holzman e Dana Fox.
O longa tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 20 de novembro também em versões acessíveis.
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Sobre Wicked: Parte II
Liderado pelas superestrelas indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, o capítulo final da história não contada das bruxas de Oz começa com Elphaba e Glinda separadas, vivendo com as consequências de suas escolhas. Elphaba (Cynthia Erivo), agora demonizada como a Bruxa Má do Oeste, vive no exílio, escondida na floresta de Oz, enquanto continua sua luta pela liberdade dos Animais silenciados e tenta desesperadamente expor a verdade que conhece sobre O Mágico (Jeff Goldblum).
Enquanto isso, Glinda se tornou o glamouroso símbolo da Bondade para todo o reino de Oz – ela vive no palácio da Cidade das Esmeraldas e desfruta das vantagens da fama e da popularidade. Sob a orientação de Madame Morrible (Michelle Yeoh, vencedora do Oscar), Glinda tem se tornado um conforto efervescente ao povo de Oz ao tranquilizar as massas de que tudo está bem sob o governo do Mágico.
Quanto mais cresce a fama de Glinda, e se intensificam os preparativos para o seu casamento com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey, vencedor do Prêmio Olivier e indicado aos prêmios Emmy e SAG) em uma espetacular festa oziana, ela se sente cada vez mais assombrada pela separação de Elphaba. Sua dedicada tentativa, provavelmente frustrada, de intermediar uma reconciliação entre Elphaba e o Mágico podem inclusive afastá-las ainda mais. As consequências disso vão transformar Boq (Ethan Slater, indicado ao Prêmio Tony) e Fiyero para sempre, e ameaçar a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose (Marissa Bode), quando uma garota do Kansas invadir a vida de todos eles.
Enquanto uma multidão enfurecida se ergue contra a Bruxa Má, Glinda e Elphaba vão precisar se unir uma última vez. A singular amizade delas agora assume uma posição determinante no futuro das duas, que vão precisar se olhar e se reconhecer de verdade, uma à outra, com honestidade e empatia, se quiserem mudar a si mesmas — e todo o reino de Oz — para sempre.
O longa também é estrelado por Bowen Yang e Bronwyn James, indicados ao Emmy, como os assistentes devotados de Glinda, Pfannee e ShenShen, além da indicada aos prêmios BAFTA e Grammy, Sharon D. Clarke (Caroline, or Change), como a voz de Dulcibear, a babá de Elphaba quando criança.
O filme foi novamente produzido por Marc Platt, consagrado e premiado produtor vencedor do Tony e do Emmy, e David Sonte, multivencedor do Tony. Os produtores executivos são Stephen Schwartz, David Nicksay, Jared LeBoff, Winnie Holzman e Dana Fox. O primeiro filme, Wicked, lançado em novembro de 2024, recebeu 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, e venceu nas categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção. Até o momento, o filme arrecadou US$ 750 milhões em bilheteria mundial.
“Wicked: Parte II” é baseado no musical que marcou toda uma geração, com música e letras do lendário compositor e letrista vencedor do Grammy e do Oscar, Stephen Schwartz, e libreto de Winnie Holzman, inspirado no best-seller de Gregory Maguire. O roteiro é assinado por Winnie Holzman e Winnie Holzman & Dana Fox. A trilha sonora foi composta por John Powell & Stephen Schwartz, com música e letras de Stephen Schwartz.
A Diamond Films acaba de anunciar a data de estreia de O BAD BOY E EU (“Bad Boy and Me”), adaptação do sucesso do Wattpad que conquistou milhões de leitores e leitoras em todo o mundo.
Com Siena Agudong (“Resident Evil: A Série”) no papel da protagonista Dallas Bryan e Noah Beck (“Doctor Odyssey”) como o carismático Drayton Lahey, o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 13 de novembro.
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Sobre O Bad Boy e Eu
Como o hit “The QB Bad Boy and Me”, assinado por Tay Marley, o filme é centrado na jovem sonhadora Dallas (Agudong), que está determinada a honrar a memória de sua mãe e entrar na melhor escola de dança do país. Tudo parecia sob controle até Drayton Lahey, o bad boy mais popular do colégio, entrar na sua vida. De repente, entre passos de dança, provocações e segredos que ninguém imagina, os dois vão descobrir que às vezes o amor chega justamente quando você menos espera.
Com direção de Justin Wu e roteiro de Crystal Ferreiro e Mary Gulino, O BAD BOY E EU ainda conta com James Van Der Beek (“Dawson’s Creek”) no papel de Leroy Lahey, o pai rígido de Drayton.
Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora da América Latina, O BAD BOY E EU estreia nacionalmente em 13 de novembro.
As animações em stop-motion são umas das muitas formas de contar histórias de uma maneira diferente, com uma técnica que encanta e intriga o público até os dias de hoje. O estilo tem se tornado uma tendência cada vez mais presente: renomados diretores do cinema já o utilizaram em seus filmes, e cada vez mais produções do gênero têm se popularizado.
A nova animação adulta MULHERES COM OMBREIRAS usa do stop-motion para dar vida ao Equador dos anos 80. A série acompanha Marioneta, uma mulher rica espanhola que se muda para Quito e se vê imersa em uma realidade fantástica. Rodeada por mulheres excêntricas, elas unem ambição, determinação e desejos peculiares enquanto navegam por situações que variam desde romance até porquinhos-da-índia. A animação é a primeira série original [adult swim] no idioma espanhol e já está disponível na íntegra na HBO Max.
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O cineasta Gonzalo Cordova, criador da série, e os animadores Roy e Arturo Ambriz, do estúdio mexicano Cinema Fantasma, revelaram alguns segredos por trás do desenvolvimento da produção, e contam como costumam ser feitas as animações em stop-motion:
Por trás das animações em Stop-motion
Como as animações são gravadas?
Os filmes em stop-motion são gravados a partir de fotografias sequenciais de objetos, onde cada pequeno gesto é registrado em uma imagem diferente, para assim dar ao espectador a ideia de movimento contínuo. Dessa forma, ao invés de optarem por animações desenhadas de forma convencional, essas produções utilizam uma abordagem artesanal.
Existem diferentes técnicas de stop-motion, que incluem gravações em recortes de papel até filmes com personagens e cenários feitos com massinha de modelar.
Como os personagens e os cenários são feitos?
Para a confecção dos bonecos que são gravados, os estúdios usam diferentes técnicas, desde formas mais manuais até processos automatizados. A escolha dos materiais varia bastante, e costuma ser feita a partir de uma escolha artística da direção e do estúdio.
Em MULHERES COM OMBREIRAS, por exemplo, as marionetes dos personagens foram feitas por meio de impressoras 3D. “Tivemos um pouco de medo no começo porque fazemos tudo manualmente, mas depois descobrimos que ela também é manual. Os programas permitem que você use como se estivesse fazendo argila”, contou Roy Ambriz.
Todo o design de produção da série, porém, seguiu uma temática bastante pessoal para Gonzalo Cordova. As fantasias foram feitas a partir de designs produzidos por sua mãe, que foram usados como base pelo Cinema Fantasma para a criação dos figurinos, o que permitiu à equipe se aprofundar na atmosfera de época da obra. Além disso, cada personagem possui um figurino característico, dando uma personalidade diferente a cada um deles.
E depois da filmagem?
Não são somente as gravações que levam tempo para a finalização de um stop-motion. O processo de montagem e pós-produção do filme costuma ser um dos mais demorados, pois é onde cada um dos quadros são sequenciados e editados e outros elementos são acrescentados, como a gravação de voz e a trilha sonora.
Apesar de seguirem um processo específico, cada filme stop-motion é um aprendizado diferente. Ao menos, é assim que Gonzalo descreve a criação de MULHERES COM OMBREIRAS. “Você precisa deixar que a alma da filmagem seja o que te guia, e não focar nas especificidades da filmagem”, assim resume a experiência.
Por onde começar a assistir animações em stop-motion?
Para começar a se aprofundar nos filmes em stop-motion, separamos alguns títulos disponíveis na HBO Max para você assistir!
A NOIVA CADÁVER
As famílias de Victor e Victoria estão arranjando seu casamento. Nervoso com a cerimônia, Victor vai sozinho à floresta para ensaiar seus votos. No entanto, o que ele pensava ser um tronco de árvore na verdade é o braço esquelético de Emily, uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. Convencida de que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, Emily o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.
O ESTRANHO MUNDO DE JACK
Jack Skellington, o Rei das Abóboras, se cansa de fazer o Dia das Bruxas todos os anos e deixa os limites da cidade. Por acaso, acaba atravessando o portal do Natal, onde vê a alegria do espírito natalino. Ao retornar para a Cidade do Halloween, sem ter compreendido o que viu, ele começa a convencer os cidadãos a sequestrarem o Papai Noel e fazerem seu próprio Natal. Apesar de sua leal namorada Sally ser contra, o Papai Noel é capturado e os fatos mostrarão que Sally estava certa o tempo todo.
FRANGO ROBÔ
A série satiriza personalidades, filmes, programas e situações da TV, utilizando animação stop-motion. Um frango é atropelado e ressuscitado por um cientista louco que obriga o animal a assistir televisão.
OS SUSTOS OCULTOS DE FRANKELDA
Frankelda conta a história de uma menina que decide desafiar o mundo, com a ajuda de um ser misterioso, para se dedicar a escrever ficção.
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Os amados personagens Tom e Jerry voltam às telonas em grande estilo com o lançamento de Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, que estreia no dia 8 de janeiro. A novidade celebra os 85 anos da criação da icônica dupla de gato e rato, que atravessou gerações e se consolidou como um dos maiores símbolos da cultura pop mundial, permanecendo entre as animações mais queridas e assistidas até hoje.
Criados em 1940 por William Hanna e Joseph Barbera, Tom e Jerry continuam conquistando fãs com suas perseguições eletrizantes e um humor universal, que ultrapassa barreiras de idioma e idade. Em Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, os personagens embarcam em uma jornada inédita que mistura comédia, fantasia e ação, prometendo emocionar o público de longa data e encantar uma nova geração de espectadores.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu
Nesta nova aventura, Jerry invade uma grande exposição no museu, mas o que começa como uma simples travessura logo sai do controle. Tom, que agora trabalha como segurança do local, entra em ação para capturá-lo, e no meio da confusão os dois acabam sendo transportados no tempo. Perdidos em uma época distante, eles precisarão deixar as brigas de lado e trabalhar juntos para encontrar um jeito de voltar para casa antes que seja tarde.
Mais do que uma aventura grandiosa, o filme resgata a essência do humor físico e das situações divertidas que tornaram Tom e Jerry ícones do entretenimento mundial. A nova história combina nostalgia e modernidade, dialogando com o público jovem sem deixar de lado o carinho de quem cresceu acompanhando as trapalhadas da dupla.
Com estreia marcada para 8 de janeiro, durante as férias de verão, Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu chega como uma opção perfeita para pais e filhos aproveitarem juntos a magia do cinema. Misturando humor, ação e emoção, o filme promete divertir todas as idades e reafirmar a atemporalidade de dois dos personagens mais queridos da animação.
O Apple TV+ anunciou a renovação, para a terceira temporada, de “Os Bucaneiros” (“The Buccaneers”), o elogiado drama da produtora The Forge, inspirado no romance inacabado de mesmo nome da autora vencedora do Prêmio Pulitzer Edith Wharton.
Desde sua estreia mundial, “Os Bucaneiros” tem sido reconhecido como um “drama de época luxuoso que parece novo e moderno, com uma narrativa rápida e cheia de reviravoltas” e uma “aventura feminista divertida” que é “uma surpresa agradável”, com um “elenco poderoso”.
“Estamos absolutamente encantados por vestir nossos espartilhos, colocar nossos vestidos de baile e correr sem fôlego pelos penhascos de Tintagel pela terceira vez, para descobrir quais aventuras apaixonantes aguardam nossos amados Bucaneiros”, afirma a criadora da série, Katherine Jakeaways. “Muito obrigada ao Apple TV+ e também aos espectadores dedicados por amarem a série tanto quanto nós”.
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Sobre Os Bucaneiros
Na primeira temporada de “The Buccaneers”, um grupo de jovens americanas divertidas agitaram a rígida Londres da década de 1870, acelerando corações e dando início a um choque cultural anglo-americano.
A segunda temporada mostrou essas americanas lutando contra o amor, o desgosto, a maternidade, o ciúme e toda a força do sistema jurídico inglês. Na terceira temporada, as Bucaneiras estão revidando. E elas estão fazendo isso juntas. Quando chegaram à Inglaterra, todas estavam experimentando seus primeiros amores. Agora, elas estão procurando os amores de suas vidas.
E com um novo e enigmático duque no comando, Tintagel também enfrenta um futuro incerto. Se a educada sociedade inglesa achava que as garotas americanas balançavam o barco, esse novo duque rebelde está prestes a afundar o navio.
A segunda temporada de “Os Bucaneiros” contou com as Bucaneiras Kristine Frøseth (“A Assistente”, “Sharp Stick”) como Nan St. George, Alisha Boe (“Quando Você Terminar de Salvar o Mundo”, “13 Reasons Why”) como Conchita Closson, Aubri Ibrag (“Clube do Mergulho”) como Lizzy Elmsworth, Josie Totah (“Galera do Barulho”) como Mabel Elmsworth e Imogen Waterhouse (“Posto de Combate”, “Animais Noturnos”) como Jinny St. George, Mia Threapleton(“Shadows”, “I Am Ruth”) como Honoria Marable. A vencedora do prêmio Emmy Christina Hendricks (“Mad Men”) é a Sra. St. George.
O elenco também inclui Leighton Meester (“Colega de Quarto”, “Gossip Girl: A Garota do Blog”, “Este é o Meu Garoto”) como Nell, Grace Ambrose (“Fino alla fine”, “Amen”, “Il Paradiso Delle Signore”) como Paloma Ballardino, Maria Almeida (“Excluídos”, “Fifteen-Love”, “Gangs of London”) como Cora Merrigan, Amelia Bullmore (“Scott & Bailey”) como a duquesa viúva de Tintagel, Fenella Woolgar (“Chame a Parteira”), como Lady Brightlingsea, Guy Remmers(“Lessons”) como Theo, duque de Tintagel, Matthew Broome (“Scandaltown”) como Guy Thwarte, Josh Dylan (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”, “A Cor do Poder”) como Lord Richard Marable, Barney Fishwick (“Viver”) como Lord James Seadown, Greg Wise (“Razão e Sensibilidade”, “Johnny English”, “Uma Segunda Chance para Amar”) como Reede Robinson e Jacob Ifan (“Heróis desonestos do SAS”, “Bang”, “The Pactr”) como Hector Robinson.
Escrita pela criadora da série Katherine Jakeways (“Tracey Ullman’s Show”, “Where This Service Will Terminate”), a segunda temporada foi dirigida pelo vencedor do BAFTA William McGregor (“Lockwood & Co.”), a vencedora do DGA Rachel Leiterman (“The Man in the High Castle”), por John Hardwick (“One Day”) e Charlie Manton (“Everything Now”). Jakeways e a vencedora do prêmio Emmy Beth Willis (“Doctor Who”, “Ashes to Ashes”, “Help”) são as produtoras executivas, com Joe Innes (“A Woman of Substance”) juntando-se como produtor executivo na terceira temporada. A série “Os Bucaneiros” é produzida para o Apple TV+ pela The Forge Entertainment, uma empresa Banijay UK.
As duas primeiras temporadas completas de “Os Bucaneiros” estão disponíveis para streaming na Apple TV+.
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O MGM+ anunciou que adquiriu os direitos da série “Vanished”, thriller de mistério dirigido por Barnaby Thompson e com estreia prevista para fevereiro de 2026. Além do Brasil, a série chegará pelo serviço de streaming a outros países da América Latina e também Estados Unidos, Espanha, Itália, Bélgica e Holanda.
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Sobre Vanished
Quando uma viagem em casal toma um rumo sombrio com o desaparecimento repentino do seu namorado, Tom (Sam Claflin), em um trem no sul da França, Alice (Kaley Cuoco) é sugada para uma teia de intriga e perigo, descobrindo segredos chocantes sobre o homem que ela pensava conhecer.
“Vanished” é uma série de suspense e mistério em quatro partes produzida pela AGC Television, uma divisão do estúdio independente de conteúdo AGC Studios, de Stuart Ford. O Prime Video já havia anunciado acordos para o Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. A AGC também fechou um acordo de coprodução com a ARD Degeto para a Alemanha, Suíça, Áustria, Liechtenstein e Luxemburgo. A AGC International está distribuindo a série em todo o mundo.
Filmado em Marselha e Paris, a série é estrelada por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”), Sam Claflin (“Como Eu Era Antes de Você”), Karin Viard (“A Família Bélier”), Matthias Schweighöfer (“Oppenheimer”), Simon Abkarian (“007: Casino Royale”) e Dar Zuzovsky (“The Saints”).
Criada por David Hilton e Preston Thompson, a série tem direção de Barnaby Thompson, conhecido por seu trabalho em “Pixie”. “Vanished” tem roteiro de Preston Thompson, que assina a produção executiva ao lado de James Clayton (da Slow Burn Entertainment), David Kosse (da Rockwood Pictures), Barnaby Thompson (da Fragile Films), Kaley Cuoco, Lourdes Diaz, Miguel A. Palos Jr. e Stuart Ford (da AGC).
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