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“Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”, com Rose Byrne, ganha trailer; assista

Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria” (“If I Had Legs I’d Kick You”), drama que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rose Byrne no Festival de Berlim deste ano, acaba de ganhar trailer nacional. No Brasil, o filme tem previsão de estreia em 1° de janeiro de 2026, com distribuição da Synapse Distribution

Confira o trailer abaixo:

Sobre Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

Dirigido por Mary Bronstein, o filme acompanha Linda (Rose Byrne), uma mulher à beira de um colapso. Enquanto tenta administrar a própria vida e carreira, ela precisa lidar com a doença da filha, um marido ausente, uma pessoa desaparecida e uma relação incomum com o terapeuta (Conan O’Brian). A$AP Rocky e Danielle Macdonald completam o elenco principal.

Em sua trajetória por festivais, “Se Eu Tivesse Pernas, Eu te Chutaria” participou também da seleção oficial de Sundance, Toronto (TIFF) e New York (NYFF). O filme  também já teve suas primeiras exibições no Brasil durante o Festival do Rio, na mostra Panorama Mundial. Por sua atuação no filme, Rose Byrne está cotada para uma indicação ao Oscar, na categoria melhor atriz. Seu nome aparece em diversas listas de apostas para a maior premiação do cinema mundial.

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Crítica | Predador: Terras Selvagens – Saiu pra caçar e trouxe de volta o bom cinema de ação

Se é para desenterrar franquias que já pareciam ter dito tudo o que tinham a dizer, que ao menos seja como Dan Trachtenberg faz em Predador: Terras Selvagens (Predator: Badlands). O diretor, agora em sua terceira incursão nesse universo de quase 40 anos de existência, faz o improvável mais uma vez: transforma o que podia ser só um exercício de nostalgia em algo realmente divertido, épico e, surpreendentemente, novo.

Com seu olhar nerd e uma precisão quase cirúrgica na construção do suspense, Trachtenberg tira a série do respirador mecânico e a coloca de pé, mirando alto, tão alto que, em alguns momentos, o filme chega a flertar com a grandiosidade mítica de Star Wars. É a prova de que boas histórias, quando bem contadas, sobrevivem ao tempo, às modas e até aos reboots duvidosos. Predador é um ótimo case de sucesso para Hollywood e é bom demais ver um filme que gasta seus milhões com qualidade técnica e visual para fazer valer a ida ao cinema IMAX.

Os acertos e erros de Predador: Terras Selvagens

Depois de Predador: A Caçada (Prey), um filme pequeno, mas cheio de ideias afiadas, que acabou soterrado pelo lançamento direto no streaming em plena pandemia, e da animação divertida Predador: Assassino dos Assassinos, Dan Trachtenberg (Rua Cloverfield 10) mostra que ainda tem cartas boas na manga. Dessa vez, ele se aventura num futuro distante e, pela primeira vez, coloca o próprio Predador como protagonista. É um movimento ousado, mas que funciona surpreendentemente bem.

O resultado é um filme elétrico, inventivo e com um senso de diversão que raramente sobrevive em franquias tão antigas. Agora com um orçamento generoso, Trachtenberg se permite sonhar grande e entrega um épico espacial que parece beber da energia de James Cameron e do olhar pop de J.J. Abrams, sem nunca perder a sua identidade. Há uma confiança em cada escolha de câmera, em cada sequência de ação, como se o diretor estivesse dizendo: “Sim, eu sei que isso soa loucura, mas vem comigo.”

Essa mudança de perspectiva — transformar o monstro em herói — poderia facilmente soar forçada, mas nas mãos de Trachtenberg vira um respiro criativo muito bem-vindo. Ele reinventa o jogo sem desrespeitar as regras, e o resultado é um Predador que, enfim, parece ter encontrado um novo motivo para existir nas telas.

Ainda que a história siga todos os passos de uma jornada do herói tradicional e, sim, a essa altura já dá pra prever quase tudo o que vai acontecer, Predador: Terras Selvagens compensa a previsibilidade com pura energia visual. O roteiro pode até não reinventar o arco narrativo, mas sabe muito bem onde investir: nas cenas de ação. É nelas que o filme realmente respira, aproveitando cada segundo no planeta hostil onde Dek, o novo Predador, parte em busca de seu troféu e da glória entre os seus.

O mundo criado por Trachtenberg é um espetáculo à parte. As criaturas locais, a vegetação exuberante e os detalhes da fauna alienígena remetem ao deslumbre de Avatar, mas com um toque mais bruto e terreno. Tudo pulsa com imaginação, e o resultado é uma aventura visualmente delirante, que beira o insano em alguns momentos, no melhor sentido possível.

Trachtenberg filma com a confiança de quem entende o poder da simplicidade. Ele não precisa de reviravoltas mirabolantes para manter o interesse do público; basta saber onde colocar a câmera. Cada plano parece pensado para extrair o máximo das ideias que tem em mãos, uma lição de estilo e economia narrativa. E é aí que mora o charme: com poucos recursos conceituais, ele faz um espetáculo elegante. Dá até pra imaginar o que ele faria se um dia o deixassem brincar no universo de Star Wars.

A outra metade dessa improvável dupla é Thia, a nova parceira sintética de Dek. Programada para ser ingênua, mas curiosa, ela acaba aprendendo tanto com ele quanto ele com ela e é justamente nessa troca que o filme encontra seu coração. Elle Fanning (Um Completo Desconhecido), vivendo duas versões da mesma personagem, entrega uma performance afiada. Ela se sai especialmente bem nas cenas de ação, exibindo um timing cômico natural e uma leveza que contrasta com o peso físico da história.

A violência aqui também ganha um tratamento curioso: é brutal, mas nunca gratuita, afinal, o filme não é para maiores de 18 anos. Há sempre uma pitada de humor ou um toque de inteligência que a torna mais divertida do que chocante. O único tropeço, pra mim, é a inevitável “criaturinha fofa” que parece ter escapado de um filme da Disney, um alívio cômico que não precisava existir e acaba roubando tempo de tela demais.

Visualmente, o filme é de encher os olhos de qualquer fã de sci-fi. O design das criaturas colossais é impecável, cada uma com personalidade própria e uma presença física que faz esse planeta parecer genuinamente perigoso. E por trás disso tudo, há um esforço palpável dos roteiristas em construir Dek como mais do que um simples guerreiro: ele é um jovem ansioso para provar seu valor, fiel ao código de honra Yautja, mas também inseguro sobre o seu papel nesse mundo perverso e brutal.

O ator Dimitrius Schuster-Koloamatangi dá a Dek uma camada de humanidade (ou o equivalente alienígena disso). Sua atuação é cheia de pequenos gestos e olhares que revelam um personagem dividido entre o orgulho e a vulnerabilidade. É esse detalhe que transforma o predador em alguém por quem realmente torcemos e faz esse filme ter seu distanciamento dos demais, assim como vimos nos filmes/série recentes de Alien.

Veredito

Predador: Terras Selvagens é aquele tipo de continuação que prova que franquias longas não precisam se arrastar, basta alguém com pulso firme e imaginação no comando. Dan Trachtenberg não tenta reinventar a roda, mas a faz girar com estilo. Ele entende que o charme do cinema de ação não está apenas em explosões ou criaturas colossais, mas na construção de um universo que tem alma, e aqui, até o silêncio entre um rugido e outro parece dizer algo.

O filme tem a estrutura clássica de uma odisseia heroica, mas veste essa jornada com um novo brilho. Há emoção, humor e uma energia quase contagiante, como se o próprio Predador tivesse redescoberto a alegria de caçar.

No fim das contas, Predador: Terras Selvagens é o melhor tipo de blockbuster: aquele que não se leva tão a sério, mas é feito com seriedade. É cinema de aventura com coração, filmado com o olhar de quem ainda se encanta com o que está fazendo. Trachtenberg entrega espetáculo, técnica e personalidade, uma combinação que anda em falta nas galáxias de Hollywood.

Se o Predador sempre foi um símbolo de força bruta e instinto, aqui ele ganha algo novo: carisma. E, convenhamos, se até um alienígena caçador pode evoluir, talvez ainda haja esperança para as velhas franquias. No fim, o troféu dessa caçada é todo de Trachtenberg e ele o exibe com o sorriso de quem sabe que, dessa vez, a presa foi o tédio.

NOTA: 9/10

Clique aqui e compre seu ingresso para o filme

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Dorama ‘Meu Pior Vizinho’ ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

MEU PIOR VIZINHO acompanha Lee Seung-jin (Lee Ji-hoon), um músico sonhador que se muda para um novo apartamento e, logo na primeira noite, ouve o que parece ser o choro de um fantasma do outro lado da parede. A “assombração”, porém, é na verdade sua vizinha Hong Ra-ni (Han Seung-yeon), uma designer reclusa que trabalha de casa e é conhecida por afastar moradores com o barulho de suas ferramentas e crises emocionais.

O longa oferece uma leitura moderna sobre solidão, convivência e afeto na era dos apartamentos minúsculos e das relações digitais.

Com estreia em 13 de novembro, MEU PIOR VIZINHO é dirigido por Lee Woo-chul, e é uma adaptação do filme francês Blind Date — com um toque coreano moderno. A produção usa a parede como uma metáfora para a solidão urbana e para a distância que a vida moderna impõe, mostrando que a conexão humana pode nascer no lugar mais improvável.

Lee Ji-hoon interpreta Lee Seung-jin em seu primeiro papel principal no cinema, após se destacar nas séries ‘River Where the Moon Rises’ (2021), Rookie Historian ‘Goo Hae-ryung’ (2019) e ‘The Legend of the Blue Sea’ (2016). Já a intérprete de Hong Ra-ni, Han Seung-yeon, é reconhecida por sua carreira na música, onde integra o grupo KARA. No cinema, participou do filme ‘Show Me the Ghost’ (2021) e na TV brilhou em ‘Hello, My Twenties!’ (2016).

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‘Angel’s Egg’ voltará aos cinemas brasileiros remasterizado em 4k

Dez anos antes de ‘Ghost in the Shell‘, a brilhante mente de Mamoru Oshii foi responsável por dar luz à outra aclamada obra: ANGEL’S EGG. Com visuais criados pelo artista Yoshitaka Amano, o filme apresenta um cenário pós-apocalíptico e desolado, onde uma menina solitária vaga, dedicando-se a proteger um misterioso ovo gigante que carrega consigo. Porém, ao encontrar um homem enigmático que porta uma cruz, o  mundo que a jovem conhece muda para sempre.

Quarenta anos após sua estreia, ANGEL’S EGG retorna aos cinemas em 20 de novembro, remasterizado em 4K. A primeira exibição deste clássico renovado aconteceu na mostra Cinéma de la Plage do Festival de Cannes 2025, sessão dedicada a filmes clássicos.

Apesar de ser um filme japonês, as influências estéticas e narrativas do filme são internacionais. O surrealismo europeu, o cinema de Andrei Tarkovsky e simbolismos cristãos permeiam a obra  e a deixam com uma aparência onírica. Yoshitaka Amano trouxe para o filme seu estilo inconfundível, com traços fluídos, paleta etérea e personagens de aparência quase angelical.

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8 produções com mulheres poderosas para curtir no Disney+

Disney+ é a casa das mulheres fortes. Sejam advogadas em busca de justiça, guerreiras lutando pelo próprio povo e até personagens históricas, não faltam produções que narram trajetórias incríveis, cheias de drama, romance, comédia e até ação. Por isso, reunimos abaixo oito filmes e séries estreladas por mulheres poderosas para você conferir agora mesmo:

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1- Tudo É Justo

Foto série – Tudo É Justo | Divulgação Disney+

Não há maneira melhor de começar uma lista sobre mulheres poderosas do que com Tudo é Justo. A nova série do Disney+ acompanha um grupo de advogadas que deixa um escritório comandado por homens para montar o próprio. Especialistas em divórcio, elas precisam lidar com casos cheios de segredos, escândalos e constantes mudanças de lealdade.

Produzida por Ryan Murphy (GleeAmerican Horror Story), a produção conta com um elenco de peso que inclui as vencedoras do Emmy Sarah Paulson (American Crime Story) e Niecy Nash-Betts (Dahmer: Um Canibal Americano), Glenn Close (101 Dálmatas), Kim Kardashian (American Horror Story), Naomi Watts (Cidade dos Sonhos) e Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra).

A estreia de Tudo é Justo no Disney+ está marcada para o dia 4 de novembro, quando serão lançados os três primeiros episódios. Os capítulos seguintes chegam nas terças-feiras seguintes.

2- How to get Away with Murder

Foto série – How to get Away with Murder | Divulgação Disney+

Seguindo com mulheres fortes no ramo da advocacia, temos Como Defender Um Assassino, série mais conhecida pelo título original: How to get Away with Murder. A série acompanha Annalise Keating (Viola Davis), poderosa e renomada professora de direito penal, e um grupo de estudantes liderados por ela. Enquanto trabalha em novos casos, o time precisa usar o que aprendeu em causa própria para escapar da prisão após cometerem um assassinato. A série é uma produção de Shonda Rhimes, criadora de Grey’s Anatomy, e rendeu o Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática a Viola Davis, que se tornou a primeira mulher negra a levar o troféu.

3- Desperate Housewives

Foto série – Desperate Housewives | Divulgação Disney+

Que tal um pouco de nostalgia? Lançada em 2004, Desperate Housewives chacoalhou a televisão norte-americana ao misturar drama, comédia e mistério para contar o cotidiano de quatro donas de casa da rua Wisteria Lane. Ao longo dos episódios, elas precisam lidar com as mais variadas batalhas, que vão desde a luta para criar os filhos, tentativas de salvar os próprios casamentos e até a ocultação de casos extraconjugais. Tudo isso enquanto a comunidade tenta entender o que levou a também dona de casa Mary Alice Young (Brenda Strong), a narradora da série, a tirar a própria vida. Uma incógnita que dá início a uma produção campeã de audiência e colecionadora de prêmios como EmmyGlobo de Ouro e mais.

4- O Diabo Veste Prada

Foto filme – O Diabo Veste Prada | Divulgação Disney+

O Diabo Veste Prada acompanha Andy Sachs (Anne Hathaway), uma aspirante a jornalista contratada para trabalhar como assistente pessoal de Miranda Priestly (Meryl Streep), uma famosa editora de moda tão talentosa quanto cruel. Disposta a dar conta do desafio, a jovem decide se adaptar para aproveitar a chance que é o sonho de qualquer garota, uma tarefa cada vez mais difícil graças aos caprichos da chefe. Se você busca comédia, drama, reviravoltas e muito estilo, esse filme é uma ótima pedida.

5- Revenge

Foto série – Revenge | Divulgação Disney+

Revenge conta a história de Emily Thorne (Emily VanCamp), uma jovem que chega aos Hamptons sem levantar suspeitas de suas verdadeiras intenções. Na verdade, ela está retornando ao lugar com uma nova identidade para poder vingar o falecido pai. No processo, ela mexe com a vida dos habitantes locais, em especial a poderosa Victoria Grayson (Madeleine Stowe), revelando segredos e mentiras. Sucesso de público, a produção é uma versão moderna de O Conde de Monte Cristo, o clássico romance de Alexandre Dumas.

6- Maria e o Cangaço

Foto série – Maria e o Cangaço | Divulgação Disney+

Série brasileira original do Disney+, Maria e o Cangaço conta a história de Maria Bonita (Isis Valverde), primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros e companheira de Lampião (Júlio Andrade). A produção faz um apanhado completo da jornada de Maria de Déa desde antes de se juntar ao bando até o ponto crítico em que se viu diante de uma das mais duras leis do movimento após uma gravidez inesperada.

7- O Predador: A Caçada

Foto filme – O Predador: A Caçada | Divulgação Disney+

O cinema de ação e terror também é cheio de mulheres fortes. Uma das heroínas mais recentes nesses gêneros é Naru (Amber Midthunder), a protagonista de O Predador: A Caçada (2022). Criada para ser a curandeira de uma tribo Comanche no século XVIII, a jovem sonha em ser uma caçadora, assim como o irmão mais velho. Os dotes dela são colocados à prova quando sua comunidade entra na mira do Predador, um alienígena fortemente armado que veio à Terra justamente para caçar.

8- Cat’s Eye

Arte anime – Cat’s Eye | Divulgação Disney+

Não poderíamos encerrar essa lista sem lembrar das mulheres poderosas dos animes. Um bom exemplo é Cat’s Eye, animação que acompanha as irmãs Hitomi, Rui e Ai, que de dia chefiam um café e à noite roubam obras de arte que pertenceram ao pai desaparecido. O cotidiano cheio de ação e mistério do trio se complica ainda mais quando Hitomi entra em um romance com Toshio, investigador que está no encalço do trio. A produção é uma nova versão para o clássico mangá do mestre Tsukasa Hojo.

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Como estão os criminosos de Tremembé atualmente? Quais ainda estão presos?

Com a estreia da série Tremembé no Prime Video — que rapidamente entrou para a lista das produções mais assistidas da plataforma — o público voltou a se interessar por um dos presídios mais famosos do Brasil: a Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, em Tremembé, interior de São Paulo. Conhecida como “presídio dos famosos”, a unidade já abrigou alguns dos nomes mais notórios de casos criminais que marcaram o país.

A série, inspirada nos livros do jornalista Ulisses Campbell, revive histórias e crimes que chocaram o Brasil e levanta uma questão inevitável: onde estão hoje os criminosos de Tremembé? Quem segue preso e quem já está em liberdade?

Os que ainda estão presos

Roger Abdelmassih

O ex-médico continua sendo um dos nomes mais conhecidos ainda em Tremembé. Condenado a 181 anos de prisão por estuprar diversas pacientes, Roger está preso desde 2014 e teve pedidos de prisão domiciliar negados várias vezes pela Justiça. A previsão para o fim da pena é em 2047, quando ele teria 104 anos de idade.

Lindemberg Alves

Condenado a 39 anos de prisão pelo assassinato da ex-namorada Eloá Pimentel, em 2008 — crime transmitido ao vivo pela TV —, Lindemberg permanece em Tremembé. Ele teve a progressão para o regime semiaberto concedida e revogada duas vezes, e atualmente tem direito apenas às saídas temporárias. Em março de 2025, teve a pena reduzida em 109 dias por bom comportamento, mas segue longe da liberdade definitiva.

Os que já deixaram Tremembé

Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa na série)

Condenada a 39 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato dos pais, Suzane ficou cerca de 20 anos presa na Penitenciária Feminina de Tremembé (P1) e obteve liberdade condicional em 2023. Hoje, vive sob o nome Suzane Louise Magnani Muniz, após casar-se com o médico Felipe Zecchini Muniz. Ela voltou a estudar Direito, curso que havia iniciado antes da prisão, e vive em regime aberto com o marido e o filho.

Daniel e Cristian Cravinhos (Felipe Simas e Kelner Macêdo)

Os irmãos cúmplices de Suzane no assassinato dos pais dela também já deixaram o presídio.

  • Daniel Cravinhos cumpre pena em regime aberto desde 2018 e trabalha customizando motos e capacetes. Casou-se recentemente com a biomédica Carolina de Andrade.
  • Cristian Cravinhos, por sua vez, está em regime aberto desde 2024. Ele também trabalha com o irmão e compartilha momentos de sua rotina nas redes sociais.

Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi) e Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato)

Condenados pelo assassinato da menina Isabella Nardoni, em 2008, o casal obteve progressão de pena e vive em liberdade condicional.

  • Nardoni, condenado a 31 anos, passou ao regime aberto em 2024.
  • Jatobá, condenada a 26 anos, está em regime aberto desde 2023.
    Atualmente, os dois vivem juntos em um apartamento na Zona Norte de São Paulo.

Elize Matsunaga (Carol Garcia)

Condenada a 16 anos e três meses de prisão pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Matsunaga, Elize cumpriu parte da pena em Tremembé e deixou a prisão em 2023. Hoje, ela leva uma vida mais discreta e trabalha como motorista de aplicativo no interior de São Paulo.

Acir Fillo

O ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos foi outro nome conhecido que passou por Tremembé. Condenado por lavagem de dinheiro, ele foi libertado em agosto de 2025 após cumprir quase nove anos de prisão. Agora, responde em liberdade.

Um presídio que virou símbolo

A penitenciária de Tremembé ganhou o apelido de “presídio dos famosos” não apenas pelo perfil dos detentos, mas também pela curiosidade pública que os cerca. Casos que chocaram o país — como os de Suzane, Nardoni, Elize e Abdelmassih — mantêm o nome do local no imaginário popular.

Com a série Tremembé, o interesse reacendeu: além de retratar as histórias que marcaram época, a produção também provoca reflexão sobre o sistema prisional brasileiro e sobre como a sociedade lida com figuras que, mesmo após cumprir pena, continuam despertando fascínio e repulsa em igual medida.

Ou seja, apenas Roger Abdelmassih e Lindemberg Alves continuam cumprindo pena em Tremembé. Os demais personagens retratados na série estão em liberdade condicional ou regime aberto cada um tentando, à sua maneira, reconstruir a vida fora dos muros do presídio mais famoso do país.

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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São Paulo Food Film Fest 2025 celebra saída do Brasil do Mapa da Fome com cinema, gastronomia e cultura

De 13 a 23 de novembro, São Paulo se transforma em um verdadeiro banquete de arte, sabor e reflexão com a quarta edição do São Paulo Food Film Fest.

O evento, que ocupa o Reserva Cultural, o Centro Cultural Vergueiro e os CEUs do Circuito Spcine, chega neste ano com um marco histórico a ser celebrado: o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome da ONU, segundo dados da FAO, com menos de 2,5% da população em situação de subnutrição.

Mais do que um festival de cinema, o Food Film Fest é uma celebração do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) — princípio garantido pela Constituição de 1988 — e da conexão entre cinema, gastronomia e cidadania. A programação é gratuita e reúne filmes, debates e degustações que transformam a experiência cinematográfica em um mergulho sensorial e político sobre o que comemos, por que comemos e quem tem acesso a uma alimentação saudável.

Entre os destaques, está a exibição especial de “A Marvada Carne”, de André Klotzel, que completa 40 anos. O clássico, estrelado por Fernanda Torres e Adilson Barros, ganha cópia remasterizada e abre espaço para refletir sobre o desejo de fartura e dignidade de um povo. O festival também homenageia o cineasta Silvio Tendler, autor de obras como O Veneno Está na Mesa I e II, com uma sessão especial seguida de debate sobre cinema, arte e ativismo social.

A programação ainda revisita grandes marcos do cinema mundial e nacional:

  • 35 anos de Goodfellas, de Martin Scorsese, com debate sobre comida, poder e pertencimento;
  • 25 anos de Pão e Tulipas, de Silvio Soldini, sobre liberdade e prazer à mesa;
  • 15 anos de Comer, Rezar, Amar, com Julia Roberts, em uma reflexão sobre autoconhecimento e nutrição consciente;
  • 40 anos de Os Goonies, celebrado como símbolo da infância e da imaginação;
  • e 100 anos do chef Jiro Ono, retratado no documentário Jiro Dreams of Sushi.

O evento também exibe estreias nacionais e internacionais que abordam a comida sob diferentes perspectivas — da regeneração ambiental à crítica ao sistema agroindustrial. Entre elas:

  • Comida para Quem Precisa, de Leonardo Brant, sobre o combate à fome no Brasil;
  • Wilding – Selvagem (Reino Unido, 2024), sobre famílias que devolvem suas terras à natureza;
  • Shelf Life (EUA, 2024), de Ian Cheney, um olhar filosófico sobre o tempo e o artesanato do queijo;
  • The Perfect Meal – The Secrets of the Mediterranean Diet, sobre os segredos da dieta mediterrânea;
  • Six Inches of Soil (Reino Unido, 2024), sobre jovens agricultores sustentáveis;
  • e Em Defesa da Comida: Um Manifesto, baseado na obra de Michael Pollan, que critica os ultraprocessados e defende o retorno à comida de verdade.

Os debates do festival reúnem especialistas, chefs e ativistas para discutir temas como fome, ancestralidade, ultraprocessados e memória alimentar. Entre os convidados estão Bela Gil, Maria Alvim, Júnior Yanomami, Juliana Bruno e Cíntia Sanchez.

Já as Aulas Show trazem nomes como Neide Rigo, referência em PANCs; Jerá Guarani, guardiã de saberes ancestrais; e Eugênio e Márcia, da Mbee, em encontros que tratam a cozinha como espaço de resistência e cuidado.

Uma das programações mais simbólicas acontece no Dia da Consciência Negra (20 de novembro), no Centro Cultural São Paulo, com exibições e rodas de conversa dedicadas à comida afro-brasileira como patrimônio imaterial.

Com apoio da Lei Rouanet, ProAC ICMS e patrocínio de marcas como Grupo Carrefour Brasil, Natural One e Spcine, o São Paulo Food Film Fest reafirma seu papel como um dos eventos mais originais do calendário cultural brasileiro.

Num país que volta a celebrar a segurança alimentar, o festival convida o público a refletir — e degustar — a ideia de que alimentar-se é existir, resistir e sonhar em comunidade.

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Apple TV adquire ‘Safe Houses, nova série do mesmo criador de ‘Homeland’

O Apple TV anuncia a aquisição de “Safe Houses“, uma série emocionante de oito episódios com produção executiva do showrunner vencedor de dois prêmios Emmy Gideon Raff (“Homeland”) e inspirada no elogiado romance de espionagem homônimo de Dan Fesperman.

Safe Houses” é um dinâmico thriller de espionagem internacional, que se passa após o assassinato de um alto funcionário da CIA em Madri. A série acompanha Sofia Jiménez, uma agente fugitiva acusada de ter cometido o crime, e a embaixadora Elizabeth Winthrop, a viúva da vítima, enquanto cada uma investiga o assassinato por perspectivas opostas, desvendando uma ampla conspiração que pode mudar o equilíbrio do poder global.

“Safe Houses” é uma coprodução do estúdio independente internacional wiip e Apple Studios. Otto Bathurst (“Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas”) está escalado para dirigir os primeiros episódios, Gideon Raff assina como diretor de vários episódios adicionais e como produtor executivo ao lado de Alexandra Milchan (“Tár”). Paul Lee (“Mare of Easttown”) e David Flynn (“Bodkin”) são os produtores executivos para a wiip. Mike Seid, que desenvolveu a série com Raff, é o coprodutor executivo, ao lado de Adam Berkowitz (“The Malevolent Bride”). Sara Gonzalo (“Um Ano, Uma Noite”) é a produtora. O autor Dan Fesperman será o produtor consultor.

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Kim Kardashian, Naomi Watts, Sarah Paulson e Niecy Nash virão ao Brasil para divulgar a nova série “Tudo é Justo”

Em celebração à estreia de Tudo É Justo que ocorre hoje, terça-feira (04), série exclusiva Disney+, parte do elenco de protagonistas confirma vinda ao Rio de Janeiro. 

As atrizes Kim KardashianNaomi WattsSarah Paulson e Niecy Nash, vão estar mais próximas dos fãs brasileiros, participando de uma première que promete ser marcada por muito glamour e sofisticação, proporcionando momentos e encontros inéditos com personalidades locais e a imprensa brasileira. É o universo de Tudo É Justo para além das telas, no melhor clima carioca!

Sobre Tudo é Justo

A série Tudo É Justo conta a história de um grupo de advogadas especializadas em divórcio. Elas deixam um grande escritório dominado por homens para fundar seu próprio e poderoso escritório. Brilhantes, implacáveis e complexas, as advogadas lidam com separações milionárias, segredos escandalosos e lealdades ambíguas, tanto no tribunal quanto entre si. Em um ambiente onde o dinheiro fala e o amor vira campo de batalha, essas mulheres não só entram no jogo, elas mudam as regras.

A série é estrelada por Kim KardashianNaomi WattsNiecy Nash-BettsTeyana Taylor e Matthew Noszka, com Sarah Paulson e Glenn Close.

Tudo É Justo é uma produção da 20th Television em associação com a Ryan Murphy Television. O roteiro e a produção executiva são de Ryan Murphy, que também atua como diretor, Jon Robin Baitz, Joe Baken, Jamie Pachino, Lyn Greene e Richard Levine. Kim Kardashian, Glenn Close, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson protagonizam e são produtoras executivas. Anthony Hemingway é produtor executivo e diretor. Kris Jenner, Alexis Martin Woodall, Eric Kovtun, Scott Robertson e Nissa Diederich também são produtores executivos.

Tudo É Justo estreia episódios semanais no Disney+, toda terça-feira, às 02h00 (Horário de Brasília). 

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

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CCXP25 | Prime Video anuncia programação com The Boys e Fallout, Cangaço Novo e Corrida dos Bichos

O Prime Video revelou sua programação de três dias de painéis no prime time do Palco Thunder, na CCXP25, um dos maiores festivais de cultura pop do mundo, realizado de 4 a 7 de dezembro, na São Paulo Expo.

Na quinta-feira (4), às 18h45, o público terá um gostinho do que vem por aí na próxima temporada de Cangaço Novoalém de conferir detalhes do filme Corrida dos Bichos, em um painel especial dedicado às produções locais Originais Amazon. Já na sexta-feira (5), às 18h45, o elenco e produtor executivo de Fallout subirão ao palco para antecipar o que o público pode esperar da segunda temporada.

Para fechar em grande estilo, o elenco e showrunner de The Boys estarão no Thunder no sábado (6), às 20h, para dar início à celebração de despedida deste fenômeno global com seus apaixonados fãs brasileiros. Os jornalistas e especialistas em cultura pop Marcelo Forlani e Mari Palma serão os apresentadores encarregados de entregar muito conteúdo exclusivo e prévias inéditas.

Os painéis do Prime Video contarão com diversos convidados, incluindo Thainá Duarte (Dilvânia), Allan Souza Lima (Ubaldo) e Alice Carvalho (Dinorah),  de Cangaço Novo; Bruno Gagliasso, Rodrigo Santoro, Isis Valverde e Matheus Abreu, de Corrida dos BichosElla Purnell (Lucy MacLean), Aaron Moten (Maximus), Walton Goggins (Cooper Howard/The Ghoul), Justin Theroux (Robert House) e o produtor executivo e diretor Jonathan Nolan, de Fallout; eErin Moriarty (Luz Estrela), Laz Alonso (Leitinho), Tomer Capone (Frenchie), Karen Fukuhara (Kimiko Miyashiro), Colby Minifie (Ashley Barrett), e o produtor executivo e showrunner Eric Kripke, de The Boys.

Além das apresentações no Palco Thunder, o Prime Video também marcará presença no Unlock, programação voltada ao mercado e dedicada a criar conexões entre executivos, estúdios e criadores. 

Na quinta-feira (4), às 16h30, a Vice Presidente de Originais Internacionais, Nicole Clemens, e a Head de Originais para LATAM, Canadá e Austrália, Javiera Balmaceda, participam de um painel sobre a força e a importância das produções Originais Internacionais para o Prime Video, mediado pelo jornalista Igor Ribeiro. 

Os participantes da CCXP25 também poderão visitar o estande do Prime Video com ativações de produções Originais Amazon como The Boys, Fallout e Spider Noir, além de experiências exclusivas de Amazon Prime. 

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