“Vitória“, filme protagonizado por Fernanda Montenegro e dirigido por Andrucha Waddington, divulga cartaz oficial inédito e novas fotos da produção. O longa-metragem retrata a história real de uma improvável heroína que, diante da sensação de insegurança, decide filmar da janela de seu apartamento em Copacabana o tráfico de drogas.
O caso chama atenção do jornalista Flávio Godoy, interpretado por Alan Rocha, que repercute o caso na mídia e impressiona o país. Com elenco composto ainda por Linn da Quebrada, Laila Garin e Thawan Lucas, o filme Original Globoplay, com produção da Conspiração, estreia nos cinemas brasileiros no dia 13 de março, com distribuição da Sony Pictures.
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Sobre Vitória
O filme é inspirado na história verídica de Joana da Paz, aposentada que desmascarou uma quadrilha de traficantes e policiais corruptos, na Ladeira das Tabajaras, na Zona Sul do Rio, com filmagens em fitas VHS. Incluída no Serviço de Proteção à Testemunha, foi apelidada de “Vitória” e teve a sua identidade mantida em sigilo por 17 anos, até falecer em 2023, após o término das filmagens do longa-metragem. A atriz Fernanda Montenegro se emociona ao falar de Joana, “uma mulher que nos comove por sua coragem e amor”.
Inspirado na obra literária “Dona Vitória da Paz“, de Fábio Gusmão, jornalista que noticiou o caso, o filme Original Globoplay tem produção assinada pela Conspiração em coprodução com a MyMama Entertainment e apoio da Globo Filmes. O longa é produzido por Andrucha Waddington e Breno Silveira, com produção executiva de Renata Brandão, Mariana Vianna, Tania Pacheco, Mayra Faour Auad e Ilda Santiago, e produção associada de Leonardo M. Barros. Paula Fiúza assina o roteiro.
O Apple TV+ revelou o trailer para a segunda temporada da amada série animada infantil e familiar “Eva, a Coruja” (“Eva the Owlet”), que estreia mundialmente na sexta-feira, 24 de janeiro. Baseada na série de livros da editora norte-americana Scholastic na lista de mais vendidos do The New York Times “Diário de uma coruja”, da premiada autora Rebecca Elliott, o charmoso programa convida crianças e famílias a retornarem para o mundo da floresta de Treetoppington ao lado de Eva e de seus amigos.
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Sobre Eva, A Coruja
Com fãs ao redor do mundo, “Eva, a Coruja” foi elogiada como “cativante” e “muito divertida”. A série é estrelada por Eva, uma corujinha criativa e atrevida que mora ao lado de sua melhor amiga Lucy no mundo da floresta de Treetoppington. Com grandes ideias e uma personalidade ainda maior, Eva embarca em grandes aventuras, expressando-se em seu diário ao longo do caminho! A segunda temporada leva os espectadores através de uma noite na vida de Eva. Se ela está planejando um acampamento no quintal com seus amigos ou salvando a cidade de Spring Acorn Roll de esquilos famintos, Eva busca alcançar seus objetivos com convicção e talento.
Desde que foi publicada pela primeira vez, a série de livros “Diário de uma coruja” tem oito traduções para línguas estrangeiras e tiragem de 12 milhões de cópias impressas. Produzida pela premiada Scholastic Entertainment (“Clifford, o Gigante Cão Vermelho”, “Goosebumps”, “O Ônibus Mágico”) com produção e animação em 4K pelo estúdio vencedor do Emmy e indicado ao Oscar Brown Bag Films (“Doutora Brinquedos”, “Vampirina”, “Octonautas”), “Eva, a Coruja” também apresenta canções originais do músico, cantor e compositor elogiado Fitz, da banda Fitz and the Tantrums.
O talento dos dubladores originais inclui Vivienne Rutherford (“Eureka!”, “911: Lone Star”) como a personagem titular Eva, Jessica DiCicco (“The Loud House”, “Puppy Dog Pals”) como a mãe de Eva, Dino Andrade (“Loud House”, “We Baby Bears”) como o pai de Eva, assim como Romy Fay (“Um Passo de Cada Vez”), Sascha Yurchak, Jon Olson (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, “Pokémon: Detetive Pikachu”), Evie Hsu (“Team Mekbots”), Sarah Vattano (“The Uglies”, “Rise Up, Sing Out”), Pressly James Crosby (“General Hospital”) e Kenna Ramsey (“Rent”).
“Eva, a Coruja” tem produção executiva da equipe vencedora dos prêmios Peabody e do Daytime Emmy da Scholastic Entertainment incluindo Iole Lucchese (“Clifford, o Gigante Cão Vermelho”), Caitlin Friedman (“Stillwater”) e Jef Kaminsky (“Signs of Survival”). Cathal Gaffney e Darragh O’Connell da Brown Bag Films também assinam como produtores executivos. Os indicados ao Daytime Emmy Annabeth Bondor-Stone (“Helpsters”) e Connor White (“Helpsters”), que desenvolveram a série, assinam como coprodutores executivos, e o indicado ao Daytime Emmy Damien O’Connor (“O Natal de Angela”, “O Natal de Angela 2”) assina como diretor supervisor.
O falecido Dr. John F. Evans, clínico especializado em escrita, com o diploma de National Board Certified Health e Wellness Coach na Duke Integrative Medicine, e fundador e diretor executivo da Wellness & Writing Connections, assinou como o especialista em escrita expressiva na série por meio da iniciativa de agentes de mudança do Apple TV+. A série foi um dos últimos projetos em que ele trabalhou, esperando inspirar jovens a escrever, a encontrar suas vozes e a acreditar em si mesmos.
Pronto para aterrorizar as salas de cinemas de todo o país a partir desta quinta-feira (16), Lobisomem, novo longa de terror da Universal Pictures, ganhou mais um vídeo de bastidores antes da estreia. Com cenas que mostram a criação do novo visual do monstro que há décadas ganha reimaginações, o material conta ainda com depoimento do maquiador Arjen Tuiten, indicado ao Oscarpor seu trabalho em Extraordinário.
“Eu refleti sobre como iríamos fazer isso de um jeito diferente e ousar nos afastar do que já foi feito. É como se duas anatomias tentassem se misturar, mas não se encaixam muito bem. O processo do personagem é doloroso“, afirma o profissional que colaborou com o diretor Leigh Whannell para chegar à forma final do personagem. “Espero que as pessoas saiam do cinema e não consigam esquecer do que viram. Não é o Lobisomem que você conhece“, adianta o cineasta.
Intérprete do protagonista, para o ator Christopher Abbot o processo também foi desafiador e inédito em sua carreira: “Eram seis ou sete horas juntos antes mesmo de eu filmar qualquer cena, o que definia o tom e o clima do resto do meu dia de trabalho, energeticamente. Eles foram tão brilhantes em seus trabalhos de maquiagem e prótese, e eu tive sorte de podermos brincar muito. Isso tornou um processo árduo palatável e divertido“.
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Sobre Lobisomem
A lua está cheia. O terror é real. A Blumhouse e o diretor e roteirista Leigh Whannell, criadores do arrepiante conto moderno de monstros O Homem Invisível, levam aos cinemas um novo pesadelo aterrorizante, Lobisomem.
Esta reimaginação arrepiante do clássico monstro da Universal é dirigida por Whannell a partir do roteiro de Whannell & Corbett Tuck, Lauren Schuker Blum & Rebecca Angelo (Dinheiro Fácil). Interpretam a família aterrorizada pelo Lobisomem o ator Christopher Abbott (Pobres Criaturas, série Catch-22, Ao Cair da Noite), indicado ao Globo de Ouro, e as atrizes Julia Garner (séries Ozark, Inventing Anna), vencedora do Emmy, e Matilda Firth (série Hullraisers, Coma).
O elenco conta ainda com o ator Sam Jaeger (série The Handmaid’s Tale, Sniper Americano), indicado ao SAG. Os filmes de Leigh Whannell com a Blumhouse incluem O Homem Invisível, Upgrade: Atualização e Sobrenatural: A Origem. Lobisomem é produzido pelo fundador e CEO da Blumhouse, Jason Blum, e tem produção executiva de Ryan Gosling, Ken Kao, Bea Sequeira, Mel Turner e Whannell. Lobisomen é uma produção da Blumhouse e Motel Movies.
A Paris Filmes acaba de lançar o trailer da animação “Kayara – A Princesa Inca”(Kayara). No filme, uma jovem enfrenta a tradição para tentar se tornar a primeira mulher mensageira do Império Inca. A produção chega aos cinemas nacionais em 27 de fevereiro.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Kayara – A Princesa Inca
Há muito tempo, os Mensageiros Incas (Chasquis) eram exclusivamente homens. Kayara, uma jovem de 16 anos, está determinada a se tornar a primeira mulher a entrar na liga exclusiva dos mensageiros do Império Inca, seguindo os passos de seu pai. Ao longo de sua ousada busca, Kayara terá de superar terrenos traiçoeiros, defender a desconhecida Cidade Dourada dos grandes perigos da exploração e salvar seus amigos e familiares de ameaças inesperadas.
A distribuição nacional é da Paris Filmes e a produção é da Cinema Management Group e Tunche Films, com roteiro de Cesar Zelada, Brian Cleveland e Jason Cleveland.
O Prime Video divulga hoje a data de estreia e cartaz oficial de Soltos no Carnaval. O reality chega ao streaming no dia 14 de fevereiro.
Confira o cartaz abaixo:
Com um elenco novo e gravado durante o carnaval, esta edição acompanhará oito jovens solteiros vivendo diferentes tipos de festa em dois dos destinos mais cobiçados do Brasil: Salvador e Rio de Janeiro.
O time de participantes conta com Leo Alcy, Gabriel Veiga, Ruan Mendes, Raul Botura, Carla Fernanda, Alicia Nery, Bianca Moi, Jodete Rocha. Produzido pela Floresta, o reality conta com direção de Lucas Diego Lopez, direção de conteúdo de Bento Abreu e terá oito episódios de 45 minutos de duração cada.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
“Esse é um filme que nos ensina a sobreviver em tempos como esses“. A frase de Fernanda Torres ao vencer o Globo de Ouro por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”, não poderia ser mais apropriada para descrever o impacto do cinema em nos fazer lembrar dos momentos de crise e inspirar a luta para que eles jamais se repitam.
Assim como o longa brasileiro revisita os traumas da ditadura, o filme coreano 12.12: O DIA revive o golpe militar de 1979 na Coreia do Sul, uma história que ganha ainda mais relevância diante do atual cenário político do país.
Em dezembro de 2024, o presidente Yoon Suk-yeol surpreendeu ao declarar lei marcial, fechar o parlamento e restringir a liberdade de imprensa, em uma atitude que muito se assemelha a um golpe. Embora a medida tenha sido revogada após resistência popular e parlamentar, o episódio reacendeu debates sobre democracia e liberdade, destacando o quanto o passado pode ecoar no presente.
12.12: O DIA, dirigido por Kim Sung-soo, retrata uma noite igualmente decisiva da história coreana, expondo as lutas de poder e os dilemas morais que marcaram o país há mais de quatro décadas.
O diretor Kim Sung-soo combina história e ficção para capturar a intensidade de 1979, quando a morte do presidente Park e a declaração de lei marcial levaram o comandante Chun Doo-gwang a tentar tomar o poder. Enquanto isso, o comandante Lee Tae-shin enfrenta o desafio de impedir que o exército seja usado politicamente. O filme foi a maior bilheteria da Coreia em 2023 e é o escolhido para representar o país no Oscar 2025.
Assim como Fernanda Torres afirmou sobre “Ainda Estou Aqui”, o cinema tem o poder de nos ensinar a resistir em tempos difíceis. 12.12: O DIA não é apenas um retrato do passado, mas um alerta para o presente. Em um mundo onde a democracia enfrenta desafios contínuos, o filme nos lembra que a liberdade nunca é garantida — é preciso defendê-la. A partir de 23 de janeiro, o filme estreia nos cinemas brasileiros com distribuição da SATO COMPANY.
O premiado filme belga TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO, que concorre na categoria de melhor documentário no Oscar 2025, chegará aos cinemas em 30 de janeiro.
Com uma carreira de sucesso em festivais, tendo conquistado diversos Prêmios, dentre eles, Melhor Roteiro e Melhor Montagem pela Associação Internacional de Documentários, além do Prêmio Especial do Júri por Inovação Cinematográfica no Festival de Sundance 2024, TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO conta com a direção do cineasta belga Johan Grimonprez. A obra parte do episódio verídico de quando os músicos Abbey Lincoln e Max Roach invadiram o Conselho de Segurança da ONU em protesto contra o assassinato de Patrice Lumumba, em 1961.
Com depoimentos e apresentações de figuras como Malcolm X, Louis Armstrong, Thelonious Monk, Dizzy Gillespie, John Coltrane, Abbey Lincoln, Max Roach, Nina Simone, o documentário expõe a violência do processo de colonização do Congo Belga e também a luta de independência do país.
“Os Estados Unidos envolveram expoentes negros do jazz, enviando-os para a região afro-asiática, as zonas de fricção, para realmente conquistar os corações das mentes do Sul Global. Mas o que é peculiar é, por exemplo, quando Louis Armstrong chega ao então recém-independente Congo é que ele é usado como isca para esconder que na verdade há um golpe de estado sendo tramado pela CIA“, relata o diretor Johan Grimonprez em entrevista.
TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO será lançado no Brasil pela Pandora Filmes em 30 de janeiro.
A Livres Filmes & Artes acaba de divulgar o trailer oficial de “Os Sapos“, longa-metragem protagonizado por Thalita Carauta, dirigido por Clara Linhart e com roteiro original de Renata Mizrahi.
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Sobre Os Sapos
Na trama, Paula (Thalita Carauta), uma mulher de 40 anos, chega a uma casa isolada no meio do mato para um reencontro de amigos, mas descobre que a confraternização foi cancelada. Presa no local até o dia seguinte, ela convive com Marcelo e sua namorada Luciana, além de um casal de vizinhos. À medida que as tensões aumentam, surgem reflexões sobre amor, autoestima e o impacto dos relacionamentos tóxicos.
Baseado na peça teatral homônima premiada e inspirada em uma história real, a obra traz no elenco nomes como Karina Ramil, Verônica Reis, Pierre Santos e Paulo Hamilton.
Com produção da Gamarosa Filmes, coprodução do Canal Brasil e Telecine e a distribuição da Livres Filmes & Artes, “Os Sapos” estreou em 2024 no Festival Internacional de Cinema de João Pessoa, onde recebeu os prêmios de Melhor Roteiro (Renata Mizrahi), Melhor Direção (Clara Linhart) e Melhor Montagem (Nina Galanternick).
Se você jogar uma pedra em uma árvore de Hollywood, é bem provável que caia uma chuva de filmes sobre a lenda do lobisomem. A maioria segue praticamente o mesmo caminho narrativo, tornando essa história tão característica algo previsível desde que O Lobisomem (1941) — um dos clássicos mais importantes dos Monstros da Universal — estreou nos cinemas. A verdade é que, a essa altura, ninguém espera mais nada surpreendente vindo desse tema. Mas não há nada mais empolgante do que ser pego de surpresa, não é? Afinal, histórias permanecem apenas histórias… até que alguém engenhoso e criativo as transforme.
E Leigh Whannell (também conhecido como o protagonista de Jogos Mortais) é um desses talentos que sabe como subverter fórmulas, modernizar narrativas e assustar sem cair no clichê. Lobisomem, agora nas mãos da Blumhouse, é a definição de desespero em forma de suspense. O filme entrega uma experiência imersiva que presta homenagem ao clássico, mas não se esquece de trazer um olhar fresco e inovador. Assim como o atual Nosferatu de Robert Eggers, este remake acerta ao ser subversivo, ousado e criativo — e, acima de tudo, de dar medo.
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Os acertos e erros de Lobisomem
LeighWhannell – com anos nesse meio – entende que filmes sobre homens que se transformam em lobos costumam cair no caricato. Por isso, decide explorar aspectos mais sutis e pouco abordados dessa lenda animalesca, e toma bastante liberdade criativa. Assim como fez no excelente O Homem Invisível, o diretor utiliza a parte técnica como uma ferramenta para impressionar.
O design de som é um espetáculo à parte, construindo uma atmosfera de medo e pânico tão imersiva que até compensa uma trama simples e um roteiro relativamente ingênuo. E quando você acha que sabe para onde a história está indo, o filme muda de direção, mostrando escolhas inventivas, mesmo sendo direto e sem rodeios.
Lobisomem também constrói um drama familiar que aprofunda os conflitos entre um casal e sua filha mais nova, uma dinâmica paterna, como vemos em franquias como Sobrenatural. Esse foco emocional enriquece a narrativa, fazendo com que o público possa se importar com os personagens e seus dilemas morais. O enredo traz diversas alegorias sobre o “monstro” que ronda a casa onde a família decide passar as férias nas montanhas, em busca de superar o casamento em decadência. Mas a grande pergunta que surge é: o que é mais perigoso, o que está lá fora ou o que habita dentro da casa? O mistério está nisso.
O elenco pequeno é um acerto à parte. Julia Garner dipensa apresentações e Christopher Abbott entrega uma atuação sinistra, dando vida a uma versão mais protetora e passional do lobisomem, sem perder a selvageria e o gore característicos da criatura. Um dos pontos fortes, sob a visão de Whannell, a licantropia é uma fusão maluca entre Pé Grande com uma doença contagiosa inspirada em lendas nativo-americanas, conhecida como “cara de lobo”, e não uma “maldição”. A transformação — ponto alto de qualquer filme desse gênero — é criativa, nojenta, divertida e, surpreendentemente, bastante plausível. E ah, tudo feito com efeitos práticos, uma maravilha.
Os movimentos de câmera também são criativos e elevam o filme a um patamar cinematográfico impressionante. Até mesmo nas cenas mais simples, a direção faz uso ousado de planos-sequência e movimentos de câmera giratórios, que nos imergem completamente no universo da criatura. Em determinados momentos, som e fotografia também são alterados para refletir essa perspectiva, criando uma experiência visual que, embora propositalmente sombria, por vezes exagera na escuridão, dificultando a compreensão do que está em cena. Além disso, o filme é apressado demais e mostra muito mais das criaturas do que deveria.
Apesar disso, as paisagens de Oregon são transformadas em cenários deslumbrantes e isolados, com florestas que evocam a atmosfera sinistra de A Bruxa de Blair, como se algo estivesse sempre à espreita, no melhor estilo “terror de cabana”. A maneira como o filme esconde e revela gradualmente a imagem do monstro intensifica a tensão, tornando tudo ainda mais perturbadora e inquietante.
Essa direção inventiva, aliada à atmosfera opressiva, potencializa o impacto do suspense. Mesmo sem recorrer aos clichês clássicos como a famosa lua cheia ou balas de prata, o filme constrói um horror que prende o espectador na ponta da cadeira, da sequência de abertura até o desfecho. A tensão não vem apenas do monstro, mas também da casa e de tudo o que ela simboliza.
Veredito
A engenhosidade e a criatividade de Leigh Whannell transformam Lobisomemem uma experiência aterradora e repleta de boas ideias. Focado no aspecto mais doentio da lenda, o filme subverte clichês e realiza o que parecia impossível: introduzir novidades enquanto presta uma homenagem ao clássico da Universal. Com uma trama simples e direta, que abraça sem medo o gênero do terror, o longa torna o monstro mais humano e, ao mesmo tempo, mais perturbador.
A abordagem singular e a impressionante qualidade técnica elevam a produção, compensando alguns deslizes narrativos. Tenso, sombrio, selvagem e frenético, Lobisomemé uma releitura moderna que revitaliza e enriquece o legado do cinema de lobisomens.
AQUI, a nova obra inovadora do diretor Robert Zemeckis, estreia nos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, 16 de janeiro, com distribuição da Imagem Filmes. O longa-metragem conta com Tom Hanks e Robin Wright como protagonistas e promete emocionar e surpreender os espectadores, oferecendo uma experiência cinematográfica inesquecível.
O filme narra a história de uma sala e seus diferentes ocupantes ao longo de milênios, utilizando esse espaço singular para ilustrar as transformações de diferentes épocas, desde os primórdios da humanidade. Com apenas um único enquadramento durante todo o filme, a obra utiliza tecnologias visuais inovadoras para levar o público a uma jornada através do tempo e das transformações vividas por este único lugar, mostrando as diversas famílias que já viveram ali. Cada cena não só reflete o passar do tempo, mas também revela as profundas conexões humanas que surgem em um ambiente em constante mudança.
Confira a seguir cinco motivos principais para assistir AQUI nos cinemas:
1. Protagonismo de Tom Hanks e Robin Wright
Tom Hanks é um dos atores mais respeitados de Hollywood e, em AQUI, ele mais uma vez entrega uma performance memorável. Seu talento para humanizar personagens, criando empatia instantânea com o público, é um dos pontos altos do filme. A consagrada atriz Robin Wright também é outro grande atrativo do filme. A química entre Hanks e Wright é palpável, criando uma conexão genuína que eleva o enredo através das troca de olhares e emoções entre os personagens que torna cada pequeno momento mais intenso e cheio de significado.
2. Um presente para os fãs de ‘Forrest Gump’
O filme traz de volta às telonas os talentosos Robert Zemeckis, Tom Hanks, Robin Wright e o roteirista Eric Roth, que não trabalham juntos desde o lendário “Forrest Gump”, de 1994. Para a atriz Robin Wright, essa colaboração foi como “reunir a banda novamente”, destacando a conexão criativa e fluida entre eles. A obra é uma adaptação da revolucionária graphic novel homônima de Richard McGuire, dando vida a uma narrativa que explora conexões humanas e momentos efêmeros que, quando observados em retrospecto, revelam o seu significado total.
3. Filme emocionante com reflexões profundas sobre a vida
A trama de AQUI mergulha em profundas questões existenciais sobre a vida, nossas escolhas pessoais e o impacto destas ações no futuro. A história é repleta de momentos que convidam o público a refletir, abordando temas universais de forma sensível. O filme instiga os espectadores a se questionarem sobre o que realmente importa na vida e a encontrar beleza nas coisas simples, tornando este filme não apenas uma obra cinematográfica, mas também uma jornada emocional.
4. Direção de Robert Zemeckis
Robert Zemeckis é um diretor consagrado do cinema americano, vencedor de prêmios do Oscar® e reconhecido mundialmente por seu talento de criar histórias envolventes com visuais inovadores. Com grandes sucessos em sua carreira como ‘Forrest Gump’, ‘De Volta para o Futuro’, ‘Náufrago’ e ‘Expresso Polar’, o cineasta traz toda sua experiência e visão criativa para AQUI, fazendo com que a obra tenha um ritmo envolvente e uma abordagem única.
5. Inovações visuais e tecnológicas
Zemeckis é conhecido por incorporar inovações tecnológicas em suas produções, e AQUI leva essa inovação ainda mais longe. A utilização de efeitos visuais de ponta cria uma atmosfera única, misturando o real e o fantástico de maneira sutil. A tecnologia não é apenas um recurso estético, mas sim um elemento crucial na construção da narrativa, oferecendo uma imersão que complementa perfeitamente a história contada.
Com uma trama envolvente que mistura drama e romance, o longa leva os espectadores a uma experiência única, explorando temas profundos de conexões humanas e destinos entrelaçados. A química entre Hanks e Wright, aliada à direção habilidosa de Zemeckis, faz de AQUI um filme imperdível de assistir nos cinemas, sendo uma obra obrigatória para quem busca mais do que apenas entretenimento, mas também uma reflexão profunda sobre a vida e seus mistérios.