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5 curiosidades sobre o Demolidor que talvez você não saiba

Demolidor: Renascido acaba de chegar exclusivamente ao Disney+. Os dois primeiros episódios já estão disponíveis no streaming, e novos serão lançados semanalmente, apresentando um novo capítulo na história de Matt Murdock (Charlie Cox) e sua eterna luta contra Wilson Fisk, o Rei do Crime, interpretado por Vincent D’Onofrio.

Aproveitando essa grande estreia, o Disney+ separou algumas curiosidades sobre o personagem criado por Stan Lee e Bill Everett, um dos heróis mais complexos e fascinantes do universo da Marvel. Confira abaixo quem é Matt Murdock, ou melhor, o Demolidor.

1- UM HERÓI CEGO, MAS COM SENTIDOS AGUÇADOS

Daredevil/Matt Murdock (Charlie Cox) in Marvel Television’s DAREDEVIL: BORN AGAIN exclusively on Disney+. Photo courtesy of Marvel Television. © 2025 MARVEL. All Rights Reserved.

Após perder a visão em um acidente com substâncias radioativas, Matt Murdock desenvolveu habilidades extraordinárias, como sentidos sobre-humanos de audição, olfato e tato. Esse “radar” pessoal lhe permite navegar pelo mundo de maneira única, detectando detalhes que outros heróis não conseguiriam perceber. Essa adaptação transforma sua deficiência em uma força, provando que, embora ele não veja com os olhos, enxerga o mundo de uma forma muito mais profunda e precisa.

Além disso, o medo se tornou o verdadeiro inimigo de Murdock. Ele enfrentou traumas desde sua infância, mas ao superar esses desafios e aprender a viver sem visão, ele se tornou conhecido como “O Homem Sem Medo” — um título que reflete tanto sua força interior quanto suas habilidades físicas.

2- demADVOGADO DE DIA, VIGILANTE À NOITE

Esse dilema moral entre seguir as leis ou tomar a justiça em suas mãos é um dos temas centrais na vida de Murdock. Em várias histórias dos HQs, ele se vê dividido entre seus princípios como advogado e suas ações como vigilante, especialmente quando sua identidade secreta foi exposta ao público em “Demolidor: Revelado”, publicado emDaredevil #32-40, escrito por Brian Michael Bendis e ilustrado por Alex Maleev.

Nessa história, um tabloide chamado The Daily Globe expôs a identidade secreta do Demolidor como Matt Murdock. A partir daí, a vida de Murdock virou um verdadeiro caos, com consequências tanto em sua carreira como advogado quanto em sua atuação como vigilante.

O arco explora os conflitos éticos e pessoais de Murdock, que tenta negar as acusações enquanto enfrenta investigações legais e a pressão de criminosos que agora sabem quem ele realmente é. Mesmo com essa exposição, Matt Murdock continua a atuar como o Demolidor, usando todos os recursos legais e sua astúcia para manter sua identidade e proteger seus entes queridos.

3- UM PERSONAGEM SOMBRIO E COMPLEXO

Daredevil/Matt Murdock (Charlie Cox) in in Marvel Television’s DAREDEVIL: BORN AGAIN exclusively on Disney+. Photo courtesy of Marvel Television. © 2024 MARVEL.

O Demolidor sempre se destacou por ser um herói mais sombrio e realista. Seus dilemas envolvem temas como culpa, violência, corrupção e fé — aspectos que tornam suas histórias mais maduras e emocionalmente carregadas. Esse lado sombrio foi profundamente explorado em algumas das histórias em quadrinhos mais famosas, como “A Queda de Murdock”, que revelou as vulnerabilidades do herói, e “Demolidor: O Homem Sem Medo”, que mergulha em sua origem brutal.

Com a nova série no Disney+, que tem classificação indicativa de 18+, os fãs podem esperar uma abordagem fiel a esse tom sombrio nas telas, com episódios que prometem mergulhar ainda mais nas lutas internas e psicológicas do personagem, além de retratar de forma visceral sua batalha contra o crime.

4- PARCERIAS E EMBATES COM OUTROS HERÓIS DA MARVEL

Demolidor aparece na nova série Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha, que tambem está disponível exclusivamente no Disney+

Embora muitas vezes atue sozinho nas ruas de Hell’s Kitchen, o Demolidor já lutou ao lado de diversos heróis da Marvel. Nos quadrinhos, ele teve encontros icônicos com personagens como o Homem-Aranha na HQ Ultimate Homem-Aranha #107 e em uma participação especial na HQ Homem-Aranha #87. Inclusive, Matt Murdock apareceu no filme “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) como advogado do Peter Park.

Ele também foi um dos líderes dos Defensores, grupo que inclui Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, com quem compartilhou algumas das missões mais intensas no universo Marvel. Além disso, enfrentou adversários formidáveis, como o Justiceiro, em batalhas que trouxeram à tona debates sobre justiça e métodos de combate ao crime.

5- O ENCONTRO ÉPICO ENTRE DEMOLIDOR E NAMOR

Capa de Daredevil #7

Um dos momentos mais surpreendentes do Demolidor aconteceu quando ele enfrentou Namor, o príncipe submarino, na HQ Daredevil #7 – escrita por Stan Lee e ilustrado por Wally Wood, marcando um novo estilo de confronto. Mesmo enfrentando alguém com muito mais poder, Murdock provou sua determinação ao lutar até o fim, mesmo sendo derrotado — um momento que solidificou sua reputação como um herói sem medo. 

Conheça mais de Matt Murdock em Demolidor: O Renascido, já disponível exclusivamente no Disney+.

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Sophie Charlotte e Gabriela Correa vivem pioneiras da psicanálise em trailer inédito de “Virgínia e Adelaide”; assista

“Virgínia e Adelaide”, filme inspirado nas primeiras psicanalistas do Brasil, ganha trailer oficial e confirma lançamento no dia 8 de maio. Dirigido pela dupla Yasmin Thayná, diretora estreante em longas-metragens, e Jorge Furtado, o filme acompanha o encontro entre Adelaide Koch e Virgínia Bicudo, nomes que marcaram a história da psicanálise no país. A produção é assinada pela Casa de Cinema de Porto Alegre, em coprodução da Globo Filmes e GloboNews, com distribuição da H2O Films. 

Confira o trailer abaixo:

Sobre Virgínia e Adelaide

Adelaide Koch foi uma psicanalista alemã judia, que se refugiou em São Paulo, em 1936, durante a perseguição nazista. A personagem foi interpretada por Sophie Charlotte. Nascida na Alemanha, a atriz resgatou suas próprias memórias de infância e, especialmente, de sua avó materna durante a preparação para o papel.

Para a atriz, viver Adelaide foi “um mergulho profundo como atriz e como mulher.” Ela destaca o roteiro, escrito por Jorge Furtado, em colaboração com Yasmin Thayná. “Tão íntimo e interessante, onde cada palavra está ali porque precisa, porque ilumina conceitos, constrói a narrativa e os universos ocultos de cada uma das partes dessas mulheres. Sou absolutamente grata ao Jorge, Yasmin e Gabriela pela nossa jornada com o nosso filme.”, completa. 

A atriz Gabriela Correa vive Virgínia Bicudo, pesquisadora negra que se tornou a primeira paciente de Adelaide e a primeira psicanalista do país, fato pouco lembrado de nossa história. “Muita gente nem imagina que a primeira psicanalista do Brasil foi uma mulher negra. Isso mostra o quanto sua vida e obra foram invisibilizadas.”, afirma a protagonista.

“A carreira da Virgínia tem caráter inaugural em vários aspectos. Ela foi uma das primeiras mestres em Sociologia em São Paulo, integrou uma geração pioneira de mulheres que foram trabalhar fora, uma das primeiras professoras universitárias negras do Brasil, pioneira na reflexão das relações raciais. Ela realmente foi muito visionária.”, conclui Gabriela. 

Virgínia e Adelaide se conheceram em 1937, no exato momento em que Getúlio Vargas decretava o Estado Novo. Ao longo de cinco anos de atendimento clínico, as duas construíram um forte laço, para além da relação paciente-psicanalista. Superando suas diferenças culturais e desafiando as barreiras de uma sociedade estruturalmente racista e machista, Virgínia e Adelaide se tornaram grandes amigas e atuaram juntas pela evolução dos estudos da psicanálise no país. 

“Virgínia e Adelaide” teve sua primeira exibição no Festival de Gramado, com presença das protagonistas e dos diretores. Depois, também passou pelo Festival do Rio, pela Mostra de São Paulo e pela Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande.  

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‘O Estúdio’, comédia da Apple estrelada por Seth Rogen, ganha trailer e data de estreia

O Apple TV+ apresentou o trailer da aguardada série de comédia O Estúdio, estrelada por Seth Rogen (“Segurando as Pontas”, “Amor Platônico”, da Apple), que também é cocriador, roteirista, diretor e produtor executivo ao lado do indicado ao prêmio Emmy Evan Goldberg (“É o Fim”, “As Tartarugas Ninja: Caos Mutante”).

Além de Rogen, o elenco é repleto de estrelas, com participações especiais de grandes nomes em cada episódio. A comédia de dez episódios será lançada mundialmente na quarta-feira, 26 de março, com os dois primeiros episódios, seguidos por um novo semanalmente até 21 de maio.

Confira o trailer abaixo:

Sobre O Estúdio

Em “O Estúdio”, Seth Rogen interpreta Matt Remick, o recém-nomeado chefe do problemático Continental Studios. Enquanto filmes lutam para se manterem vivos e relevantes, Matt e seu time de executivos em conflito travam uma batalha contra suas próprias inseguranças ao lidarem com artistas narcisistas e líderes corporativos gananciosos na busca ilusória por criar filmes incríveis.

Com seus ternos escondendo o constante senso de pânico, todas as festas, visitas a sets, decisões de elenco, reuniões de marketing e cerimônias de premiação apresentam-se como oportunidades para um sucesso brilhante ou uma catástrofe com potencial de acabar com suas carreiras. Como alguém que almoça, janta e respira filmes, este é o trabalho que Matt buscou sua vida inteira, mas que pode destruí-lo.

“O Estúdio” reúne um elenco de estrelas que incluí a vencedora do Emmy, SAG e Globo de Ouro Catherine O’Hara (“O Melhor do Show”, “Frankenweenie”), a indicada ao Emmy Kathryn Hahn (“As Delícias da Tarde”, “Transparent”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”, “Vizinhos”) e Chase Sui Wonders (“Morte, Morte, Morte”, “On the Rocks”, da Apple). O indicado ao Oscar e vencedor do Emmy Bryan Cranston (“Breaking Bad”, “Argo”), Keyla Monterroso Mejia (“Freeridge”, “The 90 Day Plan”) e Dewayne Perkins (“The Blackening: Jogo Mortal”, “Nine Lives: A Musical Web Series”) aparecerão como estrelas convidadas recorrentes.

Produzida pela Lionsgate Television, “O Estúdio” é uma criação dos vencedores de vários prêmios Emmy Peter Huyck (“The Larry Sanders Show,” “Vice”) e Alex Gregory (“Os Encanadores da Casa Branca” “Vice”), junto com Rogen, Goldberg e Frida Perez (“Bons Meninos”, “Um Pepino Americano”).  James Weaver (“É o Fim”, “Vizinhos”), Alex McAtee (“Perda Total”, “Casal Improvável”) e Josh Fagen (“As Tartarugas Ninja: Caos Mutante”, “Toc Toc Toc: Ecos do Além”), da Point Grey Pictures, também assinam como produtores executivos ao lado de Rogen e Goldberg.

O Estúdio estreia dia 26 de março no Apple TV+.

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Censurado pela ditadura militar, ‘Onda Nova’ retorna aos cinemas após restauração e sucesso em festivais

Enquanto passa por uma bem-sucedida trajetória em festivais, incluindo o prestigiado Festival de Locarno e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, ONDA NOVA – filme de 1983 dirigido por Ícaro Martins e José Antonio Garcia – chegará ao circuito comercial brasileiro no dia 27 de março. Restaurado e remasterizado em 4K, o longa será relançado numa codistribuição entre Vitrine Filmes e Tanto Filmes, oferecendo ao público a chance de redescobrir uma obra que desafiou a censura da ditadura militar e, quatro décadas depois, segue pulsante e provocadora.

Produzido no fértil cenário da Boca do Lixo, ONDA NOVA é o segundo título da chamada “trilogia do desejo”, assinada por Martins e Garcia. A trama acompanha as jogadoras do fictício Gayvotas Futebol Clube, um time de futebol feminino fundado no ano em que o esporte foi finalmente regulamentado no Brasil, após quatro décadas de proibição. Em plena ditadura, as personagens enfrentam preconceitos de gênero e sexualidade dentro e fora de campo, enquanto se preparam para um simbólico confronto internacional contra a seleção italiana.

Entre as protagonistas, estão Carla Camurati e Cristina Mutarelli, acompanhadas por participações especiais de ícones que marcaram a época, como Regina Casé, Caetano Veloso e o locutor Osmar Santos. No gramado, as jogadoras também recebem o apoio de nomes históricos do futebol brasileiro, como Casagrande, Wladimir e Pitta – expoentes da Democracia Corintiana.

Considerado “amoral” pela censura militar, o longa teve seu lançamento comercial original prejudicado, sendo interditado integralmente logo após a exibição na 7ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 1983. Embora tenha sido frequentemente associado à pornochanchada por ter sido realizado na Boca do Lixo, ONDA NOVA subverte esse gênero popular, ao recusar o moralismo sexista e celebrar o desejo como potência de liberdade e identidade. É o que comenta o diretor, Ícaro Martins: 

É um filme onde o desejo assume o protagonismo, define e conduz as personagens e a narrativa”. Ele continua: “Mesmo não tratando diretamente de política, ao colocar o desejo como afirmação de identidade e de vida, ONDA NOVA é a própria negação da ditadura vigente na época. Por isso a censura não foi apenas a uma cena ou outra, mas ao filme inteiro. Foi considerado ‘amoral’ e interditado integralmente“, reforça o diretor.

O relançamento do filme se tornou possível graças a um cuidadoso processo de restauro conduzido por Julia Duarte, Aclara Produções Artísticas e pela família de José Antonio Garcia, com apoio da Cinemateca Brasileira, Zumbi Post e JLS Facilidades Sonoras. Além da nova cópia em 4K, o cartaz e o trailer também foram recriados – o pôster, em especial, é assinado por Helena Garcia, filha do cineasta falecido em 2005.

ONDA NOVA volta às telas brasileiras como testemunho do vigor do cinema da Boca do Lixo e da ousadia artística de Martins e Garcia. Um filme de irreverência, desejo e, acima de tudo, resistência. “Em 1984, numa entrevista a Leon Cakoff, fundador e então diretor da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Zé Antonio, declarou: ‘Nosso filme é de vanguarda, só será entendido daqui a dez anos’… Talvez tenha demorado um pouco mais, mas ele tinha razão“, conclui Martins. 

ONDA NOVA é um lançamento Vitrine Filmes e Tanto Filmes e chega aos cinemas em 27 de março. 

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“Não crie expectativas”, afirma Diego Luna em novo teaser da 2ª temporada de ‘Andor’; assista

(L-R): Andor (Diego Luna) and Bix Caleen (Adria Arjona) in Lucasfilm's ANDOR Season 2, exclusively on Disney+. ©2025 Lucasfilm Ltd. & TM. All Rights Reserved.

O Disney+ apresentou um teaser especial, um novo pôster e imagens da segunda temporada da aclamada série da Lucasfilm indicada ao Emmy® Andor, que retorna em 22 de abril para seu tão aguardado desfecho.

O novo material oferece um olhar nas filmagens da segunda temporada dessa série emocionante, na qual os personagens e seus relacionamentos se intensificam conforme a guerra se torna iminente e Cassian se torna uma peça-chave na Aliança Rebelde.

Todos serão testados e, à medida que os riscos aumentam, as traições, os sacrifícios e os objetivos conflitantes se tornarão mais profundos.

Confira o vídeo e o pôster abaixo:

Sobre a 2ª temporada de Andor

Repleta de intrigas políticas, perigos, tensões e altos riscos, a série é uma prequela de Rogue One: Uma História Star Wars, que apresentou um heroico grupo de rebeldes que roubam os planos da arma de destruição em massa do Império, a Estrela da Morte, preparando o cenário para os eventos do filme original de 1977. Andor se passa cinco anos antes dos eventos de Rogue One para contar a história do herói do filme, Cassian Andor, e sua transformação de um desconhecido cínico e desinteressado em um herói rebelde a caminho de um destino épico.

Segundo o criador e produtor executivo Tony Gilroy, “uma das grandes emoções de fazer Andor é a dimensão da história e o tanto de personagens que podemos conhecer – pessoas comuns, Lordes do Império, revolucionários apaixonados. São pessoas reais tomando decisões épicas, todas elas enfrentando questões com consequências aterrorizantes. A jornada de Cassian é a alma e a espinha dorsal da nossa história, mas é o coral que dá o show. Estou muito animado para que o público veja aonde iremos na segunda temporada”.

A temporada final se desenvolverá em 12 episódios divididos em quatro capítulos de três episódios cada. O primeiro capítulo será lançado em 22 de abril, e os três capítulos subsequentes serão lançados nas semanas seguintes.

A segunda temporada de Andor é estrelada por Diego Luna, Stellan Skarsgård, Genevieve O’Reilly, Denise Gough, Kyle Soller, Adria Arjona, Faye Marsay, Varada Sethu, Elizabeth Dulau, Alan Tudyk, com Ben Mendelsohn e Forest Whitaker. A série foi criada por Tony Gilroy, que também atua como produtor executivo ao lado de Kathleen KennedySanne Wohlenberg, Diego Luna, Luke Hull e John Gilroy. Tony Gilroy é responsável pelo roteiro dos três primeiros episódios, com os roteiristas Beau Willimon escrevendo os episódios de 4 a 6, Dan Gilroy os episódios 7 a 9 e Tom Bissell os episódios 10 a 12. Os diretores da série são Ariel Kleiman (episódios 1 a 6), Janus Metz (episódios 7 a 9) e Alonso Ruizpalacios (episódios 10 a 12). 

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Happy Face: Um Serial Killer | Série baseada em fatos reais ganha trailer oficial; assista

O Paramount+ acaba de divulgar o novo trailer da sua aguardada série dramática original, baseada em uma história real, HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER, protagonizada por Dennis Quaid e Annaleigh Ashford. A produção de oito episódios vai estrear dia 20 de março, quinta-feira, exclusivamente na plataforma de streaming premium.

Confira abaixo:

Sobre Happy Face: Um Serial Killer

HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER conta com um elenco de estrelas, incluindo o ator indicado duas vezes ao Emmy® e ao Globo de Ouro®, Dennis Quaid, a atriz indicada ao Emmy® e ao Tony Awards®, Annaleigh Ashford, e James Wolk, Tamera Tomakili, Khiyla Aynne e Benjamin Mackey, atores regulares da série.

HAPPY FACE: UM SERIAL KILLER é inspirado na história real de Melissa G. Moore, em seu podcast aclamado pela crítica, “Happy Face”, no iHeartPodcasts, e em sua autobiografia “Shattered Silence”, escrita em conjunto com M. Bridget Cook. Aos 15 anos, Melissa descobriu que seu amado pai era o prolífico assassino em série conhecido como “Happy Face”. Quando adulta, ela mudou de nome e manteve seu segredo enquanto seu pai cumpria prisão perpétua.

A nova série original do Paramount+ acompanha Melissa (Ashford) e seu pai encarcerado, conhecido como o assassino Happy Face (Quaid). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra um caminho de volta à vida de sua filha. Em uma corrida contra o tempo, Melissa precisa descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido por seu pai e, ao mesmo tempo, descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas, precisando assim repensar sua própria identidade.

A série é produzida pela CBS Studios em associação com King Size Productions, iHeartPodcasts e Semi-Formal Productions. Jennifer Cacicio (Your Honor, Shooter) atua como showrunner e produtora executiva da série, ao lado de Robert e Michelle King, Liz Glotzer, Melissa G. Moore, Conal Byrne, Will Pearson, Michael Showalter e Jordana Mollick. Michael Showalter (The Dropout, Os Olhos de Tammy Faye) também dirigiu o primeiro episódio. A série é distribuída pela Paramount Global Content Distribution.

Happy Face: Um Serial Killer estreia dia 20 de março no Paramount+.

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Crítica | O Melhor Amigo – Tão intenso (e fugaz) quanto um amor de verão

O verão é o cenário perfeito para filmes sobre amadurecimento. A transição dessa estação reflete o próprio processo de crescimento, como se, em poucos meses, a vida passasse do inverno ao solar. E Allan Deberton (do ótimo Pacarrete) combina elementos que, em mãos menos hábeis, poderiam resultar em um completo desastre. Mas, com seu olhar intuitivo e sensível ao drama humano, entrega em O Melhor Amigo um inesperado (e surpreendente ótimo!) musical cearense vibrante, que pulsa vivacidade — e ainda o faz dentro de uma gentil comédia romântica convencional.

Essa mistura de elementos cria um espetáculo espirituoso, sem perder, claro, a simplicidade. Aqui o verão, assim como em filmes como Me Chame Pelo Seu Nome e Aftersun, funciona como um catalisador de amadurecimento, uma força solar que nos empurra para novos caminhos, para uma nova estação. Entre risos e emoções contidas, o que realmente cativa em O Melhor Amigo é a sinceridade com que retrata seus personagens e o amor efêmero em tempos tão voláteis.

Os acertos e erros de O Melhor Amigo

O longa é uma expansão do curta homônimo do próprio Deberton, que agora tem a oportunidade de explorar mais a fundo seu protagonista e ambientar a trama em um cenário ardido, quase como um personagem vivo. Acompanhamos Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem arquiteto que viaja para a praia de Canoa Quebrada, no Ceará, onde reencontra Felipe (Gabriel Fuentes), um amor do passado que ressurge como um verdadeiro tsunami em sua vida.

É nesse contexto que o filme se transforma em um inesperado musical tropical e caliente, misturando as cores e o melodrama dignos de Almodóvar e Luca Guadagnino com a energia descontraída de um episódio de férias de Glee. Entre shows de drags e noites de pegação, Lucas percebe, aos poucos, que pode ser feliz sem depender de nenhum homem para isso. E, felizmente, essa história LGBT+ foge do clichê de dor e tragédia, focando nos desafios e desilusões do amor moderno — especialmente na era dos aplicativos.

O calor está presente em todos os sentidos — nas deliciosas (porém poucas, infelizmente) cenas de sexo, quentes na medida certa (com a tonalidade saborosa de corpos nus ardentes, queimados pelo sol), na fotografia incandescente, nos personagens constantemente suados. A vibe tropical transpira Brasil e cria uma atmosfera envolvente, reforçada por personagens relacionáveis e pela sensação de que aquela praia está congelada no tempo, como uma dimensão paralela onde vamos para nos encontrar antes de seguir em frente.

A mensagem central da trama é bem clara: fazer as pazes com o passado, aceitar-se como realmente é e descobrir a autossuficiência. Lucas é cheio de falhas e está preso em seus próprios conflitos de aceitação. Mas, ao se deparar com um mundo mais livre e leve de pessoas trans e drag queens, percebe que a mudança que busca precisa começar de dentro para fora. É clichê, mas sempre funciona.

A narrativa é ágil e o roteiro, embora simples e direto, cumpre bem sua proposta, sem deixar muito espaço para interpretações mais profundas. E tá tudo bem! Talvez um toque a mais de sensualidade estilizada — algo na linha de Motel Destino — trouxesse o nível de ousadia que tornaria a obra mais adulta e menos juvenil, ainda que se trate de uma comédia para o público 30+. A comédia ocupa bastante espaço e, embora o humor funcione muito bem, os momentos dramáticos poderiam ter um impacto emocional maior.

Como um bom musical, as canções cumprem seu papel de forma eficiente, tanto para avançar a trama quanto para revelar os pensamentos e emoções dos personagens. Os números musicais são deliciosos, fotografados sob a luz amarelada do entardecer, e muito bem dirigidos por Deberton, deixando a sensação de que queremos ver mais trabalhos do diretor nesse gênero — o potencial é enorme.

Vinicius Teixeira surpreende pela capacidade de equilibrar carisma cômico e ternura, sendo uma revelação total. Lucas é emocionado como todos nós — um sonhador iludido, mas impossível de não se identificar. Já Gabriel Fuentes, no papel do sedutor e galã de novela das sete, entrega um personagem cheio de camadas e com molho brasileiro. Apesar de desejado por todos, ele carrega uma solidão e um desejo de liberdade que transbordam na tela. A química entre os dois é tão forte que daria tranquilamente para imaginar uma série de TV com oito episódios só sobre esse casal.

Veredito

O Melhor Amigo é a essência do cinema de verão brasileiro, pulsando com vivacidade e calor em um terreno ainda pouco explorado no cinema nacional: os musicais. Com alegria e autenticidade, entrega uma comédia romântica gay simples, sincera e quente pra cara***. A trama é provocativa, carregada de desejo e tesão, ambientada em um cenário paradisíaco que reflete o romantismo tropical do Brasil.

Um toque a mais de sensualidade poderia elevar o filme a um patamar ainda mais ousado, mas já se destaca ao colorir a tela com uma história de amor agridoce, relacionável e honesta, que combina o melodrama vibrante de Almodóvar com o erotismo sofisticado de Luca Guadagnino. O resultado é uma proposta divertida, inesperada e altamente representativa — perfeita para encerrar a temporada de verão com um beijo na boca.

NOTA: 8/10

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Millie Bobby Brown e Irmãos Russo virão ao Brasil para lançar o novo filme ‘The Electric State’

A Netflix anunciou a vinda da atriz Millie Bobby Brown e dos diretores Anthony e Joe Russo a São Paulo para o lançamento do filme The Electric State, que estreia mundialmente em 14 de março. Em mês de Carnaval, a celebração não poderia ser outra: uma festa com direito a trio elétrico – o Trio Electric State, é claro! -, abadá, confete e muita música, fechando o Carnaval com chave de ouro.

Com participação de Millie Bobby Brown e dos Irmãos Russo, o evento dedicado a fãs e convidados acontece em São Paulo, no próprio dia 14 de março, e promete uma mistura inusitada do universo retrofuturista de The Electric State com a maior festa popular brasileira. 

Sobre The Electric State

No filme, Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) interpreta Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade em que robôs, que lembram desenhos animados e mascotes, já serviram aos humanos de forma pacífica. Esses robôs, agora, estão exilados após uma rebelião fracassada, mas tudo muda quando ela encontra Cosmo, um robô que a leva a acreditar que seu irmão Chris, está vivo e Keats (Chris PrattGuardiões da Galáxia, Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros) um contrabandista que vai se mostrar muito mais que um ânimo nessa jornada. 

The Electric State tem direção de Anthony e Joe Russo e conta com estrelas como Millie Bobby BrownChris Pratt, o vencedor do Oscar Ke Huy QuanJason Alexander, Giancarlo Esposito, o indicado ao Oscar Stanley Tucci e Woody Norman. Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk emprestam seus talentos vocais na versão em inglês na dublagem dos robôs. O filme é baseado na graphic novel de Simon Stålenhag e tem roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.

E não para por aí! A partir do dia 18 de março, o público também poderá entrar no universo de The Electric State pelos olhos dos irmãos Chris e Michelle em The Electric State: Kid Cosmo, um novo jogo de aventura e quebra-cabeça em formato compacto. Este jogo se passa 5 anos antes dos eventos do filme, misturando jogabilidade e narrativa emocional para criar uma experiência imersiva. O jogo estará disponível para IOS e Android, exclusivamente para assinantes Netflix.

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Clémence Poésy entra para o elenco de “Neuromancer”, adaptação do premiado romance de William Gibson

O Apple TV+ anunciou que a atriz Clémence Poésy (“A Serpente de Essex” da Apple, e “Genius”) entrou para o elenco de “Neuromancer“, novo drama de 10 episódios, baseado no premiado romance homônimo de William Gibson (autor também de “Johnny Mnemonic”), criado por Graham Roland (“Jack Ryan”, “Dark Winds”) e JD Dillard (“Irmãos de Honra”, “The Outsider”, “Sleight: O Truque Perfeito”). 

Clémence Poésy interpretará a personagem “Marie-France Tessier”, uma das figuras centrais da trama. A série é estrelada por Callum Turner (“Mestres do Ar”, também da Apple, “Remando para o Ouro”), Briana Middleton (“Sharper: Uma Vida de Trapaças”, da Apple, “Bar Doce Lar”), Joseph Lee (“Treta”, “Star Trek: Picard”) e Mark Strong (“Shazam!”, “Kingsman: Serviço Secreto”).

Sobre Neuromancer

Neuromancer” acompanha um traumatizado hacker de elite Case (Callum Turner), que é envolvido em uma trama de espionagem digital e crimes de alto risco com sua parceira Molly (Briana Middleton), uma assassina de olhos espelhados, com o objetivo de realizar um assalto a uma dinastia corporativa com segredos indescritíveis.

A série é uma coprodução entre Skydance Television, Anonymous Content e Apple Studios, com produção da DreamCrew Entertainment, de Drake. Graham Roland será o showrunner, enquanto JD Dillard dirige o episódio piloto. Os produtores executivos incluem Roland, Dillard, David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell pela Skydance Television, Anonymous Content, Drake, Adel ‘Future’ Nur e Jason Shrier pela DreamCrew Entertainment, além de Zack Hayden e William Gibson.

O romance de estreia de William Gibson, “Neuromancer” foi elogiado como uma das primeiras e mais respeitadas obras do gênero cyberpunk e recebeu vários prêmios literários, incluindo o Nebula, o Philip K. Dick e o Hugo. O romance inicia a trilogia “Sprawl” e foi seguido por “Count Zero” e “Mona Lisa Overdrive”.

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Cinemark vai encher qualquer balde de pipoca para comemorar o Dia da Pipoca

Dia da Pipoca, celebrado em 11 de março, pode não ser um feriado, mas, neste ano, a Cinemark decidiu comemorar a data em grande estilo com uma ação nacional inédita dedicada ao seu snack premiado e irresistível!

No dia 16 de março, a rede realiza a promoção ‘Traga seu Balde’, que permite que o público leve um recipiente de sua preferência – aquele balde colecionável icônico de um filme específico, ou o balde favorito de pipoca que está na família há gerações ou até um recipiente super original e inédito no melhor estilo “faça você mesmo” –  em um cinema da rede para encher com até 10 litros de pipoca por apenas R$ 19,00. 

A promoção será a primeira ação do gênero feita pela rede no Brasil. Nos Estados Unidos, uma ação similar foi uma febre entre o público, com centenas de pessoas levando as mais diversas embalagens para serem abastecidas com o snack. Aqui no Brasil, qualquer balde está liberado, mas é necessário seguir uma regra: o recipiente precisa estar higienizado, ser impermeável (caso o cliente queira a manteiga na pipoca) e adequado ao consumo de alimentos. Baldes, potes, bacias… a criatividade não tem limites! 

Pelo valor de R$ 19,00, o público garante até 10 litros de pipoca, equivalente a 2 baldes de pipoca da Cinemark. É importante se atentar: não será oferecido refil, ou seja, a promoção não garante o reabastecimento fracionado dos baldes, e sim apenas de forma única. Se o cliente levar um balde menor que 10 litros, o mesmo será preenchido até a sua capacidade. Cinemas com snack bar prime não participam (Iguatemi São Paulo, Cidade Jardim, Lar Center, Iguatemi Campinas Prime e Village Mall). Consulte a unidade mais próxima ou o site da Rede para mais informações.

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