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‘Força Bruta: Punição’ ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

O quarto capítulo da maior franquia de ação sul-coreana da atualidade chega aos cinemas brasileiros em 10 de abril, com distribuição da SATO COMPANY. Estrelado por Ma Dong-seok, também conhecido como Don LeeFORÇA BRUTA: PUNIÇÃO promete elevar ainda mais o nível da franquia, trazendo uma história explosiva que conecta o crime organizado da Coreia do Sul e das Filipinas.

Sobre Força Bruta: Sem Saída

Maior sucesso de bilheteria na Coreia do Sul em 2023, FORÇA BRUTA: SEM SAÍDA traz o melhor do K-Action para os cinemas brasileiros. Em sua terra natal, o longa vendeu mais de 11 milhões de ingressos, ou seja, foi visto por mais de ⅓  da população do país. E todos os novos filmes da franquia serão lançados no Brasil sempre pela Sato Company. 

Nessa sequência, DON LEE se junta a um novo esquadrão policial, e, desta vez, investiga um grupo de criminosos responsáveis pela disseminação de uma droga sintética, produzida por Joo Sung-chul (Lee Jun-hyuk), junto com mais um vilão inesperado, Ricky (Aoki Munetaka).

O diretor Lee aponta que, mesmo partindo do mesmo personagem do filme anterior, aqui tudo é novidade e, para fazer isso, se concentrou também no novo esquadrão que acompanha Ma Seok-do, além dos dois novos vilões. 

A grande novidade na franquia é exatamente essa: a presença de dois vilões, duplicando os problemas e as lutas. E Ricky é o primeiro vilão internacional da série de filmes, um personagem que vai do Japão para a Coreia para lidar com seu negócio de distribuição de drogas. 

Outra novidade são os novos parceiros de Ma Seok-do no esquadrão policial. O ator Kim Min-jae, interpretará um colega detetive, que se torna o fiel parceiro do Detetive Ma. Já Jang I-soo, o mascote da turma,  e também outros novos personagens Cherry, interpretado por Ko Kyu-pil, e Kim Yang-ho, interpretado por Jeon Suk Ho, adicionam toques de comédia ao filme.

O diretor também aponta que, nessa sequência, as cenas de ação se tornaram mais sofisticadas e complexas. “Ma Seok-do e os vilões têm suas próprias cenas de ação, mas também tiveram que trabalhar juntos durante as cenas de luta. Essas cenas trazem mais tensão para levar a um grande confronto no final, criando ainda mais emoção para o filme“, explica. 

FORÇA BRUTA (2022), segundo filme da franquia, arrecadou 12,96 milhões de ingressos e foi o filme mais assistido do ano na Coreia, enquanto FORÇA BRUTA: SEM SAÍDA (2023) ultrapassou a marca de 10 milhões de ingressos em apenas cinco semanas. 

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Crítica | Milton Bituca Nascimento – Falta a voz de Milton

Qualquer projeto, quer fosse documental ou não, que abordasse a trajetória e a importância de uma figura como Milton Nascimento, deveria ter a consciência do peso e tamanho da influência deste artista na música brasileira. E a diretora Flávia Guerra, notoriamente, tem noção deste peso. A própria ambição de um documentário como Milton Bituca Nascimento, onde toda uma equipe acompanha Milton para cima e para baixo durante sua turnê de despedida, revela isso.

Além de todas as imagens de bastidores, o documentário reúne um quase incontável número de relatos de artistas, nacionais e estrangeiros, que fazem parte do núcleo de convívio de Milton ou nutrem alguma admiração por seu longevo e influente trabalho. Talvez um número incontável até demais, visto que a diretora busca preencher duas horas de projeção, ainda acompanhada por uma narração carregada de ninguém menos que Fernanda Montenegro, a fim de investigar o caráter mítico do nome e presença do artista.

Os acertos e erros de Milton Bituca Nascimento

Neste esforço quase hercúleo de se equiparar à altura do homem sobre quem fala, o documentário se torna não somente extensivo, mas carente de foco. O que é um tanto estranho, visto que o filme se propõe a um recorte muito específico do biografado, mas parece ter pouca crença na força, por si só, que este mesmo recorte pode trazer para a narrativa.

Daí, primeiramente, nos deparamos com esta narração tão sacrossanta e metafórica de Montenegro sobre Milton que, a priori, este é o primeiro elemento a empacar essa investigação íntima sobre uma figura que sempre foi muito discreta sobre sua vida pública. Já tendo admitido em entrevistas que nunca preparou exatamente um roteiro, a diretora encontra adversidades para preencher estas lacunas no objetivo de dizer algo mais profundo sobre Milton e a reflexão de sua trajetória durante esta despedida.

Falar sobre o processo de algumas das composições de Milton, claro, já era esperado e faz total sentido nesta investigação sobre a transcendência de sua música, para o Brasil e para o mundo. Inicialmente, há muitos relatos de figuras brasileiras, contemporâneas ou não, que descortinam nosso interesse pelo conhecer mais do trabalho de Milton e como este influencia tantos artistas de ontem até hoje.

Flávia, entretanto, cede fácil ao terreno do documentário “chapa-branca”. E lota o filme com elogios, aplausos e odes a Milton (merecidos) que condenam as duas horas de filme a uma repetição que só reforça os mesmos pontos sobre o biografado, sem jamais levá-los à frente.

A seleção de entrevistados é das mais invejáveis: Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Simone, Criolo, Mano Brown, Djavan, Djamila Ribeiro, Lô Borges, Beto Guedes, Sérgio Mendes, Maria Gadu, Djonga… e quando você pensa que não irá acabar mais, ainda surgem outros nomes de peso como Pat Metheny, Stanley Clarke, Herbie Hancock, Quincy Jones, Wayne Shorter, Spike Lee… revela-se uma dificuldade da edição de Laura Brum ao lado da própria Flávia de abrir mão de segmentos, abrir mão da reiteração para seguir endeusando a pessoa e o trabalho de Milton. Merecido ao artista, mas condenatório para o documentário enquanto experiência.

O filme, então, não sabe como jogar luz em sua narrativa para além da unanimidade de Milton Nascimento enquanto grande artista. Enquanto esta tecla é insistentemente pressionada pela fala de terceiros, o próprio Milton e sua intimidade parecem sumir da narrativa em certos momentos, e mais do que isso, sua música também é abafada neste processo, algo estranho para um documentário musical.

Em meio a tantas imagens de cobertura, cidades e trens, falta a voz do próprio Milton. Daí que, neste cruzamento de ideias entre ser o registro de uma turnê ou um conjunto de declarações sobre o artista, fica faltando clareza ao conjunto. Claro, saímos da sessão imaginando a infinidade de materiais registrados durante todo esse passeio, ao mesmo tempo em que temos a certeza de que falta potência à organização destas imagens, destas vozes, que se sobrepõem à do próprio Milton – fica até parecendo que o homem já está morto! Prova disso é quando até mesmo o foco tardio em Minas Gerais, onde Milton viveu sua infância, parece apressado e desesperado em amarrar pontas soltas. Uma pena.

NOTA: 4/10

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Animação brasileira “Arca de Noé” é indicada ao Prêmio Platino de Melhor Animação

Entre os finalistas da 12ª edição do Prêmio Platino, considerado a maior premiação do cinema Ibero-Americano do mundo, destaca-se a animação infantil “Arca de Noé”, uma coprodução Globo Filmes.

No total, 16 países estão na competição. O filme concorre com 4 títulos estrangeiros pelo prêmio de Melhor Animação: “Capitão Avispa” (República Dominicana), “Dalia e o Livro Vermelho” (Argentina/Peru), “A Menina e o Dragão” (Espanha) e “Mariposas Negras” (Espanha/Panamá). A cerimônia será no dia 27 de abril, no Palácio Municipal IFEMA, em Madri, com transmissão ao vivo pela plataforma SmartPlatino TV. 

“Arca de Noé” levou o público brasileiro aos cinemas durante as 9 semanas em cartaz, alcançando um total de 375 mil espectadores.

Sobre Arca de Noé

Tom, um guitarrista talentoso e pragmático, e Vini, um poeta romântico e sonhador, são uma dupla carismática e caótica de ratos. Quando o grande dilúvio se aproxima, apenas um macho e uma fêmea de cada espécie são permitidos na Arca de Noé. Tom consegue entrar, mas Vini fica para fora e conta com a ajuda de uma barata engenhosa e a boa sorte do destino para se juntar ao amigo. 

Durante a viagem, brigas por território e alimentos se instauram, deixando os animais mais fortes contra os mais fracos. Surge a ideia de um concurso de música, que vira o maior objetivo de todos eles e que faz Tom e Vini, os verdadeiros músicos dali, se destacarem e serem requisitados. 

Baseado numa obra que faz parte do imaginário de várias gerações brasileiras, “Arca de Noé” é uma produção de Caio Gullane e Fabiano Gullane, da Gullane, de Walter Salles e Maria Carlota Bruno, da Videofilmes, em coprodução com Symbiosys, Globo Filmes, Telecine e Imagem Filmes, que também assina a distribuição, em associação com NIP, CMG e Kabuletê. 

Com apresentação da Brasilprev, o filme tem o apoio institucional da Ancine, investimento da BB Aset e do Fundo Setorial do Audiovisual, patrocínio Telecine, Suzano e RioFilme e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e fomento via ProAC LAB. 

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Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan estão de volta em trailer de ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’; assista

A Disney lançou o teaser e o pôster do tão aguardado Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, estrelado por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan. O filme será lançado exclusivamente nos cinemas em agosto de 2025.

Confira abaixo:

Sobre Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

No filme, Curtis e Lohan revivem suas personagens Tess e Anna Coleman. A história se passa anos depois que Tess (Curtis) e Anna (Lohan) passaram pela crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda tem direção de Nisha Ganatra e é baseado no livro “Que sexta-feira mais pirada” de Mary Rodgers. O filme, que também é estrelado por Julia ButtersSophia HammonsManny JacintoMaitreyi RamakrishnanRosalind ChaoChad Michael MurrayVanessa Bayer e Mark Harmontem, tem produção deKristin Burr, p.g.a., Andrew Gunn, p.g.a., e Jamie Lee Curtis, com Nathan KellyAnn Marie Sanderlin Lindsay Lohan como produtores executivos.

O primeiro filme está disponível no Disney+. Clique aqui para assinar.

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Slots online: diversão e prêmios

Os slots online são um dos jogos de cassino mais populares e fáceis de jogar. Com regras simples, rodadas rápidas e uma grande variedade de temas e prêmios, eles atraem tanto iniciantes quanto jogadores experientes. Seja você alguém que joga por diversão ou está em busca de grandes ganhos, os caça-níqueis oferecem uma experiência dinâmica e cheia de adrenalina.

Mas o que torna os slots online tão populares? Além da acessibilidade e da variedade de jogos, há também a emoção de girar os rolos e esperar por uma grande combinação vencedora. Se você quer saber mais sobre como funcionam, os tipos disponíveis e algumas dicas para aproveitar ao máximo, continue lendo esse post.

Mas afinal, como funcionam os Slots Online?

Os caça-níqueis modernos são movidos por um software chamado RNG (Random Number Generator), que garante que cada rodada seja completamente aleatória e justa. Isso significa que não há um padrão de vitória ou perda, tornando o jogo puramente baseado na sorte e é por isso que muita gente sente aquela super emoção durante o jogo e acaba fã dessa modalidade.

Cada slot tem uma configuração diferente, mas a maioria conta com símbolos nos rolos que devem formar combinações específicas para gerar prêmios. Além dos símbolos normais, há também recursos especiais, como:

  • Wilds: substituem outros símbolos para ajudar a formar combinações vencedoras.
  • Scatters: ativam rodadas bônus ou rodadas grátis quando aparecem na quantidade certa.
  • Multiplicadores: aumentam o valor dos prêmios quando aparecem em determinadas combinações.
  • Rodadas Grátis: muitas vezes, os jogadores podem ganhar giros extras sem custo, aumentando as chances de lucro.

Principais tipos de slots online

A variedade de slots online é enorme, e cada jogo tem características próprias. Aqui estão alguns dos principais tipos:

  • Slots Clássicos: inspirados nas antigas máquinas de cassino, geralmente têm três rolos e poucas linhas de pagamento.
  • Slots de Vídeo: esses são os slots mais populares hoje em dia, com gráficos avançados, animações e vários recursos interativos.
  • Jackpots progressivos: são caça-níqueis que acumulam parte das apostas dos jogadores para criar prêmios gigantescos, que podem ser ganhos a qualquer momento.
  • Megaways: oferecem milhares de formas de ganhar, com mudanças no número de símbolos por rolo a cada rodada.
  • Crash Games: embora diferentes dos slots tradicionais, esses jogos oferecem rodadas rápidas e a possibilidade de grandes ganhos instantâneos.

Dicas para jogar Slots Online 

Embora os caça-níqueis sejam baseados na sorte, algumas estratégias podem ajudar a melhorar sua experiência. Por exemplo, o retorno ao Jogador (RTP) indica a porcentagem de dinheiro que o jogo retorna a longo prazo. Quanto maior o RTP, melhores as chances de ganhar.

Outra coisa importante é aprender a gerenciar seu saldo e definir um orçamento antes de começar a jogar evita gastos excessivos e torna a experiência mais divertida. Além disso, você pode aproveitar rodadas grátis e bônus, já que muitos cassinos online oferecem promoções que permitem jogar sem gastar dinheiro real.

Em suma, os slots online são uma opção divertida, acessível e cheia de emoção para quem gosta de jogos de cassino. Com tantas variações disponíveis, sempre há um novo jogo para experimentar. Se você curte adrenalina e prêmios inesperados, os caça-níqueis são uma excelente escolha!

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“Ainda Estou Aqui” recebe três indicações ao Prêmio Platino, incluindo Melhor Filme Ibero-Americano

A trajetória de “Ainda Estou Aqui” nas principais premiações mundiais continua no Prêmio Platino, uma das maiores premiações do cinema Ibero-Americano. O filme recebeu três indicações neste ano, incluindo Melhor Filme Ibero-Americano, categoria em que divide espaço com títulos como “Grand Tour”, que rendeu a Miguel Gomes o prêmio de Melhor Direção em Cannes, em 2024, e traz os brasileiros Marcos Pedroso e Thales Junqueira na direção de Arte.

Fernanda Torres representa o Brasil na categoria de Melhor Atriz, Walter Salles foi indicado a Melhor Direção ao lado de nomes como Pedro Almodóvar. O longa concorre ainda ao Prêmio do Público nas categorias de Melhor Filme Ibero-Americano de Ficção e Melhor Atriz.

Organizado pela FIPCA (Federación Iberoamericana de Productores Cinematográficos y Audiovisuales) e pela EGEDA (Entidad de Gestión de Derechos de los Productores Audiovisuales), o Prêmio Platino acontece no dia 27 de abril, no Palácio Municipal IFEMA Madrid, localizado na capital espanhola, e terá transmissão ao vivo pela plataforma SmartPlatino TV. 

Em sua 19ª semana em cartaz, “Ainda Estou Aqui” soma um público de 5,710 milhões e ocupa mais de 700 salas. Além disso, é atualmente recordista em diferentes rankings do cinema brasileiro. As importantes marcas alcançadas pela produção incluem: 

  • filme nacional com o 11º maior público já registrado nas bilheterias 
  • maior lançamento brasileiro da Sony Pictures 
  • segunda maior bilheteria (R$ 115,383 milhões) da Sony Pictures no Brasil, atrás apenas do blockbuster hollywoodiano “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” 
  • melhor desempenho de um filme brasileiro após a pandemia 
  • 7º filme nacional mais assistido do século no circuito brasileiro 

Internacionalmente, o longa se igualou a “Central do Brasil” nos Estados Unidos, onde já arrecadou US$ 5,9 milhões. No mundo, o filme totaliza US$ 35 milhões, que incluem os ótimos desempenhos em mercados como França e Portugal — onde superou 300 mil ingressos vendidos — e Reino Unido/Irlanda, onde já captou mais de US$ 1 milhão, e se tornou a maior abertura de um filme latino-americano e a maior abertura do ano de um filme em língua não inglesa (US$ 600 mil).

Também já receberam o lançamento do longa em circuito comercial: Itália, Bolívia, Chile, Venezuela, Colômbia, Israel, Argentina, República Dominicana, Equador, Nova Zelândia, Paraguai, Peru, Uruguai, México, Romênia, Espanha, Polônia, Austrália, Eslováquia, Turquia, Alemanha e Benelux. As próximas paradas acontecem na Suécia (04/04) e Escandinávia (12/09). 

Selecionado para mais de 50 festivais nacionais e internacionais, “Ainda Estou Aqui” já recebeu 27 prêmios nacionais e internacionais, incluindo cinco prêmios de Melhor Filme segundo o Júri Popular: na 48ª Mostra de S. Paulo; no Festival Internacional de Cinema de Vancouver, no Canadá; Festival de Cinema de Mill Valley, nos Estados Unidos; Festival de Pessac, na França, onde também recebeu o Prêmio Danielle Le Roy, dado pelo júri jovem; e Festival Internacional de Cinema de Miami.

O filme já foi exibido em festivais de mais de 20 países, incluindo Itália, Canadá, França, Estados Unidos, China, Suíça, Inglaterra, Turquia, Áustria, Portugal, Espanha, Marrocos, Egito, Alemanha, Estônia, Eslovênia, Sérvia, Bulgária, Irlanda, Austrália e Holanda.  

Sobre Ainda Estou Aqui

Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice - cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas - é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país. 

O filme continua em cartaz nos cinemas brasileiros. 

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Milla Jovovich e Dave Bautista estão prontos para ação no novo pôster de ‘Nas Terras Perdidas’; veja

A Diamond Films acaba de revelar o pôster oficial de NAS TERRAS PERDIDAS (“In the Lost Lands”), aguardada adaptação do conto de George R.R. Martin que chega aos cinemas de todo o país em 17 de abril.

Estrelado por Milla Jovovich e Dave Bautista, o épico do diretor Paul W. S. Anderson (“Resident Evil”) é ambientado em um mundo fantástico, repleto de ameaças mortais. Entretanto, como o cartaz evidencia, a dupla de protagonistas está pronta para enfrentá-las. 

Confira abaixo:

Sobre Nas Terras Perdidas

Na trama, Jovovich é Gray Alys, uma feiticeira poderosa e temida que é enviada por uma rainha para uma missão ousada. Com a ajuda do caçador Boyce (Bautista), ela terá que partir para as chamadas Terras Perdidas em busca de um poder mágico, capaz de transformar um ser humano em lobisomem.

É claro que, se tratando de um universo habitado por criaturas fantásticas, Gray Alys e Boyce enfrentarão muitos obstáculos pelo caminho. Porém, nada será em vão. Afinal de contas, todo desejo que a feiticeira concede tem um preço alto, algo que a rainha aprenderá querendo ou não.

Além de Jovovich e Bautista, NAS TERRAS PERDIDAS ainda conta com Arly Jover (“Blade – O Caçador de Vampiros”), Amara Okereke (“The Morning After”) e Fraser James (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) no elenco.

Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, NAS TERRAS PERDIDAS tem lançamento para 17 de abril deste ano.

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Novo true crime da Max ensina ‘Como (Não) Se Livrar de um Corpo’

Qual é a melhor forma de fazer um cadáver desaparecer? Como não deixar pistas? É possível esconder todos os rastros? Em COMO (NÃO) SE LIVRAR DE UM CORPO, uma equipe de detetives especializados se reúne para resolver casos emblemáticos de crimes hediondos. A nova produção true crime estreia no dia 18 na Max e no dia 26 de março, às 22h10, no canal ID

Com seis episódios de uma hora cada, a produção documental revisita os crimes, apresenta materiais nunca vistos e reconstitui os casos. Alguns dos principais detetives dos Estados Unidos se unem para elucidar crimes praticados por criminosos que se esforçaram muito para se livrar de suas vítimas fatais.  

O canal de TV exibe um episódio por semana, sempre às quartas-feiras, no mesmo horário. Já a Max disponibiliza todos os episódios na data de lançamento. COMO (NÃO) SE LIVRAR DE UM CORPO é produzida pela Blackfin para o ID. 

Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.

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Ted Lasso é renovada para a 4º temporada; Jason Sudeikis está confirmado para voltar

O Apple TV+ anunciou que o fenômeno mundial “Ted Lasso” está retornando oficialmente aos campos de futebol para uma quarta temporada com a equipe responsável pela série de comédia histórica e vencedora de vários prêmios Emmy, com Jason Sudeikis (“Colossal”, “Família do Bagulho”) retomando seu papel premiado como o celebrado treinador Ted Lasso.

“Como todos nós continuamos a viver em um mundo onde muitos fatores nos condicionam a ‘olhar antes de pular'”, afirma o astro e produtor executivo Jason Sudeikis. “Na quarta temporada, o time da AFC Richmond aprende a PULAR ANTES DE OLHAR, descobrindo que, onde quer que cheguem, é exatamente onde deveriam estar”.

“Ted Lasso” tem sido um sucesso absoluto, inspirando uma legião de admiradores apaixonados em todo o mundo e proporcionando alegria e risadas sem fim, tudo isso enquanto espalha bondade, compaixão e crença inabalável”, afirma Matt Cherniss, chefe de programação do Apple TV+. “Todos na Apple estão entusiasmados por dar continuidade à nossa parceria com Jason e as brilhantes mentes criativas por trás da série”.
 
A quarta temporada de “Ted Lasso” tem como produtor executivo o ganhador do prêmio Emmy Jack Burditt (“Ninguém Quer”, “Modern Family”, “Um Maluco na TV”), em um novo acordo com a Apple TV+. Sudeikis é o protagonista e produtor executivo ao lado de Brendan Hunt (“Bless This Mess”, “Quero Matar Meu Chefe 2”), Joe Kelly (“Como Eu Conheci Sua Mãe”, “Saturday Night Live”), Jane Becker (“Ninguém Quer”, “Future Man”), Jamie Lee (“Unsettling”, “Crashing”) e Bill Wrubel (“Família Moderna”, “Sports Night”). Brett Goldstein (“Thor: Amor e Trovão”, “SuperBob”) atua como roteirista e produtor executivo ao lado de Leanne Bowen (“Cuddle Hotline”, “The Stranger”).

Sara Walker (“Palm Royale”, da Apple, “Girls5eva”) e Phoebe Walsh (“Behind the Filter”, “Life & Beth”) atuarão como roteiristas e produtoras da quarta temporada, e Sasha Garron (“Falando a Real”, “The Power Within”) será coprodutora. Julia Lindon (“Sobrevivendo em Grande Estilo”, “Detroiters”) escreverá para a quarta temporada, e Dylan Marron (“Sitting in Bathrooms with Trans People”, “Franchesca and Show”) será o editor da história.

Bill Lawrence (“Scrubs”, “Falando a Real”) é o produtor executivo por intermédio de sua Doozer Productions, em associação com a Warner Bros. Television e a Universal Television, uma divisão da NBCUniversal Content. Jeff Ingold (“Whiskey Cavalier: Jogo de Espiões”, “Falando a Real”, da Apple) e Liza Katzer (“Whiskey Cavalier: Jogo de Espiões”, “Falando a Real”, da Apple), da Doozer, também atuam como produtores executivos. A série foi desenvolvida por Sudeikis, Lawrence, Joe Kelly e Brendan Hunt, e é baseada no formato e nos personagens já existentes da NBC Sports.

Após sua estreia mundial no Apple TV+, “Ted Lasso” quebrou recordes e rapidamente conquistou elogios e reconhecimento, com a primeira temporada tornando-se a série de comédia mais indicada ao Emmy em seu ano de estreia, além de conquistar raros prêmios Emmy de Melhor Série de Comédia consecutivos nas duas primeiras temporadas no ar.

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Peter Sarsgaard entra para o elenco da adaptação de “Neuromancer”

O Apple TV+ anunciou que o ator Peter Sarsgaard (“Acima de Qualquer Suspeita”, da Apple”, “Setembro 5,” “Dopesick”), indicado ao Prêmio Emmy, entrou para o elenco de “Neuromancer“, novo drama de 10 episódios, baseado no premiado romance homônimo de William Gibson (autor também de “Johnny Mnemonic”), e criado por Graham Roland (“Jack Ryan”, “Dark Winds”) e JD Dillard (“Irmãos de Honra”, “The Outsider”, “Sleight: O Truque Perfeito”).

Sarsgaard interpretará o personagem “John Ashpool”. A série é estrelada por Callum Turner (“Mestres do Ar”, também da Apple, “Remando para o Ouro”), Briana Middleton (“Sharper: Uma Vida de Trapaças”, da Apple, “Bar Doce Lar”), além de Joseph Lee (“Treta”, “Star Trek: Picard”), Mark Strong (“Shazam!”, “Kingsman: Serviço Secreto”) e Cleménce Poésy (“A Serpente de Essex”, da Apple, e “Genius”).

Sobre Neuromancer

“Neuromancer” acompanha um traumatizado hacker de elite Case (Callum Turner), que é envolvido em uma trama de espionagem digital e crimes de alto risco com sua parceira Molly (Briana Middleton), uma assassina de olhos espelhados, com o objetivo de realizar um assalto a uma dinastia corporativa com segredos indescritíveis.

A série é uma coprodução entre Skydance Television, Anonymous Content e Apple Studios, com produção da DreamCrew Entertainment, de Drake. Graham Roland será o showrunner, enquanto JD Dillard dirige o episódio piloto. Os produtores executivos incluem Roland, Dillard, David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell pela Skydance Television, Anonymous Content, Drake, Adel ‘Future’ Nur e Jason Shrier pela DreamCrew Entertainment, além de Zack Hayden e William Gibson.

O romance de estreia de William Gibson, “Neuromancer”, foi elogiado como uma das primeiras e mais respeitadas obras do gênero cyberpunk e recebeu vários prêmios literários, incluindo o Nebula, o Philip K. Dick e o Hugo. O romance inicia a trilogia “Sprawl” e foi seguido por “Count Zero” e “Mona Lisa Overdrive”.

“Neuromancer” é o mais recente projeto da longa parceria entre o Apple TV+ e a Anonymous Content. A série se junta à saga de sucesso mundial “Fundação” e a elogiada série “A Máquina do Destino”, além das próximas séries “12.12.12” e a comédia “Brothers”, estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson.

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