A Paris Filmes acaba de divulgar o trailer de “A Mais Preciosa das Cargas” (The Most Precious of Cargoes), animação que estreia nos cinemas brasileiros em 17 de abril. A produção, assinada e coproduzida por Michel Hazanavicius, vencedor do prêmio de Melhor Direção no Oscar®️ por “O Artista”, em 2012, é uma adaptação de um conto escrito por Jean-Claude Grumberg.
Confira o trailer abaixo:
Índice
Sobre A Mais Preciosa das Cargas
Em meio a uma vasta e implacável floresta, um humilde lenhador e sua esposa lutam contra o frio, a fome, a pobreza e os horrores de uma guerra que assola tudo ao redor. Certo dia, a esposa do lenhador encontra um bebê abandonado: uma menina que foi cruelmente jogada de um dos muitos trens que cruzam a floresta. Este encontro transformará a vida do casal e daqueles cujos destinos se entrelaçarem com o da criança, incluindo o homem responsável pelo ato brutal. A história deles revelará o que há de pior e de melhor no coração dos homens.
Com vozes originais de Dominique Blanc, Grégory Gadebois, Denis Podalydès, Jean-Louis Trintignant, o longa é produzido por Patrick Sobelman, Florence Gastaud e Michel Hazanavicius.“A Mais Preciosa das Cargas” foi exibido no Festival de Cannes em 2024.
A Mais Preciosa das Cargas estreia dia 17 de abril nos cinemas brasileiros.
O Prime Video divulgou o trailer da quarta temporada de LOL: Se Rir, Já Era!, que estreia no serviço de streaming no dia 18 de abril. Nesta temporada, Júlia Rabello será a parceira de Tom Cavalcante na apresentação do programa.
Confira abaixo:
Índice
Sobre a 4ª temporada de LOL: Se Rir, Já Era!
O público vai se divertir ao assistir aos comediantes do Porta dos Fundos Gregorio Duvivier, Fabio Porchat, João Vicente , Pedro Ottoni, Antonio Tabet, Fábio De Luca, Luellem de Castro, Macla Tenório, Evelyn Castro e Luciana Paes, em uma disputa onde o riso pode ser o maior inimigo ou a arma secreta contra os adversários. O último a resistir às piadas e esquetes de humor, durante seis horas de programa, leva o prêmio de R$ 350 mil para doar para uma instituição beneficente de sua escolha.
A nova temporada de LOL: Se Rir, Já Era! é produzida por Daniela Busoli e Leonardo Lessa Lopes da Formata. Pedro Antonio volta como showrunner e Claudia Alves é a diretora. Fernanda Leite, Daniella Fernandes, Beth Moreno, Cecilia Bastos, Cintia Portella, Galba Gogóia, Livia La Gatto, Luli Romano, Natalia Balbino, Pedro Sardaux, Roberta Melo, Ulisses Mattos e Victor Ahmar compõe a equipe de roteiristas.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
O Mercado Livre anunciou a redução do preço da assinatura do Meli+, programa de benefícios da plataforma. Agora o pacote mais completo Meli+ Total, está disponível por R$ 24,90/mês, tornando a experiência de compra e entretenimento mais acessível a seus usuários.
O Meli+ Total oferece benefícios como envios grátis em milhões de produtos a partir de R$29, cashback de até 5% em compras no marketplace e até 3 parcelas extras sem juros. No Mercado Pago, o assinante Meli+ tem 0,6% de cashback em todas as compras com cartão de crédito Mercado Pago, além de melhor rendimento na conta. A assinatura também inclui Disney+ Padrão com anúncios sem custo adicional e 30% de desconto nas assinatura do Max, Universal+ e Paramount+.
12.12: O DIA tem sua data de lançamento confirmada para o dia 24 de abril. A princípio marcada para essa semana, o longa foi adiado e se destaca como uma grande novidade no próximo mês. A produção, que é altamente esperada pelo público, é distribuída pela SATO Company e foi selecionada pela Coreia do Sul para representar o país no Oscar 2025. Além disso, foi a maior bilheteira coreana de 2023 e aborda um capítulo crucial da história sul-coreana: o golpe militar de 1979, conectando-se com os debates políticos contemporâneos.
Índice
Sobre 12.12: O Dia
Digirido por Kim Sung-soo, o longa recria os eventos da noite de 12 de dezembro de 1979, quando o assassinato do presidente Park levou à declaração de Lei Marcial e desencadeou um golpe militar. O comandante Chun Doo-gwang (interpretado por Hwang Jung-min), motivado por sua ambição desenfreada, lidera um grupo de oficiais em uma tentativa de tomar o poder. Do outro lado, o comandante Lee Tae-shin (vivido por Jung Woo-sung) tenta impedir que o exército seja usado para fins políticos.
Essa é a primeira vez que esse golpe militar é retratado no cinema de ficção. O filme traz no elenco nomes como Lee Sung-min, Park Hae-joon e Kim Sung-kyun. Jung Hae-in, estrela da série “Love Next Door”, da Netflix, estará no Brasil no dia 12 de janeiro para uma fan meeting.
Além de sua relevância cinematográfica, o longa ganha destaque por suas conexões com o cenário atual da política coreana. Em um momento em que o país enfrenta novamente a imposição de lei marcial, o fechamento do parlamento e restrições à imprensa, 12.12: O DIA ganha força ao recriar o golpe de 1979 e dialogar diretamente com as questões contemporâneas.
A produção de 12.12: O DIA buscou recriar, de forma minuciosa, os detalhes históricos de 1979 e locações como o Bunker B2 no Quartel-General do Exército, a sala de comando do Grupo de Segurança da 30ª Divisão e ruas de Seul. Para fazer isso, a equipe utilizou uma combinação de arquivos históricos, fotografias e consultores militares.
Além disso, os cenários foram projetados para refletir os dilemas e conflitos dos personagens. Espaços como o escritório do Comandante Chun Doo-gwang, com uma combinação de vermelho e azul, representam a ambição e a ganância do líder rebelde. Já o ambiente do Comandante Lee Tae-shin, cercado por paredes de vidro, simboliza tanto sua vigilância quanto o isolamento em sua luta contra o golpe. Locais como o Bunker B2, que exigiu dois meses para ser construído, misturam elementos reais e computação gráfica, para garantir ao público uma imersão em uma das noites mais tensas da história moderna coreana.
Quando se fala sobre a democratização do acesso ao cinema, e consequentemente, os olhos se voltam para o cinema de gênero, pouco se fala sobre a longa e invisibilizada estradas das cineastas mulheres dentro do cinema de horror. Coraline Fargeat e seu A Substância trouxeram uma nova luz para a contribuição feminina ao gênero, mas e a história das que vieram antes?
Esse resgate é a proposta da curadora e pesquisadora Beatriz Saldanha na seleção de filmes para a mostra Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo, que acontece a partir de amanhã e vai até o dia 21 de Abril no CCCBB em São Paulo, com sessões completamente gratuitas, além de um curso ministrado pela própria Beatriz e mesas de debate.
O redator Rafael Oliveira conversou com a curadora Beatriz Saldanha sobre o processo de curadoria da mostra e toda sua proposta. Leia na íntegra abaixo:
Rafael: Me conte sobre o processo de curadoria e os recortes que você fez para chegar aos títulos selecionados para a Mostra.
Beatriz: Foi uma curadoria de “escavação”, no sentido de que há muitos anos, enquanto pesquisadora, eu venho investigando o cinema de horror feito por mulheres para ministrar cursos, produzir artigos, entre outras coisas. Então, quando decidimos inscrever o projeto da mostra, eu já tinha uma boa ideia das diretoras que eu não poderia ignorar dentro dessa história. Além disso, considerei importante ter uma representatividade internacional razoável, mesmo sabendo que grande parte dos filmes seriam estadunidenses devido ao país ser até hoje o maior polo de produção do gênero. No que diz respeito ao período contemplado, comecei por aquele que é considerado o primeiro longa-metragem solo de horror dirigido por uma mulher, O Doce Vampiro (Stephanie Rothman, 1971), até chegar a filmes mais recentes que considero representativos do olhar contemporâneo. Então, como pode ver, são muitos fatores que influenciaram na escolha, mas a ideia principal era ser o mais abrangente possível, pois eu sinto que esse tema é muito pouco conhecido aqui no Brasil e muitos destes filmes, em especial os mais antigos, serão vistos pela primeira vez.
Rafael: Dentre as diretoras destes filmes selecionados, 5 delas são brasileiras, e com exceção de Gabriela Amaral Almeida e Juliana Rojas, talvez todas elas sejam desconhecidas até mesmo no meio do nicho cinéfilo. Me conte sobre o contato que você tem com essas diretoras e suas obras.
Beatriz: Na verdade, a Anita Rocha da Silveira também é bastante conhecida e até influente. O filme Raquel 1:1, dirigido por Mariana Bastos, por exemplo, me parece bastante afetado pelas questões e pela abordagem que a Anita costuma explorar nos filmes dela: dinâmicas entre grupos de mulheres, a influência das religiões na sociedade brasileira contemporânea, entre outros aspectos. Enfim, quando pesquisamos um tema, ficamos sempre com as antenas ligadas para não perder o que há de novidade no meio, e foi assim com todas elas. A Anita eu conheci ainda no primeiro longa-metragem, Mate-me Por Favor (é o seu segundo longa, Medusa, que está na nossa programação), quando foi exibido na Mostra de São Paulo em 2015. Foi parecido com a Alice Furtado, que tinha me deixado muito curiosa na ocasião da exibição de Sem Seu Sangue em Cannes em 2019. Felizmente, pude ver o filme pouco tempo depois, quando ele estreou no Brasil dentro da programação da mostra MacaBRo de horror brasileiro contemporâneo e logo em seguida entrou na programação da Netflix. O mesmo aconteceu com a Mavi Simão, quando ela exibiu Terminal Praia Grande no Cinefantasy em 2020 (aliás, essa é uma ótima oportunidade para ver este filme, que foi pouquíssimo exibido).
Rafael: E já que mencionamos Gabriela, ela irá participar de uma sessão comentada dentro da programação sobre o filme O Cemitério Maldito. Existe algum motivo específico para colocá-la na discussão sobre esse filme?
Beatriz: Sim, existe um ótimo motivo! Além de ser uma cineasta brilhante, a Gabriela é especialista em Stephen King e defendeu em 2005 uma dissertação de mestrado intitulada “As Duas Faces do Medo: Um estudo dos mecanismos de produção de medo nos livros de Stephen King e nos filmes adaptados”, pela Universidade Federal da Bahia. Na dissertação, ela faz uma análise detalhada sobre três filmes adaptados da obra do King, sendo um deles O Cemitério Maldito. No filme A Sombra do Pai, que exibiremos na programação, a menina Dalva assiste ao filme, uma influência direta para a Gabriela na criação da história. Ou seja, as conexões são diversas e para mim é algo muito especial estabelecer diálogos entre as cineastas que estão na mostra. Recomendo, então, que quem vai à mostra ver O Cemitério Maldito comentado pela Gabriela não perca a sessão de seu filme, A Sombra do Pai, para ter uma experiência completa.
Rafael: Você também irá ministrar um curso sobre cineastas no gênero do horror. O que as pessoas que forem participar podem esperar das suas aulas?
Beatriz: No curso, eu traço uma trajetória das mulheres na direção dos filmes de horror, desde alguns curtas-metragens feitos no primeiro cinema, nos cinemas de vanguarda e experimental, até os dias de hoje, sempre contextualizando com o período em que os filmes foram realizados e analisando os principais temas abordados. É claro que, como o tempo é limitado, foi necessário fazer adaptações, mas os todos os momentos-chave dessa história estarão contemplados.
RAFAEL: E pra finalizar, dentre os títulos selecionados para a Mostra, tem algum que seja especial pra você? Aquele que você guarda com um carinho especial e que te deixa muito feliz de estar conseguindo exibir nesta mostra?
Beatriz: Nossa, são muitos. A verdade é que eu adoro cada um desses filmes, por motivos diversos. Por exemplo, O Cemitério Maldito é um filme que eu via ainda na infância e considero muito importante para a minha formação. Há ainda algumas pérolas desconhecidas, como A Jaula de Mafu, O Pesadelo de Celia, Segredos Evidentes, entre outros. Mas quem me conhece sabe que tenho uma predileção por horror francês e o meu xodó da mostra é o filme Desejo e Obsessão, da cineasta Claire Denis, uma das principais cineastas em atividade. Ela aborda o canibalismo por uma perspectiva super autoral, fazendo um filme ao mesmo tempo grotesco e sensual.
A mostra Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo, acontece entre os dias 20 de março e 21 de abril no CCBB São Paulo, composta por uma retrospectiva de 28 longas-metragens de horror dirigidos por mulheres de diversas nacionalidades, além de atividades extras como debates e sessões comentadas, tudo isso de forma gratuita.
“Abá e sua Banda”, premiado filme brasileiro de animação dirigido por Humberto Avelar, será lançado em circuito nacional no dia 17 de abril. Com vozes de Filipe Bragança, Zezé Motta, Robson Nunes, Carol Valença, Rafael Infante, Ítalo Luiz e Mauro Ramos, a animação valoriza e se inspira na riqueza, diversidade da música e natureza do Brasil.
Desde que estreou mundialmente no Festival de Gramado 2024, o longa já conquistou três prêmios: Melhor Filme Oficial do Júri no Epic ACG Fest, nos Estados Unidos; Melhor Filme de Animação no Kids Festival em Málaga, na Espanha; Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema Ambiental (Ecocine), no Brasil. Além de ter participado de mais de 15 festivais, também esteve entre os 10 finalistas do New York Animation Film Awards.
Confira o trailer abaixo:
Índice
Sobre Abá e Sua Banda
Produzido pela Fraiha Produções em coprodução com Globo Filmes, Gloob e RioFilme, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, com investimento do BB ASSET, BRDE, FSA e apoio da ANCINE, e distribuição da Manequim Filmes, o longa conta com recursos da Lei Paulo Gustavo do Estado do Rio de Janeiro.
Além do Festival de Gramado, “Abá e sua Banda” participou da Première Brasil na Mostra Geração do Festival do Rio, da Mostrinha da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, do Festival de Brasília, do 3º Festival Internacional de Cinema de Goiânia e da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. O filme também marcou presença em nove festivais internacionais: Sitges Festival Internacional de Cinema Fantástico; Cinanima (Espinho, Portugal); Universal Kids Film Festival (Istanbul); San Diego International Kids Film Festival; 45º Festival Internacional Del Nuevo Cine Latino Americano (Havana); Kuala Lumpur International Film Academy Awards (Malásia); Tanzanite International Animation Festival (Tanzânia); além de IFFA Award Night e AFIN International Film Festival, ambos na Austrália.
Com trilha sonora assinada por André Mehmari, e canções originais de Silvia Fraiha, Milton Guedes e André Mehmari, o longa é uma aventura musical que acompanha um jovem príncipe em conflito com seus sonhos e planos, e que, ao entrar na adolescência, se depara com novas questões e responsabilidades. Depois de desafiar seu pai, Abá segue com seus amigos Juca e Ana numa viagem para o Festival de Música da Primavera. Juntos, eles vão enfrentar os planos de Don Coco – vilão dublado pelo diretor Humberto Avelar – para acabar com a diversidade de Pomar.
O filme é uma animação 3D mesclada com 2D. De acordo com o diretor Humberto Avelar, “o objetivo foi encontrar uma identidade visual própria e fugir da linguagem mais usual de filmes em que tudo se parece muito com a realidade, criando cenas que se assemelham a ilustrações em movimento”.
Para a produtora Silvia Fraiha, o filme apresenta um universo onde há a oportunidade de falar sobre temas muito importantes, como meio ambiente, diversidade e democracia: “acredito que as crianças devem estar inseridas nessa discussão não só na escola ou em casa, mas também no entretenimento”, complementa.
Abá e Sua Banda estreia dia 17 de abril nos cinemas brasileiros.
O Prime Video anunciou que o Apple TV+ está disponível no Prime Video no Brasil por um custo adicional mensal R$ 21,90. Os membros Prime que assinarem o Apple TV+ através do Prime Video terão acesso a entretenimento premium, incluindo Ruptura, Bad Sisters, Silo, Slow Horses, Ted Lasso, The Morning Show, Acima de Qualquer Suspeita, Falando a Real, Sequestro no Ar, Fortuna, Palm Royale, além de filmes de sucesso mundial como Lobos, Os Provocadores e muito mais, além de eventos desportivos da Major League Soccer e da Major League Baseball.
O Apple TV+ se junta ao Prime Video no Brasil após seu lançamento nos Estados Unidos em outubro, seguido pelo Reino Unido, Canadá e Austrália em dezembro e, em março, na Alemanha, Espanha, Áustria e Itália. Com isso, os clientes do Prime Video no Brasil passam a desfrutar do catálogo em uma experiência ainda mais integrada e conveniente.
“Estamos muito satisfeitos por continuar a lançar o Apple TV+ no Prime Video em lugares como Brasil, Chile, Colômbia e México, trazendo aos clientes do Prime Video uma seleção ainda maior de programas de TV e filmes, tudo num único serviço”, disse Kelly Day, Vice-Presidente do Prime Video Internacional.
“No Prime Video, temos o compromisso de oferecer aos nossos usuários acesso a melhor seleção de conteúdo. O Apple TV+ se estabeleceu como uma referência no setor com histórias inovadoras e aclamadas, e estamos entusiasmados que os assinantes no Brasil agora podem assinar e acessar o catálogo diretamente por meio do Prime Video, de forma fácil e dentro do mesmo aplicativo. Esse acordo nos permite continuar a expandir nossa oferta e proporcionar uma experiência de entretenimento mais completa e conveniente para nossos clientes”, disse Joab Galindo, Head de Marketplace do Prime Video na América Latina.
“Os espectadores nos EUA têm adorado a possibilidade de assinar o Apple TV+ no Prime Video e temos o prazer de lançar essa oferta no Brasil, Chile e Colômbia”, disse Eddy Cue, Vice-Presidente Sênior de Serviços da Apple. “Queremos tornar o Apple TV+ e sua premiada biblioteca de séries e filmes dos maiores contadores de histórias do mundo disponíveis para o público de todo o mundo.”
O Apple TV+ se junta à extensa coleção de opções de assinaturas adicionais do Prime Video no Brasil, como Paramount+, Max, Discovery+, Universal+, Canais Globo, Sony One e Telecine, permitindo que os clientes desfrutem de seus filmes e séries favoritos em um só lugar. Isso inclui produções do Amazon MGM Studios, esportes ao vivo, outros serviços de streaming disponíveis como assinaturas adicionais e títulos disponíveis para aluguel ou compra. Além disso, os membros do Amazon Prime no Brasil desfrutam de frete rápido e gratuito em produtos elegíveis, entretenimento e muito mais em uma única assinatura.
Até o momento, os filmes, documentários e séries originais da Apple já receberam 553 vitórias e 2.557 indicações a prêmios, incluindo a comédia Ted Lasso, vencedora de vários prêmios Emmy, e o histórico CODA, vencedor do Oscar de Melhor Filme.
Os membros Prime poderão assinar o Apple TV+ sem precisar baixar aplicativos adicionais e a assinatura poderá ser cancelada a qualquer momento. O Prime Video oferece serviços de streaming premium globais e locais por meio de assinaturas adicionais.
Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
Poucas coisas são mais cansativas do que a sensação de estar assistindo ao mesmo filme repetidamente, só que em anos diferentes. Robert De Niro, embora seja um excelente ator, parece estar preso ao mesmo papel há décadas: o mafioso. Há um limite para o que ele consegue explorar desse arquétipo e, por mais que o veterano de 81 anos continue entregando atuações de qualidade, chega uma hora em que sair de casa para assistir a mais do mesmo — e cada vez menos divertido — deixa de valer a pena.
Nem mesmo um cineasta do calibre de Barry Levinson (Rain Man), que se esforça para agregar valor à produção, consegue salvar The Alto Knights: Máfia e Poder de ser um verdadeiro sonífero. A história real por trás do filme é bem mais interessante que o recorte escolhido para as telas. E De Niro em dose dupla, em vez de dar um fôlego à trama, só parece afundar ainda mais o barco.
Índice
Os acertos e erros de The Alto Knights: Máfia e Poder
Como um filme de máfia convencional, sem qualquer frescor ou tentativa de inovação no subgênero, o longa de Levinson constrói uma narrativa fragmentada que desaba no tédio muito cedo. O problema não está nem na falta de ação ou impacto — já que a violência é uma ferramenta clássica desse tipo de filme —, mas sim na superficialidade da história, dos conflitos e dos personagens, que são vazios, unidimensionais e desinteressantes por completo.
Robert De Niro (O Irlandês), coitado, se torna vítima de si mesmo e até se esforça, interpretando dois personagens, mas sua atuação é engessada, contida e sem vida — e isso em dose dupla. Para piorar, há um desconforto quase cômico na dinâmica dos dois protagonistas, que, apesar de serem idênticos na aparência (mesmo com maquiagem para suavizar algumas diferenças), não são parentes — e ninguém no filme parece achar isso estranho. O resultado é um De Niro contracenando consigo mesmo em diálogos que mais parecem um jogo de cena mal ensaiado, onde ninguém parece realmente se entender.
E por falar em diálogos, talvez sejam o pior aspecto do roteiro. Redundantes, repetitivos e sem consequência, eles giram em círculos, cheios de frases de efeito que não acrescentam nada à trama (Há um momento em que um personagem, por exemplo, grita “usa a quinta emenda” umas 15 vezes na cena). A história, que acompanha dois melhores amigos que se tornam inimigos por divergirem em suas visões sobre a máfia, até começa com um mistério inicial promissor — após uma tentativa de assassinato que mergulha no submundo criminoso quase como uma visita a Gotham City.
Mas, mesmo sendo baseada em eventos e pessoas reais, a narrativa se perde em desconfianças vazias e dilemas morais rasos — até porque todos os personagens são moralmente questionáveis. Para piorar, o filme tenta pintar o mafioso piedoso como um “herói do povo”, mas esse dilema entre o justiceiro e o vilão descontrolado simplesmente não convence. Os dois personagens centrais acabam soando como a mesma pessoa (porque essencialmente são!) com uma mente fragmentada. Tudo isso culmina em um clímax terrivelmente frustrante, sem qualquer recompensa pelas quase duas horas de tensão prometida — e mal entregue.
É justo destacar a beleza visual do filme, com uma direção de arte impecável e uma fotografia fria que captura com precisão a tensão da época. O aspecto técnico é de alto nível: a trilha sonora intensa, os figurinos autênticos e os planos cuidadosamente elaborados por Levinson mostram um capricho inegável. Pena que nada disso consegue dar ritmo à narrativa.
Menos cansativo que O Irlandês, mas a anos-luz de ter o impacto de Os Bons Companheiros — o clássico ao qual De Niro parece eternamente preso —, o filme até constrói uma atmosfera inicial de intriga que prende a atenção. Mas essa tensão se desfaz rapidamente quando o roteiro esgota o mundo limitado que escolheu explorar, deixando a amarga impressão de que o filme tem muito estilo, mas pouca substância.
Veredito
The Alto Knights: Máfia e Poder parece uma briga de dois pinschers idosos em uma disputa de masculinidade que não acrescenta nada ao gênero. O filme exala aquela tensão masculina tóxica e desgastada que já não funciona mais — e Robert De Niro em dose dupla só piora a situação. Todos os clichês do filme americano de máfia estão lá, intactos, o que já configura uma derrota em si. Barry Levinson, conhecido por seu olhar apurado, desperdiça a chance de romper com o óbvio, de injetar frescor na narrativa ou de trazer algo novo ao universo dos gangsters.
Em vez disso, ele mergulha de cabeça em uma cratera de previsibilidade, cafonice e desinteresse, baseada em uma história real que já foi contada parecida (e melhor) inúmeras vezes. Os diálogos são vergonhosos e redundantes, e as atuações, especialmente considerando o calibre do elenco, são surpreendentemente fracas. The Alto Knights acaba sendo uma dose potente de sonífero — digno de ser vendido como tratamento contra insônia.
O público já pode preparar a pipoca! A Netflix divulgou o trailer e a data de estreia de Um Maluco no Golfe 2! No dia 25 de julho, Adam Sandler voltará como Happy Gilmore, acompanhado de Sunny Sandler, Sadie Sandler, John Daly, Blake Clark e Paige Spiranic.
Confira abaixo:
O elenco conta ainda com Julie Bowen, Christopher McDonald, Ben Stiller, Benito Antonio Martínez Ocasio, Conor Sherry, Ethan Cutkosky, Philip Fine Schneider, Maxwell Jacob Friedman, Travis Kelce, Justin Thomas, Scottie Scheffler, Rory McIlroy, Bryson DeChambeau.
O Apple TV+ revelou o trailer de seu aguardado documentário em três episódios, “A Luta pela Glória: World Series 2024” (“Fight for Glory: 2024 World Series”), que estreia mundialmente na sexta-feira, 28 de março.
Confira abaixo:
Índice
Sobre A Luta pela Glória: World Series 2024
Dirigida pelo elogiado cineasta R.J. Cutler (“American High,” “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”, “The September Issue”) e com produtores executivos que incluem o pentacampeão da World Series Derek Jeter (“Os Outros Caras”, “Tratamento de Choque”, “Welcome to the J-Rod Show”), Brian Grazer (“Uma Mente Brilhante”, “Arrested Development”, “Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo”) e Ron Howard (“Arrested Development”, “O Último Pistoleiro”, “Uma Mente Brilhante”), a série leva os telespectadores mais a fundo do que nunca no Clássico de Outono, captando a intensidade, o drama e os momentos decisivos do Los Angeles Dodgers e do New York Yankees enquanto revivem uma das rivalidades mais famosas do beisebol em busca do Campeonato da World Series.
Com acesso exclusivo a jogadores famosos, gerentes e suas famílias, “A Luta pela Glória: World Series 2024” envolve os fãs de beisebol, novos e antigos, em uma jornada inesquecível pela World Series de 2024. A produção série reúne os acontecimentos marcantes, as grandes apostas e as histórias emocionantes que moldaram a busca de cada equipe pelo campeonato, contadas pelas perspectivas de jogadores, técnicos, torcedores, jornalistas e pessoas próximas do jogo.
O confronto começa com uma abertura histórica, dando o tom para uma das World Series mais aguardadas das últimas décadas. Mas o clima muda no Jogo 2, quando a contusão de Shohei Ohtani provoca um golpe fatal nos Dodgers, enquanto os Yankees, à beira da eliminação, recorrem a Aaron Judge para conseguir uma força. Justamente quando os Dodgers parecem prontos para encerrar o jogo, o heroísmo de Anthony Volpe, herói da cidade natal, força um dramático Jogo 5, em que os Yankees começam a se parecer com seu antigo e poderoso eu – embora suas esperanças de recuperação estejam por um fio.
Com inspiração em mais de 80 anos de história da MLB sobre a World Series, “A Luta pela Glória: World Series 2024” leva os fãs mais fundo do que nunca, oferecendo uma experiência cinematográfica com acesso total. Por meio de filmagens exclusivas dos bastidores, emoção pura e drama de alto nível, a série amplia a perspectiva do maior palco do beisebol, aproximando o público mais do que nunca do esporte favorito dos Estados Unidos e da busca incessante pelo seu maior prêmio.
Com acesso sem precedentes a estrelas como Freddie Freeman, Mookie Betts e Aaron Judge, a produção registra a emoção do jogo desde o banco de reservas até a sede do clube, oferecendo uma visão rara e sem filtros do que é necessário para competir no mais alto nível.
O projeto é produzido para o Apple TV+ em parceria com a MLB Studios (“The Clubhouse: A Year with the Red Sox”, “The Turnaround”, “Once Upon a Time in Queens”, “O Homem Que Mudou o Jogo”, “42: A História de uma Lenda”), a Imagine Documentaries de Brian Grazer e Ron Howard (“A Dinastia: New England Patriots” e “As Supermodelos”, ambos da Apple), a This Machine, produtora vencedora do Emmy de R.J. Cutler’s, que integra a Sony Pictures Television (“Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”, da Apple, “Dear…”, “Martha”, “Elton John: Never Too Late”), e o pentacampeão da World Series e produtor executivo Derek Jeter, com sua produtora, a CAP 2 Productions.
A série é dirigida por Cutler, vencedor do prêmio Emmy e indicado ao Oscar, e tem como produtores executivos Jeter, Cutler, Howard, Grazer, Sara Bernstein (“The Crash Reel”, “Minha Máxima Culpa: Silêncio na Casa de Deus”), Justin Wilkes (“Jim Henson: Idea Man”, “What Happened, Miss Simone?”), Marc Gilbar (“Tio Drew”, “John Bronco”), Nick Trotta (“Baseball’s Greatest Moments with the Kid Mero: The MLB All-Star Game”, “Virando o Jogo: Boston Red Sox”), Trevor Smith (“Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”, “Elton John: Never Too Late”), Mark Blatty (“Fat March”, “Martha”), Elise Pearlstein (“Alimentos S.A.”, “Big Vape”) e Justin Yungfleisch (“United Shades of America”, “Roots of Comedy with Jesus Trejo”).
“A Luta pela Glória: World Series 2024” (“Fight for Glory: 2024 World Series”), que estreia na sexta-feira, 28 de março, no Apple TV+.
Se você ainda não é assinante do Apple TV+, pode assinar clicando aqui.