Já está disponível na Netflix a comédia romântica de ação Amor e Monstros, indicada ao Oscar 2021 na categoria de Melhor Efeitos Visuais. Mas será mesmo que você entendeu todas as nuances do desfecho? Será que vamos ver uma sequência por conta do sucesso? Nesse artigo vamos analisar todos esses pontos e muito mais!

Confira nossa crítica completa de Amor e Monstros!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Mas antes, sobre o que se trata o filme?

O filme foi uma surpresa muito agradável , desde seu herói atípico em Joel Dawson de Dylan O’Brien até seus designs de monstros imaginativos e sua riqueza de potencial para uma sequência. Talvez este último seja o mais importante, já que o final de Amor e Monstros deixa muita coisa em aberto para uma continuação, e certamente merece uma.

Grande parte do filme compreende a busca de Joel para se reencontrar com sua namorada, Aimee (Jessica Henwick), após sete anos no isolamento em um bunker escondido onde ele era basicamente um faz-tudo. Percebendo que ela está mais perto do que ele pensava, e cansado do bunker se tornar um covil de sexo, Joel sai para uma longa jornada através da superfície perigosa para reacender um amor perdido.

Ok, mas o que acontece no desfecho?

Existem muitas aventuras para Joel antes de chegar até Aimee, mas já que estamos lidando com a conclusão aqui, vamos começar de onde ele chega à colônia de praia de Aimee e conhece o capitão do iate (vivido por Dan Ewing). A reação de Joel a esse cara é uma das melhores comédias de todo o filme, e é óbvio que ele está tramando algo terrível, mas o que exatamente ele está tramando funciona como uma surpresa de último minuto ao lado de várias revelações emocionais.

A primeira é que o reencontro com Aimee que Joel imaginou está longe de ser o que ele realmente consegue. Muito tempo se passou desde que eles se viram pela última vez, e rapidamente se torna aparente que simplesmente retomar de onde pararam não será possível. Mas isso é temperado pelo fato de que, por meio das anotações deixadas em seu mapa e de uma conversa de rádio que mantém com as pessoas em seu bunker, Joel percebe que tem um lar para retornar, para onde ele é amado e apreciado – ele só precisa chegar lá.

Isso se mostra difícil quando Joel descobre que Cap está tentando envenená-lo e a todos os outros, e rapidamente descobrimos por quê. Ele e sua tripulação têm lutado contra a ausência de combustíveis fósseis e, portanto, a maneira como eles se movem no oceano é tendo um caranguejo gigante puxando o iate. Esse caranguejo gigante precisa ser alimentado, porém, e é para isso que serve a colônia de Aimee. Cap e a trupe navegue ao redor, encontrando e capturando colônias para manter os caranguejos alimentados e seus suprimentos estocados. Isso leva a um encontro final durante o qual Joel percebe que o caranguejo, na verdade, não é seu inimigo. Perdendo a oportunidade de matá-lo, ele o libera para atacar Cap e sua tripulação.

Com a ameaça evitada, Joel pode se despedir de Aimee e partir com seu cachorro para a viagem de volta – ele também divulga uma mensagem que é transmitida para vários bunkers, alertando que as montanhas podem ser o lugar mais seguro para se residir. Conforme vemos vários grupos começando a deixar seus esconderijos e rumo a um terreno mais alto, vemos Minnow (Ariana Greenblatt) e Clyde (Michael Rooker) em um blefe, monitorando seu progresso, com opiniões divergentes sobre sua chance de sucesso.

Será que vamos ver uma sequência?

Obviamente, há muito espaço aqui para mais histórias. Dylan O’Brien é uma aposta forte para uma franquia depois de passar por Teen Wolf e Maze Runner, e Jessica Henwick é um empolgante talento emergente. Com muito ainda para aprender sobre Joel e Aimee, os próprios monstros, as várias colônias, Clyde e Minnow, e até mesmo o cachorro de Joel, a ideia de Amor e Monstros acabando nesse filme parece bastante improvável.

E aí, gostou do filme? Amor e Monstros já está disponível na Netflix.  

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