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CCXP TOUR | Marvel exibe cenas inéditas de Guardiões da Galáxia Vol. II

Sem dúvida alguma o painel mais aguardado do último dia de CCXP Tour foi o da Marvel Studios. Prova disso é que, além da completa lotação do Auditório Twitch, ainda havia uma imensa fila formada do lado de fora na esperança de conseguir uma vaga para conferir as novidades do estúdio.
A programação do auditório começou quente com a exibição do trailer de Thor: Ragnarok, o terceiro filme do herói, que tem estreia prevista para novembro deste ano. O trailer não é inédito, porém pela primeira vez foi exibido em uma tela de cinema.
Em um segundo momento foi exibido o trailer, também já divulgado, de Guardiões da Galáxia Vol. 2, cuja estreia está prevista para mês este mês. Mesmo não sendo inédito, a exibição do trailer serviu para contextualizar o que viria a seguir: a exibição exclusiva de quase 10 minutos do filme, separados em três cenas inéditas.

O TEXTO A SEGUIR POSSUI SPOILERS DE GUARDIÕES DA GALÁXIA VOLUME II
A primeira cena acontece após a batalha com um alienígena e mostra como os Guardiões são contratados pela raça dos Soberanos, liderada pela sacerdotisa Ayesha, mas não deixa claro qual o objetivo da missão. Em troca dos serviços da equipe, os heróis recebem Nebulosa, Irmã de Gamorra, como pagamento. Durante os diálogos finais, Ayesha enfatiza que sua raça é produzida com minucioso controle de DNA, para que não haja falha alguma nos indivíduos, gerados em casulos. A sacerdotisa pergunta ainda a Peter sobre sua descendência, dizendo que a miscigenação em seu DNA o torna imprevisível e descuidado. O herói confirma sua origem terráquea e diz não conhecer seu pai. Antes de partir, Rocket revela ao grupo que roubou valiosas baterias do lugar, motivo pelo qual a própria Nebulosa foi presa.
Uma das teorias levantadas pela cena deixou os fãs do auditório em polvorosa: as afirmações de Ayesha acerca da forma com a qual os cidadãos de seu planeta são gerados parece abrir precedentes para uma possível aparição de Adam Warlock, personagem das HQs criado através de uma experiência científica semelhante à barrada pela representante dos Soberanos, em um casulo que geraria um “Ser Humano Perfeito”. Isso sem contar a indicação da sacerdotiza sobre a miscigenação de Peter, o que pode explicar o fato dele ter segurado a pia do infinito sem morrer.
A segunda cena foi mais curta e se passa após os acontecimentos citados anteriormente. Os Guardiões são perseguidos por uma frota dos Soberanos. É quando Drax revela que Rocket tinha roubado as baterias. Fica o questionamento para os fãs se os Soberanos estão mesmo interessados em recuperar as baterias ou se tudo não passou de uma bela desculpa para Ayesha verificar as alterações no DNA de Peter.
Já a terceira e mais empolgante cena teve maravilhosos cinco minutos e meio de duração, começando em uma prisão na qual Baby Groot, Rocket e Yondu são confinados pelos Ravagers, grupo anteriormente comandado por Yondu. A sequência é um show de ação embalada pela música “Come A Little Bit Closer” de Jay & The Americans, onde Yondu, auxiliado por sua flecha Yaka, destrói seus inimigos de maneira magistral, contando com a ajuda de Rocket e Baby Groot pra completar a pancadaria.
As três cenas evidenciam que o filme continua com as principais marcas que consagraram a primeira produção: excelentes cenas de ação, visual incrível, trilha sonora impecável e muito humor!
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia dia 27 de abril e estamos aguardando ansiosamente pra poder juntar todas essas peças com vocês.

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CCXP TOUR | Marvel exibe cenas inéditas de Guardiões da Galáxia Vol. II

Sem dúvida alguma o painel mais aguardado do último dia de CCXP Tour foi o da Marvel Studios. Prova disso é que, além da completa lotação do Auditório Twitch, ainda havia uma imensa fila formada do lado de fora na esperança de conseguir uma vaga para conferir as novidades do estúdio.
A programação do auditório começou quente com a exibição do trailer de Thor: Ragnarok, o terceiro filme do herói, que tem estreia prevista para novembro deste ano. O trailer não é inédito, porém pela primeira vez foi exibido em uma tela de cinema.
Em um segundo momento foi exibido o trailer, também já divulgado, de Guardiões da Galáxia Vol. 2, cuja estreia está prevista para mês este mês. Mesmo não sendo inédito, a exibição do trailer serviu para contextualizar o que viria a seguir: a exibição exclusiva de quase 10 minutos do filme, separados em três cenas inéditas.

O TEXTO A SEGUIR POSSUI SPOILERS DE GUARDIÕES DA GALÁXIA VOLUME II
A primeira cena acontece após a batalha com um alienígena e mostra como os Guardiões são contratados pela raça dos Soberanos, liderada pela sacerdotisa Ayesha, mas não deixa claro qual o objetivo da missão. Em troca dos serviços da equipe, os heróis recebem Nebulosa, Irmã de Gamorra, como pagamento. Durante os diálogos finais, Ayesha enfatiza que sua raça é produzida com minucioso controle de DNA, para que não haja falha alguma nos indivíduos, gerados em casulos. A sacerdotisa pergunta ainda a Peter sobre sua descendência, dizendo que a miscigenação em seu DNA o torna imprevisível e descuidado. O herói confirma sua origem terráquea e diz não conhecer seu pai. Antes de partir, Rocket revela ao grupo que roubou valiosas baterias do lugar, motivo pelo qual a própria Nebulosa foi presa.
Uma das teorias levantadas pela cena deixou os fãs do auditório em polvorosa: as afirmações de Ayesha acerca da forma com a qual os cidadãos de seu planeta são gerados parece abrir precedentes para uma possível aparição de Adam Warlock, personagem das HQs criado através de uma experiência científica semelhante à barrada pela representante dos Soberanos, em um casulo que geraria um “Ser Humano Perfeito”. Isso sem contar a indicação da sacerdotiza sobre a miscigenação de Peter, o que pode explicar o fato dele ter segurado a pia do infinito sem morrer.
A segunda cena foi mais curta e se passa após os acontecimentos citados anteriormente. Os Guardiões são perseguidos por uma frota dos Soberanos. É quando Drax revela que Rocket tinha roubado as baterias. Fica o questionamento para os fãs se os Soberanos estão mesmo interessados em recuperar as baterias ou se tudo não passou de uma bela desculpa para Ayesha verificar as alterações no DNA de Peter.
Já a terceira e mais empolgante cena teve maravilhosos cinco minutos e meio de duração, começando em uma prisão na qual Baby Groot, Rocket e Yondu são confinados pelos Ravagers, grupo anteriormente comandado por Yondu. A sequência é um show de ação embalada pela música “Come A Little Bit Closer” de Jay & The Americans, onde Yondu, auxiliado por sua flecha Yaka, destrói seus inimigos de maneira magistral, contando com a ajuda de Rocket e Baby Groot pra completar a pancadaria.
As três cenas evidenciam que o filme continua com as principais marcas que consagraram a primeira produção: excelentes cenas de ação, visual incrível, trilha sonora impecável e muito humor!
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia dia 27 de abril e estamos aguardando ansiosamente pra poder juntar todas essas peças com vocês.

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CCXP TOUR | Marvel exibe cenas inéditas de Guardiões da Galáxia Vol. II

Sem dúvida alguma o painel mais aguardado do último dia de CCXP Tour foi o da Marvel Studios. Prova disso é que, além da completa lotação do Auditório Twitch, ainda havia uma imensa fila formada do lado de fora na esperança de conseguir uma vaga para conferir as novidades do estúdio.
A programação do auditório começou quente com a exibição do trailer de Thor: Ragnarok, o terceiro filme do herói, que tem estreia prevista para novembro deste ano. O trailer não é inédito, porém pela primeira vez foi exibido em uma tela de cinema.
Em um segundo momento foi exibido o trailer, também já divulgado, de Guardiões da Galáxia Vol. 2, cuja estreia está prevista para mês este mês. Mesmo não sendo inédito, a exibição do trailer serviu para contextualizar o que viria a seguir: a exibição exclusiva de quase 10 minutos do filme, separados em três cenas inéditas.

O TEXTO A SEGUIR POSSUI SPOILERS DE GUARDIÕES DA GALÁXIA VOLUME II
A primeira cena acontece após a batalha com um alienígena e mostra como os Guardiões são contratados pela raça dos Soberanos, liderada pela sacerdotisa Ayesha, mas não deixa claro qual o objetivo da missão. Em troca dos serviços da equipe, os heróis recebem Nebulosa, Irmã de Gamorra, como pagamento. Durante os diálogos finais, Ayesha enfatiza que sua raça é produzida com minucioso controle de DNA, para que não haja falha alguma nos indivíduos, gerados em casulos. A sacerdotisa pergunta ainda a Peter sobre sua descendência, dizendo que a miscigenação em seu DNA o torna imprevisível e descuidado. O herói confirma sua origem terráquea e diz não conhecer seu pai. Antes de partir, Rocket revela ao grupo que roubou valiosas baterias do lugar, motivo pelo qual a própria Nebulosa foi presa.
Uma das teorias levantadas pela cena deixou os fãs do auditório em polvorosa: as afirmações de Ayesha acerca da forma com a qual os cidadãos de seu planeta são gerados parece abrir precedentes para uma possível aparição de Adam Warlock, personagem das HQs criado através de uma experiência científica semelhante à barrada pela representante dos Soberanos, em um casulo que geraria um “Ser Humano Perfeito”. Isso sem contar a indicação da sacerdotiza sobre a miscigenação de Peter, o que pode explicar o fato dele ter segurado a pia do infinito sem morrer.
A segunda cena foi mais curta e se passa após os acontecimentos citados anteriormente. Os Guardiões são perseguidos por uma frota dos Soberanos. É quando Drax revela que Rocket tinha roubado as baterias. Fica o questionamento para os fãs se os Soberanos estão mesmo interessados em recuperar as baterias ou se tudo não passou de uma bela desculpa para Ayesha verificar as alterações no DNA de Peter.
Já a terceira e mais empolgante cena teve maravilhosos cinco minutos e meio de duração, começando em uma prisão na qual Baby Groot, Rocket e Yondu são confinados pelos Ravagers, grupo anteriormente comandado por Yondu. A sequência é um show de ação embalada pela música “Come A Little Bit Closer” de Jay & The Americans, onde Yondu, auxiliado por sua flecha Yaka, destrói seus inimigos de maneira magistral, contando com a ajuda de Rocket e Baby Groot pra completar a pancadaria.
As três cenas evidenciam que o filme continua com as principais marcas que consagraram a primeira produção: excelentes cenas de ação, visual incrível, trilha sonora impecável e muito humor!
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia dia 27 de abril e estamos aguardando ansiosamente pra poder juntar todas essas peças com vocês.

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Sem dúvida alguma o painel mais aguardado do último dia de CCXP Tour foi o da Marvel Studios. Prova disso é que, além da completa lotação do Auditório Twitch, ainda havia uma imensa fila formada do lado de fora na esperança de conseguir uma vaga para conferir as novidades do estúdio.
A programação do auditório começou quente com a exibição do trailer de Thor: Ragnarok, o terceiro filme do herói, que tem estreia prevista para novembro deste ano. O trailer não é inédito, porém pela primeira vez foi exibido em uma tela de cinema.
Em um segundo momento foi exibido o trailer, também já divulgado, de Guardiões da Galáxia Vol. 2, cuja estreia está prevista para mês este mês. Mesmo não sendo inédito, a exibição do trailer serviu para contextualizar o que viria a seguir: a exibição exclusiva de quase 10 minutos do filme, separados em três cenas inéditas.

O TEXTO A SEGUIR POSSUI SPOILERS DE GUARDIÕES DA GALÁXIA VOLUME II
A primeira cena acontece após a batalha com um alienígena e mostra como os Guardiões são contratados pela raça dos Soberanos, liderada pela sacerdotisa Ayesha, mas não deixa claro qual o objetivo da missão. Em troca dos serviços da equipe, os heróis recebem Nebulosa, Irmã de Gamorra, como pagamento. Durante os diálogos finais, Ayesha enfatiza que sua raça é produzida com minucioso controle de DNA, para que não haja falha alguma nos indivíduos, gerados em casulos. A sacerdotisa pergunta ainda a Peter sobre sua descendência, dizendo que a miscigenação em seu DNA o torna imprevisível e descuidado. O herói confirma sua origem terráquea e diz não conhecer seu pai. Antes de partir, Rocket revela ao grupo que roubou valiosas baterias do lugar, motivo pelo qual a própria Nebulosa foi presa.
Uma das teorias levantadas pela cena deixou os fãs do auditório em polvorosa: as afirmações de Ayesha acerca da forma com a qual os cidadãos de seu planeta são gerados parece abrir precedentes para uma possível aparição de Adam Warlock, personagem das HQs criado através de uma experiência científica semelhante à barrada pela representante dos Soberanos, em um casulo que geraria um “Ser Humano Perfeito”. Isso sem contar a indicação da sacerdotiza sobre a miscigenação de Peter, o que pode explicar o fato dele ter segurado a pia do infinito sem morrer.
A segunda cena foi mais curta e se passa após os acontecimentos citados anteriormente. Os Guardiões são perseguidos por uma frota dos Soberanos. É quando Drax revela que Rocket tinha roubado as baterias. Fica o questionamento para os fãs se os Soberanos estão mesmo interessados em recuperar as baterias ou se tudo não passou de uma bela desculpa para Ayesha verificar as alterações no DNA de Peter.
Já a terceira e mais empolgante cena teve maravilhosos cinco minutos e meio de duração, começando em uma prisão na qual Baby Groot, Rocket e Yondu são confinados pelos Ravagers, grupo anteriormente comandado por Yondu. A sequência é um show de ação embalada pela música “Come A Little Bit Closer” de Jay & The Americans, onde Yondu, auxiliado por sua flecha Yaka, destrói seus inimigos de maneira magistral, contando com a ajuda de Rocket e Baby Groot pra completar a pancadaria.
As três cenas evidenciam que o filme continua com as principais marcas que consagraram a primeira produção: excelentes cenas de ação, visual incrível, trilha sonora impecável e muito humor!
“Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia dia 27 de abril e estamos aguardando ansiosamente pra poder juntar todas essas peças com vocês.

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CCXP Tour | O Rastro, Filme de Terror nacional exibe cenas inéditas

Era grande a expectativa em torno do painel do mais novo filme de terror nacional, “O Rastro”, no auditório Twitch neste sábado (15). Com a participação de Rafael Cardoso, J.C. Fyer, Alice Wegmann e Malu Miranda e mediação de Marcelo Hessel, o painel trouxe para os fãs inúmeros detalhes dos bastidores das gravações além de curiosidades por trás da produção do filme.

“O Rastro” conta a história de João (Rafael Cardoso), talentoso médico escolhido para coordenar a remoção dos pacientes de um antigo hospital do Rio de Janeiro prestes a ser desativado por falta de verba. Acontece que, na noite da transferência, uma jovem paciente desaparece sem deixar vestígios, o que perturba bastante João. Obstinado em descobrir a verdade, o jovem médico mergulha em um mundo obscuro e perigoso que não deveria ser conhecido.

O diretor do filme, JC Fyer, compartilhou as dificuldades de produzir um filme de terror nas terras tupiniquins e quanta dedicação foi investida no projeto. “Foram mais de sete anos só para finalizarmos o roteiro. Queríamos aproveitar elementos clássicos do gênero, mas também criar algo novo, com a cara do Brasil. O terror é um gênero pouquíssimo explorado no país, mas com um potencial enorme. Poderia classificar “O Rastro” em quatro palavras: drama-politico-denuncia-terror”, explicou.

Outro aspecto que chama bastante atenção sobre o filme é justamente o caráter político da produção. “O Rastro” traz uma profunda crítica sobre a situação da saúde no Brasil e é esse caos que dá o tom sombrio da obra. Malu Miranda, produtora do filme, lembrou das dificuldades com a locação durante as gravações. “Quando fui fechar o contrato de locação com o diretor do hospital, ele começou a falar que estavam passando por momentos difíceis e lutando para que a instituição não fosse fechada. Por falta de verba, boa parte do local estava sem condições de uso, algumas foram desativadas até mesmo durante as gravações. Chegaram a cortar água e luz enquanto filmávamos, eram as mesmas circunstâncias que estavam no roteiro do filme, foi algo surreal”, comentou a ________.

“A coisa era tão séria que precisamos limpar as áreas abandonadas dentro do hospital e até mesmo reformar algumas partes, ainda que fossemos fazer um filme de terror. Era algo de outro mundo, toda a equipe tinha que trabalhar com capacetes de proteção”, contou o Fyer.

Após o bate papo com a equipe, foi exibida uma cena exclusiva de 10 minutos, onde foi possível ver a excelente qualidade da produção. Destaque da cena, a edição de áudio do filme ficou sob a batuta da excelente equipe que trabalhou em “Tropa de Elite”.

Curiosidades

1. Apesar do roteiro ter levado quase uma década para ser concluído, as gravações duraram apenas 33 dias.

2. A produção contou com o apertado orçamento de 7 milhões de reais.

“O Rastro” estreia dia 18 de Maio nos cinemas brasileiros.

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CCXP Tour | O Rastro, Filme de Terror nacional exibe cenas inéditas

Era grande a expectativa em torno do painel do mais novo filme de terror nacional, “O Rastro”, no auditório Twitch neste sábado (15). Com a participação de Rafael Cardoso, J.C. Fyer, Alice Wegmann e Malu Miranda e mediação de Marcelo Hessel, o painel trouxe para os fãs inúmeros detalhes dos bastidores das gravações além de curiosidades por trás da produção do filme.

“O Rastro” conta a história de João (Rafael Cardoso), talentoso médico escolhido para coordenar a remoção dos pacientes de um antigo hospital do Rio de Janeiro prestes a ser desativado por falta de verba. Acontece que, na noite da transferência, uma jovem paciente desaparece sem deixar vestígios, o que perturba bastante João. Obstinado em descobrir a verdade, o jovem médico mergulha em um mundo obscuro e perigoso que não deveria ser conhecido.

O diretor do filme, JC Fyer, compartilhou as dificuldades de produzir um filme de terror nas terras tupiniquins e quanta dedicação foi investida no projeto. “Foram mais de sete anos só para finalizarmos o roteiro. Queríamos aproveitar elementos clássicos do gênero, mas também criar algo novo, com a cara do Brasil. O terror é um gênero pouquíssimo explorado no país, mas com um potencial enorme. Poderia classificar “O Rastro” em quatro palavras: drama-politico-denuncia-terror”, explicou.

Outro aspecto que chama bastante atenção sobre o filme é justamente o caráter político da produção. “O Rastro” traz uma profunda crítica sobre a situação da saúde no Brasil e é esse caos que dá o tom sombrio da obra. Malu Miranda, produtora do filme, lembrou das dificuldades com a locação durante as gravações. “Quando fui fechar o contrato de locação com o diretor do hospital, ele começou a falar que estavam passando por momentos difíceis e lutando para que a instituição não fosse fechada. Por falta de verba, boa parte do local estava sem condições de uso, algumas foram desativadas até mesmo durante as gravações. Chegaram a cortar água e luz enquanto filmávamos, eram as mesmas circunstâncias que estavam no roteiro do filme, foi algo surreal”, comentou a ________.

“A coisa era tão séria que precisamos limpar as áreas abandonadas dentro do hospital e até mesmo reformar algumas partes, ainda que fossemos fazer um filme de terror. Era algo de outro mundo, toda a equipe tinha que trabalhar com capacetes de proteção”, contou o Fyer.

Após o bate papo com a equipe, foi exibida uma cena exclusiva de 10 minutos, onde foi possível ver a excelente qualidade da produção. Destaque da cena, a edição de áudio do filme ficou sob a batuta da excelente equipe que trabalhou em “Tropa de Elite”.

Curiosidades

1. Apesar do roteiro ter levado quase uma década para ser concluído, as gravações duraram apenas 33 dias.

2. A produção contou com o apertado orçamento de 7 milhões de reais.

“O Rastro” estreia dia 18 de Maio nos cinemas brasileiros.

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CCXP Tour | O Rastro, Filme de Terror nacional exibe cenas inéditas

Era grande a expectativa em torno do painel do mais novo filme de terror nacional, “O Rastro”, no auditório Twitch neste sábado (15). Com a participação de Rafael Cardoso, J.C. Fyer, Alice Wegmann e Malu Miranda e mediação de Marcelo Hessel, o painel trouxe para os fãs inúmeros detalhes dos bastidores das gravações além de curiosidades por trás da produção do filme.

“O Rastro” conta a história de João (Rafael Cardoso), talentoso médico escolhido para coordenar a remoção dos pacientes de um antigo hospital do Rio de Janeiro prestes a ser desativado por falta de verba. Acontece que, na noite da transferência, uma jovem paciente desaparece sem deixar vestígios, o que perturba bastante João. Obstinado em descobrir a verdade, o jovem médico mergulha em um mundo obscuro e perigoso que não deveria ser conhecido.

O diretor do filme, JC Fyer, compartilhou as dificuldades de produzir um filme de terror nas terras tupiniquins e quanta dedicação foi investida no projeto. “Foram mais de sete anos só para finalizarmos o roteiro. Queríamos aproveitar elementos clássicos do gênero, mas também criar algo novo, com a cara do Brasil. O terror é um gênero pouquíssimo explorado no país, mas com um potencial enorme. Poderia classificar “O Rastro” em quatro palavras: drama-politico-denuncia-terror”, explicou.

Outro aspecto que chama bastante atenção sobre o filme é justamente o caráter político da produção. “O Rastro” traz uma profunda crítica sobre a situação da saúde no Brasil e é esse caos que dá o tom sombrio da obra. Malu Miranda, produtora do filme, lembrou das dificuldades com a locação durante as gravações. “Quando fui fechar o contrato de locação com o diretor do hospital, ele começou a falar que estavam passando por momentos difíceis e lutando para que a instituição não fosse fechada. Por falta de verba, boa parte do local estava sem condições de uso, algumas foram desativadas até mesmo durante as gravações. Chegaram a cortar água e luz enquanto filmávamos, eram as mesmas circunstâncias que estavam no roteiro do filme, foi algo surreal”, comentou a ________.

“A coisa era tão séria que precisamos limpar as áreas abandonadas dentro do hospital e até mesmo reformar algumas partes, ainda que fossemos fazer um filme de terror. Era algo de outro mundo, toda a equipe tinha que trabalhar com capacetes de proteção”, contou o Fyer.

Após o bate papo com a equipe, foi exibida uma cena exclusiva de 10 minutos, onde foi possível ver a excelente qualidade da produção. Destaque da cena, a edição de áudio do filme ficou sob a batuta da excelente equipe que trabalhou em “Tropa de Elite”.

Curiosidades

1. Apesar do roteiro ter levado quase uma década para ser concluído, as gravações duraram apenas 33 dias.

2. A produção contou com o apertado orçamento de 7 milhões de reais.

“O Rastro” estreia dia 18 de Maio nos cinemas brasileiros.

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Era grande a expectativa em torno do painel do mais novo filme de terror nacional, “O Rastro”, no auditório Twitch neste sábado (15). Com a participação de Rafael Cardoso, J.C. Fyer, Alice Wegmann e Malu Miranda e mediação de Marcelo Hessel, o painel trouxe para os fãs inúmeros detalhes dos bastidores das gravações além de curiosidades por trás da produção do filme.

“O Rastro” conta a história de João (Rafael Cardoso), talentoso médico escolhido para coordenar a remoção dos pacientes de um antigo hospital do Rio de Janeiro prestes a ser desativado por falta de verba. Acontece que, na noite da transferência, uma jovem paciente desaparece sem deixar vestígios, o que perturba bastante João. Obstinado em descobrir a verdade, o jovem médico mergulha em um mundo obscuro e perigoso que não deveria ser conhecido.

O diretor do filme, JC Fyer, compartilhou as dificuldades de produzir um filme de terror nas terras tupiniquins e quanta dedicação foi investida no projeto. “Foram mais de sete anos só para finalizarmos o roteiro. Queríamos aproveitar elementos clássicos do gênero, mas também criar algo novo, com a cara do Brasil. O terror é um gênero pouquíssimo explorado no país, mas com um potencial enorme. Poderia classificar “O Rastro” em quatro palavras: drama-politico-denuncia-terror”, explicou.

Outro aspecto que chama bastante atenção sobre o filme é justamente o caráter político da produção. “O Rastro” traz uma profunda crítica sobre a situação da saúde no Brasil e é esse caos que dá o tom sombrio da obra. Malu Miranda, produtora do filme, lembrou das dificuldades com a locação durante as gravações. “Quando fui fechar o contrato de locação com o diretor do hospital, ele começou a falar que estavam passando por momentos difíceis e lutando para que a instituição não fosse fechada. Por falta de verba, boa parte do local estava sem condições de uso, algumas foram desativadas até mesmo durante as gravações. Chegaram a cortar água e luz enquanto filmávamos, eram as mesmas circunstâncias que estavam no roteiro do filme, foi algo surreal”, comentou a ________.

“A coisa era tão séria que precisamos limpar as áreas abandonadas dentro do hospital e até mesmo reformar algumas partes, ainda que fossemos fazer um filme de terror. Era algo de outro mundo, toda a equipe tinha que trabalhar com capacetes de proteção”, contou o Fyer.

Após o bate papo com a equipe, foi exibida uma cena exclusiva de 10 minutos, onde foi possível ver a excelente qualidade da produção. Destaque da cena, a edição de áudio do filme ficou sob a batuta da excelente equipe que trabalhou em “Tropa de Elite”.

Curiosidades

1. Apesar do roteiro ter levado quase uma década para ser concluído, as gravações duraram apenas 33 dias.

2. A produção contou com o apertado orçamento de 7 milhões de reais.

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CCXP TOUR | Artistas debatem sobre as adaptações das quadrinhos da DC para o cinema e televisão

Mais uma roda de debate marcou a programação do auditório Twitch da CCXP Tour nesta sexta-feira (15). Em uma bancada composta pelos gigantes Glenn Fabry, Jock, Will Conrad, Ivan Reis eEd Barrows e mediada por Marcelo Hessel, os participantes foram convidados a comentar sobre as adaptações do universo dos heróis da DC Comics dos quadrinhos para o cinema/ televisão.

Começando o bate bola pela fidelidade nas adaptações, Hessel fez algumas provocações, especialmente ao veterano brasileiro Ivan Reis, quadrinista com um currículo invejável que contém obras como Aquaman, Liga da Justiça, Superman e Lanterna Verde e ainda é consultor criativo dos filmes da DC. Os questionamentos se pautaram sobre o grau em que os quadrinhos tem influenciado a história das produções audiovisuais, tanto nos aspectos gráficos quanto nos narrativos. Reis fez questão de lembrar que, diferente do que alguns pensam, HQs, cinema e TV são plataformas diferentes em diversos aspectos. “Os quadrinhos não são storyboards para produções de cinema ou de TV. Lá (no audiovisual) a história não é apresentada ‘de uma vez’ em uma única página, ou sequer possui balões que representem diálogos. São formas distintas de conteúdo que reproduzem diferentes sensações e que diferem até mesmo na forma de consumo”, completou o quadrinista.

Houve também alguns momentos de confissão dos artistas. Glenn Fabry, por exemplo, contou que um dos motivos pelos quais o filme do Constantine aconteceu foi porque o próprio Keanu Reeves era fã da HQ, mas não achou que a adaptação tenha sido fiel. Jock, por sua vez, confessou que, apesar de se consagrado como a mão por trás de Arrow, jamais assistiu a série televisiva.

Ed Barrows, responsável por HQs como Batman e Liga da Justiça, também lembrou da necessidade das adaptações desenvolverem bons roteiros, focando não só na plástica das obras, mas também nas histórias. Barrows ressaltou ainda a necessidade de que os estúdios busquem uma maior fidelidade com as origens e com a essência dos personagens adaptados. “Muitas vezes a vontade que dá é de chamar alguns executivos dos estúdios e falar: ‘senta aqui, deixa eu te explicar mais sobre esses personagens”, finalizou o artista.

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CCXP TOUR | Artistas debatem sobre as adaptações das quadrinhos da DC para o cinema e televisão

Mais uma roda de debate marcou a programação do auditório Twitch da CCXP Tour nesta sexta-feira (15). Em uma bancada composta pelos gigantes Glenn Fabry, Jock, Will Conrad, Ivan Reis eEd Barrows e mediada por Marcelo Hessel, os participantes foram convidados a comentar sobre as adaptações do universo dos heróis da DC Comics dos quadrinhos para o cinema/ televisão.

Começando o bate bola pela fidelidade nas adaptações, Hessel fez algumas provocações, especialmente ao veterano brasileiro Ivan Reis, quadrinista com um currículo invejável que contém obras como Aquaman, Liga da Justiça, Superman e Lanterna Verde e ainda é consultor criativo dos filmes da DC. Os questionamentos se pautaram sobre o grau em que os quadrinhos tem influenciado a história das produções audiovisuais, tanto nos aspectos gráficos quanto nos narrativos. Reis fez questão de lembrar que, diferente do que alguns pensam, HQs, cinema e TV são plataformas diferentes em diversos aspectos. “Os quadrinhos não são storyboards para produções de cinema ou de TV. Lá (no audiovisual) a história não é apresentada ‘de uma vez’ em uma única página, ou sequer possui balões que representem diálogos. São formas distintas de conteúdo que reproduzem diferentes sensações e que diferem até mesmo na forma de consumo”, completou o quadrinista.

Houve também alguns momentos de confissão dos artistas. Glenn Fabry, por exemplo, contou que um dos motivos pelos quais o filme do Constantine aconteceu foi porque o próprio Keanu Reeves era fã da HQ, mas não achou que a adaptação tenha sido fiel. Jock, por sua vez, confessou que, apesar de se consagrado como a mão por trás de Arrow, jamais assistiu a série televisiva.

Ed Barrows, responsável por HQs como Batman e Liga da Justiça, também lembrou da necessidade das adaptações desenvolverem bons roteiros, focando não só na plástica das obras, mas também nas histórias. Barrows ressaltou ainda a necessidade de que os estúdios busquem uma maior fidelidade com as origens e com a essência dos personagens adaptados. “Muitas vezes a vontade que dá é de chamar alguns executivos dos estúdios e falar: ‘senta aqui, deixa eu te explicar mais sobre esses personagens”, finalizou o artista.

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