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Game Of Thrones | Uma sétima temporada rápida, objetiva e cheia de vazamentos

Não é fácil dizer adeus a uma série, e para Game Of Thrones esse adeus vai sendo dado por partes. Desde que foi anunciado que a série só iria até a oitava temporada, os fãs vem amargando o gosto da despedida. Tivemos uma temporada com estreia atrasada devido o tempo de gravação ser estendido porque “o inverno chegou”, tivemos episódios a menos, e outra grande preocupação estava no fato de que os livros que encerram As Crônicas de Gelo e Fogo ainda não foram lançados.

Pois bem, com apenas 13 episódios para terminar a série e ainda muita trama para desenrolar a série voou para conseguir entregar tudo, deixou de lado algumas enrolações, atropelou outras mas no geral divertiu e alegrou os fãs.

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Duas grandes guerras são evidentes em Game Of Thrones: A guerra contra os White Walkers e a Guerra pelo Trono de Ferro. A primeira, Jon Snow encabeça e tem durante toda a temporada a missão de convencer as demais grandes líderes a lutar juntos pela sobrevivência dos reinos dos vivos. Na segunda, temos de um lado Daenerys voltando para Pedra do Dragão e se articulando para invadir Porto Real, do outro temos Cersei, percebendo que o cerco está se fechando e tentando conseguir novos aliados na injusta guerra contra uma inimiga que possui três dragões.

No Norte, temos a Casa Stark aos poucos se reunindo, com a chegada de Bran (que agora é o Corvo de Três Olhos) e logo depois a de Arya (que agora é Ninguém). A volta dos Starks para Winterfell retoma a virada por cima de tudo o que a família passou ao longo das temporadas da série. Neste caminho houveram mortes, derrotas, traições, sofrimento (Sansa que o diga), mas agora parece que finalmente chegou a hora do Norte se reerguer. Temos Jon Snow, que mesmo sem pedir virou o Rei do Norte. Sansa, que representa uma das maiores evoluções de personagens da série, que sofreu porém conseguiu extrair várias lições e está pronta para as responsabilidades de uma lady de Winterfell. Arya ainda busca ardentemente a vingança a todos os malfeitores de sua casa. Bran carrega agora consigo o peso de saber tudo o que aconteceu no passado e o que está acontecendo, e tem em si o grande segredo que mudará de vez o jogo dos tronos (e que vai ficar para a próxima temporada).

Uma das maiores queixas dos fãs se deu pelo fan service presente na temporada. As reclamações fazem sentido por Game Of Thrones sempre fugir do óbvio e nos deixar loucos pelos seus plots. Porém, com tanto fandom e tantas teorias criadas ao longo dos anos, é evidente que chegaria uma hora que tudo teria que seguir o curso normal dos contos. Teve Jonerys, teve Dragão de Gelo, diálogos previsíveis, volta de personagens, em certo momento pareceu que estávamos diante de um grande novelão, porém reforço, tem pouco tempo de tela para muita coisa ainda acontecer. E se alguma coisa precisava ser deixada de lado, isso foi a consistência. A temporada não perdeu tempo de viagem, ou diálogos explicativos, tudo tinha que acontecer e em troca ganhamos sete episódios de tirar o fôlego.

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Não podemos deixar de mencionar o quanto a produção se superou neste ano. Destaque para os dragões que foram responsáveis pelos mais belos “Dracarys”. As locações e efeitos especiais de Game Of Thrones deixam algumas obras cinematográficas para trás. Ao fim da série, poderemos dizer que houve televisão Antes e Depois de Game Of Thrones. Se pensávamos que a Batalha dos Bastardos era algo já grandioso, os episódios quatro e seis dessa temporada nos fez lembrar que sempre podemos ser surpreendidos por uma batalha maior em GOT.

Ainda que tivemos um show diante dos nossos olhos, nos bastidores dessa temporada a HBO passou por uma sequência de exposição de sua fragilidade e tivemos uma terceira guerra: contra os hackers. Houve vazamentos dos roteiros da temporada completa, houve episódio vazado e para completar a HBO Espanha transmitiu um dos episódios antes do tempo. Claramente os números da série não foram afetados por isso, GOT manteve superando recordes de audiência durante toda temporada, porém expôs ao mundo o quão vulnerável a emissora está de um grande ataque. Abre o olho para a última temporada, HBO!

E no momento R.I.P. da crítica podemos destacar pelo menos quatro grandes perdas da série nesta temporada:

– Olenna Tyrell, que se despediu em grande estilo revelando a Jaime o envenenamento de Jorah;

– Viseryon, nosso querido dragão que morreu para a Dany, mas viveu para os White Walkers;

– Tio Benjen, que apareceu apenas para reforçar o quão Deus Ex-Machina é o Jon Snow;

– E por fim, a tão comemorada morte de Mindinho!

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A guerra contra os White Walkers não acabou, ao final dela a outra será retomada. A teoria R+L=J não apenas foi confirmada, mas comprovada que o Jon é filho legítimo, graças a anulação do casamento entre Rhaegar Targaryen e Elia Martell e o casamento em seguida com Lyanna Stark em Dorne. E já que incesto nunca foi problema em GOT, Jon (que continua não sabendo nada) e Daenerys, terminaram a temporada juntos, na tentativa de gerar filhos que não sejam dragões.

A promessa é que então teremos uma oitava temporada ainda mais intensa e menor e  que nos resta agora é esperar até 2019 para ver o grande desfecho dessa que é a maior série da atualidade.

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CRÍTICA | DEFENSORES – 1° TEMPORADA

Não tem para onde correr, os heróis estão tomando conta do entretenimento. Este ano já tivemos quatro filmes de super-heróis (Marvel/DC) e ainda tem mais dois pela frente. No universo das séries esse número é ainda maior, e por mais que a DC saiu na frente nesta nova fase de heróis na TV com a criação do Arrowverse em 2012. Mas é evidente que a Marvel (não me chamem de Marvete), oferece nesse contexto séries mais maduras e tramas mais consistentes.

Marvel's The Defenders

Nesse contexto, em 2015, surgiu a parceria entre Marvel e Netflix com Demolidor, em seguida fomos apresentados a novos heróis urbanos da editora: Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, que todos já sabíamos que culminaria não apenas em um episódio crossover, mas em uma série com essa reunião dos heróis, tal qual o universo cinematográfico culmina nos filmes dos Vingadores. No percurso nos foram entregues ótimos shows (Leia-se Demolidor e Jessica Jones) e outros nem tão bom assim (leia-se Luke Cage e Punho de Ferro).

Defensores começa exatamente após os eventos de cada série individual. Matt Murdock ou Demolidor desistiu da carreira de herói após “ver” Elektra morrendo em seus braços e todo o terror causado pelos atos extremistas do Justiceiro. Jessica Jones segue sua vida embriagada e sem heroísmo. Luke Cage é liberto da prisão e Danny Rand continua procurando pistas do Tentáculo para combatê-lo.

Fugindo da fórmula dos 13 episódios, a série opta por apresentar 8 episódios nessa temporada, o que foi uma das decisões mais acertadas, tendo em vista a maior fluidez ao texto e eliminação dos fillers tão presentes em Luke Cage e Punho de Ferro. Mesmo com a redução dos episódios a série não mete os pés pelos braços para conseguir juntar os heróis. Isso se dá aos poucos usando metade da temporada, e isso não é ruim. Podemos dividir a temporada em duas: metade para os heróis se conectarem e a outra metade para o combate ao vilão.

Marvel's The Defenders

O inimigo maior dos Defensores é o Tentáculo, algo que já tínhamos alguns lampejos do que era em Demolidor, e foi ampliado em Punho de Ferro. Sendo assim as principais conexões são oriundas dessas duas tramas. A vilã Alexandra (Sigourney Weaver) decide utilizar a última poção da ressurreição em Elektra, transformando-a no Céu Negro, acreditando ser a maior arma para deter o Punho de Ferro, o único capaz de abrir o portal para conseguir os ingredientes necessários para a poção.

Mesmo sendo o alvo do Tentáculo, o Punho de Ferro não consegue ter carisma o suficiente nem experiência o suficiente para ser o líder da equipe, cargo esse que fica para o Demolidor, o que faz todo sentido tendo em vista que o herói está a mais tempo nas ruas (e nas telas). Ainda sobre Danny Rand, o encontro dele com Luke Cage e a dupla que eles formam é um excelente fan service para quem queria ver Power Man and Iron Fist juntos na tela. Os dois juntos funcionam muito bem em tela, é de se pensar até cancelarem suas séries solos e fazer uma com os dois juntos.

Jessica Jones é responsável por trazer ao ar alguns momentos de alívio cômico através de seu humor ácido e sua descrença nos fatos místicos de K’um L’um, o que é de se estranhar tendo em vista que eles estão em Nova Iorque, cidade que já foi sitiado por alienígenas em Vingadores.

os-defensores18

As lutas foram bem coreografadas, pelo menos melhor que a decepção que tivemos em Punho de Ferro. É perceptível o cuidado que houve para extrair o melhor de cada herói em cena, com direito a famosa cena da luta no corredor que já é uma marca das séries da Marvel na Netflix. Destaque para Élodie Yung, interpretando a Elektra, que rouba as cenas de luta pra si.

A fotografia faz questão de destacar as diferenças entre os heróis dando um tom para cada um: Tons avermelhados para Demolidor, azulado para Jessica Jones, amarelado para Luke Cage e mais esverdeado para o Punho de Ferro. Essa escolha na fotografia ajuda no início da série a identificar já que estão sendo apresentados e contextualizados o universo individual de cada herói, mas perde o sentido, beirando ao tosco da metade da série em diante.

A conexão entre as séries que achávamos que ia ficar a cargo de Claire Temple, na verdade ficou por conta do inimigo em comum e fatos deixados ao longo das séries que passam a fazer mais sentido nessa. É ótimo ver a importância dos coadjuvantes na trama, Karen, Foggy, Malcolm, Trish, Colleen, Stick e Misty Knight, todos juntos dando suporte (como podem) na trama e na luta contra o Tentáculo. Outro fan service é a interação entre Colleen e Misty Knight que só aumenta a vontade de ver as Filhas do Dragão juntas no combate ao crime.

Marvel's The Defenders

Deixando de lado o tom sombrio e pesado devido as cargas pessoais dos heróis, Defensores diverte o público, apresenta um roteiro mais consistente e abre espaço para a “fase 2” da Marvel na Netflix. Alguns erros ainda precisam ser corrigidos, mas a série é prova que a Marvel tem controle do seu universo compartilhado, seja nas telonas ou agora nas telinhas.

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CRÍTICA | DEFENSORES – 1° TEMPORADA

Não tem para onde correr, os heróis estão tomando conta do entretenimento. Este ano já tivemos quatro filmes de super-heróis (Marvel/DC) e ainda tem mais dois pela frente. No universo das séries esse número é ainda maior, e por mais que a DC saiu na frente nesta nova fase de heróis na TV com a criação do Arrowverse em 2012. Mas é evidente que a Marvel (não me chamem de Marvete), oferece nesse contexto séries mais maduras e tramas mais consistentes.

Marvel's The Defenders

Nesse contexto, em 2015, surgiu a parceria entre Marvel e Netflix com Demolidor, em seguida fomos apresentados a novos heróis urbanos da editora: Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, que todos já sabíamos que culminaria não apenas em um episódio crossover, mas em uma série com essa reunião dos heróis, tal qual o universo cinematográfico culmina nos filmes dos Vingadores. No percurso nos foram entregues ótimos shows (Leia-se Demolidor e Jessica Jones) e outros nem tão bom assim (leia-se Luke Cage e Punho de Ferro).

Defensores começa exatamente após os eventos de cada série individual. Matt Murdock ou Demolidor desistiu da carreira de herói após “ver” Elektra morrendo em seus braços e todo o terror causado pelos atos extremistas do Justiceiro. Jessica Jones segue sua vida embriagada e sem heroísmo. Luke Cage é liberto da prisão e Danny Rand continua procurando pistas do Tentáculo para combatê-lo.

Fugindo da fórmula dos 13 episódios, a série opta por apresentar 8 episódios nessa temporada, o que foi uma das decisões mais acertadas, tendo em vista a maior fluidez ao texto e eliminação dos fillers tão presentes em Luke Cage e Punho de Ferro. Mesmo com a redução dos episódios a série não mete os pés pelos braços para conseguir juntar os heróis. Isso se dá aos poucos usando metade da temporada, e isso não é ruim. Podemos dividir a temporada em duas: metade para os heróis se conectarem e a outra metade para o combate ao vilão.

Marvel's The Defenders

O inimigo maior dos Defensores é o Tentáculo, algo que já tínhamos alguns lampejos do que era em Demolidor, e foi ampliado em Punho de Ferro. Sendo assim as principais conexões são oriundas dessas duas tramas. A vilã Alexandra (Sigourney Weaver) decide utilizar a última poção da ressurreição em Elektra, transformando-a no Céu Negro, acreditando ser a maior arma para deter o Punho de Ferro, o único capaz de abrir o portal para conseguir os ingredientes necessários para a poção.

Mesmo sendo o alvo do Tentáculo, o Punho de Ferro não consegue ter carisma o suficiente nem experiência o suficiente para ser o líder da equipe, cargo esse que fica para o Demolidor, o que faz todo sentido tendo em vista que o herói está a mais tempo nas ruas (e nas telas). Ainda sobre Danny Rand, o encontro dele com Luke Cage e a dupla que eles formam é um excelente fan service para quem queria ver Power Man and Iron Fist juntos na tela. Os dois juntos funcionam muito bem em tela, é de se pensar até cancelarem suas séries solos e fazer uma com os dois juntos.

Jessica Jones é responsável por trazer ao ar alguns momentos de alívio cômico através de seu humor ácido e sua descrença nos fatos místicos de K’um L’um, o que é de se estranhar tendo em vista que eles estão em Nova Iorque, cidade que já foi sitiado por alienígenas em Vingadores.

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As lutas foram bem coreografadas, pelo menos melhor que a decepção que tivemos em Punho de Ferro. É perceptível o cuidado que houve para extrair o melhor de cada herói em cena, com direito a famosa cena da luta no corredor que já é uma marca das séries da Marvel na Netflix. Destaque para Élodie Yung, interpretando a Elektra, que rouba as cenas de luta pra si.

A fotografia faz questão de destacar as diferenças entre os heróis dando um tom para cada um: Tons avermelhados para Demolidor, azulado para Jessica Jones, amarelado para Luke Cage e mais esverdeado para o Punho de Ferro. Essa escolha na fotografia ajuda no início da série a identificar já que estão sendo apresentados e contextualizados o universo individual de cada herói, mas perde o sentido, beirando ao tosco da metade da série em diante.

A conexão entre as séries que achávamos que ia ficar a cargo de Claire Temple, na verdade ficou por conta do inimigo em comum e fatos deixados ao longo das séries que passam a fazer mais sentido nessa. É ótimo ver a importância dos coadjuvantes na trama, Karen, Foggy, Malcolm, Trish, Colleen, Stick e Misty Knight, todos juntos dando suporte (como podem) na trama e na luta contra o Tentáculo. Outro fan service é a interação entre Colleen e Misty Knight que só aumenta a vontade de ver as Filhas do Dragão juntas no combate ao crime.

Marvel's The Defenders

Deixando de lado o tom sombrio e pesado devido as cargas pessoais dos heróis, Defensores diverte o público, apresenta um roteiro mais consistente e abre espaço para a “fase 2” da Marvel na Netflix. Alguns erros ainda precisam ser corrigidos, mas a série é prova que a Marvel tem controle do seu universo compartilhado, seja nas telonas ou agora nas telinhas.

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Não tem para onde correr, os heróis estão tomando conta do entretenimento. Este ano já tivemos quatro filmes de super-heróis (Marvel/DC) e ainda tem mais dois pela frente. No universo das séries esse número é ainda maior, e por mais que a DC saiu na frente nesta nova fase de heróis na TV com a criação do Arrowverse em 2012. Mas é evidente que a Marvel (não me chamem de Marvete), oferece nesse contexto séries mais maduras e tramas mais consistentes.

Marvel's The Defenders

Nesse contexto, em 2015, surgiu a parceria entre Marvel e Netflix com Demolidor, em seguida fomos apresentados a novos heróis urbanos da editora: Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, que todos já sabíamos que culminaria não apenas em um episódio crossover, mas em uma série com essa reunião dos heróis, tal qual o universo cinematográfico culmina nos filmes dos Vingadores. No percurso nos foram entregues ótimos shows (Leia-se Demolidor e Jessica Jones) e outros nem tão bom assim (leia-se Luke Cage e Punho de Ferro).

Defensores começa exatamente após os eventos de cada série individual. Matt Murdock ou Demolidor desistiu da carreira de herói após “ver” Elektra morrendo em seus braços e todo o terror causado pelos atos extremistas do Justiceiro. Jessica Jones segue sua vida embriagada e sem heroísmo. Luke Cage é liberto da prisão e Danny Rand continua procurando pistas do Tentáculo para combatê-lo.

Fugindo da fórmula dos 13 episódios, a série opta por apresentar 8 episódios nessa temporada, o que foi uma das decisões mais acertadas, tendo em vista a maior fluidez ao texto e eliminação dos fillers tão presentes em Luke Cage e Punho de Ferro. Mesmo com a redução dos episódios a série não mete os pés pelos braços para conseguir juntar os heróis. Isso se dá aos poucos usando metade da temporada, e isso não é ruim. Podemos dividir a temporada em duas: metade para os heróis se conectarem e a outra metade para o combate ao vilão.

Marvel's The Defenders

O inimigo maior dos Defensores é o Tentáculo, algo que já tínhamos alguns lampejos do que era em Demolidor, e foi ampliado em Punho de Ferro. Sendo assim as principais conexões são oriundas dessas duas tramas. A vilã Alexandra (Sigourney Weaver) decide utilizar a última poção da ressurreição em Elektra, transformando-a no Céu Negro, acreditando ser a maior arma para deter o Punho de Ferro, o único capaz de abrir o portal para conseguir os ingredientes necessários para a poção.

Mesmo sendo o alvo do Tentáculo, o Punho de Ferro não consegue ter carisma o suficiente nem experiência o suficiente para ser o líder da equipe, cargo esse que fica para o Demolidor, o que faz todo sentido tendo em vista que o herói está a mais tempo nas ruas (e nas telas). Ainda sobre Danny Rand, o encontro dele com Luke Cage e a dupla que eles formam é um excelente fan service para quem queria ver Power Man and Iron Fist juntos na tela. Os dois juntos funcionam muito bem em tela, é de se pensar até cancelarem suas séries solos e fazer uma com os dois juntos.

Jessica Jones é responsável por trazer ao ar alguns momentos de alívio cômico através de seu humor ácido e sua descrença nos fatos místicos de K’um L’um, o que é de se estranhar tendo em vista que eles estão em Nova Iorque, cidade que já foi sitiado por alienígenas em Vingadores.

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As lutas foram bem coreografadas, pelo menos melhor que a decepção que tivemos em Punho de Ferro. É perceptível o cuidado que houve para extrair o melhor de cada herói em cena, com direito a famosa cena da luta no corredor que já é uma marca das séries da Marvel na Netflix. Destaque para Élodie Yung, interpretando a Elektra, que rouba as cenas de luta pra si.

A fotografia faz questão de destacar as diferenças entre os heróis dando um tom para cada um: Tons avermelhados para Demolidor, azulado para Jessica Jones, amarelado para Luke Cage e mais esverdeado para o Punho de Ferro. Essa escolha na fotografia ajuda no início da série a identificar já que estão sendo apresentados e contextualizados o universo individual de cada herói, mas perde o sentido, beirando ao tosco da metade da série em diante.

A conexão entre as séries que achávamos que ia ficar a cargo de Claire Temple, na verdade ficou por conta do inimigo em comum e fatos deixados ao longo das séries que passam a fazer mais sentido nessa. É ótimo ver a importância dos coadjuvantes na trama, Karen, Foggy, Malcolm, Trish, Colleen, Stick e Misty Knight, todos juntos dando suporte (como podem) na trama e na luta contra o Tentáculo. Outro fan service é a interação entre Colleen e Misty Knight que só aumenta a vontade de ver as Filhas do Dragão juntas no combate ao crime.

Marvel's The Defenders

Deixando de lado o tom sombrio e pesado devido as cargas pessoais dos heróis, Defensores diverte o público, apresenta um roteiro mais consistente e abre espaço para a “fase 2” da Marvel na Netflix. Alguns erros ainda precisam ser corrigidos, mas a série é prova que a Marvel tem controle do seu universo compartilhado, seja nas telonas ou agora nas telinhas.

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Não tem para onde correr, os heróis estão tomando conta do entretenimento. Este ano já tivemos quatro filmes de super-heróis (Marvel/DC) e ainda tem mais dois pela frente. No universo das séries esse número é ainda maior, e por mais que a DC saiu na frente nesta nova fase de heróis na TV com a criação do Arrowverse em 2012. Mas é evidente que a Marvel (não me chamem de Marvete), oferece nesse contexto séries mais maduras e tramas mais consistentes.

Marvel's The Defenders

Nesse contexto, em 2015, surgiu a parceria entre Marvel e Netflix com Demolidor, em seguida fomos apresentados a novos heróis urbanos da editora: Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, que todos já sabíamos que culminaria não apenas em um episódio crossover, mas em uma série com essa reunião dos heróis, tal qual o universo cinematográfico culmina nos filmes dos Vingadores. No percurso nos foram entregues ótimos shows (Leia-se Demolidor e Jessica Jones) e outros nem tão bom assim (leia-se Luke Cage e Punho de Ferro).

Defensores começa exatamente após os eventos de cada série individual. Matt Murdock ou Demolidor desistiu da carreira de herói após “ver” Elektra morrendo em seus braços e todo o terror causado pelos atos extremistas do Justiceiro. Jessica Jones segue sua vida embriagada e sem heroísmo. Luke Cage é liberto da prisão e Danny Rand continua procurando pistas do Tentáculo para combatê-lo.

Fugindo da fórmula dos 13 episódios, a série opta por apresentar 8 episódios nessa temporada, o que foi uma das decisões mais acertadas, tendo em vista a maior fluidez ao texto e eliminação dos fillers tão presentes em Luke Cage e Punho de Ferro. Mesmo com a redução dos episódios a série não mete os pés pelos braços para conseguir juntar os heróis. Isso se dá aos poucos usando metade da temporada, e isso não é ruim. Podemos dividir a temporada em duas: metade para os heróis se conectarem e a outra metade para o combate ao vilão.

Marvel's The Defenders

O inimigo maior dos Defensores é o Tentáculo, algo que já tínhamos alguns lampejos do que era em Demolidor, e foi ampliado em Punho de Ferro. Sendo assim as principais conexões são oriundas dessas duas tramas. A vilã Alexandra (Sigourney Weaver) decide utilizar a última poção da ressurreição em Elektra, transformando-a no Céu Negro, acreditando ser a maior arma para deter o Punho de Ferro, o único capaz de abrir o portal para conseguir os ingredientes necessários para a poção.

Mesmo sendo o alvo do Tentáculo, o Punho de Ferro não consegue ter carisma o suficiente nem experiência o suficiente para ser o líder da equipe, cargo esse que fica para o Demolidor, o que faz todo sentido tendo em vista que o herói está a mais tempo nas ruas (e nas telas). Ainda sobre Danny Rand, o encontro dele com Luke Cage e a dupla que eles formam é um excelente fan service para quem queria ver Power Man and Iron Fist juntos na tela. Os dois juntos funcionam muito bem em tela, é de se pensar até cancelarem suas séries solos e fazer uma com os dois juntos.

Jessica Jones é responsável por trazer ao ar alguns momentos de alívio cômico através de seu humor ácido e sua descrença nos fatos místicos de K’um L’um, o que é de se estranhar tendo em vista que eles estão em Nova Iorque, cidade que já foi sitiado por alienígenas em Vingadores.

os-defensores18

As lutas foram bem coreografadas, pelo menos melhor que a decepção que tivemos em Punho de Ferro. É perceptível o cuidado que houve para extrair o melhor de cada herói em cena, com direito a famosa cena da luta no corredor que já é uma marca das séries da Marvel na Netflix. Destaque para Élodie Yung, interpretando a Elektra, que rouba as cenas de luta pra si.

A fotografia faz questão de destacar as diferenças entre os heróis dando um tom para cada um: Tons avermelhados para Demolidor, azulado para Jessica Jones, amarelado para Luke Cage e mais esverdeado para o Punho de Ferro. Essa escolha na fotografia ajuda no início da série a identificar já que estão sendo apresentados e contextualizados o universo individual de cada herói, mas perde o sentido, beirando ao tosco da metade da série em diante.

A conexão entre as séries que achávamos que ia ficar a cargo de Claire Temple, na verdade ficou por conta do inimigo em comum e fatos deixados ao longo das séries que passam a fazer mais sentido nessa. É ótimo ver a importância dos coadjuvantes na trama, Karen, Foggy, Malcolm, Trish, Colleen, Stick e Misty Knight, todos juntos dando suporte (como podem) na trama e na luta contra o Tentáculo. Outro fan service é a interação entre Colleen e Misty Knight que só aumenta a vontade de ver as Filhas do Dragão juntas no combate ao crime.

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Deixando de lado o tom sombrio e pesado devido as cargas pessoais dos heróis, Defensores diverte o público, apresenta um roteiro mais consistente e abre espaço para a “fase 2” da Marvel na Netflix. Alguns erros ainda precisam ser corrigidos, mas a série é prova que a Marvel tem controle do seu universo compartilhado, seja nas telonas ou agora nas telinhas.

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ALADDIN | WILL SMITH DIVULGA IMAGEM CELEBRANDO O INICIO DAS GRAVAÇÕES

Para comemorar o ínicio das filmagens do live-action do clássico da Disney, Aladdin, o ator Will Smith, que irá interpretar o Gênio, postou em seu Facebook uma imagem com o elenco do filme.

Confira:

aladdin will smith

“Começamos a gravar Aladdin e eu quero apresentar nossa nova família! E lá vamos nós!”

O live-action é dirigido por Guy Ritchie e o elenco é formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (o vilão Jafar)  Numan Acar, como o braço-direito de Jafar, Nasim Pedrad e Billy Magnussen interpretando personagens criados exclusivamente para o filme: a confidente de Jasmine, Maia, e o príncipe Anders.

O filme ainda não ganhou data de estreia.

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Para comemorar o ínicio das filmagens do live-action do clássico da Disney, Aladdin, o ator Will Smith, que irá interpretar o Gênio, postou em seu Facebook uma imagem com o elenco do filme.

Confira:

aladdin will smith

“Começamos a gravar Aladdin e eu quero apresentar nossa nova família! E lá vamos nós!”

O live-action é dirigido por Guy Ritchie e o elenco é formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (o vilão Jafar)  Numan Acar, como o braço-direito de Jafar, Nasim Pedrad e Billy Magnussen interpretando personagens criados exclusivamente para o filme: a confidente de Jasmine, Maia, e o príncipe Anders.

O filme ainda não ganhou data de estreia.

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O live-action é dirigido por Guy Ritchie e o elenco é formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (o vilão Jafar)  Numan Acar, como o braço-direito de Jafar, Nasim Pedrad e Billy Magnussen interpretando personagens criados exclusivamente para o filme: a confidente de Jasmine, Maia, e o príncipe Anders.

O filme ainda não ganhou data de estreia.

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ALADDIN | WILL SMITH DIVULGA IMAGEM CELEBRANDO O INICIO DAS GRAVAÇÕES

Para comemorar o ínicio das filmagens do live-action do clássico da Disney, Aladdin, o ator Will Smith, que irá interpretar o Gênio, postou em seu Facebook uma imagem com o elenco do filme.

Confira:

aladdin will smith

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O live-action é dirigido por Guy Ritchie e o elenco é formado por Mena Massoud (Aladdin), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (o vilão Jafar)  Numan Acar, como o braço-direito de Jafar, Nasim Pedrad e Billy Magnussen interpretando personagens criados exclusivamente para o filme: a confidente de Jasmine, Maia, e o príncipe Anders.

O filme ainda não ganhou data de estreia.

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STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI | CAPA DA EMPIRE TRAZ LUKE E REY JUNTOS

Faltando menos de 100 dias para a estreia de Star Wars: Os Últimos Jedi, o filme ganhou a capa da revista Empire com Luke e Rey juntos.

Confira:

star wars empire star wars empire 2

Star Wars: Os Últimos Jedi é o oitavo filme da franquia Star Wars e traz no elenco Daisy Ridley, Mark Hamill, John Boyega, Oscar Isaac, Benicio Del Toro, Laura Dern, Kelly Marie Tran e Carrie Fisher.

O filme é dirigido por Rian Johnson e tem estreia marcada para 14 de dezembro.

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