O Comic Book divulgou o novo cartaz da segunda temporada de Jessica Jones liberado na New York Comic Con.
Confira:
Jessica Jones é uma das quatro séries da parceria da Marvel com a Netflix. A primeira temporada já está disponível na Netflix e a previsão de estreia da segunda temporada é para 2018.
Outubro é o mês de aniversário do Cartoon Network, e esse ano o canal completa 25 anos de existência. E para comemorar alguns vídeos estão sendo exibidos na programação relembrando os personagens clássicos do canal e também os novos.
Outubro é o mês de aniversário do Cartoon Network, e esse ano o canal completa 25 anos de existência. E para comemorar alguns vídeos estão sendo exibidos na programação relembrando os personagens clássicos do canal e também os novos.
Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman, Cyborg e The Flash -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.
Fazem parte do elenco de Liga da Justiça, Henry Cavill como Superman, Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher-Maravilha, Ezra Miller como Flash, Jason Momoa como Aquaman, Ray Fisher como Ciborgue, Ciaran Hinds como Lobo da Estepe.
O filme chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.
Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman, Cyborg e The Flash -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.
Fazem parte do elenco de Liga da Justiça, Henry Cavill como Superman, Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher-Maravilha, Ezra Miller como Flash, Jason Momoa como Aquaman, Ray Fisher como Ciborgue, Ciaran Hinds como Lobo da Estepe.
O filme chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.
A Marvel Television divulgou um novo cartaz para a série Fugitivos, durante a New York Comic-Con.
Confira:
Os Fugitivos são um grupo de adolescentes que descobrem que seus pais fazem parte de uma organização criminosa conhecida como Orgulho.
Na trama Molly Hayes (uma mutante com super força), Nico Minoru (bruxa dona do Cajado do Absoluto), Karolina Dean (alienígena manipuladora de energias), Gertrude Yorkes, Alex Wilder e Chase Stein resolveram fugir e usar seus poderes para acabar com os planos de seus pais.
O elenco conta com Gregg Sulkin, Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer e Allegra Acosta.
A série será transmitida pelo serviço de streaming Hulu e no Brasil o canal Sony se encarrega da transmissão, ainda sem data para estreia.
A Marvel Television divulgou um novo cartaz para a série Fugitivos, durante a New York Comic-Con.
Confira:
Os Fugitivos são um grupo de adolescentes que descobrem que seus pais fazem parte de uma organização criminosa conhecida como Orgulho.
Na trama Molly Hayes (uma mutante com super força), Nico Minoru (bruxa dona do Cajado do Absoluto), Karolina Dean (alienígena manipuladora de energias), Gertrude Yorkes, Alex Wilder e Chase Stein resolveram fugir e usar seus poderes para acabar com os planos de seus pais.
O elenco conta com Gregg Sulkin, Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer e Allegra Acosta.
A série será transmitida pelo serviço de streaming Hulu e no Brasil o canal Sony se encarrega da transmissão, ainda sem data para estreia.
Talvez um dos maiores divisores de águas dos últimos tempos no cinema brasileiro, não é fácil escrever uma resenha sobre Lino.Dono de um visual realmente impressionante para uma animação brasileira, o filme encontro no roteiro e desenvolvimento suas principais limitações.
O longa conta a história de Lino, um animador de festas azarado que vê sua vida fracassando cada vez mais dia após dia. Cansado de esperar que sua sorte mude, Lino resolve consultar Don Leon, um mago que promete mudar completamente sua vida. Após participar de um ritual de magia mal sucedido, o protagonista se transforma em seu pior pesadelo: o gato que usava como fantasia. Agora Lino e Don Leon partem em busca de reverter os efeitos da transformação e devolver à Lino sua vida fracassada.
Com grande potencial gráfico e com uma equipe espetacular de dubladores (incluindo Selton Melo e Luiz Carlos de Moraes), o filme até cativa pelos traços caricatos dos personagens e a personalidade cativante do herói, mas perde o público mais velho ainda nos primeiros minutos. Diferente do que temos acompanhado nos últimos tempos, a animação não possui grandes sacadas nem diálogos bem construídos, fatores determinantes para ampliar a audiência e captar dos pais aos filhos. Claramente voltado para o público infantil (até sete anos), o roteiro de Rafael Ribas é simplista e sua história pouco anda, fazendo com que seus 90 minutos se arrastem na sala de cinema.
Apesar das falhas, é muito importante destacar que o filme é um marco brasileiro para o gênero. Quem acompanha o mundo das telonas sabe que há uma hegemonia americana histórica com relação à producoes de animação. Estúdios como Disney/ Pixar dominam o universo e deixam pouco espaço para que se insurjam produções concorrentes. Deste ponto de vista Lino é uma grande vitória. O longa consegue entregar uma experiência visual de encher os olhos, fazendo com que você realmente esqueça que está vendo um filme produzido nas terras tupiniquins.
Em meio às críticas, vale ainda um destaque: ao público a que se destina, o filme parece ser um sucesso. Ao menos nas sessões em que eu e alguns amigos fomos, a criançada adorou as trabalhadas do gato e seus companheiros. Sendo assim, talvez Lino represente algo muito importante para o cinema nacional: um passo modesto na direção certa.
Talvez um dos maiores divisores de águas dos últimos tempos no cinema brasileiro, não é fácil escrever uma resenha sobre Lino.Dono de um visual realmente impressionante para uma animação brasileira, o filme encontro no roteiro e desenvolvimento suas principais limitações.
O longa conta a história de Lino, um animador de festas azarado que vê sua vida fracassando cada vez mais dia após dia. Cansado de esperar que sua sorte mude, Lino resolve consultar Don Leon, um mago que promete mudar completamente sua vida. Após participar de um ritual de magia mal sucedido, o protagonista se transforma em seu pior pesadelo: o gato que usava como fantasia. Agora Lino e Don Leon partem em busca de reverter os efeitos da transformação e devolver à Lino sua vida fracassada.
Com grande potencial gráfico e com uma equipe espetacular de dubladores (incluindo Selton Melo e Luiz Carlos de Moraes), o filme até cativa pelos traços caricatos dos personagens e a personalidade cativante do herói, mas perde o público mais velho ainda nos primeiros minutos. Diferente do que temos acompanhado nos últimos tempos, a animação não possui grandes sacadas nem diálogos bem construídos, fatores determinantes para ampliar a audiência e captar dos pais aos filhos. Claramente voltado para o público infantil (até sete anos), o roteiro de Rafael Ribas é simplista e sua história pouco anda, fazendo com que seus 90 minutos se arrastem na sala de cinema.
Apesar das falhas, é muito importante destacar que o filme é um marco brasileiro para o gênero. Quem acompanha o mundo das telonas sabe que há uma hegemonia americana histórica com relação à producoes de animação. Estúdios como Disney/ Pixar dominam o universo e deixam pouco espaço para que se insurjam produções concorrentes. Deste ponto de vista Lino é uma grande vitória. O longa consegue entregar uma experiência visual de encher os olhos, fazendo com que você realmente esqueça que está vendo um filme produzido nas terras tupiniquins.
Em meio às críticas, vale ainda um destaque: ao público a que se destina, o filme parece ser um sucesso. Ao menos nas sessões em que eu e alguns amigos fomos, a criançada adorou as trabalhadas do gato e seus companheiros. Sendo assim, talvez Lino represente algo muito importante para o cinema nacional: um passo modesto na direção certa.