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Game Of Thrones | Gravações da última temporada vão até o fim de 2018

Desde a season finale da sétima temporada que os fãs de Game Of Thrones estão se preparando para esperar mais um pouco para ver o final da história. 

Pois bem, em entrevista ao TV Line, Liam Cunningham, intérprete de Davos Seaworth, revelou que as gravações da oitava temporada começam ainda esse mês e que devido os episódios maiores, as filmagens demorarão mais. 

“Os episódios definitivamente vão ser maiores e o que eu ouço é que eles terão duração acima da média. Vamos filmar até o final do verão de 2018. Quando você pensa sobre isso, em temporadas tradicionais filmávamos 10 episódios em 6 meses, então vamos filmar 6 episódios em quase 12 meses. Então, isso obviamente se traduzirá em episódios mais longos.”

Resta-nos esperar né povo? 

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Electric Dreams | Confira o trailer da antologia de ficção científica da Amazon

A Amazon divulgou o trailer da sua nova série, Electric Dreams. A série é uma antologia baseada na obra de Philip K. Dick. O trailer apresenta o elenco e as histórias dos episódios. 

Confira: 

Fazem parte do elenco Byran Cranston (Breaking Bad), Janelle Monae (Estrelas Além do Tempo), Richard Madden (Game of Thrones), Lara Pulver (Sherlock), Vera Farmiga (Bates Motel), Steve Buscemi (Fargo), Anna Paquin (True Blood), Terrence Howard (Homem de Ferro), Timothy Spall (Harry Potter), Sidse Babett Knudsen (Westworld), Mireille Enos (The Killing), Holliday Grainger (The Borgias), Benedict Wong (Mr. Robot) e Geraldine Chaplin, entre outros.

Cada episódio será baseado em um conto de Philip K. Dick. A antologia é produzida pela Sony em parceria com o Channel 4, canal criador de Black Mirror. 

A série estreia em 2018.

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Electric Dreams | Confira o trailer da antologia de ficção científica da Amazon

A Amazon divulgou o trailer da sua nova série, Electric Dreams. A série é uma antologia baseada na obra de Philip K. Dick. O trailer apresenta o elenco e as histórias dos episódios. 

Confira: 

Fazem parte do elenco Byran Cranston (Breaking Bad), Janelle Monae (Estrelas Além do Tempo), Richard Madden (Game of Thrones), Lara Pulver (Sherlock), Vera Farmiga (Bates Motel), Steve Buscemi (Fargo), Anna Paquin (True Blood), Terrence Howard (Homem de Ferro), Timothy Spall (Harry Potter), Sidse Babett Knudsen (Westworld), Mireille Enos (The Killing), Holliday Grainger (The Borgias), Benedict Wong (Mr. Robot) e Geraldine Chaplin, entre outros.

Cada episódio será baseado em um conto de Philip K. Dick. A antologia é produzida pela Sony em parceria com o Channel 4, canal criador de Black Mirror. 

A série estreia em 2018.

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Crítica | Blade Runner 2049

Blade Runner angaria discussões desde seu lançamento, em 1982. Seja por sua qualidade – considerando que o filme que foi para os cinemas não era a versão final do diretor Ridley Scott -, seja pelos questionamentos que traz – falando sobre humanidade, mortalidade e coisas que são findáveis – ou pelas diversas teorias em torno de questões do filme, como por exemplo, a mais comum de todas: “Deckard é um replicante?”. 35 anos se passaram desde o filme original, e a continuação chega aos cinemas sobre olhares diferentes – alguns de dúvida, outros de muita ansiedade, mas todos com certa expectativa -, com um novo diretor, e se propõe a fazer a mesma coisa que o original: instigar o seu público. 

A trama do longa se passa exatamente 30 anos depois do filme original, em 2049. O Blade Runner K (Ryan Gosling) descobre durante uma missão um segredo relacionado aos replicantes que tem o potencial de mudar completamente a sociedade. Sem saber se deve compartilhar esta informação ou não, o oficial começa uma investigação para descobrir as origens deste tal segredo, encontrando então Rick Deckard (Harrison Ford), isolado e longe da sociedade, e vai ao seu encontro, esperando obter as respostas que tanto precisa. 

Blade Runner 2049 não é uma continuação comum, isso deve ser destacado logo de cara. Diferentemente de filmes como Star Wars: O Despertar da Força ou Jurassic World, esta sequência vem com outros objetivos. Apesar de os dois filmes citados terem seus méritos e sua devida importância, o fato de que ambos funcionam mais como um reboot disfarçado é inegável. E Blade Runner 2049 vai justamente na contramão desta ideia. Em vez de se apoiar no passado para construir a continuação, Dennis Villeneuve, o diretor, resolve simplesmente olhar para o futuro. Apesar da nostalgia estar implícita nos carros modernos que remetem ao veículo utilizado por Deckard no longa original, ou na trila sonora ou até mesmo no visual, tudo isso funciona apenas como pano de fundo para uma história que funciona muito bem independentemente, mesmo que funcione ao mesmo tempo como uma expansão maravilhosa daquilo já apresentado. 

A falta de necessidade de assistir ao primeiro filme para entender o segundo é outro mérito. Obviamente que certos diálogos e certas cenas têm uma importância significativa para aqueles que já conheciam o universo, mas essa falta de dependência de uma história não tão conhecida é fundamental para que o longa angarie seu próprio público – ainda que arraste o público fiel junto. A história funciona como uma expansão extremamente bem pensada e muito bem elaborada do primeiro filme, mas não permite que o grande público se sinta perdido. O interessante em tudo isso, é perceber como Hampton Fancher e Michael Green – os roteiristas do filme – foram cuidados em criar todo um background plausível para o filme. 30 anos se passaram e assim como na vida real, muitas coisas aconteceram neste universo e apesar de certos detalhes ficarem apenas subjetivos, é perceptível como tudo foi elaborado de maneira cuidadosa. 

Outro ponto chave para o funcionamento do filme como um todo é a falta de literalidade utilizada tanto pelos roteiristas quanto pelo diretor. Nos diálogos, essa subjetividade é magnífica, fazendo com que diversas conclusões dependam do próprio espectador – apesar de as dicas para certas confirmações quase sempre estarem presentes. O background da história funciona da mesma forma. Repetidas vezes é citado um determinado acontecimento, denominado “blecaute”, que foi basicamente uma rebelião dos replicantes que culminou na perda de todos os dados digitais do planeta Terra. Entretanto, isso nunca é dito de fato, fazendo com que seja necessário que o espectador se atente e se conecte ao filme. Não há nenhum diálogo gratuito ou escape de roteiro que funcione como uma forma de explicar as situações para grande público – e isso é maravilhoso. Por isso, não espere entrar no cinema e ouvir “Deckard é/não é um replicante”. 

Entretanto, o maior destaque do filme fica por conta do perfeito casório entre Dennis Villeneuve e toda a ambientação de Blade Runner. O diretor, auxiliado pelo diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalhou com Villeneuve em Sicario: Terra de Ninguém), entrega um show visual. Baseando-se completamente na Los Angeles de 2019, criada por Ridley Scott em 1982, o cineasta entrega uma versão um pouco atualizada da cidade californiana, com direito às clássicas luzes de neon durante a noite, fazendo um contraste perfeito e conseguindo destacar uma paleta de cores forte e viva. O visual dos automóveis e dos personagens, remete a uma estilização cyberpunk totalmente psicodélica – utilizando como grande referência o filme original. A fotografia de Deakins casa perfeitamente com a visão de Dennis, transformando Blade Runner 2049 em um dos filmes mais bonitos dos últimos anos. 

O único porém que vale ser ressaltado é a presença de Jared Leto como o vilão Niander Wallace. Apesar de ser um personagem bom e instigante desde o início do filme, a própria aparente imponência do personagem o sobrecarrega e ele mais parece um certo desperdício. Assim como o Coringa de Leto que era um personagem grande demais mas com presença de menos, com Wallace funciona da mesma maneira – apesar de não ser o mesmo fiasco. Wallace parece um personagem muito importante, mas que atua somente nos bastidores e isso frustra um pouco. 

A falta de literalidade do filme também influi diretamente na falta de fan services gratuitos. Nada de músicas temas de heróis quando certos personagens aparecem, ou uma constante tentativa de se parecer com o filme original. Muito pelo contrário, Dennis Villeneuve tenta embutir sua própria caligrafia no universo de Blade Runner, e faz isso de maneira louvável. Ele não se propõe a atar nós deixados pelo longa original – ainda que o faça indiretamente, em alguns momentos – sendo que, na verdade, o diretor traz questionamentos próprios para dentro do universo. É como se o personagem de Ryan Gosling representasse Villeneuve – o cara novo – e o de Harrison Ford representasse Ridley Scott: ainda há essa presença no universo, mas o futuro pertence à essa nova geração. 

Blade Runner é definitivamente um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos, e por mais temerárias que as pessoas possam ser de englobar novidades dentro de prateleiras clássicas, é inegável que Blade Runner 2049 também é. Dennis Villeneuve fez o que parecia impossível: conseguiu continuar uma história muito polarizada de maneira fiel a seu público e ainda tem o mérito de aderir mais pessoas a tal público. Com um show visual, o diretor se prova mais uma vez como um dos maiores de Hollywood atualmente; e fugindo da era dos reboots, consegue imprimir sua própria digital num universo extremamente particular, sem macular as ruas de uma Los Angeles futurista, mas a lapidando ainda mais. Se Blade Runner é uma representação perfeita do passado das ficções científicas, Blade Runner 2049 é a demonstração perfeita do que é o futuro delas. 

Nota: 5/5

 

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Crítica | Blade Runner 2049

Blade Runner angaria discussões desde seu lançamento, em 1982. Seja por sua qualidade – considerando que o filme que foi para os cinemas não era a versão final do diretor Ridley Scott -, seja pelos questionamentos que traz – falando sobre humanidade, mortalidade e coisas que são findáveis – ou pelas diversas teorias em torno de questões do filme, como por exemplo, a mais comum de todas: “Deckard é um replicante?”. 35 anos se passaram desde o filme original, e a continuação chega aos cinemas sobre olhares diferentes – alguns de dúvida, outros de muita ansiedade, mas todos com certa expectativa -, com um novo diretor, e se propõe a fazer a mesma coisa que o original: instigar o seu público. 

A trama do longa se passa exatamente 30 anos depois do filme original, em 2049. O Blade Runner K (Ryan Gosling) descobre durante uma missão um segredo relacionado aos replicantes que tem o potencial de mudar completamente a sociedade. Sem saber se deve compartilhar esta informação ou não, o oficial começa uma investigação para descobrir as origens deste tal segredo, encontrando então Rick Deckard (Harrison Ford), isolado e longe da sociedade, e vai ao seu encontro, esperando obter as respostas que tanto precisa. 

Blade Runner 2049 não é uma continuação comum, isso deve ser destacado logo de cara. Diferentemente de filmes como Star Wars: O Despertar da Força ou Jurassic World, esta sequência vem com outros objetivos. Apesar de os dois filmes citados terem seus méritos e sua devida importância, o fato de que ambos funcionam mais como um reboot disfarçado é inegável. E Blade Runner 2049 vai justamente na contramão desta ideia. Em vez de se apoiar no passado para construir a continuação, Dennis Villeneuve, o diretor, resolve simplesmente olhar para o futuro. Apesar da nostalgia estar implícita nos carros modernos que remetem ao veículo utilizado por Deckard no longa original, ou na trila sonora ou até mesmo no visual, tudo isso funciona apenas como pano de fundo para uma história que funciona muito bem independentemente, mesmo que funcione ao mesmo tempo como uma expansão maravilhosa daquilo já apresentado. 

A falta de necessidade de assistir ao primeiro filme para entender o segundo é outro mérito. Obviamente que certos diálogos e certas cenas têm uma importância significativa para aqueles que já conheciam o universo, mas essa falta de dependência de uma história não tão conhecida é fundamental para que o longa angarie seu próprio público – ainda que arraste o público fiel junto. A história funciona como uma expansão extremamente bem pensada e muito bem elaborada do primeiro filme, mas não permite que o grande público se sinta perdido. O interessante em tudo isso, é perceber como Hampton Fancher e Michael Green – os roteiristas do filme – foram cuidados em criar todo um background plausível para o filme. 30 anos se passaram e assim como na vida real, muitas coisas aconteceram neste universo e apesar de certos detalhes ficarem apenas subjetivos, é perceptível como tudo foi elaborado de maneira cuidadosa. 

Outro ponto chave para o funcionamento do filme como um todo é a falta de literalidade utilizada tanto pelos roteiristas quanto pelo diretor. Nos diálogos, essa subjetividade é magnífica, fazendo com que diversas conclusões dependam do próprio espectador – apesar de as dicas para certas confirmações quase sempre estarem presentes. O background da história funciona da mesma forma. Repetidas vezes é citado um determinado acontecimento, denominado “blecaute”, que foi basicamente uma rebelião dos replicantes que culminou na perda de todos os dados digitais do planeta Terra. Entretanto, isso nunca é dito de fato, fazendo com que seja necessário que o espectador se atente e se conecte ao filme. Não há nenhum diálogo gratuito ou escape de roteiro que funcione como uma forma de explicar as situações para grande público – e isso é maravilhoso. Por isso, não espere entrar no cinema e ouvir “Deckard é/não é um replicante”. 

Entretanto, o maior destaque do filme fica por conta do perfeito casório entre Dennis Villeneuve e toda a ambientação de Blade Runner. O diretor, auxiliado pelo diretor de fotografia Roger Deakins (que trabalhou com Villeneuve em Sicario: Terra de Ninguém), entrega um show visual. Baseando-se completamente na Los Angeles de 2019, criada por Ridley Scott em 1982, o cineasta entrega uma versão um pouco atualizada da cidade californiana, com direito às clássicas luzes de neon durante a noite, fazendo um contraste perfeito e conseguindo destacar uma paleta de cores forte e viva. O visual dos automóveis e dos personagens, remete a uma estilização cyberpunk totalmente psicodélica – utilizando como grande referência o filme original. A fotografia de Deakins casa perfeitamente com a visão de Dennis, transformando Blade Runner 2049 em um dos filmes mais bonitos dos últimos anos. 

O único porém que vale ser ressaltado é a presença de Jared Leto como o vilão Niander Wallace. Apesar de ser um personagem bom e instigante desde o início do filme, a própria aparente imponência do personagem o sobrecarrega e ele mais parece um certo desperdício. Assim como o Coringa de Leto que era um personagem grande demais mas com presença de menos, com Wallace funciona da mesma maneira – apesar de não ser o mesmo fiasco. Wallace parece um personagem muito importante, mas que atua somente nos bastidores e isso frustra um pouco. 

A falta de literalidade do filme também influi diretamente na falta de fan services gratuitos. Nada de músicas temas de heróis quando certos personagens aparecem, ou uma constante tentativa de se parecer com o filme original. Muito pelo contrário, Dennis Villeneuve tenta embutir sua própria caligrafia no universo de Blade Runner, e faz isso de maneira louvável. Ele não se propõe a atar nós deixados pelo longa original – ainda que o faça indiretamente, em alguns momentos – sendo que, na verdade, o diretor traz questionamentos próprios para dentro do universo. É como se o personagem de Ryan Gosling representasse Villeneuve – o cara novo – e o de Harrison Ford representasse Ridley Scott: ainda há essa presença no universo, mas o futuro pertence à essa nova geração. 

Blade Runner é definitivamente um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos, e por mais temerárias que as pessoas possam ser de englobar novidades dentro de prateleiras clássicas, é inegável que Blade Runner 2049 também é. Dennis Villeneuve fez o que parecia impossível: conseguiu continuar uma história muito polarizada de maneira fiel a seu público e ainda tem o mérito de aderir mais pessoas a tal público. Com um show visual, o diretor se prova mais uma vez como um dos maiores de Hollywood atualmente; e fugindo da era dos reboots, consegue imprimir sua própria digital num universo extremamente particular, sem macular as ruas de uma Los Angeles futurista, mas a lapidando ainda mais. Se Blade Runner é uma representação perfeita do passado das ficções científicas, Blade Runner 2049 é a demonstração perfeita do que é o futuro delas. 

Nota: 5/5

 

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Animais Fantásticos e Onde Habitam | Mais atores se juntam ao elenco da sequência

Novos nomes foram divulgados do elenco de Animais Fantásticos e Onde Habitam 2.

Brontis Jodorowsky será Nicholas Flamel, personagem que não está presente nos filmes mas tem reputação similar ao alquimista que criou a Pedra Filosofal. Wolf Roth será Spielman, Victoria Yeates interpretará Bunty, Derek Riddell viverá Torquil Travers, Poppy Corby-Tuech dará vida a Rosier e Cornell S John como Arnold Guzman. Jessica WilliamsFiona Glascott estarão também, porém, seus personagens não foram divulgados.

De acordo com a sinopse: “J.K. Rowling escreveu o roteiro do filme, que começa em 1927, alguns meses depois que Newt ajudou a revelar e capturar o infame bruxo das trevas, Gerardo Grindenwald. No entanto, conforme prometeu, Grindenwald fará uma fuga dramática e reunirá mais seguidores para sua causa – elevando bruxos acima de todos os seres não-mágicos. O único que pode detê-lo é o homem que um dia ele chamou de seu amigo mais querido, Alvo Dumbledore. Mas Dumbledore precisará da ajuda do bruxo que já frustrou Grindenwald uma vez, seu ex-aluno Newt Scamander. A Aventura reúne Newt com Tina, Queenie e Jacob, mas sua missão também testará suas lealdades à medida que enfrentam novos perigos em um mundo bruxo cada vez mais perigoso e dividido. O filme expande o mundo mágico, passando de Nova York a Londres e Paris. Há também algumas referências para as histórias de Harry Potter que encantarão os fãs dos livros e filmes da série.”

A sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam chega aos cinemas em 16 de novembro de 2018.

 

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Animais Fantásticos e Onde Habitam | Mais atores se juntam ao elenco da sequência

Novos nomes foram divulgados do elenco de Animais Fantásticos e Onde Habitam 2.

Brontis Jodorowsky será Nicholas Flamel, personagem que não está presente nos filmes mas tem reputação similar ao alquimista que criou a Pedra Filosofal. Wolf Roth será Spielman, Victoria Yeates interpretará Bunty, Derek Riddell viverá Torquil Travers, Poppy Corby-Tuech dará vida a Rosier e Cornell S John como Arnold Guzman. Jessica WilliamsFiona Glascott estarão também, porém, seus personagens não foram divulgados.

De acordo com a sinopse: “J.K. Rowling escreveu o roteiro do filme, que começa em 1927, alguns meses depois que Newt ajudou a revelar e capturar o infame bruxo das trevas, Gerardo Grindenwald. No entanto, conforme prometeu, Grindenwald fará uma fuga dramática e reunirá mais seguidores para sua causa – elevando bruxos acima de todos os seres não-mágicos. O único que pode detê-lo é o homem que um dia ele chamou de seu amigo mais querido, Alvo Dumbledore. Mas Dumbledore precisará da ajuda do bruxo que já frustrou Grindenwald uma vez, seu ex-aluno Newt Scamander. A Aventura reúne Newt com Tina, Queenie e Jacob, mas sua missão também testará suas lealdades à medida que enfrentam novos perigos em um mundo bruxo cada vez mais perigoso e dividido. O filme expande o mundo mágico, passando de Nova York a Londres e Paris. Há também algumas referências para as histórias de Harry Potter que encantarão os fãs dos livros e filmes da série.”

A sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam chega aos cinemas em 16 de novembro de 2018.

 

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Mosaic | Divulgado o trailer da série interativa da HBO com Sharon Stone

Mosaic, série interativa criada por Steven Soderbergh ganhou o seu primeiro trailer. A história relatará um assassinato que através de um aplicativo para dispositivos móveis será possível acompanhá-la por diversas perspectivas. 

Confira o trailer: 

De acordo com Soderbherg, “É um assassinato. Mas não é um assassinato cheio de mistérios. Há dois períodos diferentes, uma atual e outro de quatro anos atrás. Esse caso, que todo mundo achou que estava resolvido, é reexaminado com resultados interessantes. Então você pode voltar e avançar dependendo de quem você quer acompanhar naquele ponto. Parece ser o tipo de história que se beneficia de perspectivas múltiplas. Escrever e editar isso foi complicado.”

Fazem parte do elenco, Sharon StoneGarrett HedlundBeau BridgesJeremy BobbFrederick WellerMaya Kazan e Paul Reubens.

A série vai ao ar em janeiro de 2018.

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Mosaic | Divulgado o trailer da série interativa da HBO com Sharon Stone

Mosaic, série interativa criada por Steven Soderbergh ganhou o seu primeiro trailer. A história relatará um assassinato que através de um aplicativo para dispositivos móveis será possível acompanhá-la por diversas perspectivas. 

Confira o trailer: 

De acordo com Soderbherg, “É um assassinato. Mas não é um assassinato cheio de mistérios. Há dois períodos diferentes, uma atual e outro de quatro anos atrás. Esse caso, que todo mundo achou que estava resolvido, é reexaminado com resultados interessantes. Então você pode voltar e avançar dependendo de quem você quer acompanhar naquele ponto. Parece ser o tipo de história que se beneficia de perspectivas múltiplas. Escrever e editar isso foi complicado.”

Fazem parte do elenco, Sharon StoneGarrett HedlundBeau BridgesJeremy BobbFrederick WellerMaya Kazan e Paul Reubens.

A série vai ao ar em janeiro de 2018.

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Westworld | Parques romanos e medievais podem aparecer na segunda temporada

Durante o painel da Vanity Fair Summit, os showrunners de Westworld, Jonathan Nolan (Person of Interest) e Lisa Joy, deixaram no ar a possibilidade de que os parques romanos e medievais possam vir na segunda temporada. Ao serem indagados pela não aparição deles na primeira temporada da série, Nolan respondeu: 

“Nós tínhamos que guardar algo para a segunda temporada”.

Os parques fazem parte da trama do filme de 1973 em que a série se baseia. A HBO ainda não confirmou nada a respeito, mas um já sabemos que haverá um personagem samurai.

A segunda temporada de Westworld estreia em 2018 e é transmitida pela HBO.

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