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FESTIVAL DO RIO | Batalhas Íntimas traz universo da violência contra a mulher

O documentário mexicano “Batalhas Íntimas” teve a sua primeira exibição no Festival do Rio na última segunda (9) no Estação Net Botafogo com a presença da diretora Lucia Gaja. No filme cinco mulheres de várias partes do mundo contam os casos de violência doméstica dos quais foram vítimas, e deixam evidente que o problema independe de classe social.

Essa foi a primeira exibição de “Batalhas Íntimas” fora do México e, apesar de estar um pouco ansiosa, Lucia conversou conosco sobre o processo de produção do documentário e sobre as expectativas de impacto do mesmo sobre os públicos feminino e masculino.

Quais são as razões para você ter escolhido fazer um filme apenas com relatos de violência contra a mulher e sem imagens que reproduzam esta violência?

Desde que comecei a pensar em como fazer o filme não queria que a violência fosse mostrada graficamente. Me interessava fazê-lo através dos relatos e denúncias porque uma das coisas mais difíceis para uma mulher que vive ou viveu violência doméstica é acreditarem na sua palavra. Muitas vezes se as mulheres não chegam com alguma marca física da violência para denunciar o que vivem as pessoas duvidam delas. Preferem acreditar que a violência sofrida não é suficientemente grave a ponto de deterem ou prenderem o cônjuge, ou que o mesmo seja impedido de se aproximar de sua casa. Mas junto com os depoimentos eu quis retratar as suas próprias realidades e os seus países para fazer um filme bonito a partir das paisagens e dos contextos das cidades, partindo de uma normalidade de alguma forma. Não essa normalidade em relação à violência doméstica, porque nos últimos anos estamos nos dando conta do quão presente e grave é esta situação em muitos países, e não só na América Latina. E é justamente por isso que o filme se passa em outros continentes. Foi algo que não sabíamos se teríamos êxito, pois a questão era como fazer um filme bonito com um tema tão forte e tão doloroso. Mas até agora em todos os lugares em que o documentário foi exibido parece que fomos bem sucedidos. Acho que funcionou também muito para que o espectador interiorize o tema.

Quais são as suas expectativas sobre os impactos e mudanças que o filme pode causar tanto na vida das mulheres quanto na dos homens?

A princípio me preocupei em não fazer um filme que fosse contra os homens ou contra as relações entre casais e o casamento. Muito pelo contrário. Eu quis fazer algo que causasse reflexão tanto nos homens quanto nas mulheres para mudar essa situação que temos vivido há tanto tempo. Porque somente com ambos trabalhando juntos é que vamos mudar isso. Não é um trabalho apenas de mulheres ou apenas de homens. Por isso pensei em um filme em que os homens também pudessem refletir sobre a sua conduta. Talvez não de si próprios, mas sobre a sua conduta de gênero. Sobre os homens que perpetuam o seu poder através da violência e dos seus privilégios. 

E com as mulheres pensei em ajuda-las a chegar a uma reflexão de que existem mulheres como as retratadas no documentário que conseguiram sair dessa situação e reconstruir suas vidas. O que é algo muito importante porque não é fácil. O próprio filme não diz que é fácil se livrar desta situação ou falar sobre isto. Ou que haja facilidade em conseguir ajuda  ou refazer a vida econômica, profissional ou familiar. Mas se está falando de um caminho da vida e não de sobrevivência. Porque desgraçadamente há muitas mulheres que morrem ao tentarem sair de suas casas ou como vítimas de todo esse processo de violência que vai se agravando.

Mas estou muito feliz a princípio porque cheguei a me preocupar um pouco sobre como os homens receberiam o filme. Até agora estivemos em vários festivais no México e tivemos respostas muito interessantes. Muito jovens refletiram sobre a sua própria conduta com as suas companheiras, homens que cresceram em um ambiente de violência no qual o pai agredia a mãe e que sabem que não querem ser o mesmo, homens que convidam outros homens a refletirem e a repensarem a sua masculinidade e ajudarem que esta situação mude.

Sinopse:

Cinco mulheres vítimas de violência doméstica relatam suas histórias e lutas por sobrevivência. Vindas de diferentes partes do mundo, elas são bastante distintas entre si. Este documentário estabelece um painel feminino ao investigar a fundo um problema que ultrapassa limites geográficos e transcende diferenças sociais ou formação acadêmica. Gravado durante oito anos, o filme revela os impactos, sequelas e traumas físicos e emocionais causados pela violação do lugar que deveria ser o mais seguro e amoroso entre todos: o nosso próprio lar.​

por Fernando Flack

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Doomsday Clock | Geoff Johns explica as primeiras seis páginas da HQ

Geoff Johns, o presidente na DC Entertainment, explicou quadro a quadro as primeiras seis páginas da nova HQ da DC, Doomsday Clock, que marcará o encontro entre a Liga da Justiça e Watchmen – confira o vídeo abaixo: 

“Eu quero que você leia isso mais de uma vez, pois existem tantas coisas somente nessas primeiras seis páginas que as pessoas se divertirão entendendo a história, encontrando cada vez mais significados. Essas páginas são tão importantes pois elas mostram o status desse mundo, os mistérios, o caos e, especificamente, elas levam até o nosso primeiro personagem no centro de tudo isso: Rorschach”, complementou Johns ao final do vídeo. 

A história em quadrinhos vai terminar o arco iniciado em Rebirth #1 e que foi continuada em The Button com Batman e Flash. A trama apresentará o confronto entre o otimismo e a esperança emanados por Superman e o cinismo e ceticismo do Dr. Manhattan. 

Doomsday Clock chega às bancas norte-americanas em novembro, sem data de estreia no Brasil. 

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“Eu quero que você leia isso mais de uma vez, pois existem tantas coisas somente nessas primeiras seis páginas que as pessoas se divertirão entendendo a história, encontrando cada vez mais significados. Essas páginas são tão importantes pois elas mostram o status desse mundo, os mistérios, o caos e, especificamente, elas levam até o nosso primeiro personagem no centro de tudo isso: Rorschach”, complementou Johns ao final do vídeo. 

A história em quadrinhos vai terminar o arco iniciado em Rebirth #1 e que foi continuada em The Button com Batman e Flash. A trama apresentará o confronto entre o otimismo e a esperança emanados por Superman e o cinismo e ceticismo do Dr. Manhattan. 

Doomsday Clock chega às bancas norte-americanas em novembro, sem data de estreia no Brasil. 

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Liga da Justiça | Aparição esperada por fãs pode ter sido confirmada em ação do filme em The Big Bang Theory

A Warner fez uma ação conjunta entre o filme da Liga da Justiça e a série The Big Bang Theory. Porém, algo deu errado e a ação pode ter dado um MEGA SPOILER do filme. 

No vídeo podemos ver os protagonistas da série caracterizados dos heróis da Liga e ao fundo uma roda da fortuna com as logos dos heróis do filme, só que…confere aí:

A ação foi retirada do ar de imediato, porém, já tinha sido tarde. 

Será que teremos realmente a aparição do Lanterna Verde em Liga da Justiça? 

Liga da Justiça tem data de estreia prevista para 16 de novembro e tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Henry Cavill(Superman), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard(Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane).

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A Warner fez uma ação conjunta entre o filme da Liga da Justiça e a série The Big Bang Theory. Porém, algo deu errado e a ação pode ter dado um MEGA SPOILER do filme. 

No vídeo podemos ver os protagonistas da série caracterizados dos heróis da Liga e ao fundo uma roda da fortuna com as logos dos heróis do filme, só que…confere aí:

A ação foi retirada do ar de imediato, porém, já tinha sido tarde. 

Será que teremos realmente a aparição do Lanterna Verde em Liga da Justiça? 

Liga da Justiça tem data de estreia prevista para 16 de novembro e tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Henry Cavill(Superman), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard(Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane).

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Solo | Revelado título de spin-off de Star Wars sobre Han Solo

As gravações do filme do Han Solo acabara e o mistério sobre o nome também. Em comemoração ao término das filmagens o diretor Ron Howard divulgou em seu Twitter um vídeo revelando o nome do filme, que se chamará Solo.

Confira: 

“Ei, Twitter, acabamos de terminar a produção, então aqui vai uma mensagem especial.”

O elenco conta com Alden Ehrenreich como Han Solo, Donald GloverWoody HarrelsonEmilia ClarkeMichael Kenneth Williams e Thandie Newton. 

A previsão de estreia é para o dia 24 de maio de 2018, mas antes Star Wars: Os Últimos Jedi estreia em dezembro deste ano.

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Confira: 

“Ei, Twitter, acabamos de terminar a produção, então aqui vai uma mensagem especial.”

O elenco conta com Alden Ehrenreich como Han Solo, Donald GloverWoody HarrelsonEmilia ClarkeMichael Kenneth Williams e Thandie Newton. 

A previsão de estreia é para o dia 24 de maio de 2018, mas antes Star Wars: Os Últimos Jedi estreia em dezembro deste ano.

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NBC dá sinal verde para produção de série baseada no filme A Onda dos Sonhos

A NBC deu sinal verde para a produção da série Blue Crush, adaptação do filme A Onda dos Sonhos, de 2002. 

Hannah Schneider está cuidando do roteiro e também vai trabalhar como produtora executiva, juntamente de Brian Grazer e Francie Calfo.

O filme acompanha Anne Marie (Kate Bosworth) apaixonada pelo esporte que vive próximo à praia e divide um apartamento com outras três colegas, incluindo sua irmã caçula rebelde. Anne Marie todo dia acorda cedo para surfar e conta os dias para a chegada do Pipe Masters, um grande campeonato. Enquanto isto ela trabalha em um hotel como camareira, na intenção de pagar suas contas. É lá que ela conhece o quaterback Matt Tolman (Matthew Davis), por quem aos poucos se apaixona e começa a perder a concentração nas ondas.

Ainda não há previsão para estreia de Blue Crush.

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O filme acompanha Anne Marie (Kate Bosworth) apaixonada pelo esporte que vive próximo à praia e divide um apartamento com outras três colegas, incluindo sua irmã caçula rebelde. Anne Marie todo dia acorda cedo para surfar e conta os dias para a chegada do Pipe Masters, um grande campeonato. Enquanto isto ela trabalha em um hotel como camareira, na intenção de pagar suas contas. É lá que ela conhece o quaterback Matt Tolman (Matthew Davis), por quem aos poucos se apaixona e começa a perder a concentração nas ondas.

Ainda não há previsão para estreia de Blue Crush.

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Deadpool 2 | Josh Brolin tem contrato para quatro filmes

Josh Brolin, que marca sua estreia como Cable em Deadpool 2, revelou em entrevista ao Collider que tem contrato para pelo menos quatro filmes. 

Primeiramente eu estava inseguro. Minha esposa pediu para eu ler o roteiro e eu li. Li no meu telefone. Achei hilário, descompromissado. Eu não tinha ideia do tamanho da comunidade de fãs. E hoje eu acho que fizemos um ótimo trabalho“, disse Brolin. Entretanto, vale frisar que isso não significa que o ator estará em eventuais continuações de Deadpool, podendo fazer aparições em filmes de todo o universo mutante. 

Deadpool 2 tem roteiro de Drew Goddard (conhecido pela série da Netflix Demolidor e Perdido em Marte) e direção de David Leitch (John Wick: De Volta ao Jogo). Simon Kinberg cuida da produção do filme e os roteiristas originais, Rhett Rheese e Paul Wernick, também estão envolvidos apesar de não assinarem o roteiro. 

A continuação, que conta com Ryan Reynolds como o protagonista tagarela, chega aos cinemas em 1 de junho de 2018. 

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