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5 filmes com Jack Black para os públicos de todas as idades assistirem

Jack Black chegou com tudo na HBO Max. No último dia 20 de junho, a plataforma estreou com exclusividade UM FILME MINECRAFT, primeira adaptação live-action do fenômeno global dos games. No longa, Black dá vida a Steve, o criador e guia improvável do Overworld, mundo onde blocos se tornam armas, castelos ou pontes — dependendo da imaginação de quem joga. 

Produzido pela Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, e com direção de Jared Hess (Nacho Libre), o filme mergulha em uma jornada de criatividade e superação, com personagens transportados do nosso mundo para o universo de Minecraft. Entre ameaças como Piglins e Zumbis, a história convida o público a celebrar a amizade, o humor e o poder da construção coletiva — com o carisma inconfundível de Jack Black no centro da ação. 

E para quem saiu do Overworld querendo mais, a Max preparou uma seleção de filmes estrelados pelo ator, com aventuras e comédias que atravessam gerações.

Confira:

PARA TODA A FAMÍLIA 

UM FILME MINECRAFT (2025)

Quando quatro jovens comuns são sugados para o Overworld, precisam aprender a trabalhar juntos para salvar o mundo pixelado de uma ameaça crescente. Ao lado de Steve (Jack Black), eles descobrem que a criatividade pode ser a arma mais poderosa de todas. Uma aventura épica para fãs de todas as idades. 

GOOSEBUMPS: MONSTROS E ARREPIOS (2015)

Nesta adaptação dos livros de R.L. Stine, Jack Black interpreta o próprio autor — mas com um detalhe: suas criaturas imaginárias ganham vida quando os manuscritos são abertos. Preso em uma cidade infestada por abominações literárias, ele se une a um grupo de adolescentes para conter o caos.  

PARA OS ADOLESCENTES 

ANO UM (2009)

Nesta sátira histórica, Black vive Zed, um homem das cavernas exilado de sua tribo que embarca em uma jornada (hilária e completamente anacrônica) com o amigo Oh (Michael Cera). Juntos, eles atravessam o Antigo Testamento — literalmente — e tropeçam com figuras como Caim, Abel e até Abraão. É o absurdo em sua forma mais escancarada, com direito a figurinhas bíblicas e piadas sem filtro. 

MULHER INFERNAL (2001)

Jack Black interpreta J.D. McNugent, um dos três amigos inseparáveis que formam uma banda cover de Neil Diamond. Quando Darren, o mais sensível do grupo, se envolve com Judith — uma mulher controladora e manipuladora —, os amigos temem perdê-lo para sempre. Para salvá-lo das garras do “relacionamento tóxico”, J.D. e Wayne (Steve Zahn) elaboram um plano completamente insano: sequestrar Judith e tentar reaproximar Darren de uma antiga paixão. Uma comédia de humor absurdo, com toques de crime e romantismo torto — do jeito que só o início dos anos 2000 sabia fazer. 

PARA OS PAIS 

TURMA 94: O GRANDE ENCONTRO (2015)

Diferente de seus papéis mais espalhafatosos, neste drama com toques de comédia, Jack Black vive Dan Landsman, um homem preso ao passado que tenta, a qualquer custo, reunir sua turma do colégio para um reencontro inesquecível. Mas à medida que força situações e manipula amizades antigas, ele se vê confrontado com verdades que evitou por décadas. Um filme sobre autoimagem, nostalgia e a difícil arte de amadurecer. 

Esses filmes estrelados por Jack Black — que vão do humor escrachado ao absurdo afetivo — já estão disponíveis na Max, ao lado de UM FILME MINECRAFT. Juntos, formam uma seleção perfeita para quem quer mergulhar no talento cômico (e caótico) do ator, seja com a família, com os amigos ou em uma maratona solo repleta de gargalhadas e nostalgia. 

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4ª e última temporada de ‘Acapulco’ ganha trailer oficial; assista

O Apple TV+ revelou o trailer da temporada final da amada comédia de sucesso “Acapulco“. A quarta e última temporada de 10 episódios estreia mundialmente, com os dois primeiros episódios, na quarta-feira, 23 de julho, seguidos de uma estreia semanal até 17 de setembro.

Confira abaixo:

Sobre a 4ª temporada de Acapulco

Na quarta temporada, o Máximo dos dias atuais (Eugenio Derbez, de “Não Aceitamos Devoluções”, “No Ritmo do Coração” – “CODA”, da Apple) trabalha incansavelmente para restaurar o resort Las Colinas à sua antiga glória antes da grande reabertura. Em 1986, quando um concorrente conquista o primeiro lugar no ranking anual dos “Melhores Hotéis de Acapulco”, o jovem Máximo (Enrique Arrizon – “Las hijas de Abril”, “Marco & Luna”) fará o que for preciso para voltar ao topo e garantir o futuro do Las Colinas.

Além de Derbez e Arrizon, o elenco de “Acapulco” conta com Fernando Carsa (“La Mosca en la Pared”, “At Midnight”), Rafael Cebrián (“Narcos”, “Borgia”), Vanessa Bauche (“Amores Brutos”, “Três Enterros”, “A Máscara do Zorro”), Camila Perez (“Gotham”, “A Teacher”), Carlos Corona (“Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, “Uma Cidade de Loucura”), Chord Overstreet (“Glee”, “Uma Quedinha de Natal”, “Coração de Guerreiro”), Regina Reynoso (“Enquanto o Lobo Não Vem”, “Entrenando a mi papá”), Jessica Collins (“Prenda-Me se for Capaz”, “It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Regina Orozco (“Vermelho Sangue”, “Plano de Fuga”).

A nova temporada também traz de volta os queridos Damián Alcázar (“As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”, “O Crime do Padre Amaro”), Jaime Camil (“Viva: A Vida é uma Festa”, “A Feia Mais Bela”), Cristo Fernández (“Ted Lasso”, da Apple, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, “Transformers: O Despertar das Feras”) e Carolina Moreno (“The Barriers”, “Clementine”), e apresenta como estrelas convidadas Keyla Monterroso Mejia (“O Estúdio”, da Apple) e Omar Chaparro (“Ninguém Merece, Frida”, “Pokémon: Detetive Pikachu”) que se juntam à nova temporada.  

Jack McBrayer (“Um Maluco na TV”, “Ressaca de Amor”, “Murderbot”, da Apple) faz uma participação especial.

Produzida pela Lionsgate Television, a série bilingue, elogiada mundialmente, “Acapulco” é inspirada no sucesso de bilheteria da 3Pas Studios e Pantelion Films “Como se Tornar um Conquistador” e é produzida para a Apple pela Lionsgate Television, 3Pas Studios, Zihuatanejo Productions e The Tannenbaum Company. Além de estrelar a série, Derbez assina como produtor executivo ao lado de Ben Odell (“Radical”, “Casal de Fachada”, “Um Conto Chinês”).

A série tem criação de Austin Winsberg (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”, “O Natal Extraordinário de Zoey”, “A Verdade Nua e Crua”), Eduardo Cisneros (“Não Aceitamos Devoluções”, “Bespoke”) e Jason Shuman (“Perigo em Bangkok”, “No Cair da Noite”, “O Grande Herói”). Winsberg também assina como produtor executivo com Sam Laybourne (“Black-ish”, “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”, “O Show de Michael J. Fox”), que assina como showrunner. Outros produtores executivos incluem Kim e Eric Tannenbaum (“Dois Homens e Meio”, “Você de Novo”, “O Natal Extraordinário de Zoey”) e Jason Wang (“O Natal Extraordinário de Zoey”, “The Last O.G.”) para a The Tannenbaum Company.

Jaime Eliezer Karas (“Abbott Elementary”, “Ghosts”) também assina como produtor executivo e diretor e Sonia Gambaro é coprodutora executiva pela 3Pas Studios.

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Slow Horses é renovada antecipadamente para 7ª temporada pela Apple TV+

O Apple TV+ anunciou a sétima temporada de seis episódios do elogiado drama de espionagem com humor ácido “Slow Horses”. A série, vencedora dos prêmios Emmy e BAFTA (da Academia Britânica de Cinema), é estrelada pelo vencedor do Oscar Sir Gary Oldman (Melhor Ator em “O Destino de uma Nação”), que já recebeu indicações ao Globo de Ouro,Emmy e BAFTA por sua atuação marcante como o querido e temperamental Jackson Lamb.

As quatro primeiras temporadas completas de “Slow Horses” estão disponíveis no Apple TV+, com a estreia da quinta temporada marcada para 24 de setembro, e a sexta temporada anunciada no ano passado.

Sobre Slow Horses

Slow Horses” é um drama de espionagem com humor ácido que acompanha uma equipe desajustada de agentes da inteligência britânica que atua em uma subdivisão rejeitada do MI5, conhecida “carinhosamente” como Slough House(casa dos degredados). Gary Oldman interpreta Jackson Lamb, o brilhante, porém antissocial líder dos espiões que acabam em Slough House devido a erros que comprometeram as suas carreiras, em confusões no mundo da espionagem. 

Na sétima temporada, Lamb e seus agentes estão em uma caçada para encontrar e neutralizar um espião infiltrado no coração do governo britânico, antes que ele consiga enfraquecer o Estado.

Slow Horses” foi elogiada como “certamente a melhor série de espionagem da televisão”, um “thriller de espionagem verdadeiramente notável” que é “absolutamente brilhante” e simplesmente “tão bom”.

Todas as quatro primeiras temporadas de “Slow Horses” têm uma pontuação Certified Fresh (aprovação), com duas temporadas recebendo uma rara e perfeita pontuação de 100% dos críticos e a quarta temporada escolhida como a série número um de 2024, segundo o Rotten Tomatoes. A terceira temporada, elogiada mundialmente, conquistou nove indicações para o prêmio Emmy e venceu o prêmio de “Melhor Roteiro em Série Dramática” e a produção segue recebendo elogios tanto de fãs quanto de críticos.

A série é produzida para o Apple TV+ pela See-Saw Films, com Jamie Laurenson (“A Serpente de Essex”, “Sequestro no Ar”, ambas da Apple), Hakan Kousetta (“A Serpente de Essex”, da Apple, “Estado de União”), Iain Canning (“Ataque dos Cães”, “Lion: Uma Jornada para Casa”), Emile Sherman (“Ataque dos Cães”, “Lion: Uma Jornada para Casa”), Dan Hassid (“Não Tenha Medo do Escuro”, “O Cavaleiro Solitário”), Mick Herron (“Down Cemetery Road”, “Kulturplatz”), Gail Mutrux (“A Garota Dinamarquesa”, “Show Me a Hero”), Douglas Urbanski (“A Rede Social”, “O Destino de uma Nação”) e Gary Oldman como produtores executivos.

Ben Vanstone (“Um Cavalheiro Em Moscou”, “As Aventuras de Merlin”) assina a adaptação da sétima temporada e também a produção executiva, com Robert McKillop (“Guilt”, “Clique”, “Diário de um Jovem Médico”) na direção. A See-Saw Films faz parte do grupo Mediawan.

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53º Festival de Cinema de Gramado anuncia os longas de ficção que disputam o Kikito

Vem aí um novo festival! O 53º Festival de Cinema de Gramado divulgou nesta terça-feira os longas-metragens brasileiros de ficção que disputarão o Kikito em 2025. O anúncio foi realizado durante coletiva de imprensa na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, que também apresentou outros destaques da programação, como os curtas-metragens gaúchos selecionados para o Prêmio Assembleia Legislativa e os agraciados com o Troféu Leonardo Machado e os Prêmios IECINE, além de detalhes sobre o Conexões Gramado Film Market, segmento mercadológico do evento serrano. Os demais conteúdos e homenagens desta edição serão divulgados em coletivas de imprensa no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de julho, e em São Paulo, no dia 17.

Realizado pela Gramadotur, autarquia municipal de turismo e cultura, o Festival de Cinema de Gramado, o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, que faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, acontece entre os dias 13 e 23 de agosto.

A programação terá início com a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil Educavídeo e a abertura oficial será no dia 15 de agosto, com a exibição hors concours do inédito O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o filme conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Para a competição, foram escolhidos seis longas de ficção inéditos no Brasil, que serão exibidos no Palácio dos Festivais. A partir de curadoria assinada pelo ator e diretor Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico Marcos Santuario, a seleção deste ano sublinha a força de Gramado como a primeira janela de exibição dos mais recentes títulos da cinematografia brasileira. 

“Nesta seleção de obras, reunidas sob o olhar atento de uma curadoria comprometida com a pluralidade, a urgência e a sensibilidade, apresentamos um panorama potente do cinema atual. Os seis filmes — ‘Sonhar com Leões’, ‘Cinco Tipos de Medo’, ‘Papagaios’, ‘Querido Mundo’, ‘Nó’ e ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’— compõem uma amostra vibrante e necessária de narrativas que dialogam com o presente, sem abrir mão da complexidade humana e estética”, comenta o curador Marcos Santuario.

“Não foi uma tarefa simples [escolher esses seis títulos], pois vimos muitos trabalhos criativos, poderosos e com vozes próprias, que reafirmam a força do nosso audiovisual e da nossa cultura. Buscamos selecionar obras que apostam na diversidade de temas, linguagens, territórios, gêneros e nos convidam a refletir. São filmes com marcas autorais que provocam, sensibilizam e, acima de tudo, nos representam”, diz Camila Morgado, que estreia este ano na curadoria.

“Nosso foco foi contemplar essa variedade de temas, de narrativas, mesclar nomes consagrados com novas promessas. Espero que o público se deslumbre com a força do nosso cinema, com o vigor com que ele se renova e se reafirma”, complementa Caio Blat.

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

“A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF), de Rafaela Camelo

“Cinco Tipos de Medo” (MS), de Bruno Bini

“Nó” (PR), de Laís Melo

“Papagaios” (RJ), de Douglas Soares

“Querido Mundo” (RJ), de Miguel Falabella

“Sonhar com Leões” (SP), de Paolo Marinou-Blanco

Todos os títulos podem ser encontrados no site oficial do Festival de Cinema de Gramado: www.festivaldegramado.net

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Rick and Morty: A série que ri do abismo (e o abismo ri de volta)

Eles viajam entre realidades, desafiam a lógica e destroem o tempo-espaço com uma arma caseira. Mas talvez o mais explosivo em RICK AND MORTY não seja o multiverso — e sim o que ele revela sobre nós mesmos. Com a oitava temporada já na metade, a série animada do Adult Swim, disponível com exclusividade na Max, segue abordando grandes questões da existência com irreverência, genialidade e uma dose generosa de niilismo. 

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Debaixo da zoeira interestelar e dos alienígenas bizarros, a série sempre foi um playground filosófico — explorando de forma irreverente conceitos como niilismo, existencialismo, livre-arbítrio e ética. E ao invés de dar respostas, RICK AND MORTY multiplica as perguntas: o que nos torna únicos quando há infinitas versões de nós mesmos? O que significa “escolher” quando tudo parece roteirizado por um roteirista bêbado no espaço? E se Deus for só mais um personagem mal escrito? 

Se uma aula de filosofia fosse dada por um cientista sociopata e seu neto confuso, talvez fosse algo assim: 

Niilismo: o nada como ponto de partida

Rick Sanchez é a representação viva do niilismo: inteligente demais para se apegar a qualquer sistema de valor, ele trata tudo como descartável — realidades, pessoas, até a própria família. O universo não tem sentido? Ótimo. Menos peso para carregar. Mas a série também mostra as rachaduras desse pensamento: os surtos, os vazios, o álcool, a autodestruição em silêncio. O niilismo aqui é radical, mas também é humano — e isso é o que o torna potente. 

Existencialismo: somos o que escolhemos ser (mesmo sem saber o porquê)

Morty é o oposto de Rick. Onde Rick vê o absurdo, Morty busca sentido. Ele é o adolescente que, mesmo cercado de caos cósmico, ainda acredita em certo e errado, ainda sofre por amor, ainda quer “ser alguém”. Esse embate filosófico constante entre os dois personagens (e também com Summer, Beth, Jerry…) revela que, mesmo em um universo onde nada importa, ainda tentamos ser bons. Porque talvez isso seja o que nos define. 

Determinismo e livre-arbítrio: o dilema de ser você em infinitas versões

Um dos conceitos mais fascinantes da série é a ideia de infinitas realidades — e, com elas, infinitas versões dos mesmos personagens. Isso transforma RICK AND MORTY num espelho quântico da filosofia do livre-arbítrio: se em outro universo você fez uma escolha diferente, o que torna essa versão sua mais verdadeira? Ao mostrar Mortys tiranos, Ricks burocratas e Jerrys bem-sucedidos, a série escancara a pergunta: quem você é quando tudo é possível? 

Ética e responsabilidade: fazer o bem em um universo que não liga

Mesmo num multiverso indiferente, as consequências existem — e elas batem na porta. Seja quando Rick abandona civilizações inteiras, quando Morty altera uma linha do tempo ou quando Jerry tenta ser útil pela milésima vez, RICK AND MORTY nos força a refletir: se não existe um código moral universal, como escolhemos agir? A série brinca com dilemas éticos clássicos — como o valor de uma vida, o peso da culpa e a ideia de responsabilidade coletiva — com acidez e (às vezes) dor. 

Ao longo de oito temporadas, RICK AND MORTY provou que pode, sim, fazer piada com tudo — inclusive com as perguntas mais antigas da humanidade. A série conta com episódios inéditos às segundas-feiras, exclusivamente na Max. 

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Estrelado por Tom Hiddleston, A Vida de Chuck ganha novo trailer; assista

A Diamond Films revelou o novo trailer do filme A VIDA DE CHUCK (The Life of Chuck), adaptação do conto homônimo de Stephen King. Dirigido por Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill) e estrelado por Tom Hiddleston (Loki), o longa chega aos cinemas do Brasil em 4 de setembro.

A obra retrata a comovente jornada de um homem aparentemente comum, explorando com sensibilidade as complexidades da experiência humana. 

Confira o trailer abaixo:

Sobre A Vida de Chuck

Em A VIDA DE CHUCK, acompanhamos a jornada de Charles “Chuck” Krantz, vivido por Tom Hiddleston. A narrativa mistura diferentes gêneros para retratar, de forma única e comovente, os altos e baixos da vida. Ao longo da história, o protagonista experimenta a beleza do amor, a dor da perda e descobre as múltiplas camadas que compõem a essência humana.

Vencedor do prêmio do público na edição mais recente do Festival de Toronto, A VIDA DE CHUCK ganha vida sob a direção de Mike Flanagan, que também assina o roteiro do filme. O diretor, conhecido por suas adaptações de obras de Stephen King, já comandou produções como Jogo Perigoso, Doutor Sono e atualmente está comandando o desenvolvimento da série de TV A Torre Negra.

A VIDA DE CHUCK ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Karen Gillan, Jacob Tremblay e Mark Hamill no elenco.

Com distribuição da Diamond Films, A VIDA DE CHUCK estreia nacionalmente em 4 de setembro.

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Baseado em uma história real, longa ‘Escola Sem Muros’ começa a ser filmado em São Paulo

Como a educação pode se tornar o agente transformador de uma comunidade, capaz de mudar a vida de seus habitantes? É isso que será retratado no filme “Escola Sem Muros”, que iniciou as filmagens em 30 de junho, em São Paulo, e terá duração de seis semanas.

A produção é uma adaptação livre da história da Escola Campos Salles, localizada em Heliópolis, na capital paulista, que se tornou referência por suas inovações pedagógicas e uma forte integração com o bairro. Com direção de Cao Hamburger, que também assina o roteiro com Thayna Mantesso, Tom Hamburger e Marcelo Gomes, a produção é da Gullane, coproduzido pela Ukbar Filmes (Portugal), Globo Filmes, Telecine e Caos Produções, e em associação com o grupo Playtime.

A trama se passa em 1995, quando um novo diretor chamado Braz Nogueira, interpretado por Júlio Andrade, chega à Campos Salles. A escola, conhecida como “lixão” ou “fábrica de bandido”, para onde os piores alunos da região eram transferidos, se mantinha à distância da comunidade que ela atendia. Entretanto, Braz, ao lado dos líderes comunitários Orlando (Flavio Bauraqui) e Rose (Larissa Bocchino), enfrenta os desafios impostos pela violência do bairro e o estigma que seus alunos enfrentam todo dia, determinado a devolver a escola a quem ela realmente pertence: os habitantes de Heliópolis.

O longa conta com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual, apoio do Governo Federal, do Ministério da Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo e da Spcine através da Lei Paulo Gustavo, além do apoio institucional da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Chegará aos cinemas pela Califórnia Filmes.

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Do Limoeiro para a telinha: Confira 3 produções da Turma da Mônica para maratonar no streaming

Turma da Mônica em…. uma viagem pelas produções do catálogo da Max! Títulos imperdíveis estão disponíveis na plataforma e convidam o público a reviver memórias queridas do universo Turma da Mônica, além de descobrir novas fases dos personagens que marcaram diferentes gerações. 

Entre títulos que encantam desde os tempos dos gibis até produções que refletem os dilemas da adolescência está o especial TURMA DA MÔNICA JOVEM: INCERTEZAS, que expandiu os eventos da primeira temporada da série animada e emocionou os fãs ao explorar as expectativas de Mônica após o aguardado beijo com Cebola. Com reencontros, dilemas e clima de recomeço, o episódio mergulha nos sentimentos intensos da juventude e já está disponível na plataforma de streaming.

Confira a lista com outras produções do universo da Turma da Mônica para maratonar:  

TURMA DA MÔNICA

Um clássico baseado nos quadrinhos, a série acompanha todas as aventuras e confusões da Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e de todo resto da Turma. A quarta temporada estreia em breve na plataforma de streaming.  

FRANJINHA & MILENA: EM BUSCA DA CIÊNCIA

Nesta produção lúdica e cheia de conhecimento, a curiosidade vira motor de aventuras! As duas temporadas acompanham a dupla Franjinha e Milena enquanto investigam fenômenos do cotidiano, fazem experimentos e encontram explicações para perguntas que toda criança já se fez. Com linguagem simples, bom humor e visual colorido, a série incentiva o pensamento científico e o espírito investigativo desde cedo, e claro: sem deixar de lado o encanto das histórias da Turma. 

TURMA DA MÔNICA: CINE GIBI 

Um verdadeiro presente para quem cresceu com os quadrinhos, a produção transforma algumas das histórias mais queridas em animações divertidas e cheias de emoção. Em formato de coletânea, os episódios são apresentados como se fossem exibidos em uma sessão de cinema, com direito a participações especiais de figuras como Luciano Huck, Wanessa Camargo, Fernanda Lima e a dupla Pedro e Thiago, além do próprio Maurício de Sousa.  

Além disso, tanto o especial TURMA DA MÔNICA JOVEM: INCERTEZAS, quanto todos os episódios da primeira temporada de TURMA DA MÔNICA JOVEM, estão disponíveis na plataforma de streaming. E, ao reunir essas e outras produções, a Max e MSP Estúdios homenageiam o universo criado por Mauricio de Sousa e convidam o público a revisitar histórias que marcaram diferentes gerações. 

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“O Ritual”, terror baseado na história real que inspirou O Exorcista, terá sessões antecipadas no Brasil

A Paris Filmes fará sessões antecipadas do “O Ritual” (The Ritual) a partir de 24 de julho nos cinemas. A estreia oficial será em 31 de julho. Baseado no exorcismo mais documentado da história, que originalmente durou 23 dias, o filme é protagonizado por Al Pacino, Dan Stevens e Ashley Greene.  

Sobre O Ritual

A produção, dirigida por David Midell, acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado. 

O roteiro é assinado por David Midell e Enrico Natale e a produção é de Enrico Natale, Ross Marks, Andrew Stevens e Mitchell Welch.

O Ritual estreia dia 31 de julho nos cinemas brasileiros.

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Giulia Benite e Gabi Amaral serão filhas de Mônica Martelli e Ingrid Guimarães na comédia “Minha Amiga”

Giulia Benite e Gabi Amaral rodam, em Lisboa, a aguardada comédia “Minha Amiga”. Na trama, Giulia interpreta Manu, filha de Júlia (Mônica Martelli), e Gabi dá vida à Isadora, filha de Clara (Ingrid Guimarães).

As adolescentes são amigas inseparáveis, filhas de uma dupla de mães também inseparável, e se preparam para um intercâmbio em Portugal, a primeira vez em suas vidas que vão morar longe de casa. Com a distância, as duas vão explorar suas individualidades e aproveitar ao máximo todas as oportunidades de morar e estudar na Europa.

Produzido por Marcio FraccaroliVeronica Stumpf e André Fraccaroli, o filme tem direção de Susana Garcia, campeã de bilheteria no Brasil (“Minha Mãe é Uma Peça 3”, “Minha Vida em Marte”, “Minha Irmã e Eu”). A produção é da Paris Entretenimento e distribuição da Paris Filmes.

Sobre Minha Amiga

A trama de Minha Amiga acompanha Júlia (Mônica) e Clara (Ingrid), melhores amigas que compartilham entre si as felicidades e preocupações da vida, principalmente as mudanças que sentem após completarem 50 anos. As duas se preparam para se despedir das filhas Manu (Giulia Benite) e Isadora (Gabi Amaral), de 15 anos, que viajam para fazer intercâmbio em Portugal e vão, pela primeira vez, morar longe das mães.

Júlia (Mônica Martelli) é uma jornalista que busca levar humor para as reportagens que produz, tentando chamar a atenção para os problemas da cidade de forma descontraída. Divorciada, ela sente a tristeza do ninho vazio após a partida de Manu, que foi morar com o pai em Lisboa durante o intercâmbio. Já Clara (Ingrid Guimarães) vive uma rotina repetitiva entre o trabalho como corretora imobiliária e a vida doméstica cuidando do marido, do enteado e da sogra, sentindo falta da companhia da filha, Isadora. 

A dupla decide dar um chega para lá no baixo astral e embarca para Portugal para surpreender as meninas e viverem dias incríveis de mães e filhas com passeios deliciosos, compras e pastéis de nata. Mas, quando chegam em solo europeu, nem tudo sai como planejado e elas vão viver intensamente as férias e lidar com circunstâncias inesperadas de uma viagem ao exterior, mesmo em um país onde falam a mesma língua. 

Ingrid Guimarães e Mônica Martelli também viveram o momento da despedida quando as filhas passaram duas semanas para estudar fora, em julho de 2024. A relação das duas protagonistas com suas filhas adolescentes também é fortemente inspirada na vida real das atrizes. As quatro conquistaram a internet mostrando as situações inusitadas e os perrengues que passaram durante uma viagem à Europa.

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