Aos 35 anos, Raphael Montes acumula sucessos. Um dos principais nomes da literatura policial, de suspense e de horror no Brasil na última década, ele se consolidou também como criador de séries. Estreou como autor da elogiada novela “Beleza Fatal” e agora lança seu nono livro, “A Estranha na Cama“, que será publicado em breve pela Companhia das Letras. Paralelamente ao lançamento literário, a obra já está em processo de adaptação para filme, atualmente em desenvolvimento pela Netflix Brasil.
No enredo, Montes explora a intimidade de um casal em crise que decide abrir a relação e convidar outra mulher para uma experiência a três. O que deveria ser uma tentativa de reconexão, porém, se transforma em uma sucessão de acontecimentos inesperados. Erotismo, tensão psicológica e reviravoltas marcam a narrativa, que aprofunda temas como desejo, confiança e as fragilidades das relações modernas. O desfecho, segundo o autor, promete estar à altura de seus thrillers mais emblemáticos.
A adaptação audiovisual de “A Estranha na Cama” tem produção da Casa Montes em parceria com A Fábrica, com roteiro assinado pelo próprio Raphael Montes e direção de Esmir Filho. A produção encontra-se em fase inicial e terá lançamento exclusivo pela Netflix.
“Chainsaw Man — O Filme: Arco da Reze“, com roteiro adaptado de Hiroshi Sekolo (Dan Dan Dan e Jujutsu Kaisen), já pode ser assistido diretamente de casa.
Sob a direção de Tatsuya Yoshihara, o filme continua a trama apresentada na primeira temporada do anime. Adaptação de um dos capítulos do mangá homônimo do autor Tatsuki Fujimoto, o filme está disponível para venda e aluguel com o preço sugerido a partir de R$29,90 nas lojas digitais da Apple TV, Amazon Prime, Claro TV+, Google Play e Microsoft Films & TV (Xbox) e Vivo Play.
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Sobre Chainsaw Man — O Filme: Arco da Reze
No longa, Denji trabalha como caçador de demônios para a yakuza para pagar a dívida que herdou de seus pais. Um dia, Denji é traído e acaba morrendo. Em seus últimos instantes, faz um pacto com Pochita, que resulta na fusão que cria o Homem-Motosserra. Agora, envolvido em uma guerra brutal contra demônios, caçadores e inimigos ocultos, Denji vê sua vida mudar ao conhecer Reze, uma garota misteriosa. Movido pelo amor, ele enfrentará sua batalha mais perigosa em um mundo onde a sobrevivência não tem regras.
O Apple TV revelou a data de estreia e as primeiras imagens da aguardada “Margo e a Falta de Dinheiro” (“Margo’s Got Money Troubles”), série estrelada pela indicada ao Emmy e ao Golden Globe Elle Fanning (“Super 8”, “Demônio de Neon”, “Um Lugar Qualquer”) e a indicada ao Oscar e ao Emmy Michelle Pfeiffer (“Susie e os Baker Boys”, “Hairspray: Em Busca da Fama”, “Revelação”), que são produtoras executivas.
O elenco conta o vencedor do Emmy Nick Offerman (“The Last of Us”, “Parks and Recreation”, “Devs”) e Thaddea Graham (“Us”, “Os Irregulares de Baker Street”, “Doctor Who”), ao lado da vencedora do Oscar e do Emmy Nicole Kidman (“Moulin Rouge: Amor em Vermelho”, “As Horas”, “Reencontrando a Felicidade”), que também assina como produtora executiva. Da A24 e do criador vencedor de vários Emmy David E. Kelley (“Big Little Lies”, “O Desafio”, “L.A. Law”), a produção é baseada no romance best-seller de Rufi Thorpe: “Margo’s Got Money Troubles”.
Com oito episódios, a série Apple Original estreia mundialmente na quarta-feira, 15 de abril, com três episódios, seguidos por novos toda quarta-feira até 20 de maio.
Confira as imagens abaixo:
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Sobre Margo e a Falta de Dinheiro
“Margo e a Falta de Dinheiro” é um drama familiar engraçado, ousado e emocionante que acompanha Margo (Fanning), que acaba de desistir da faculdade enquanto sonha ser escritora. Ela é filha de uma ex-garçonete da cadeia de restaurantes Hooter (Pfeiffer) e de um ex-lutador profissional (Offerman), e acaba obrigada a lidar com um bebê, uma quantidade crescente de contas e uma quantidade insuficiente de maneiras de pagá-las.
A série também é estrelada pela vencedora do Oscar Marcia Gay Harden (“Pollock”, “Mystic River”), o indicado ao Oscar Greg Kinnear (“Black Bird”, da Apple, e “Shining Vale”), Michael Angarano, Rico Nasty e Lindsey Normington.
“Margo e a Falta de Dinheiro” é produzida para o Apple TV pela A24. David E. Kelley assina como showrunner e roteirista, e é produtor executivo ao lado de Elle Fanning, Dakota Fanning (“Guerra dos Mundos”, “Uma Lição de Amor”, “Chamas da Vingança”) e Brittany Kahan Ward (“Por Lugares Incríveis”, “The Great”, “Carolina Caroline”) pela Lewellen Pictures; Nicole Kidman e Per Saari (“Big Little Lies”, “Reféns”, “Monte Carlo”)da Blossom Films; e Matthew Tinker (“Big Little Lies”, “The Undoing: Já Devias Saber”, “Nove Desconhecidos”) pela David E. Kelley Productions. Michelle Pfeiffer, a autora Rufi Thorpe, Eva Anderson (“Briarpatch”, “You’re the Worst”, “PITtv”) e Boo Killebrew também são produtoras executivas.
A vencedora do BAFTA e do Emmy Dearbhla Walsh dirige o episódio piloto e assina como produtora executiva. Kate Herron e Alice Seabright também são diretoras.
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O Prime Video divulgou as primeiras imagens de Young Sherlock, série estrelada por Hero Fiennes Tiffin (série de filmes After) no papel de Sherlock Holmes. Trazida à vida pelo diretor visionário e produtor executivo Guy Ritchie, a produção narra a história de origem de Sherlock Holmes em um mistério irreverente e repleto de ação, que acompanha as primeiras aventuras do icônico detetive.
Confira as imagens abaixo:
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Sobre Young Sherlock
Com toda a inteligência e charme dos longas de Sherlock Holmes de Guy Ritchie, Young Sherlock será uma história cheia de ação que conta a origem do detetive de Sir Arthur Conan Doyle em uma re-imaginação explosiva deste personagem tão conhecido. Aos 19 anos, Sherlock Holmes está em desgraça, sem filtros e desajeitado, quando se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade.
Ambientada na Oxford de 1870, a série acompanha Sherlock em seu primeiro caso. Apesar de sua total falta de disciplina, ele mergulha na investigação e consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.
O elenco de Young Sherlock, anunciado anteriormente, inclui Dónal Finn (A Roda do Tempo), Zine Tseng (O Problema dos 3 Corpos), Joseph Fiennes (The Handmaid’s Tale), Natascha McElhone (Halo), Max Irons (Condor) e Colin Firth(O Discurso do Rei). Guy Ritchie dirige e atua como produtor executivo.
A série é escrita e tem produção executiva do showrunner Matthew Parkhill, ao lado dos produtores executivos Dhana Gilbert, Marc Resteghini, Simon Maxwell, Ivan Atkinson, Simon Kelton e Colin Wilson, e dos coprodutores executivos Harriet Creelman e Steve Thompson. A Motive Pictures liderou a produção física de Young Sherlock.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
Traição Entre Amigas, novo filme de Bruno Barreto, promete surpreender muita gente quando chegar aos cinemas nesta semana, dia 11 de dezembro, com distribuição da Imagem Filmes. Baseado no primeiro livro da escritora best-seller Thalita Rebouças, o longa traz Larissa Manoela e Giovanna Rispoli nos papéis principais.
Veja 5 motivos para não perder Traição Entre Amigas nos cinemas:
1 – LARISSA MANOELA COMO VOCÊ NUNCA VIU
Um dos rostos mais conhecidos do público jovem, Larissa Manoela encara em Traição Entre Amigas um novo desafio. Sua personagem, Penélope, é diferente de todas as que ela fez antes: um espírito livre que deixa Curitiba rumo a Nova York para descobrir seu lugar no mundo, se envolve com outra mulher e vive dilemas de gente grande. “Esse projeto mexeu comigo de um jeito muito profundo… Foi uma oportunidade de me desafiar, de experimentar, de me reconhecer em uma etapa nova — um momento em que quero me colocar em papéis mais complexos, que me instiguem e me provoquem”, afirma a atriz, que também atua em inglês pela primeira vez.
2 – GIOVANNA RISPOLI CANTA — E CANTA MUITO!
Rispoli já viveu papéis desafiadores, entre eles uma jovem surda, mas diz que nenhuma personagem teve a carga emocional de Luiza em Traição Entre Amigas, em que faz um casal com o amigo André Luiz Frambach e discute temas como gaslighting e gravidez indesejada. Além disso, uma grande surpresa do filme é vê-la soltar a voz — e que voz! Giovanna interpreta canções originais e faz uma cover de Marina Lima. Ela teve que fazer preparação vocal porque quase todas as músicas foram cantadas a capella. “Tive até que aprender a tocar violão porque, em alguns momentos, a Luiza canta e toca. Eu fiquei muito nervosa. Foi uma experiência muito intensa”.
3 – UMA HISTÓRIA DIFERENTE DE THALITA REBOUÇAS
Traição Entre Amigas é baseado no primeiro livro de Thalita Rebouças, uma autora que hoje é sinônimo de literatura teen. Mas na época em que escreveu a história de Penélope e Luiza, Thalita ainda não tinha definido um público-alvo e o livro acompanha duas amigas que começam a dar os primeiros passos no mundo adulto, buscando um sentido para suas vidas e um lugar no mundo. Diferentemente dos títulos que mais tarde a tornariam um fenômeno entre os jovens leitores, o livro traz um olhar mais adulto sobre o universo feminino, explorando as complexidades emocionais das relações e questões femininas mais delicadas.
4 – NOVO FILME DE BRUNO BARRETO
Bruno Barreto é um dos diretores mais conhecidos do Brasil e tem uma longa experiência em levar personagens femininos para a tela, como no clássico Dona Flor e Seus Dois Maridos, Romance da Empregada e Flores Raras. Mas esta é a primeira vez que Barreto usa sua sensibilidade para contar uma história não apenas focada em duas jovens mulheres que começam a conhecer as dores do mundo adulto, mas estrelada por duas atrizes ainda associadas ao universo adolescente em papéis que representam um momento de virada em suas carreiras. Uma responsabilidade grande, mesmo para um diretor tão experiente.
5 – CURITIBA E NOVA YORK
O filme se passa em dois cenários principais: Curitiba e Nova York. Bruno Barreto mudou a cidade onde as personagens moravam para explorar o contraste e brincar com as expectativas do público: “Eu pensava: Rio de Janeiro, praia, calor, a caricatura do Brasil — e Nova York, frio. Aí eu pensei: vai ser legal se a gente inverter. O que se passa em Curitiba tem cores frias, monocromáticas — porque é o inverno em Curitiba — e o que se passa em Nova York é o verão”. Em Curitiba, há cenas em lugares históricos, como o Teatro Guaíra, a Ópera do Arame e até um passeio de trem até Morretes.
Traição Entre Amigas estreia nesta quinta-feira, 11 de dezembro, nos cinemas de todo o Brasil. O elenco do filme também reúne nomes de diferentes gerações do audiovisual brasileiro. Além de Larissa e Giovanna, o filme conta com Nathalia Garcia, Gabrielle Joie, Emanuelle Araújo, Guenia Lemos, Otávio Linhares, Dan Ferreira, Pedro Colombelli, e André Luiz Frambach, marido de Larissa Manoela, que interpreta um dos personagens centrais na história. O conjunto reforça a aposta em atuações sensíveis, contemporâneas e alinhadas ao tom maduro da obra.
O Natal é tão especial que chega a ser difícil escolher a melhor parte dessa festa. Entre as suculentas refeições em família e as divertidas trocas de presentes, uma das tradições mais celebradas é a de assistir aos filmes natalinos. Afinal, não há nada mais aconchegante do que viver histórias que levam às telas a magia dessa comemoração.
Para ajudar a montar a maratona perfeita, nós decidimos te presentear com uma lista contendo oito verdadeiros clássicos de Natal para assistir (ou até mesmo rever) agora mesmo no Disney+. Aproveite:
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8 filmes de Natal disponíveis no Disney+
1- Aconteceu no Natal do Mickey
Foto filme – Aconteceu no Natal do Mickey | Divulgação Disney+
Para começar as festividades com o pé direito, temos Aconteceu no Natal do Mickey (1999), filme que conta três histórias natalinas perfeitas para rir e se emocionar. A primeira acompanha o Pato Donald e seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho presos no Natal, vivendo o mesmo dia repetidamente. Já a segunda mostra o Pateta e seu filho, Max, em uma série de desventuras para receber a visita do Papai Noel. Por fim, a terceira parte da antologia mostra Mickey e Minnie entrando em jornadas paralelas em busca do presente perfeito um para o outro, em um conto emocionante sobre a verdadeira mensagem que acompanha a data.
2- O Natal dos Muppets
Foto filme – O Natal dos Muppets | Divulgação Disney+
É claro que os Muppets não poderiam ficar de fora da celebração. O Natal dos Muppets (1992) conta a história de Ebenezer Scrooge (Michael Caine), um homem grosseiro, avarento e solitário que, na véspera do Natal, recebe visitas de fantasmas que o levam para o passado, presente e futuro, em uma jornada que o ensina o verdadeiro significado da data. Se a história te parecer familiar, saiba que ela é uma releitura do clássico Um Conto de Natal, de Charles Dickens, temperada com o humor e as canções dos Muppets.
3- Meu Papai é Noel
Foto filme – Meu Papai é Noel | Divulgação Disney+
Meu Papai é Noel (1994) acompanha Scott Calvin (Tim Allen) se preparando para passar o Natal com o filho, Charlie (Eric Lloyd). Na grande noite, a dupla ouve um barulho e descobre que ninguém menos que o Papai Noel (Steve Lucescu) caiu no telhado de sua casa. Com o Bom Velhinho fora de ação, Scott veste o tradicional gorro vermelho e toma as rédeas do trenó mágico para terminar de entregar os presentes. O que Calvin não sabia é que, ao assumir o papel, ele firmou um acordo que o transforma no novo Papai Noel, dando início a uma série de desventuras natalinas.
4- Um Herói de Brinquedo
Foto filme – Um Herói de Brinquedo | Divulgação Disney+
Nem todo Papai é Noel, mas alguns vivem verdadeiras sagas natalinas para se aproximar dos filhos. É o caso de Howard Langston (Arnold Schwarzenegger), o protagonista de Um Herói de Brinquedo (1996), que percebe não estar presente o suficiente na vida do filho, Jamie (Jake Lloyd). Para compensar, ele decide dar o presente que o garoto mais deseja: um boneco do herói Turbo Man. Acontece que o brinquedo é um sucesso tão grande que está esgotado em todo lugar, levando Howard a uma jornada árdua e comicamente absurda para encontrar um exemplar na véspera do Natal.
5- O Estranho Mundo de Jack
Foto filme – O Estranho Mundo de Jack | Divulgação Disney+
Poucos filmes representam o quanto a magia do Natal é contagiante quanto O Estranho Mundo de Jack (1993). O longa conta a história de Jack Esqueleto, o Rei do Horror e figura importante na Cidade do Halloween. Frustrado pela mesmice, ele acaba indo parar na Cidade do Natal e se encanta com um local tão colorido, caloroso e alegre. Inspirado pela descoberta, ele decide levar a festa para seu próprio lar, mas o faz de forma desastrada, o que coloca o Papai Noel e o próprio Natal em perigo.
Vale lembrar que o filme é inspirado em um poema de Tim Burton, cineasta que já havia trazido um conto sombrio de Natal no clássico Edward Mãos de Tesoura (1990), também disponível no Disney+.
6- Duro de Matar
Foto filme – Duro de Matar | Divulgação Disney+
O Natal também pode ser época de muita ação, e a prova é Duro de Matar (1988), um dos melhores filmes do gênero. O longa acompanha John McClane (Bruce Willis), um detetive que viaja para passar a festa com a esposa, Holly (Bonnie Bedelia), em uma tentativa de reconciliação. Porém, o que deveria ser uma comemoração regada a presentes e boa música vira um sequestro quando o grupo terrorista liderado por Hans Gruber (Alan Hickman) invade o prédio, obrigando McClane a lidar com a situação com as próprias mãos.
7- Esqueceram de Mim
Foto filme – Esqueceram de Mim | Divulgação Disney+
Uma lista de filmes de Natal que se preze não poderia esquecer de um dos clássicos da época. Esqueceram de Mim (1990) conta a história do pequeno Kevin (Macaulay Culkin), que é acidentalmente deixado para trás pela família, que viaja para festejar a data. Uma situação complicada que se agrava quando dois ladrões trapalhões tentam invadir sua casa, o que leva o garoto a proteger o próprio lar com armadilhas caseiras enquanto aguarda o retorno de seus pais e irmãos.
8- Milagre na Rua 34
Foto filme – Milagre na Rua 34 | Divulgação Disney+
Para encerrar a lista, nada melhor que um clássico com C maiúsculo. Lançado em 1947, Milagre na Rua 34 conta a história de Kris Kringle (Edmund Gwenn), um homem contratado para atuar como Papai Noel nas lojas Macy que jura ser o verdadeiro Bom Velhinho. Incomodada com a postura do homem por não querer que a filha acredite em fantasias, a diretora Doris (Maureen O’Hara) o faz ser examinado e declarado louco. Porém, a perspectiva da garotinha, somada aos inexplicáveis atos de Kris, fazem a mulher rever as próprias crenças quanto a ele e ao Natal.
Vencedor de três Oscars e tido por público e crítica como um dos filmes natalinos definitivos, Milagre na Rua 34 ganhou um remake em 1994 também disponível no Disney+.
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Em 2026, a Temporada de Premiações da TNT e da HBO Max continua reunindo o público brasileiro em torno das cerimônias mais prestigiadas do mundo, que reconhecem o melhor do cinema, das séries e da música. A 83ª Edição Anual doGLOBO DE OURO® acontecerá no dia 11 de janeirode 2026, diretamente do Beverly Hilton, em Los Angeles, e será transmitida ao vivo pelo canal de TV e pela plataforma de streaming.
Diretamente do tapete vermelho, o pré-show da TNT e da HBO Max oferece ao público acesso exclusivo aos bastidores da premiação e às grandes estrelas da noite.
Indicada ao Golden Globe®, Grammy® e Emmy®, a aclamada comediante e atriz Nikki Glaser, será novamente a apresentadora da cerimônia. A lista completa de indicados ao GOLDEN GLOBES®, que celebra o melhor do cinema e da televisão, foi anunciada hoje, por Marlon Wayans e Skype P. Marshall.
Os produtores vencedores de múltiplos Emmy®, Glenn Weiss e Ricky Kirshner da White Cherry Entertainment (WCE), retornarão como produtores executivos e showrunners da 83ª Entrega Anual do GOLDEN GLOBES®. A Dick Clark Productions planejará, organizará e produzirá a cerimônia, vista em mais de 185 países e territórios. Este ano, os votos foram novamente tabulados pela KPMG, empresa norte-americana de auditoria, impostos e consultoria
Viva a 83ª Entrega Anual do GOLDEN GLOBES® no próximo dia 11 de janeiro, ao vivo pela TNT e HBO Max.
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“O Agente Secreto” leva o Brasil de volta ao Globo de Ouro em 2026 e novamente faz história com suas nomeações. Pela primeira vez um longa brasileiro compete em uma das principais categorias: a de Melhor Filme de Drama.
A produção também concorre a Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura, e a Melhor Filme Internacional, representando a chance de o país vencer a premiação pelo segundo ano consecutivo, após a primeira vitória da história em 2025. Esta é também a primeira vez que Kleber Mendonça Filho tem um longa seu competindo a um Globo de Ouro, que revela os vencedores no dia 11 de janeiro de 2026.
“É um grande momento para todos nós que fizemos o filme, e é numa manhã histórica como essa que eu lembro de todo o trabalho que fizemos: de escrever o roteiro, a pré-produção e todas aquelas dez semanas incríveis de filmagem, sete meses de montagem e dois meses de pós-produção. Todo esse trabalho, de repente, entra em foco, quando são anunciadas três indicações inéditas no cinema brasileiro,” declara Kleber Mendonça Filho. O cineasta, que está com Wagner Moura divulgando o filme internacionalmente, ainda conta o impacto dessas indicações para a campanha: “a gente está muito feliz e com energia redobrada”.
Neste fim de semana, “O Agente Secreto” foi eleito o Melhor Filme Internacional pela Los Angeles Film Critics Association, que também apontou o longa como vice-campeão nas categorias de Melhor Filme e Melhor Ator (Wagner Moura). Na sexta-feira, 5, o filme fez história no Critics Choice Awards (CCA) com a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator — o primeiro latino-americano indicado a esta categoria.
No CCA, o filme compete ainda pelo prêmio de Melhor Filme em Língua-Não Inglesa, e, no Spirit Awards, por Melhor Filme Internacional. Além das indicações, a produção brasileira também se destaca pelas vitórias já conquistadas, incluindo os recentes prêmios de Melhor Filme Internacional e Melhor Ator (Wagner Moura) no New York Film Critics Circle Awards, e o IndieWire Honors, concedido também a Wagner por sua atuação no longa.
Visto por mais de 40 mil espectadores na Alemanha e em Portugal, “O Agente Secreto” estreia na França no próximo dia 17, e, na Itália, em 29 de janeiro. No Reino Unido e na Irlanda, o lançamento acontece no dia 20 de fevereiro. Nos Estados Unidos, a abertura é gradual, e já passou por Nova York, Los Angeles, e agora segue para São Francisco e Boston (12/12), e Chicago, Filadélfia, Atlanta, Seattle, Austin e demais estados (19/12).
No Brasil, “O Agente Secreto” segue forte nos cinemas, com mais de 965 mil ingressos vendidos. A produção se encaminha agora para se tornar apenas o segundo longa brasileiro lançado em 2025 a alcançar 1 milhão de espectadores. O longa já é o maior da carreira de Kleber Mendonça Filho e da história da Vitrine Filmes. Sua chegada aos cinemas brasileiros contou com patrocínio master da Petrobras, que em 2025, comemora 30 anos de apoio ao cinema brasileiro.
“O Agente Secreto” é uma coprodução internacional, com produção da CinemaScópio, e tem como coprodutora a francesa MK2 Films, a alemã One Two Films e a holandesa Lemming. A distribuição no Brasil é realizada pela Vitrine Filmes e com patrocínio da Petrobras.
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Sobre O Agente Secreto
Ambientado no Recife de 1977, “O Agente Secreto” é um thriller político, que acompanha Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz, mas logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
O elenco reúne grandes nomes do cinema nacional, incluindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, entre outros artistas.
A produção é assinada por Emilie Lesclaux, e é uma coprodução com a CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha), e conta com distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes. Internacionalmente, será lançado pela NEON (EUA e Canadá) e pela MUBI (Reino Unido, Irlanda, Índia e América Latina, exceto Brasil).
As filmagens de “Carolina – Quarto de Despejo” chegaram ao fim no Rio de Janeiro. O longa, dirigido por Jeferson De, produzido por Clélia Bessa e protagonizado pela atriz Maria Gal, adapta para o cinema a obra literária “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, de Carolina Maria de Jesus, publicada em 1960.
As gravações aconteceram em locações, como na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e no bairro do Recreio dos Bandeirantes, além dos Estúdios Quanta Rio, onde o diretor de arte Billy Castilho recriou a favela do Canindé dos anos 1950 em um cenário de mais de 400m², utilizando a tecnologia de dois telões de LED que, somados, ocupam mais de 70m². O filme é uma produção da Move Maria, Raccord Produções e Buda Filmes, com coprodução da Globo Filmes e distribuição da Elo Studios. O roteiro é de Maíra Oliveira.
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Sobre Carolina – Quarto de Despejo
O longa narra a trajetória de Carolina Maria de Jesus, mulher negra e catadora de papel que transformou seu cotidiano no Canindé em arte. Suas anotações revelam a luta diária para alimentar os filhos e sua relação com a escrita, que a tornou a primeira escritora negra brasileira a alcançar reconhecimento internacional, com mais de um milhão de exemplares vendidos em mais de 40 países e traduções para 14 idiomas.
O elenco reúne Raphael Logam, Clayton Nascimento, que também assina a preparação de elenco, Liza Del Dala, Carla Cristina Cardoso, Ju Colombo, Fábio Assunção, Caio Manhente, Jack Berraquero, Alan Rocha, Thawan Lucas, Laura Vick, Raphael Raposo, entre outros nomes.
A adaptação cinematográfica de um dos livros mais importantes da literatura brasileira contou com participações muito especiais. Vera Eunice, filha de Carolina Maria de Jesus, atuou ao lado de Maria Gal e de Laura Vick, que interpretou Vera criança. Em um dia marcante, elenco e equipe se emocionaram ao ouvir as palavras de Vera e vê-la relembrando sua infância ao lado de sua mãe.
Em outro momento emocionante, as escritoras Conceição Evaristo, Eliana Alves Cruz e Fernanda Felisberto participaram de uma cena que faz referência ao premiado ‘Central do Brasil’ (1998), quando Dora (Fernanda Montenegro) cobra para redigir cartas para pessoas analfabetas que desejam se comunicar com familiares distantes. No filme atual, Carolina preenche as fichas de despejo dos moradores da favela do Canindé, e as escritoras representam mulheres da comunidade que pedem sua ajuda.
Enquanto rodavam o filme, a equipe também recebeu visitas no set. Lázaro Ramos e o diretor musical Jarbas Bittencourt estiveram presentes no início dos trabalhos. A atriz Glória Pires também marcou presença nas gravações, assim como a cineasta Rosane Svartman, produtora associada do filme.
Durante toda a preparação e filmagem, a equipe manteve, como forma de homenagem, um altar com as fotos de Carolina Maria de Jesus e de Lucas Colombo, filho da atriz Ju Colombo, que faleceu de mal súbito nos EUA em abril deste ano.
Não há franquia que resista a um roteiro pavoroso. E em Five Nights at Freddy’s 2, continuação do fenômeno da Blumhouse em 2023, o verdadeiro susto é perceber o quanto o filme subestima nossa boa vontade com uma trama tosca, incapaz de prender até quem entrou na sala disposto a embarcar na brincadeira. O elenco, coitado, parece tão animado quanto um animatrônico sem bateria.
O resultado é uma sequência protocolar e boba, que ignora por completo o lore rico, estranho e delicioso que os jogos e livros já entregaram de bandeja. Há, claro, uma tentativa tímida de explorar origens e acenar para personagens queridos pelos fãs, mas tudo é tão sem brilho e tão desajeitado que lembra adaptação de fanfic esquecida num fórum dos anos 2000, escrita no piloto automático. O ápice dessa experiência desastrosa é quando ela acaba. E, para completar o pacote, ainda termina sem a gentileza de nos dar um desfecho.
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Os acertos e erros de Five Nights at Freddy’s 2
O problema de Five Nights at Freddy’snunca foi sua história esquisita, na verdade, é justamente desse caos maluco que poderia surgir um terror raiz genuíno no estilo Silent Hill, mesmo dentro do clima teen da saga. As criaturas animatrônicas em si, apesar de não meter medo em ninguém (sejamos honestos!), possuem seu charme, mas a Blumhouse, dona de filmes preguiçosos e sinônimo de cinema fast-food, não parece estar muito disposta à sair do óbvio para fazer algo mais denso ou criativo do que uma narrativa absolutamente previsível e tosca, em que nada convence. Nada mesmo! Nem o elenco, nem os personagens, nem os sustos. O impacto dramático, que já foi o ponto forte do primeiro filme, aqui simplesmente evapora.
Alguns anos depois dos eventos do primeiro filme, os personagens ainda carregam os fantasmas do passado, especialmente Abby, interpretada pela insossa Piper Rubio, agora com 11 anos, que parece presa ao mesmo molde de sempre, sem qualquer traço de evolução psicológica. E outras franquias, como O Telefone Preto 2, já mostraram que é possível avançar com os dilemas infantis, mas aqui tudo permanece estagnado, preso no tempo e na limitação da atriz mirim.
Josh Hutcherson, sem muitos trabalhos recentes, retorna como protagonista e, por mais competente e dedicado que seja, Mike continua sendo um personagem difícil de engolir: irritante, monótono e incapaz de despertar empatia no público. Seus conflitos, que no primeiro longa ao menos tinham alguma textura, agora viraram fumaça. Nada o move, nada o transforma, e nada nos faz importar.
Esse é o grande pecado do roteiro: a sensação de que nada muda. Tudo parece congelado, e as poucas “novidades” surgem como artifícios preguiçosos para empurrar a trama adiante — caixas de música aleatórias, personagens que aparecem do além e justificativas que não justificam absolutamente nada. Desta vez, surge até uma nova entidade: uma marionete possuída pela fúria de uma criança, que, à la Annabelle, consegue controlar os demais animatrônicos. Uma ideia interessante… que, infelizmente, não rende nem metade do potencial.
A direção genérica de Emma Tammi, que retorna ao comando, parece operar no modo soneca. Ela se entrega completamente às facilidades do roteiro, sem qualquer esforço para imprimir personalidade ou algum toque artístico que tire o filme do lugar comum. Nem mesmo a presença da sempre boa Mckenna Grace consegue alterar esse cenário enfadonho.
Com a fotografia sufocantemente escura e mal trabalhada, trilha arrastada e sustos que dependem exclusivamente de jump scares, a imersão nesse universo é quase inexistente. É o tipo de terror que, em vez de acelerar nosso coração, começa a acelerar o bocejo já na metade do filme. O clímax, por sua vez, é um desastre apressado e mal estruturado, jogado dentro de um evento da cidade que parece colado à narrativa com fita adesiva.
Elizabeth Lail até ganha mais espaço como a filha do Afton (Matthew Lillard) e é encaminhada como potencial grande vilã de um filme futuro que, infelizmente, deve existir, mas entrega uma performance tão desprovida de carisma e emoção que a ameaça se dissolve antes mesmo de se formar. O que realmente se salva aqui e mantém o nível do filme anterior são os animatrônicos e os efeitos práticos usados para dar vida aos monstros.
Ainda que se movam com a agilidade de um ventilador velho e seja quase impossível acreditar que poderiam alcançar alguém que simplesmente decidisse correr, é genuinamente divertido vê-los em cena. Há um certo charme nessa presença física, e o senso de humor até funciona, mesmo com piadas infantis e repetitivas. Em diversos momentos, o filme nos faz rir, mas sempre pelos motivos errados.
Veredito
Five Nights at Freddy’s 2 é a prova de que não basta ter um universo rico à disposição se falta coragem — ou simplesmente vontade — de explorá-lo. O filme repete velhos vícios, recicla ideias e se apoia em um roteiro que mais parece um rascunho perdido entre reuniões de produção. Os personagens não evoluem, a trama não se movimenta e a direção não arrisca. É uma continuação que se contenta em existir, sem envolver e sem oferecer a menor fagulha de surpresa. O resultado é um produto frio, que tenta mascarar sua falta de substância com jump scares e nostalgia barata, mas não sustenta nem o entusiasmo dos fãs mais leais.
Se algo se salva nessa travessia, são os animatrônicos, ironicamente, as únicas criaturas com alguma “vida” em cena. Efeitos práticos bem executados e um charme desajeitado garantem momentos pontuais de diversão, ainda que involuntária. Mas isso é pouco diante de um filme que parece sempre preso ao mesmo cômodo escuro, sem imaginar portas novas para abrir. Five Nights at Freddy’s 2 termina como começou: sem alma e sem rumo. Uma sequência fast-food barulhenta, lenta e incapaz de chegar a algum lugar realmente interessante.