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12ª temporada de NCIS ganha data de estreia no Brasil

Janeiro é mês de muito mistério e casos surpreendentes na programação do AXN. A programação também marca o retorno de produções queridas pelo público, com a chegada das novas temporadas de NCIS, S.W.A.T Alert

A décima segunda temporada de NCIS estreia com a equipe inteira dos investigadores da Marinha e Fuzileiros Navais se reunindo para um caso urgente: há um espião infiltrado entre eles, cabe aos agentes encontrarem o culpado antes que eles comecem a se voltar uns contra os outros. Os fãs da icônica série de investigação podem esperar muito humor, emoção e perigo a partir do dia 25 de janeiro, sábado, às 20h10. 

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Série francesa de investigação “Master Crimes” ganha data de estreia no Brasil

Janeiro é mês de muito mistério e casos surpreendentes na programação do AXN. Em 26 de janeiro, às 21h, estreia com exclusividade a série francesa Master Crimes, que traz a história de uma professora de psicocriminologia pouco ortodoxa que recruta um grupo de estudantes universitários para colaborarem com a investigação de crimes.

Sobre Master Crimes

Ambientado em Paris, esta leve, luminosa e engraçada série policial investigativa acompanha duas mulheres muito diferentes enquanto elas se unem para resolver uma série de crimes originais e emocionantes. Louise Arbus (Muriel Robin) é uma excêntrica, exasperante, brilhante e imaculadamente preparada professora de psicocriminologia na Universidade Sorbonne, enquanto Barbara Delandre (Anne Le Nen) é uma capitã de polícia prática e hiperativa que não gosta de quebrar as regras.

As habilidades de Louise são chamadas pela primeira vez quando uma linha de um de seus livros é encontrada escrita em uma vítima. Ela então escolhe quatro de seus alunos para ajudar a descobrir o mistério deste assassinato. Samuel (Victor Meutelet), Mia (Astrid Ross), Boris (Nordine Ganso) e Valentine (Thaïs Vauquières) têm habilidades inesperadas para trazer a este grupo e esse “time dos sonhos” não ortodoxo é rapidamente estabelecido. 

O método de ensino de Louise? Trabalho em campo! E o resultado dessas investigações estreiam no dia 26 de Janeiro, às 21h, no AXN. A série conta com novos episódios todos os domingos, às 21h.

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Crítica | Acompanhante Perfeita – Um romance irresistível entre comédia ácida e terror

É inegável que Acompanhante Perfeita (Companion) oferece um frescor surpreendente à já desgastada premissa de “robô que ganha consciência”. Embora o filme seja vendido como vindo das mentes sádicas por trás do excelente Noites Brutais (o que, na prática, não é exatamente verdade), ele usa esse imaginário para construir uma nova comédia de horror sombria, recheada de comentários sociais. De forma criativa e divertida, o roteiro traça diversas analogias sobre relações tóxicas, fragilidade masculina e a cultura incel.

No entanto, não demora muito para que a narrativa se perca nas regras absurdas que ela mesma estabelece. Acho que falar em furo de roteiro é pouco, mas são as doses cavalares de humor ácido e perverso que acabam mascarando essas falhas e, de certa forma, fazendo a trama funcionar ao abraçar o cômico da situação e do “romance” moderno que explora.

O longa também agrega questões relevantes, como a evolução da inteligência artificial e o uso de máquinas para atender necessidades emocionais e sexuais, enquanto oferece uma crítica feminista afiada, ainda mais considerando que vem da visão masculina do diretor estreante Drew Hancock. Misturar comédia e terror nem sempre é uma tarefa fácil, mas Hancock demonstra ter total domínio sobre o terreno em que está pisando.

Os acerto e erros do filme

O enredo criativo segue um jovem casal que acabou de se conhecer de forma fofa e decide passar um tempo juntos na casa de campo de amigos. Lá, a tímica e antissocial Iris (Sophie Thatcher) começa a descobrir segredos inesperados sobre si mesma, o que desafia sua relação quase submissa com Josh (Jack Quaid) – apesar de já ter avisado no começo que vai matá-lo em breve. A trama se propõe a brincar com a ideia de um romance às avessas, subvertendo as expectativas do público sobre o verdadeiro rumo da história. Embora não traga nada realmente inovador, as reviravoltas conseguem surpreender os desavisados e até oferece momentos empolgantes, mesmo que irrealistas.

Mas a brincadeira está em exercer nossa suspensão da descrença. Até aí, tudo bem. O maior problema de todos, no entanto, está na exposição excessiva do texto, que insiste em explicar e repetir suas ideias mais de uma vez. Essa necessidade de autoafirmação acaba tornando o filme desgastante, como se fosse preciso o tempo todo convencer o público da ousadia de sua proposta, quando ela poderia ter falado por si mesma com mais sutileza. Há tanta “a arma de Tchekhov” e flashforward no roteiro que mostra um pouco da inexperiência do diretor, da superficialidade e da gana do estúdio de deixar tudo mastigadinho e convencional.

Sophie Thatcher continua firmemente sua ascensão em Hollywood e entrega mais uma performance memorável após o sólido Herege e a série Yellowjackets. Com um visual que evoca a aura retrô de Priscilla Presley – meio dona de casa dos anos 50, meio recatada e do lar -, ela interpreta uma protagonista em uma jornada de autodescoberta e despertar feminino. Embora previsível em sua essência, essa trajetória se revela surpreendentemente humana, trazendo uma profundidade que ultrapassa o esperado para uma história “bobinha” como essa.

Embora, claro, compartilhe a energia tosca da tecnologia maléfica de M3GAN, Acompanhante Perfeita se diferencia ao explorar com mais profundidade questões contemporâneas, conduzindo um olhar cínico sobre a idealização romântica que temos hoje. No seu melhor momento, o filme faz críticas deliciosas às relações modernas e ao impacto do avanço tecnológico no futuro dessas conexões pessoais, mas usa e abusa de personagens tão irritantes que é difícil engolir.

Veredito

Acompanhante Perfeita é como um namoro que começa cheio de charme e personalidade, misturando comédia romântica ácida e satírica com suspense envolvente. Mas, assim como muitos amores, perde o fôlego antes de chegar ao final. O filme é uma verdadeira “caixa de bombons” de crítica social, brincando com os perigos de entregar tecnologia às mãos de homens carentes e inseguros. Divertido e engenhoso na maior parte do tempo, flerta com a ideia de ser algo memorável, mas se torna repetitivo ao insistir em se explicar demais.

A experiência será muito mais impactante se você entrar sem expectativas, como em um encontro às cegas – sem trailers ou spoilers para estragar as surpresas. Fingindo ser um romance cafona, o filme felizmente subverte o enredo inicial e embarca numa jornada caótica e sombria. Ainda assim, falta a química essencial para transformar essa conexão em algo verdadeiramente único. Um relacionamento divertido enquanto dura, mas talvez não deixe saudades.

Nota: 7

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Covil de Ladrões | Relembre o primeiro filme antes de assistir o segundo

Gerard Butler as 'Big Nick' O'Brien in DEN OF THIEVES 2: PANTERA. Photo Credit: Rico Torres for Lionsgate

Com os atores Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr. de volta aos papéis de Big Nick e Donnie, COVIL DE LADRÕES 2 (Den of Thieves 2) chega aos cinemas brasileiros em 30 de janeiro, retomando a rivalidade intensa entre o policial canastrão e o esperto ladrão. Com Christian Gudegast assinando novamente a direção e o roteiro, a sequência transforma os antigos adversários em aliados, conforme ambos tentam se infiltrar no perigoso mundo das pedras preciosas para um novo roubo.

Mais do que apenas improvável, essa parceria terá desafios particulares para Big Nick e Donnie, dado o desfecho do último assalto. Mas, para entender de fato quais são eles, nada melhor do que revisitar o princípio de tudo. Por isso, a 10 dias da estreia da continuação, relembre “Covil de Ladrões” (2018):

Resumo Covil de Ladrões

Embora COVIL DE LADRÕES 2 seja ambientado na Europa, as vidas de Big Nick e Donnie se cruzam pela primeira vez em Los Angeles, nos Estados Unidos, quando o assalto a um carro-forte dá errado. O esquema, comandado pelo veterano da Marinha Ray Merrimen (Pablo Schreiber), parecia impecável. Mas, quando um dos seus parceiros comete um erro e dá início a um tiroteio com a polícia, o grupo de assaltantes não só causa a morte de muitas pessoas, inclusive de um dos seus aliados, como se torna alvo número um das autoridades.

Como detetive, Big Nick fica encarregado do caso e não demora muito para que descubra o envolvimento de Merrimen, que saiu da prisão há poucos meses. No entanto, não é o faro policial que o leva a essa conclusão. Adepto de métodos, no mínimo, duvidosos, Big Nick sequestra quem achava que era o elo fraco da gangue de Merrimen: Donnie, um bartender que servia de motorista nos roubos.

Desnorteado, Donnie confessa o envolvimento no tiroteio e, na tentativa de se livrar da prisão, revela que Merrimen tem planos ainda mais ambiciosos. O veterano quer realizar um feito que nenhum ladrão jamais conseguiu: invadir o Banco Central e sair com milhões de dólares irrastreáveis. 

Com as informações do dedo duro, Big Nick fica confiante que será capaz de impedir Merrimen e seus capangas. No entanto, o policial descobre tarde demais que sua tática foi bem pouco efetiva. Isso porque, enquanto o detetive achava que tinha controle sobre o bartender e recebia informações quentes sobre o bando, era justo o “elo fraco” quem o estava controlando. Donnie, na verdade, era o grande cérebro da operação.

Veja bem, Donnie não mentiu para Big Nick. Na verdade, ciente de que era observado pelo detetive, ele o conduziu para uma armadilha: um assalto a uma pequena agência bancária, com direito a reféns e a ameaças bastante vocais de executá-los. O modus operandi do grupo até soava estranho, mas, no calor do momento, a primeira preocupação do Big Nick era impedir mais mortes e prender Merrimen e seus aliados, e por isso ele agiu com cautela.

Eventualmente, Big Nick entende que tudo não passava de uma distração, enquanto Merrimen executava o plano real. Para seu azar, porém, nesse momento o melhor que podia fazer era impedir que os assaltantes escapassem com todo o dinheiro. Afinal de contas, apesar de todos os riscos e obstáculos, Merriman, Donnie e companhia são bem-sucedidos no roubo ao Banco Central.

É, então, que a sorte parece finalmente sorrir para Big Nick: um engarrafamento prende policiais e bandidos numa mesma rua, criando a emboscada perfeita. Na troca de tiros, o detetive perde companheiros, na mesma medida que faz vítimas do outro lado. É um desfecho amargo, mas pelo menos Big Nick consegue desmontar a gangue e salvar o dinheiro, correto? Não. Acredite, Donnie foi capaz de enganar o policial uma última vez. É assim que o bartender escapa para Londres e leva com ele todo o dinheiro.

Quer dizer, se quiserem trabalhar juntos em COVIL DE LADRÕES 2, Big Nick e Donnie terão que superar a desconfiança, qualquer desejo de vingança e uma boa quantidade de traumas e perdas. Será que eles conseguem?

Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, COVIL DE LADRÕES 2 estreia nacionalmente em 30 de janeiro. 

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Hot Milk, estrelado por Emma Mackey, chegará ao Brasil pela Mubi

MUBI adquiriu todos os direitos da estreia na direção da aclamada roteirista Rebecca Lenkiewicz (She Said, Ida, Desobediência), com o filme Hot Milk. Baseado no romance indicado ao Booker Prize de 2016, escrito por Deborah Levy, Hot Milk fará sua estreia mundial na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2025.

Os territórios anunciados pela MUBI incluem Reino Unido, Irlanda, Itália, América Latina, Turquia, Alemanha, Áustria e Índia.

Escrito e dirigido por Rebecca Lenkiewicz, o filme é estrelado por Emma Mackey (Sex Education, Emily, Barbie), Fiona Shaw (Harry Potter, Killing Eve, A Árvore da Vida) e Vicky Krieps (Trama Fantasma, Corsage, A Ilha de Bergman), com cinematografia de Christopher Blauvelt (Segredos de Um Escândalo, Emma, First Cow).

Sobre Hot Milk

Ambientado no calor escaldante do verão espanhol, o filme acompanha Rose (Fiona Shaw) e sua filha Sofia (Emma Mackey) enquanto viajam para a cidade costeira de Almería para consultar Gómez (Vincent Perez), um enigmático curandeiro que pode ter a chave para a misteriosa doença de Rose, que a deixou confinada a uma cadeira de rodas. Porém, na ensolarada cidade, Sofia, até então presa pela condição de sua mãe, começa a se libertar de suas inibições ao se encantar pelo magnetismo de Ingrid (Vicky Krieps), uma viajante de espírito livre.

À medida que Sofia conquista mais liberdade, isso se torna insuportável para sua mãe controladora, e, sob o sol ardente, a relação entre elas começa a ferver com ressentimentos e amarguras reprimidas, o que amaeça romper os frágeis laços que ainda as mantêm unidas.

Hot Milk foi desenvolvido pela Bonnie Productions em parceria com a Film4 e produzido pela indicada ao Oscar® e vencedora do BAFTA Christine Langan, junto com Kate Glover e Giorgos Karnavas. Os produtores executivos incluem Farhana Bhula, Ollie Madden e Daniel Battsek pela Film4; Richard Mansell; Lee Hazeldene, John Hazeldene; Phil Hunt e Compton Ross pela Head Gear Films; Deborah Levy; Ellie Wood; Konstantinos Kontovrakis; e Peter Watson e Marie-Gabrielle Stewart pela HanWay Films. Os chefes de departamento incluem o diretor de fotografia Christopher Blauvelt, a figurinista Sophie O’Neill e o designer de produção Andrey Ponckratov.

A HanWay Films está cuidando das vendas internacionais do filme. O longa já foi vendido para: IFC Films na América do Norte; Metropolitan Films na França; Caramel na Espanha; The Searchers no Benelux; Nos em Portugal; Scanbox na Escandinávia; M2 na Europa Oriental; Front Row no Oriente Médio; Shaw em Singapura; e Ardwolf Films para exibição em companhias aéreas e navios.

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Inspirado em conto de Stephen King, filme “O Macaco”, com Theo James, ganha trailer

Paris Filmes acaba de divulgar o trailer completo de “O Macaco”, filme de horror que chega aos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro de 2025. Adaptado de um conto do rei do terror Stephen King, o longa é dirigido e coescrito por Osgood Perkins (“Longlegs”) e produzido por James Wan (“Jogos Mortais”; “Annabelle”; “M3gan”).

O vídeo mostra as vítimas escolhidas por um macaco de brinquedo amaldiçoado e traz mais detalhes dos personagens de Theo James e Tatiana Maslany. Confira abaixo:

Sobre O Macaco

Na trama, os gêmeos Bill e Hal (Theo James) encontram no sótão um velho macaco de brinquedo de seu pai e começa uma série de mortes terríveis. Os irmãos decidem jogar o brinquedo fora e seguir em frente com suas vidas, distanciando-se com o passar dos anos.

O elenco ainda conta com Elijah Wood, Tatiana Maslany, Christian Convery e mais. O autor Stephen King assina o roteiro com Perkins. A produção é da Neon, Atomic Monster, Black Bear Pictures, Range Media Partners, Stars Collective Films, C2 Motion Picture Group e Oddfellows Entertainment. A distribuição nacional é da Paris Filmes.

O Macaco estreia dia 20 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

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Conheça ‘Flow’, animação vencedora do Globo de Ouro que estreia em breve no Brasil

Mares Filmes Alpha Filmes trazem para os cinemas brasileiros o longa-metragem de animação FLOW (Flow), com mais de 50 prêmios, incluindo o Globo de Ouro de melhor animação e vindo como o grande favorito no Oscar 2025 nas categorias de melhor animação e tem grandes chances de ser indicado também como melhor filme estrangeiro.

Com direção e roteiro do cineasta Gints Zilbalodis (“Longe” e do curta “Oasis“), o filme animado teve seu trailer oficial divulgado. Confira abaixo:

Índice

Sobre Flow

O filme acompanha um gatinho cinza escuro e solitário, que tem seu lar destruído por uma grande inundação. Ele encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.

Além do Globo de Ouro, FLOW (Flow) acaba de receber duas indicações ao BAFTA, o Oscar britânico, nas categorias de melhor filme de animação e de melhor filme infantil e uma indicação ao Sindicato dos Produtores da América, na categoria de melhor animação do ano. Além disso, a animação já venceu importantes prêmios da indústria como Annecy (Prêmio do Público/Prêmio do Júri), European Film Awards, Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles, Círculo de Críticos de Cinema de Nova York, National Board of Review e Associação dos Críticos de Cinema de Boston.

Flow estreia dia 20 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

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Estrelas de The Originals confirmam presença em evento no Brasil

Os fãs de The Vampire Diaries e The Originals têm um motivo mais que especial para celebrar! A Dreamshine Entretenimento confirmou a presença de três grandes estrelas do universo da série The Originals na Dreamshine Con: Always and Forever, a primeira convenção dedicada exclusivamente ao aclamado spin-off.

Marcado para acontecer dia 22 de março, no Teatro Gamaro, em São Paulo, o evento contará com Daniel Gillies (Elijah Mikaelson), Leah Pipes (Camille O’Connell) e Riley Voelkel (Freya Mikaelson) e promete ser mais que uma convenção, oferecendo uma verdadeira imersão no mundo dos Mikaelson e dos habitantes de New Orleans.

O evento contará com painéis exclusivos com os atores, sessões de autógrafos, fotos com os convidados e diversas atividades interativas, criando uma experiência única e inesquecível para todos os fãs. Os ingressos são divididos em três pacotes que variam de R$400,00 a R$1590, com opções de fotos avulsas como complemento.

O primeiro, “New Orleans”, conta com um assento no segundo mezanino e acesso a todos os painéis. O “Originals” proporciona um assento no primeiro mezanino, acesso a todos os painéis e foto individual, selfie e autógrafo com o ator de sua escolha. Já quem escolher o “Always and Forever” terá um assento na plateia, acesso liberado aos painéis, foto individual com os três atores, autógrafo dos três e uma foto com o trio. 

Riley Voelkel, que interpreta a carismática Freya Mikaelson, demonstrou sua empolgação nas redes sociais: “Mal posso esperar para encontrar todos vocês! A Tia Freya vai abraçar todos!”. Daniel Gillies, que anunciou sua participação em um vídeo com um incrível “Olá, como vai?” logo de início e Leah Pipes também expressaram sua felicidade e entusiasmo em relação ao evento, prometendo um encontro memorável para os fãs da série.

A abertura do evento está prevista para às 9h, com término às 18h30, e o cronograma detalhado será divulgado nas redes sociais, próximo à data da convenção. O Teatro Gamaro está situado próximo à estação Bresser-Mooca (linha vermelha do metrô), facilitando o acesso ao público. Quanto a alimentação, o local contará com food trucks disponíveis para todo o público, mas também é possível encontrar outros estabelecimentos nas proximidades.

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“O Último Azul”, estrelado por Rodrigo Santoro, concorre ao Urso de Ouro no Festival de Berlim 2025

“O Último Azul” (em inglês, “The Blue Trail”), novo longa de Gabriel Mascaro (Boi Neon, Divino Amor), vai ter sua estreia mundial na competição oficial do Festival de Berlim, um dos maiores eventos cinematográficos do mundo, que será realizado de 13 a 23 de fevereiro.

O filme compete ao Urso de Ouro, maior honraria do evento, que neste ano tem Todd Haynes (“Carol”, “Longe do Paraíso”) como presidente do Júri. Estrelado por Denise Weinberg, Rodrigo Santoro, Miriam Socarrás e Adanilo, “O Último Azul” se passa na Amazônia, em um Brasil quase distópico, onde o governo transfere idosos para uma colônia habitacional para “desfrutar” seus últimos anos de vida. Antes de seu exílio compulsório, Tereza, uma mulher de 77 anos, embarca em uma jornada para realizar seu último desejo. Uma aventura sobre resistência e amadurecimento ao longo dos rios da Amazônia, o filme tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros ainda em 2025, com distribuição da Vitrine Filmes. 

Só o fato de ‘O Último Azul’ ter sido selecionado para a principal sessão da Berlinale já é uma grande vitória para o cinema brasileiro. Estou muito honrado em saber que nosso filme vai competir pelo Urso de Ouro, mas o prêmio maior já ganhamos, que é ver a cultura brasileira pujante novamente”, afirma o diretor Gabriel Mascaro.

Esta é a segunda vez de Mascaro no Festival de Berlim. Em 2019, “Divino Amor” foi exibido na Mostra Panorama. A produtora Rachel Daisy também comenta a seleção: “Temos visto uma safra incrível de filmes brasileiros conquistando o mundo, depois do setor ter passado por um período desafiador e essa retomada mostra a força do cinema nacional. Estamos muito felizes de estar levando o nosso filme, que fala de resistência, esperança e o direito de sonhar,  para a competição de Berlim. A produção contou com uma importante participação de trabalhadores do audiovisual do Norte e Nordeste do país, além de colaboradores do  México, Chile e Cuba, reforçando a importância das políticas públicas.” 

Rodrigo Santoro acrescenta: “A seleção de ‘O Último Azul’ para a competição principal de Berlim só reforça o quanto o Brasil é capaz de produzir um cinema forte, profundo e competitivo. É emocionante ver o cinema independente chegando tão longe, feito com garra e talento –  muitas vezes, com muito pouco. Sigo acreditando nesse cinema, desde ‘Bicho de Sete Cabeças’.” 

O Último Azul” é o primeiro filme brasileiro a competir pelo Urso de Ouro desde 2020. Anteriormente, o Brasil venceu o prêmio com “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, que também recebeu o Urso de Ouro de Melhor Atriz, para Fernanda Montenegro, e “Tropa de Elite” (2008), de José Padilha. 

“O Último Azul” é uma produção da Desvia (Brasil) e Cinevinay (México), em coprodução com a Globo Filmes (Brasil), Quijote Films (Chile),Viking Film (Países Baixos), e distribuição da Vitrine Filmes no Brasil. O filme foi produzido por Rachel Daisy Ellis (“Boi Neon”, “Rojo”) e Sandino Saravia Vinay (Produtor associado de “Roma”, de Alfonso Cuarón e coprodutor dos filmes anteriores de Gabriel Mascaro). 

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Crítica | Anora – E quem é Anora, afinal?

Vencedor da Palma de Ouro em Cannes sob a presidência da diretora Greta Gerwig sobre o júri, faz todo sentido que Anora, nova desventura de Sean Baker tenha sido agraciada com o prêmio: Gerwig despontou no cinema como musa do mumblecore, um subgênero do cinema alternativo que priorizava as atuações naturalísticas, os diálogos improvisados e o baixíssimo custo de orçamento como estímulo para o encontro de soluções criativas.

Desde Tangerine, Baker empresta muito das heranças do mumblecore, contratando não-atores em busca da veracidade de suas atuações, filmando a céu aberto, sem a proteção de grandes estúdios, e aproveitando o máximo que pode de suas locações, onde muitas vezes esses mesmos não-atores contribuem na construção de cenas, lapidamento do roteiro, etc.

Neste caminho, Baker também empresta muito do neo-realismo italiano dos anos 40 que marcou filmes como Ladrões de Bicicleta e Roma, Cidade Aberta, saindo do cenário do pós-guerra e adentrando nas raízes da problemática do sonho americano, seja acompanhando duas prostitutas transexuais na véspera de Natal em Tangerina, no dia-a-dia de crianças que vivem nos arredores do Disney World em Projeto Flórida ou no retorno à cidade natal de um ex-ator pornô em Red Rocket. O interesse de Baker está nos marginalizados, nos que vivem à margem, nos invisíveis. Daí a estranheza de que, apesar de trazer todas as características que marcam seu cinema, Anora não pareça uma filha autêntica de Baker, mas uma mera emulação de sua câmera empática com personagens lutando para sobreviver.

Os acertos e erros de Anora

Claro, nada mais característico de seu cinema do que construir e desconstruir um “conto de fadas” sobre uma dançarina de boate que se casa com um jovem russo milionário e que, após algumas sequências que parecem dizer que Anora encontrou sua felicidade, se desfazem em frangalhos ao longo de uma hora inteira diante de nossos olhos. Red Rocket já fazia isso com a ambiguidade de seu protagonista masculino, quase como se Baker fizesse destes dois filmes opostos complementares.

E não somente pelas diferenças de gênero que devem e merecem ser pautadas, mas por como a indústria tratou ambos os filmes. Red Rocket basicamente foi boicotado de premiações e dentro de seu circuito, enquanto Anora se transformou na maior bilheteria de Baker até o momento, custando 6 milhões (seu maior orçamento também) e arrecadando 32 milhões nas bilheterias.

Estranho então que, em seu miolo, Baker não se interesse nem um pouco pela personagem-título que carrega sua narrativa. Dentro de todo esse grande ato de construção (o dia-a-dia de Anora na boate) e desconstrução (a correria atrás do jovem rico que se casou com Anora), o filme jamais nos diz quem, de fato, é aquela menina.

Ok, entendemos a proposta de recorte desse momento específico da vida da protagonista, mas ao negar até mesmo um passado para ela, um background, uma contextualização de como e por que Anora chegou até ali, o cineasta e roteirista esvazia as próprias provocações de sua comédia dramática que encontra seu ponto alto em todo o ato da mansão, e se banaliza rápido demais quando a correria do segundo ato começa (algo meio Depois de Horas, do Scorsese).

Chega ao ponto de parecer que o filme só pretende ser malvadinho com sua protagonista mesmo – sem muitas nuances, Anora é amordaçada, humilhada, perseguida, obrigada a tomar diversas atitudes que não quer, briga, esperneia, nunca é ouvida ou respeitada, e por aí vai. O caos impera sobre Anora, mas agora muito mais organizado pelas lentes de Baker para que esse martírio justifique o apego constante de Anora à fantasia da qual insistem lhe tomar. E estranhamente, esse caos parece encenado, seguro, límpido, algo inédito dentro do cinema de Baker, até então.

Dentro da correria, tantos personagens passam por cima de Anora que o roteiro desiste dela, que se torna apenas mais uma caminhando na noite atrás de sua busca. Não se sabe o que fazer com ela dentro do segundo ato, e mesmo quando o noivo de Ani (apelido de Anora) é encontrado, o roteiro nega a subjetividade da protagonista e se escora em tantos outros ao seu redor, minando sua presença enquanto personagem-título. É um filme sobre o martírio de Anora, não sobre ela.

Mikey Madison é quem empresta para a personagem a vivacidade que o roteiro lhe nega. A fantasia e a gritaria se justificam através da performance de Madison, autêntica em cena de forma comovente, apesar da limitação de nuances. Mas nem ela é capaz de impedir que Mark Edelstein, como o filho mimado, e Yuriy Borisov, principalmente, quase lhe roubem a cena quando estão presentes, e este último, em especial, surpreende bastante com sua presença gentil e cuidadora em contraste ao seu físico ameaçador e imponente, é um belo trabalho de composição.

Dentro desse passeio de cenários e locações, ao menos Baker mantém em alta o seu apuro à fotografia, cuja iluminação se adequa muito bem aos diversos ambientes e trabalha muito bem a textura do plano – apesar de límpido, Anora ainda é “sujo” visualmente, o que entra em total acordo com a distorção de conto de fadas que Baker busca. O humor do roteirista como válvula de escape também encontra grandes momentos, a já mencionada cena da mansão é um espetáculo de descontroles inesperados que arranca algumas risadas incrédulas bem espontâneas.

Veredito

Anora é um Baker sem muito tato. Desta vez, lhe falta atenção aos detalhes daquele mundo e como ele carrega seus personagens, especialmente sua protagonista. Deus que me perdoe, porque todo cineasta deveria ter um orçamento decente em suas mãos para entregar seus projetos, mas parece que o cinema de Sean Baker realmente depende dos desafios em fazer muito com pouco. Tomara que seu próximo filme me mostre que estou enganado.

Nota: 5/10

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