A Max revelou o trailer oficial de seu novo filme original UM TERROR DE PARENTES. Estrelando Nik Dodani, Brandon Flynn, Brian Cox, Edie Falco, Lisa Kudrow, Dean Norris, Parker Posey e Vivian Bang, o longa estreia quinta-feira, 13 de março, na plataforma de streaming.
Confira o trailer abaixo:
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Sobre Um Terror de Parentes
A comédia acompanha o jovem casal Rohan e Josh enquanto eles organizam um fim de semana perfeito no campo para apresentar seus pais. Mas, à medida que as tensões aumentam entre os tradicionais Sharon e Frank e os descontraídos Liddy e Cliff, as famílias logo descobrem que a casa – administrada pela excêntrica Brenda – é assombrada por um poltergeist de 400 anos. Quando um dos pais acaba completamente possuído, cabe a Rohan, Josh e a intrometida melhor amiga Sara unir as famílias e derrotar a entidade maligna de uma vez por todas.
No elenco estão Nik Dodani (Rohan), Brandon Flynn (Josh), Brian Cox (Frank), Edie Falco (Sharon), Lisa Kudrow (Liddy), Dean Norris (Cliff), Parker Posey (Brenda), Vivian Bang (Sara), entre outros.
UM TERROR DE PARENTES é dirigido por Craig Johnson, com roteiro de Kent Sublette. A produção é de Chris Bender e Jake Weiner, com produção executiva de Richard Brener, Chris Pan, David Neustadter e Jared Ian Goldman.
O filme estreia dia 13 de março na Max.
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O Disney+ acaba de divulgar o trailer e pôster oficial de Maria e o Cangaço, nova série original brasileira que estreia exclusivamente na plataforma em 04 de abril e é protagonizada por Isis Valverde e Júlio Andrade.
Com cenas de ação de tirar o fôlego e uma fotografia impressionante que valoriza as paisagens áridas e, ao mesmo tempo, belas do sertão, o trailer dá um gostinho do que está por vir na produção: batalhas épicas, relações complexas e a luta por justiça e sobrevivência em uma terra sem lei.
Confira abaixo:
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Sobre Maria e o Cangaço
Inspirada no livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço“, de Adriana Negreiros, Maria e o Cangaço apresenta Maria Bonita sob uma nova perspectiva, focando em sua jornada como mulher e mãe.
Maria de Déa (Isis Valverde) era uma jovem destemida que ousou impor sua voz em um mundo em que as mulheres viviam submetidas à vontade dos homens e a violência imperava. Companheira de Lampião (Júlio Andrade), o famoso líder cangaceiro, Maria passa a viver dividida entre a vida fora da lei e o desejo impossível de viver em família. Os últimos anos do grupo de Lampião narrados pela perspectiva humana e visceral da mais célebre cangaceira, cuja vida se tornou uma lenda.
Com direção geral de Sérgio Machado e direção de Thalita Rubio e Adrian Teijido –que também é o diretor de fotografia da série e do longa ganhador do Oscar® 2025 na categoria Melhor Filme Internacional, Ainda Estou Aqui(2024), a produção da Cinefilm, Coiote e Paranoid ainda conta no elenco com nomes como Rômulo Braga, Mohana Uchôa, Clebia Sousa, Thainá Duarte,Geyson Luiz,Dan Ferreira,Jorge Paz, Chandelly Braz, entre outros talentos.
Maria e o Cangaço estreia com seus seis episódios em 4 de abril exclusivamente no Disney+.
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Uma das séries dramáticas mais queridas pelo público há muitos anos, Grey’s Anatomy estreia a sua 20ª temporada no Disney+.
Os fãs do intenso drama médico que está no ar desde 2005, acompanham uma equipe de médicos do Grey Sloan Memorial, em Seattle, que diariamente enfrentam decisões de vida ou morte. Os personagens que fazem parte da equipe do hospital se unem e buscam conforto uns nos outros e, às vezes, mais do que apenas amizade. Juntos, eles vão descobrindo a cada dia que nem tudo na medicina ou nos relacionamentos é simples.
Após quase duas décadas de cenas memoráveis de tensão, drama, romance e inúmeras reviravoltas,Grey’s Anatomy chega a sua 20ª temporada sem a presença constante da personagem que dá nome a produção. Essa será a primeira vez que a Dra. Meredith Grey, interpretada por Ellen Pompeo, não estará presente como personagem regular da série. Na temporada anterior, a atriz já teve um papel reduzido, mas Pompeo permanecerá como produtora executiva da série, além de fazer a locução de abertura e encerramento de cada episódio.
Vários personagens do elenco das temporadas anteriores retornam para a 20ª temporada de Grey’s Anatomy, como Jessica Capshaw, que retorna como a médica pediatra Arizona Robbins. Além disso, seguem no elenco os dois últimos membros do elenco original, James Pickens Jr. como o Dr. Richard Webber e Chandra Wilson como a Dra. Miranda Bailey.
A temporada 20 de Grey’s Anatomy irá contar com 10 episódios inéditos estreando semanalmente a partir de 16 de março no Disney+.
Para conferir essas grandes estreias é só aproveitar a promoção de março para assinar o Disney+ e começar a curtir o melhor do serviço de streaming com toda a família. Mas atenção, a oferta é por tempo limitado: de 7 de março de 2025 até 30 de março, e apenas para novos assinantes.
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MOANA 2, a mais recente aventura de Moana e Maui, chega ao Disney+ em 12 de março para levar o público em uma nova viagem ao lado de um grupo improvável de marujos.
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Sobre Moana 2
Moana 2 marca o reencontro de Moana e Maui três anos depois para uma nova grande aventura ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis.
Após receber um chamado inesperado de seus ancestrais, Moana deve navegar para os mares distantes da Oceania e águas perigosas, em uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.
Com direção de David Derrick Jr., Jason Hand e Dana Ledoux Miller, e produção de Christina Chen e Yvett Merino, Moana 2 apresenta músicas das vencedoras doGrammy® Abigail Barlow e Emily Bear, do indicado ao Grammy® Opetaia Foaʻi, e do três vezes vencedor do Grammy®Mark Mancina.
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O plano Disney+ Padrão com Anúncios já está disponível para compra direta, onde também é possível assinar os planos Disney+ Premium e Disney+ Padrão. Até então disponível apenas em pacotes de parceiros comerciais, o novo plano pode ser também adquirido diretamente na plataforma de streaming.
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Como parte da campanha, o Disney+ acaba de lançar o spot “Nove e Noventa”, um comercial de 30 segundos estrelado pelos surfistas Gabriel Medina e Pedro Scooby. Criado pela equipe criativa da Disney Brasil, o filme usa humor para destacar o preço promocional de R$ 9,90.
No comercial, Medina e Scooby relaxam assistindo TV quando surge a oferta do Disney+. Scooby provoca Medina, perguntando se ‘Nove e Noventa’ lembra alguma coisa. A peça então brinca com flashbacks de competições e memes, mostrando a frustração de um surfista ao receber essa nota. Mas, quando o assunto é Disney+, ‘Nove e Noventa tá bom demais!’ – como Medina reforça no final do spot.
Confira abaixo:
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Oferta por tempo limitado
Além disso, de 7 a 30 de março, novos assinantes do Disney+ poderão aproveitar uma oferta por tempo limitado de 4 meses, que permite a assinatura do Disney+ Premium por R$ 19,90/mês final, do Disney+ Padrão por R$ 14,90/mês final ou do Disney+ Padrão com Anúncios por R$ 9,90/mês final.
Após os quatro meses, a assinatura do Disney+ será renovada automaticamente pelo preço mensal vigente no momento, até que seja cancelada.
Mais informações sobre o plano Disney+ Padrão com Anúncios
Por R$ 27,99 mensais, o plano Disney+ Padrão com Anúncios oferece acesso a um catálogo incomparável de conteúdo esportivo e de entretenimento para todos os gostos e idades. Isso inclui todo o conteúdo esportivo da ESPN e ESPN3, todas as séries e filmes do Star, além de todo o conteúdo familiar da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Esse plano, que conta com publicidade nos conteúdos, permite a reprodução simultânea em dois dispositivos, com qualidade de vídeo 1080p e áudio Stereo 5.1.
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O Prime Video anunciou hoje o trailer oficial da série The Bondsman, da Blumhouse Television e Amazon MGM Studios, estrelada por Kevin Bacon. Os oito episódios chegam exclusivamente no streaming em mais de 240 territórios no dia 3 de abril.
Confira abaixo:
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Sobre The Bondsman
Kevin Bacon interpreta Hub Halloran, um caçador de recompensas assassinado que voltou dos mortos após ser ressuscitado pelo Diabo para capturar e enviar de volta demônios que escaparam da prisão do inferno. Hub descobre perseguindo esses demônios que seus próprios pecados condenaram sua alma, o que o leva a buscar uma segunda chance na vida, no amor e na música country.
No elenco também estão nomes como, Jennifer Nettles (The Righteous Gemstones, O Exorcista), Damon Herriman (Era uma vez… Hollywood, Justificado), Beth Grant (Onde os Fracos Não Têm Vez, Donnie Darko), Maxwell Jenkins (Arcadian, Perdidos no Espaço) e Jolene Purdy (The White Lotus, Orange is the New Black).
A série é uma realização da Blumhouse Television, Marker 96, CrimeThink Production Company e Amazon MGM Studios. Os produtores executivos incluem Erik Oleson, que também atua como showrunner, Jason Blum, Jeremy Gold, Chris Dickie e Chris McCumber da Blumhouse Television, Kevin Bacon, Paul E. Shapiro e Grainger David, que criou a série. Erik Holmberg atua como coprodutor executivo.
O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading.Clique aqui para assinare aproveite os 30 dias grátis.
CÓDIGO ALARUM acaba de ganhar uma nova data de estreia nos cinemas nacionais: 10 de abril. Com distribuição da Imagem Filmes e estrelado por Sylvester Stallone, Scott Eastwood, Willa Fitzgerald e Isis Valverde, o longa-metragem promete uma narrativa intensa e repleta de reviravoltas, sendo um prato cheio para os fãs de ação. Para aumentar ainda mais a expectativa, uma cena exclusiva foi divulgada.
Assista abaixo:
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Sobre Código Alarum
CÓDIGO ALARUM acompanha Joe e Lara Travers, um casal de assassinos profissionais que tenta abandonar o mundo do crime. Entretanto, ao encontrarem um pen drive com informações altamente sigilosas, tornam-se alvos de uma caçada implacável. No encalço deles está Chester (Sylvester Stallone), um agente da CIA determinado a capturá-los. A atriz brasileira Isis Valverde interpreta Bridgette Rousseau, amiga do casal, marcando a sua estreia em um longa internacional.
Dirigido por Michael Polish, a trama do filme se desenvolve em um jogo de gato e rato, com traições e alianças inesperadas, onde os protagonistas precisam decifrar quem realmente está ao seu lado. Em meio a cenários urbanos e locais remotos, a narrativa equilibra momentos de ação explosiva com dilemas morais profundos, mostrando que a linha entre heróis e vilões pode ser tão fina quanto um fio de navalha.
A história do cinema na China, que remonta a 1905, abrange uma rica e diversa gama de filmes de três indústrias cinematográficas distintas: a China continental, Hong Kong e Taiwan. A evolução dos filmes chineses foi marcada por várias fases e contribuições notáveis. O cinema de Hong Kong, distinto devido à sua liberdade artística sob o domínio britânico, tornou-se uma potência por si só, particularmente no cinema de artes marciais.
Casas de produção como Shaw Brothers e Golden Harvest desempenharam papéis essenciais. Ícones como Bruce Lee e Jackie Chan alcançaram a fama por meio desses estúdios, com a estreia de Lee em ‘O Dragão Chinês’ (1971) e o papel de destaque de Chan em ‘A Fúria do Dragão’ (1972).
As décadas de 1980 e 1990 viram a ascensão dos filmes policiais de Hong Kong, com diretores como Ringo Lam e John Woo criando clássicos como ‘Alvo Duplo’ (1987) e ‘Fervura Máxima’ (1992) e atores como Chow Yun-fat ganhando fama internacional. Essa história vasta e intrincada ilustra a profundidade e o impacto global do cinema chinês. Para os interessados em explorar esse gênero, a seguinte seleção dos melhores filmes chineses está disponível para assistir na Netflix.
Filmes chineses para assistir na Netflix
1. Eu Sou o Segredo em Seu Coração (2024)
Baseado no romance homônimo do autor japonês Macchiato, ‘Eu Sou o Segredo em Seu Coração’ de Lai Meng Chieh conta a história de Wang, sua melhor amiga Yuzu e sua paixão Cheng. Yuzu tem sentimentos por Wang, mas ela quer ficar com Cheng e não deixa pedra sobre pedra para isso. Enquanto isso, Cheng está em conflito sobre Wang, embora haja uma corrente oculta de competição entre ele e Yuzu pela preferência de Wang. Com quem Wang acaba é o que descobrimos neste romance adolescente. Estrelando Moon Lee, Tsao Yu-ning e Shou Lo, ‘Eu Sou o Segredo em Seu Coração’ é tão engraçado quanto emocional, perfeito para uma maratona com seus amigos.
2. Um Romance do Além (2022)
Dirigido por Cheng Wei-hao, ‘Um Romance do Além’ acompanha um par improvável de um policial homofóbico, Wu Ming-han (Greg Hsu), e um fantasma gay, Mao Mao (Austin Lin), que precisam deixar de lado suas diferenças para resolver o assassinato de Mao Mao e só então Ming-han ficará livre dele. O que se segue é uma série de incidentes hilários enfeitados com ação enquanto os dois lidam com a gangue criminosa local. Um filme divertido e sem sentido, ‘Um Romance do Além’ é perfeito para uma maratona de fim de semana.
3. O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino (2016)
‘O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino’ é uma continuação de ‘O Tigre e o Dragão’ (2000). É estrelado por Michelle Yeoh como a guerreira Shu Lien (reprisando seu papel do primeiro filme), a protetora de Green Destiny, uma espada mágica que pertencia a seu amante morto. No entanto, ela enfrenta uma ameaça do cruel senhor da guerra Hades Dai (Jason Scott Lee), que está decidido a colocar as mãos na arma. Shu Lien se junta a Silent Wolf (Donnie Yen) para proteger a espada e o próprio mundo da destruição.
Enquanto Yeoh e Yen aumentam a aposta do filme inteiro, as cenas de luta aumentam ainda mais sua natureza wuxia. Uma mistura visualmente deslumbrante de ação, artes e cultura chinesa, ‘O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino’ faz jus ao seu antecessor.
4. Terra à Deriva (2019)
Como se uma grande estrela prestes a devorá-la não fosse o suficiente, a Terra agora está indo em direção a Júpiter, e uma colisão é iminente. ‘Terra à Deriva‘ acompanha um grupo de astronautas enquanto eles tentam salvar seu planeta natal enquanto estão presos entre uma enorme rocha e um lugar duro e quente.
Os 12.000 motores de propulsão da Terra, construídos para impulsioná-la para fora do sistema solar antes que o sol a devore, serão de alguma ajuda? Situado em um futuro não muito distante, o filme é dirigido por Frant Gwo e é vagamente baseado na graphic novel homônima de 2000 de Liu Cixin. É estrelado por Wu Jing, Zhao Jinmai, Andy Lau, Ng Man-tat, Qu Chuxiao e Arkadiy Sharogradskiy.
5. Os Três Males (2023)
Este thriller de ação sombrio acompanha o fugitivo Chen Kui-lin (Ethan Juan), um assassino infame que decide se tornar o criminoso mais procurado do mundo após perceber que seus dias na Terra estão contados. Ele é o terceiro na fila depois de Bullhead (Chen Yi-wen) e Hongkie (Ben Yuen), que adquirem a primeira e a segunda posições, respectivamente, na lista dos Mais Procurados do país. Kui-lin então decide matar os dois e parte em uma busca assassina. Mas uma busca impulsionada pela sede de sangue pode trazer paz? Dirigido por Wong Ching-po, este filme recebeu várias indicações no ’60th Golden Horse Awards’ e ganhou o prêmio de Melhor Coreografia de Ação.
6. Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade (2021)
Um filme de fantasia adaptado da série de contos e romances de fantasia de Baku Yumemakura ‘Onmyōji’, ‘Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade’ segue quatro mestres, Hongruo, Longye (Jessie Li), Boya (Deng Lun) e Qingming (Mark Chao), para unir forças na Cidade Imperial que está enfrentando a ameaça da ira de um demônio serpente que foi preso dentro do corpo da Imperatriz dentro da cidade séculos atrás por quatro mestres e desde então tem sido protegido por quatro guardiões de pedra. Mas quando Hongruo é morto por um demônio de cabelo, sua posição é preenchida por He Shouye (Wang Duo).
Como os três mestres atuais e o novo substituto trabalham juntos para manter a serpente sob controle, com a ajuda dos guardiões de pedra, é o que se segue neste drama épico de fantasia. Dirigido por Guo Jingming, ‘Mestres do Yin Yang: O Sonho da Eternidade’ é feito sob medida para fanáticos por fantasia, embora garanta entretenimento a todos.
7. Mundo Duplo (2020)
Este épico de ação e fantasia é baseado no famoso MMORPG (massive(ly) multiplayer online role-playing game) chamado Zhengtu, que foi um fenômeno na China quando foi lançado em 2007 e manteve seu padrão até hoje. Desde então, o jogo só conquistou mais e mais jogadores e é um universo em si.
A história do filme se passa no continente fictício das Planícies Centrais e mostra um torneio sendo organizado pelo Rei de Zhao do Sul, em conflito com Zhao do Sul, para encontrar um Marechal de Campo. Cada um dos oito clãs de Zhao do Sul envia três de seus guerreiros para participar. Alimentado por passados trágicos e vingança, ‘Mundo Duplo’ é um filme completamente divertido com visuais impressionantes e sequências de ação incríveis.
8. O Mestre do Yin Yang (2021)
Em ‘O Mestre do Yin Yang’ (侍神令) de Li Weiran, Chen Kun e Zhou Xun lideram um elenco estelar neste filme de fantasia chinês adaptado do jogo Onmyōji da NetEase. A história gira em torno de Qing Ming, um Mestre Yinyang acusado de um crime, embarcando em uma jornada entre os reinos humano e demoníaco. Enquanto o rei demônio ameaçava retornar, Qing Ming enfrentou traição, batalhas e uma iminente invasão demoníaca. O enredo entrelaça amizade, sacrifício e o sobrenatural, proporcionando uma experiência cinematográfica visualmente impressionante. Com performances cativantes e uma narrativa envolvente, o filme explora temas de destino e lealdade contra o pano de fundo de um conflito sobrenatural.
9. Marcas da Maldição (2022)
‘Marcas da Maldição‘ (chinês: 咒; pinyin: Zhòu) é um filme de terror found footage taiwanês, dirigido por Kevin Ko. O enredo gira em torno de Li Ronan, amaldiçoada há seis anos por violar um tabu religioso. Diante das consequências, ela se esforça para proteger sua filha das repercussões de suas ações passadas, navegando por uma narrativa tensa e mística repleta de elementos sobrenaturais. Kevin Ko cria um conto envolvente de redenção e o impacto duradouro de antigas maldições, criando uma experiência cinematográfica atmosférica e assustadora.
10. Pérolas no Mar (2018)
‘Pérolas no Mar‘ é dirigido por Rene Liu e estrelado por Jing Boran e Zhou Dongyu nos papéis principais. O filme é centrado em seus personagens, Lin e Fang. Os dois se apaixonam, mas, eventualmente, as duras realidades da vida os mantêm separados. O filme usa um formato não linear de narrativa, saltando entre o passado e o presente. Enquanto o passado é mostrado em cores, o presente é mostrado em preto e branco.
Lin e Fang se encontram alguns dias antes do Festival do Ano Novo Chinês. Vemos que ambos estão lutando com suas vidas. Lin quer criar um videogame, mas não pode fazê-lo por causa de seu trabalho e da falta de tempo e dinheiro. Fang, após uma briga com a mãe de seu namorado, rompeu seu relacionamento e se mudou para Pequim. Os dois então começam a viver juntos e ganham dinheiro vendendo software e pornografia.
Mais tarde, vemos que o dono do complexo onde o casal mora pede que eles se mudem porque um amigo do dono vai chegar, o que enfurece muito Lin. Ele até se torna rude com seu pai quando ele liga para perguntar sobre seu trabalho e saúde. Vendo essa mudança nele, Fang decide terminar o relacionamento. Os dois se encontram depois de muito tempo, e Lin finalmente está bem-sucedida e feliz no casamento. Embora as respostas ao filme tenham sido mistas a positivas, deve-se dizer que, considerando que é o filme de estreia da diretora Rene Liu, ela fez um ótimo trabalho na narrativa e no desenvolvimento dos personagens.
11. A Serpente Verde (2021)
Estrelando dubladores talentosos como Tang Xiaoxi, Zhang Fuzheng e Wei Chao, ‘A Serpente Verde’ é um filme de fantasia de ação e aventura dirigido por Amp Wong. A história gira em torno de duas irmãs demônio-serpente cuja tentativa de destruir um templo da ilha é frustrada por um monge de ouro chamado Fahai. Depois que elas são separadas, Xiao Qing se encontra em uma distopia e embarca em uma jornada para encontrar sua irmã. Em sua jornada, ela conhece um homem misterioso que está lutando para se lembrar de sua vida passada. Ele tem a chave para o reencontro de Xiao com sua irmã? Ou ele é um inimigo tentando desviá-la?
12. The Soul (2021)
Escrito por Cheng Wei-hao e Jin Bailun, ‘The Soul’ é um filme de ficção científica neo-noir chinês-taiwanês baseado no romance fictício de Jiang Bo ‘Yihun Youshu’. O filme gira em torno do misterioso assassinato de Wang Shicong, o presidente de um grupo poderoso que faleceu em condições suspeitas em casa. Liang Wenchao, o detetive que está assumindo a responsabilidade de investigar o assassinato, descobre vários fatos chocantes sobre o passado de Wang. À medida que ele se aprofunda em suas descobertas, ele percebe que há alguma conexão entre o ex-parceiro da vítima, bem como seu filho, com o assassinato brutal.
13. Cities of Last Things (2018)
Apresentando performances de destaque de Ho Wi Ding, Hu Chi Hsin, Winnie Lau e Alexis Perrin, ‘Cities of Last Things’ é um filme de drama dirigido pelo próprio Ho Wi Ding. O filme é centrado na vida de um homem comum chamado Zhang Dong Ling, que se mata na sequência de abertura.
A história então se abre em ordem cronológica reversa e leva os espectadores de volta ao momento em sua vida quando Zhang encontrou pela primeira vez a suposta infidelidade de sua esposa. À medida que ele perde a paciência e confronta violentamente o amante de sua esposa, sua vida começa a sair do controle enquanto ele faz uma escolha chocante após a outra conforme novos desafios surgem em seu caminho.
14. A Sun (2019)
Um comentário poderoso sobre a dinâmica familiar ressaltado pela tensão entre Taiwan e o Exército de Libertação Popular (do Partido Comunista Chinês) durante a eleição presidencial taiwanesa de 1996, ‘A Sun’ acompanha dois irmãos Jian-ho (Wu Chien-ho) e seu irmão mais velho Jian-hao (Greg Hsu) e seus pais Wen (Chen Yi-wen) e Qin (Samantha Ko). Como toda a família lida com as adversidades é retratado brilhantemente nesta direção muito pessoal de Chung Mong-hong.
A condenação de Jian-hao por agressão após ele ter se autodestruido devido à ignorância de seu pai e a luta de Jian-ho para ser a luz da família, um peso colocado sobre ele por seu pai que lhe custou seu “canto escuro” pessoal, esses dois aspectos são o que manobram o enredo para nos dar um drama socioeconômico que é a primeira entrada taiwanesa para Melhor Longa-Metragem Internacional no Oscar (2021).
O filme 12.12: O DIA, que é altamente aguardado pelo público, tem sua estreia nos cinemas brasileiros marcada para o dia 20 de março, com distribuição da SATO Company. Selecionado pela Coreia do Sul para representar o país no Oscar 2025, a produção foi a maior bilheteira coreana de 2023 e aborda um capítulo crucial da história sul-coreana, conectando-se com debates políticos atuais, que foi o golpe militar de 1979.
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Sobre 12.12: O Dia
Digirido por Kim Sung-soo, o longa recria os eventos da noite de 12 de dezembro de 1979, quando o assassinato do presidente Park levou à declaração de Lei Marcial e desencadeou um golpe militar. O comandante Chun Doo-gwang (interpretado por Hwang Jung-min), motivado por sua ambição desenfreada, lidera um grupo de oficiais em uma tentativa de tomar o poder. Do outro lado, o comandante Lee Tae-shin (vivido por Jung Woo-sung) tenta impedir que o exército seja usado para fins políticos.
Essa é a primeira vez que esse golpe militar é retratado no cinema de ficção. O filme traz no elenco nomes como Lee Sung-min, Park Hae-joon e Kim Sung-kyun. Jung Hae-in, estrela da série “Love Next Door”, da Netflix, estará no Brasil no dia 12 de janeiro para uma fan meeting.
Além de sua relevância cinematográfica, o longa ganha destaque por suas conexões com o cenário atual da política coreana. Em um momento em que o país enfrenta novamente a imposição de lei marcial, o fechamento do parlamento e restrições à imprensa, 12.12: O DIA ganha força ao recriar o golpe de 1979 e dialogar diretamente com as questões contemporâneas.
A produção de 12.12: O DIA buscou recriar, de forma minuciosa, os detalhes históricos de 1979 e locações como o Bunker B2 no Quartel-General do Exército, a sala de comando do Grupo de Segurança da 30ª Divisão e ruas de Seul. Para fazer isso, a equipe utilizou uma combinação de arquivos históricos, fotografias e consultores militares.
Além disso, os cenários foram projetados para refletir os dilemas e conflitos dos personagens. Espaços como o escritório do Comandante Chun Doo-gwang, com uma combinação de vermelho e azul, representam a ambição e a ganância do líder rebelde. Já o ambiente do Comandante Lee Tae-shin, cercado por paredes de vidro, simboliza tanto sua vigilância quanto o isolamento em sua luta contra o golpe. Locais como o Bunker B2, que exigiu dois meses para ser construído, misturam elementos reais e computação gráfica, para garantir ao público uma imersão em uma das noites mais tensas da história moderna coreana.
O cinema peculiar e inquietante de Osgood Perkins tem um magnetismo difícil de ignorar. Após o impacto de Longlegsno ano passado, muitos esperavam que O Macaco, seu mais novo projeto, mergulhasse de vez no trauma que tanto insinuava explorar. No entanto, o diretor toma um rumo inesperado, apostando em uma comédia sombria no estilo do terror pipoca que domina as bilheteiras. De certa forma, surpreende ao não seguir uma trajetória mais autoral depois da fama repentina, à la Robert Eggers ou Ari Aster, mas essa versatilidade é ao mesmo tempo uma vantagem e um risco. E James Wan está aí para provar isso.
Uma coisa é certa: O Macaco, que chega ao Brasil pela Paris Filmes, apresenta um universo de possibilidades, mas se perde no caos da própria selva que constrói. O medo é praticamente inexistente, enquanto a comédia remete ao humor irrelevante dos filmes da Marvel. Ainda assim, há algo irresistível nessa loucura que a torna mais divertida do que boa parte das produções recentes do gênero. É como um acidente bizarro na estrada—desconfortante, mas impossível de desviar o olhar. E isso, sem dúvida, é a essência de um filme excêntrico de Oz Perkins.
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Os acertos e erros de O Macaco
Mesmo optando por um caminho mais convencional dentro do horror norte-americano, Perkins entende muito bem que o gênero é uma ferramenta poderosa para explorar traumas e lidar com o luto, mesmo que de forma cômica. Em O Macaco, ele preserva um viés dramático interessante, centrado em uma família assombrada pela perda, mas acaba tropeçando na mesma armadilha que fez Beau Tem Medo, por exemplo, dividir opiniões. A diferença é que, ao contrário do filme de Ari Aster, seu roteiro não carrega a mesma inteligência, embora seja possível enxergar, nas entrelinhas, um cineasta tentando extrair profundidade de um material que, no fim das contas, é uma piscina infantil rasa—afinal, trata-se de um conto menor de Stephen King.
A produção transborda conceito, com ecos de Brinquedo Assassino, Annabelle e M3GAN. Como se fosse um item amaldiçoado retirado da coleção assombrada do casal Warren, mas se perde em uma narrativa frustrante e caótica, repleta de mortes engenhosas ao estilo Premoniçãoe baldes de sangue falso. A diversão está, essencialmente, na violência gratuita e nas piadas grosseiras sobre a inevitabilidade da morte. Porém, até isso sofre com o excesso de CGI, que torna os momentos mais brutais artificialmente envernizados e difíceis de levar a sério.
Aliás, O Macaco não foi feito para ser levado a sério—e tudo bem. Não há problema em desligar o cérebro por algumas horas e mergulhar na diversão insana de um filme de terror. O problema é que ele nunca encontra seu tom ideal (e muito menos ritmo!). É exagerado quando precisa ser dramático, sem graça quando tenta ser cômico, e, pior ainda, não oferece sequer um momento de terror genuíno. Não há sustos, tensão ou qualquer tentativa real de transformar o brinquedo misterioso em algo verdadeiramente assustador.
A atuação em dose dupla de Theo James (The White Lotus), interpretando irmãos gêmeos, também não ajuda. Limitado e pouco convincente, ele falha em gerar engajamento e prejudica qualquer peso dramático da história. O vilão — um macaco de brinquedo sinistro cuja bateria, ao parar de tocar, sentencia alguém a uma morte cruel e elaborada — até poderia ter presença, mas carece da energia malévola de outros ícones do gênero. Sem a carnificina estilizada, que ao menos entrega um espetáculo de violência chamativo, sobra apenas um roteiro anêmico, personagens exagerados e desinteressantes e um desfecho apressado que deixa um gosto amargo na boca.
Claro, o filme abraça a natureza caótica e imprevisível da morte, algo que o roteiro ilustra com bastante criatividade (e litros de sangue e entranhas!). No entanto, falta profundidade—ao invés de explorar emoções mais densas, ele sempre preenche as lacunas com humor absurdo, evitando se aprofundar em qualquer reflexão real sobre traumas familiares.
Um dos acertos está no uso da canção do macaco, que funciona quase como a icônica trilha de Tubarão: quando ela para, o espectador já sabe que algo bizarro está prestes a acontecer. Nesses breves momentos de suspense, Perkins mostra sua habilidade na direção e cria tensão genuína. Algumas mortes são desenhadas para fazer rir, e o filme acerta ao não entregar mastigado o funcionamento ou a origem do boneco.
Esse mistério só torna tudo mais intrigante e sedutor—embora seja questão de tempo até surgir um prelúdio explicando cada detalhe. Ainda assim, essa ausência de explicações é um ponto positivo. Perkins tem uma forte ligação com o satânico em suas obras, e aqui, essa abordagem implícita funciona bem, abrindo espaço para teorias que deixam o filme um pouco mais interessante.
Veredito
Com o olhar irreverente e absurdo da mente insana de Osgood Perkins,O Macaco toma um rumo completamente oposto ao de Longlegs e mergulha em uma comédia sombria e violenta sobre a inevitabilidade da morte. No entanto, esse senso de humor acaba sendo um tiro pela culatra, já que dilui qualquer mistério em torno do vilão. As mortes, projetadas para arrancar gargalhadas, minam a tensão, e o filme perde ritmo na mesma velocidade em que o brinquedo bate seu tambor macabro.
Baseado em um conto fraco de Stephen King, o roteiro se diverte zombando dos clichês do terror, mas não entrega nada realmente empolgante e acaba tropeçando na sua própria piada. Sim, é divertido, mas desperdiça o potencial de todos os envolvidos de realmente reinventar o subgênero dos brinquedos amaldiçoados. No final das contas, temos apenas um filme decente—e nada além disso. O problema? Os sustos não assustam de verdade, e as risadas não são tão engraçadas quanto deveriam. Quando o tambor para de tocar, já faz tempo que nossa paciência morreu.