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“Favela Amarela” leva Terror Cósmico às favelas do Rio e acumula prêmios internacionais

O curta-metragem de terror Favela Amarela, dirigido por Nícolas Lobato e Thiago
Tuchu
; estrelado por Richard Abelha, Giselle Batista e Sain, a Première Mundial do
curta acontece no 22º Fantaspoa, no dia 13 de abril, a partir das 19h, na Sala Redenção – UFRGS, com a presença dos diretores Nícolas Lobato e Thiago Tuchu.

O curta apresenta uma narrativa que mistura elementos sobrenaturais à realidade
das favelas cariocas. Com 20 minutos, o filme acompanha a rotina de um jovem
dividido entre trabalho, estudo e o submundo do crime. A produção já conquistou
reconhecimento internacional.

Confira o trailer:

No Hallucinea Film Festival, venceu nas categorias Best Sound e Best Horror Short Film. Recebeu o prêmio de Best International Short em dois festivais, The Dunwich Horror Fest, EUA, e Makizhmithran International Film Festival, na Índia. Participando da seleção oficial de festivais em Paris, Bélgica e Grécia, a Première Mundial do curta acontece no 22º Fantaspoa, no dia 13 de abril (segunda-feira), a partir das 19h.

A narrativa combina elementos do horror clássico com referências urbanas
brasileiras. Nas redes, o trailer do curta-metragem já conta com mais de 2 milhões
de visualizações e centenas de comentários ansiosos pela estreia. O projeto faz
parte de um conjunto de histórias a serem contadas em diferentes plataformas,
incluindo um longa e uma HQ.

Ambientado no Morro do Rato Baleado, no Rio de Janeiro, o filme acompanha
Damião, estudante de direito que se envolve com o tráfico para sustentar os estudos
e a própria sobrevivência. Durante um plantão noturno, ele identifica movimentações
suspeitas na mata ao redor da comunidade e dá início a uma investigação que
revela um culto macabro se passando por uma ONG de projetos sociais.
O cotidiano da favela aparece em contraste com figuras encapuzadas, rituais e
entidades misteriosas.

O desaparecimento de uma criança conduz o protagonista ao
confronto direto com a seita, em uma escalada de tensão que mistura ação e
suspense. A direção e roteiro é assinado por Nícolas Lobato e Thiago Tuchu, que unem
trajetórias ligadas ao cinema independente e à experimentação estética. A produção
executiva é de Aruska Patrícia, com realização das produtoras Larva Filmes e
Mirage Mirror. A fotografia leva a assinatura de Roberto Riva, ABC, e Art Concept de
Caio Monteiro.

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Primeiras Impressões | “Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos” aposta em olhar íntimo sobre o legado de Pablo Escobar

Imagina crescer acreditando que seu pai é um herói… e descobrir que ele é um dos criminosos mais perigosos da história.

Essa é a premissa de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos, nova série que chega ao Disney+ trazendo uma perspectiva diferente sobre a história de Pablo Escobar — agora vista pelos olhos de seu filho, Juan Pablo Escobar.

Após assistir aos três primeiros episódios, a produção deixa claro desde o início que sua proposta não é revisitar o narcotráfico da mesma forma que já vimos em outras obras, como Narcos, mas sim explorar o impacto emocional e psicológico desse universo sob a ótica de uma criança.

Os acertos e erros de Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos

A trama acompanha Juampi, um menino que cresce cercado de luxo em Medellín, enxergando o pai como um empresário generoso e quase um benfeitor da comunidade. Ao seu redor, porém, estão sempre presentes homens armados — seus guarda-costas. Com o tempo, esses homens deixam de ser apenas seguranças e passam a ocupar um papel afetivo em sua vida, tornando-se amigos, cuidadores… quase babás.

O contraste vem quando entendemos quem eles realmente são: sicários, assassinos contratados para proteger a família Escobar a qualquer custo.

À medida que Juampi cresce, essa visão idealizada começa a ruir. A série constrói, de forma gradual, a quebra dessa inocência, mostrando como o protagonista passa a perceber que o mundo em que vive está longe de ser aquilo que sempre acreditou — e que seu pai está no centro de tudo isso.

Criada e narrada pelo próprio Juan Pablo Escobar, a série ganha ainda mais peso por se basear em relatos reais. Para quem se interessou pela abordagem de Narcos, aqui existe um complemento interessante: não se trata da guerra do narcotráfico em si, mas das consequências dessa guerra dentro de casa.

No elenco, John Leguizamo assume o papel de Pablo Escobar — uma escolha que inevitavelmente gera comparações com Wagner Moura em Narcos. No entanto, a proposta aqui é diferente. A atuação e caracterização de Leguizamo não buscam protagonismo absoluto, já que a figura de Escobar funciona mais como pano de fundo. O foco está nas consequências de suas ações, e não necessariamente em sua presença direta.

Um ponto que pode dividir opiniões é a estrutura narrativa. A série opta por não seguir uma linha cronológica, alternando entre infância, adolescência e momentos posteriores à morte de Escobar. Essa escolha parece buscar um ritmo mais dinâmico, mas pode causar certo estranhamento — especialmente para quem preferiria acompanhar a escalada dos acontecimentos de forma mais linear e gradual.

Visualmente, a produção se destaca. Gravada em locações na Colômbia, incluindo Bogotá e Medellín, e beneficiada por incentivos locais, a série recria com cuidado o ambiente das décadas de 1980 e 1990. São oito episódios de aproximadamente 35 minutos, dirigidos por Pablo Fenfrik e Felipe Cano Ibañez, com roteiro assinado por Alejandro Quesada, Ana María Parra, Martín Méndez e Sebastián Ortega.

O elenco principal inclui Janer Villareal, Miguel Tamayo e Miguel Ángel García interpretando diferentes fases de Juan Pablo, além de Laura Rodríguez, Juanita Molina, Julián Zuluaga e outros nomes que ajudam a construir esse universo complexo. Há ainda participações especiais como Carmen Electra e Andrés Delgado.

No fim, Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos é uma série que aposta menos no espetáculo do crime e mais nas marcas que ele deixa nas pessoas. Uma história sobre inocência perdida, percepção e identidade — contada por quem viveu tudo isso de perto.

Para quem gosta de true crime e busca uma abordagem mais íntima e emocional, a série pode ser uma adição interessante à lista.

Se você ainda não é assinante do Disney+, pode assinar clicando aqui.

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Crítica | O Drama – Torta de climão no filme mais desconfortável do ano

É até injusto reduzir O Drama, novo filme da A24, ao seu plot twist, por mais provocador que seja o subtema que ele esconde sob a superfície de uma comédia romântica ácida. O longa vai muito, muito, além disso, encontrando sua verdadeira força na energia que pulsa entre seu casal protagonista, responsável por tornar a experiência não só envolvente pra cacete, mas surpreendentemente acessível, mesmo quando a história flerta com um terrível incômodo.

Quem sustenta esse equilíbrio delicado é a dupla formada por Zendaya (Euphoria) e Robert Pattinson (Morra, Amor), ambos entregando performances que figuram entre as melhores de suas carreiras. Zendaya domina cada cena com um carisma magnético e uma intensidade quase hipnótica, enquanto Pattinson injeta leveza com um timing cômico afiado, funcionando como contrapeso ideal dentro de uma narrativa emocionalmente desgastante.

O Drama é uma espécie de conto de fadas sem magia, onde o amor é levado ao limite e testado em suas formas mais desconfortáveis e cruas. É ousado, provocador e daqueles que permanecem na cabeça muito depois dos créditos, não só pela força do elenco, mas também pela dificuldade de engolir tudo o que propõe. E isso é, em todos os sentidos, genial!

Os acertos e erros do filme

A premissa incendiária de O Drama parte de um ponto delicado, quase incômodo de encarar, mas que carrega uma humanidade difícil de ignorar. É o tipo de conflito que provoca reflexão não só pela gravidade do que está em jogo, mas pela proximidade com emoções reais, aquelas que a gente prefere evitar. Sem entrar em detalhes que possam estragar a experiência de quem não assistiu ainda, basta saber que tudo gira em torno de um casal prestes a se casar, até que uma descoberta do passado da noiva abala essa estrutura e transforma o romance em um campo minado emocional. Um segredo cruel e difícil de digerir.

A partir daí, o filme deixa de ser apenas sobre romance e passa a explorar algo mais complexo: até onde vai a nossa capacidade de perdoar. Muito apoiado na força do elenco, o roteiro aposta em diálogos extensos e carregados, mas conduzidos com uma escrita afiada e sensível, que encontra humor justamente onde ele parece não caber.

Esse equilíbrio entre o desconforto e o riso cria uma experiência caótica, que alterna entre momentos de leveza e tensão quase sufocante. E, além das atuações fantásticas, o cuidado técnico também se destaca, especialmente na montagem dinâmica, que sustenta o ritmo mesmo nas cenas mais longas e densas de diálogo, mantendo o espectador completamente envolvido, méritos também de uma condução excepcional de Kristoffer Borgli (O Homem dos Sonhos), um nome para ficar de olho.

A partir do momento da revelação, O Drama mergulha de vez na ruína silenciosa de um relacionamento que parecia sólido. O que antes era cumplicidade dá lugar a um distanciamento doloroso, enquanto o casal tenta lidar com uma verdade que redefine tudo o que um acreditava saber sobre o outro. É um processo triste e, em muitos momentos, genuinamente comovente, mas também hipnotizante de acompanhar.

Conforme o casamento se aproxima, essas tensões ganham ainda mais força, e a dificuldade de comunicação entre os dois se mistura a um mal-estar, explorado em flashbacks de infância que equilibram humor e perturbação emocional. O resultado é uma deterioração gradual que nos prende até um clímax tenso, daqueles que deixam o espectador inquieto na cadeira. Zendaya entrega mais uma atuação segura, cheia de camadas e mistério, mas é o ex-galã teen Robert Pattinson quem rouba a cena com um trabalho preciso e surpreendente, talvez o ponto mais alto de uma fase em que ele claramente escolhe papéis cada vez mais interessantes e desafiadores.

Veredito

O Drama é como aquele acidente terrível no meio da estrada: você sabe que talvez não devesse olhar, mas é impossível desviar os olhos. É um filme que arde, incomoda e emociona na mesma medida, encontrando espaço para um humor sombrio mesmo quando a temática parece não permitir qualquer leveza. Uma deliciosa torta de climão muito bem servida. E, ao mesmo tempo, é uma história que cutuca fundo, nos levando a refletir sobre relações, escolhas e, principalmente, sobre o peso e a dificuldade do perdão.

Como um conto de fadas sem fantasia, o filme nos conduz por uma montanha-russa emocional que dói como a extração de um dente canino, sem nunca perder o controle. E no centro de tudo, Zendaya e Robert Pattinson mostram por que são dois dos nomes mais fortes de sua geração, sustentando juntos uma parceria que, aqui, encontra um encaixe raro, um casamento perfeito, daqueles que parecem feitos sob medida para o cinema. Você vai pelo drama e você fica pelo mergulho profundo no mais puro caos.

NOTA: 9/10

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A Mulher Que Chora | Suspense com Julia Stockler ganha trailer e data

A Olhar Filmes divulgou o trailer de A Mulher Que Chora, dirigido por George Walker Torres. Destaque no Sevilla Indie Film Festival, em que levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Longa-Metragem para Julia Stockler e o Prêmio Bronze de Melhor Filme, o longa-metragem combina drama psicológico e suspense em uma atmosfera misteriosa e uma narrativa que explora a solidão, alienação, perdas e conflitos.

Confira o trailer:

Produzido pela Grafo Audiovisual, o filme apresenta o olhar de Miguel (Zayan Medeiros), um garoto de sete anos, que vive em uma casa antiga com três gerações de mulheres. Uma delas é a sua mãe, Elena (Julia Stockler), que, à deriva com o trauma do divórcio, se distancia do menino, que por sua vez se refugia em Carmen (Samantha Castillo).

Ela é uma enigmática imigrante venezuelana, que deixou seu filho no país natal e trabalha como empregada doméstica para a família brasileira, se tornando uma figura materna para o jovem. O vínculo íntimo e inusitado entre os dois aciona o mundo interior de Miguel, apresentado-o a um universo em que o real e o imaginário se cruzam.

Ainda fazem parte do elenco, Rosana Stavis, Regina Vogue e Nena Inoue. 

A Mulher Que Chora chega aos cinemas no dia 9 de abril.

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A Casa dos Espíritos, série com Alfonso Herrera no elenco, ganha trailer oficial; veja 

O Prime Video revelou o trailer oficial de A Casa dos Espíritos, a primeira adaptação televisiva em espanhol do icônico romance de Isabel Allende. A série estreia em 29 de abril com três episódios, seguidos de novos episódios semanalmente até o final, em 13 de maio.

Confira o trailer abaixo:

Sobre A Casa dos Espíritos

Baseada no aclamado romance internacional de Isabel Allende, A Casa dos Espíritos é uma saga familiar de oito episódios que abrange meio século. A trama foca em três gerações de mulheres — Clara, Blanca e Alba — em um país conservador da América do Sul, moldado por lutas de classes, agitação política e magia.

A produção é estrelada por Alfonso Herrera (Rebel Moon) como Esteban Trueba, Nicole Wallace (Nossa Culpa) e Dolores Fonzi (Belén) como Clara em diferentes fases da vida.

O elenco inclui, ainda, Fernanda Castillo (The Lord of the Skies) como Férula, Aline Kuppenheim (Uma Mulher Fantástica) como Nivea del Valle, Eduard Fernández (A Pele Que Habito) como Severo del Valle, Sara Becker (The Movie Teller) e Fernanda Urrejola (Cry Macho: O Caminho Para a Redenção) como Blanca, Rochi Hernández como Alba (30 Noites Com a Minha Ex), Juan Pablo Raba (News of a Kidnapping) como Tío Marcos, Pablo Macaya (In Her Place) e Nicolás Contreras (Baby Bandito) como Pedro Tercero, entre outros.

Isabel Allende, Eva Longoria e Courtney Saladino assinam a produção executiva ao lado dos showrunners Francisca Alegría (The Cow Who Sang a Song Into the Future), Fernanda Urrejola (Cry Macho: O Caminho Para a Redenção), e Andrés Wood (News of a Kidnapping).

A série é produzida pela FilmNation Entertainment, a empresa vencedora de vários prêmios Oscar por trás de Anora e Conclave, com o apoio da Fabula, a produtora chilena vencedora do Oscar (A Memória Infinita, Uma Mulher Fantástica).

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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Mostra “Cinema Brasileiro na Periferia” leva sessões gratuitas à São Paulo

Em um momento em que os filmes feitos no país ganham reconhecimento mundial, a mostra CINEMA BRASILEIRO NA PERIFERIA aposta no acesso, na formação e na circulação como formas de fortalecer a relação do público com a produção nacional.

Entre 09 e 29 de abril, o projeto leva sessões gratuitas a 10 salas Spcine de CEUs e espaços culturais de São Paulo, além de uma oficina audiovisual sobre a produção de vídeos com celular, com Leandro Cuin, ampliando a formação e o alcance do audiovisual em territórios que historicamente não contam com salas de exibição.

A iniciativa reúne uma programação que atravessa gerações e formatos, com títulos voltados tanto ao público infantil quanto adulto. Para as crianças e famílias, o live-action Princesa Adormecida, com Maísa, e as animações Abá e Sua Banda e Historietas Assombradas – O Filme apostam no humor, na fantasia e na força da animação brasileira como porta de entrada para o cinema nacional.

Para o público adulto, a curadoria destaca obras que dialogam com a vida urbana e os desafios das grandes cidades. Saneamento Básico – O Filme, de Jorge Furtado, estrelado pelos indicados ao Oscar Wagner Moura e Fernanda Torres, aborda com humor questões estruturais do cotidiano, enquanto Saudosa Maloca e o documentário Adoniran – Meu Nome é João Rubinato exploram a história de Adoniran Barbosa, a memória de São Paulo e temas como moradia, pertencimento e deslocamento.

“O cinema nasceu como encontro: pessoas reunidas na escuridão para olhar juntas para a luz da tela”, destaca o texto curatorial da mostra. “Quando a tela se acende no meio da comunidade, o cinema volta à sua vocação original — ser um espaço coletivo de imaginação, reflexão e pertencimento”, afirma o produtor cultural Cassio Pardini, curador da mostra.

Realizada pela Associação Raiz, em parceria com a Spcine, a mostra transforma CEUs e espaços públicos em salas abertas de convivência cultural, promovendo o encontro entre diferentes públicos a partir do cinema.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA CINEMA BRASILEIRO NA PERIFERIA

CEU Butantã
09/04 (quinta-feira)
10h às 13h – Oficina “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – telecentro
15h – Saudosa Maloca (Pedro Soffer Serrano, 2023)

CEU Vila do Sol
09/04 (quinta-feira) 
15h às 18h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – biblioteca
19h – Adoniran, Meu Nome é João Rubinato (Pedro Soffer Serrano, 2018)

CEU Paz
13/04 (segunda-feira)
Das 14h às 17h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – biblioteca

15/04 (quarta-feira) – 15h – Princesa Adormecida (Cláudio Boeckel, 2024)

CEU Barro Branco / Cidade Tiradentes
15/04 (quarta-feira)
Das 10h às 13h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin –  telecentro
15h – Abá e Sua Banda (Humberto Avelar, 2024)

CEU São Pedro / José Bonifácio
15/04 (quarta-feira)
Das 15h às 18h –  “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – telecentro
19h – Princesa Adormecida (Cláudio Boeckel, 2024)

CEU Parque Novo Mundo
29/04 (quarta-feira)
Das 9h às 12h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – sala 10 Uniceu 
19h – Adoniran, Meu Nome é João Rubinato (Pedro Soffer Serrano, 2018)

CEU Tremembé
22/04 (quarta-feira)
Das 14h30 às 18h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – sala de cinema
18h – Saneamento Básico – O Filme (Jorge Furtado, 2007)

CEU Quinta do Sol
22/04 (quarta-feira)
Das  08h30 às 11h30 – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – Sala Multiuso
14h – Historietas Assombradas – O Filme (Victor-Hugo Borges, 2017)

CEU Pinheirinho D’água
23/04 (quinta-feira)
Das 14h às 17h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – sala de cinema
18h – Saudosa Maloca (Pedro Soffer Serrano, 2023)

CEU Caminho do Mar
29/04 (quarta-feira)
Das 15h às 18h – “Documente a Sua Quebrada – Oficina de Produção de Vídeos com Celular”, com Leandro Cuin – sala de cinema
19h – Historietas Assombradas – O Filme (Victor-Hugo Borges, 2017)

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BaianaSystem lança Canção Original para a 2ª temporada de Cangaço Novo

A segunda temporada da série Cangaço Novo estreia em 24 de abril no Prime Video, e o público já pode conferir no Amazon Music a canção original “Línguas e Léguas” (Russo Passapusso/Ubiratan Marques/Alice Carvalho), do BaianaSystem.

A música foi composta exclusivamente para a série e conta com 14 minutos de duração. A opereta é subdividida em quatro momentos que se conectam como parte de um entendimento contínuo: “Línguas”, “Léguas”, “Tributo Sertanejo a Grace Jones” e “Engolindo Fogo e Cuspindo Aço”. A atriz Alice Carvalho, que interpreta Dinorah na produção, é uma das participações da música e responsável por levar à banda o convite para um mergulho musical neste universo do cangaço. 

Sobre a 2ª temporada de Cangaço Novo

Produzida por Andrea Barata Ribeiro, da O2 Filmes, pela Amblin Entertainment, e coproduzida por Cristina Abi, também da O2, Cangaço Novo é criada por Mariana Bardan e Eduardo Melo, e tem direção geral de Fábio Mendonça e direção de Caito Ortiz.

A segunda temporada traz os desafios ainda mais perigosos que Ubaldo (Allan Souza Lima), Dinorah (Alice Carvalho) e Dilvânia (Thainá Duarte) precisarão enfrentar na guerra contra os Maleiros. Enquanto Dilvânia encontra forças na fé e assume a liderança espiritual da Irmandade, Ubaldo e Dinorah confrontam diretamente Gastão Maleiro (Bruno Belarmino) e Paulino Leite (Daniel Porpino), tentando pôr um fim à corrupção e violência que assolam Cratará.

Com participação especial do cantor João Gomes, a produção tem no elenco, ainda, Marcélia Cartaxo, Hermila Guedes, Xamã, Rafael Losso, Ênio Cavalcante, Joálisson Cunha, Luiz Carlos Vasconcelos, César Ferrario, Buda Lira, Lucas Veloso, entre outros. A sala de roteiro é comandada por Mariana Bardan, Eduardo Melo e Fernando Garrido. 

O Amazon Prime custa R$ 19,90 e além do serviço de streaming de vídeo, o assinante tem direito a Frete GRÁTIS em milhões de produtos elegíveis, 2 milhões de músicas no Amazon Music, centenas de eBooks e revistas no Prime Reading. Clique aqui para assinar  e aproveite os 30 dias grátis.

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Algo Horrível Vai Acontecer | Rachel morre? Entenda o final da série da Netflix

Em “Algo Horrível Vai Acontecer“, da Netflix, um casal passa por uma primeira semana agitada, onde todo o relacionamento é recalibrado enquanto segredos e mentiras vêm à tona. A temporada de oito episódios acompanha Rachel e Nicky em sua viagem até a cabana dos pais dele, onde eles devem se casar naquele fim de semana. Esta é a primeira vez que Rachel conhece a família dele, mas ela logo percebe que sua própria história familiar está ligada ao lugar para onde está indo, e todas as revelações que surgem após o casamento mudarão sua vida das maneiras mais inesperadas.

ALERTA DE SPOILERS A SEGUIR!

Trama de Algo Horrível Vai Acontecer

Muitas coisas estranhas acontecem enquanto Rachel e Nicky dirigem até a cabana dos pais dele na floresta. Apesar de ser a semana do casamento, Rachel tem um pressentimento ruim de que algo ruim vai acontecer, mas não consegue identificar o quê. Esse medo se intensifica quando ela chega à cabana e percebe que a família de Nicky está agindo de forma estranha.

À medida que seus piores temores começam a se concretizar, ela começa a se perguntar se a família de Nicky a desaprova tanto a ponto de estarem dispostos a matá-la. Logo, porém, ela descobre que não são seus sogros que devem lhe causar preocupação. Ela é quem trouxe o perigo para eles.

Acontece que Rachel pertence a uma família cujos membros são amaldiçoados a morrer no dia do casamento se não se casarem com suas almas gêmeas antes do pôr do sol. A mãe de Rachel teve uma morte horrível por causa disso e, na tentativa de protegê-la, seu pai se tornou agorafóbico, o que lhe custou o relacionamento com a filha.

Sem mais ninguém na família, Rachel vai sozinha ao casamento, mas o passado a alcança e o Homem Imortal, responsável pela maldição de sua família, explica que, se ela se casar com Nicky e ele não for sua alma gêmea, ela morrerá como sua mãe. E se ela não prosseguir com o casamento, transferirá a maldição para toda a linhagem de Nicky, que terá que enfrentar as consequências se não se casarem com suas almas gêmeas.

Final de Algo Horrível Vai Acontecer: Rachel consegue quebrar a maldição? Nicky é sua alma gêmea?

Quando chega o dia do casamento, Rachel descobre que pode fazer uma poção que a transformará mentalmente na alma gêmea de Nicky e resolverá o problema. No entanto, ela acaba decidindo não fazê-la. Deixa para o destino decidir se Nicky é sua alma gêmea. No altar, enquanto faz seus votos, todas as dúvidas que ela tinha se dissipam e, da parte dela, é confirmado que ele é sua alma gêmea. Mas quando chega a hora de ele dizer “sim”, ele recua.

A revelação sobre o casamento de seus pais o faz reconsiderar a instituição do casamento, e Rachel percebe que ele nunca realmente acreditou na maldição. Faltando apenas alguns minutos para o pôr do sol, é a mãe de Nicky quem o convence a prosseguir com o casamento. Isso faz Rachel perceber o quão hipócrita ele havia sido.

Ela vinha tentando convencê-lo há horas, mas ele se manteve firme, recusando-se a acreditar na parte sobre a maldição. A discussão também levou ambos a extravasarem toda a sua raiva e frustração, fazendo Rachel reconsiderar sua posição de que ele era sua alma gêmea e o casamento iminente. Depois de tudo isso, quando bastaram algumas palavras da mãe dele para convencê-lo do contrário, Rachel percebeu que nunca se tratou de ele rejeitar a ideia do casamento.

Ele não queria o casamento se não pudesse ser perfeito, especialmente depois de descobrir que o relacionamento de seus pais também não era tão perfeito quanto ele pensava. Então, Rachel decidiu desistir. Ela não se importava com o que a maldição faria com ela, com ele ou com sua linhagem. Ela não suportaria se casar com ele, mesmo que sobrevivesse.

Logo, o sol se põe e o tempo acaba. É quando o caos se instala e, após ficar claro que todos estão fadados a morrer, os Cunninghams recorrem ao último recurso. Ao perceberem que a maldição sempre fora real, as dúvidas de Nicky sobre Rachel se dissipam e sua fé de que ela era sua alma gêmea se renova. Ele se ajoelha, coloca um anel em seu dedo e diz “Sim”, concluindo a cerimônia.

O Homem Imortal assina a certidão de casamento como testemunha, tornando-os marido e mulher. Como a maldição já havia sido desencadeada, não havia como desfazê-la para os Cunninghams. Para piorar a situação, a essa altura, já estava claro que Nicky não era a alma gêmea de Rachel e, por ela estar casada com ele, a maldição a atingiu. Ela começou a sangrar pelo nariz e depois pelos olhos, sangrando até morrer.

Victoria e Portia estão mortas? Por que todos os convidados morrem?

Segundo a maldição, Rachel e Nicky deveriam ter se casado antes do pôr do sol. Uma vez realizado o casamento, a maldição atingiria Rachel caso Nicky não se revelasse sua alma gêmea. Isso teria impedido que a maldição se propagasse para a linhagem de Nicky, salvando-o e ao resto de sua família. Contudo, o casamento não acontece e, no fim, independentemente de quem decida desistir, a maldição se transfere para a família de Nicky.

O que torna tudo interessante é que não é apenas sua linhagem direta que sofre com a maldição. Ela se espalha para todos os membros de sua árvore genealógica. Enquanto estiverem ligados a ele por sangue, serão amaldiçoados.

Quando o Homem Imortal contou a Rachel sobre isso, ela pensou que a maldição seria ativada no próximo casamento. Ela não parou para pensar no impacto que teria sobre aqueles que já eram casados, e foi isso que levou ao caos que se instaurou ao pôr do sol. Como a maioria dos Cunninghams não era casada com suas almas gêmeas, eles começaram a sangrar e morrer.

Ninguém entendia o que estava acontecendo, então as metades melhores, aquelas que se casaram com membros da família, mas não tinham laços de sangue, fugiram, provavelmente acreditando que algum vírus as havia possuído. Os pais e irmãos de Nicky também foram afetados. O efeito da maldição começou a se manifestar primeiro em Victoria, provando que ela não havia se casado com sua alma gêmea.

Esta é a confirmação final de que o casamento dela com Boris estava longe de ser tão perfeito quanto eles tentavam fazer parecer para os filhos e para o mundo. Victoria teve um caso com Beau, e ele era provavelmente aquele que ela realmente considerava sua alma gêmea.

Apesar de ter estado com Boris a vida toda, ela nunca o viu como sua alma gêmea, e é por isso que ela morre sangrando. Boris, por outro lado, sempre amou Victoria. Aos olhos dele, ela era sua alma gêmea, e é por isso que ele não morre sangrando. Da mesma forma, Portia, que se casou com um desconhecido em Las Vegas depois de ser abandonada no altar, também sente o peso da maldição e morre sangrando.

O Homem Imortal está morto? Rachel é imortal agora?

Algo interessante acontece quando quase todos, incluindo Rachel, morrem. A Morte volta seus olhos para o Homem Imortal, que havia sido imune à morte por alguns séculos. Quando ele fugiu do próprio casamento com Marianne, transferiu a maldição para a família dela e foi condenado a testemunhar os casamentos e a ver a maioria, senão todos, morrerem de forma brutal e dolorosa.

Ao longo dos anos, a árvore genealógica de Marianne se reduz a ponto de Rachel ser sua única descendente viva. Após seu casamento forçado com Nicky, ela também morre e, com isso, a linhagem de Marianne é completamente erradicada.

Ainda assim, a maldição deve ser transmitida, então, quando Rachel não a passa adiante, a maldição retrocede e atinge o Homem Imortal. Enquanto a Morte o encara, o Homem Imortal a acolhe, cansado de vagar pela Terra e ver os descendentes da mulher que um dia amou morrerem.

Ao mesmo tempo, ele também sabe que sua maldição também deve ser transmitida a outra pessoa. Agora, ela recai sobre os Cunningham, e quando o próximo casamento acontecer, uma testemunha precisa estar presente, assim como o Homem Imortal esteve para a família de Marianne. É aqui que as coisas ficam interessantes.

Embora Rachel morra após seu casamento com Nicky, ela retorna à vida depois da morte do Homem Imortal. Talvez seja porque Rachel, assim como o Homem Imortal, decidiu não prosseguir com o casamento antes do pôr do sol, tornando-se sua sucessora natural. Também pode ser que ela fosse a última descendente de Marianne e, como o Homem Imortal transmitiu a primeira maldição à sua linhagem, fazia sentido que a segunda maldição recaísse sobre a mesma.

De qualquer forma, o momento em que o Homem Imortal dá seu último suspiro é o momento em que Rachel retorna à vida. Ela não precisa que lhe digam o que está acontecendo.

É como se a Morte já tivesse lhe contado tudo o que ela precisa saber. É por isso que ela não se surpreende nem se confunde ao ressuscitar. Ela sabe qual é o seu propósito e até diz ao pequeno Jude que, quando chegar a hora de ele se casar, ela estará lá para testemunhar o casamento, esperando que ele tenha feito a escolha certa em relação à pessoa com quem decidir se casar.

Ela continuará sendo a testemunha de todos os Cunninghams até que o último membro da família morra, ou até que um deles decida não prosseguir com o casamento, passando a maldição para outra família e fazendo com que a nova maldição de Rachel seja transferida para eles, para que ela também possa morrer. Por enquanto, ela é a nova Imortal.

Nicky morre? O que acontece com Jules, Nell e Jude?

Com tantas mortes no casamento, seria de se esperar que os Cunninghams tivessem desaparecido para sempre. Parece que toda a sua linhagem, com exceção das crianças, foi dizimada. Não importa em que parte do mundo estejam, se um Cunningham de sangue não tiver se casado com sua alma gêmea, ele morre sangrando.

Na tentativa de salvar os que restaram, Jules aconselha a conclusão da cerimônia, acreditando que, uma vez casada com Nicky, a maldição poderia se inverter e afetar Rachel, e sua morte poria fim a tudo. Ele se engana, e a maldição segue seu curso. Curiosamente, a maioria da família de Nicky sobrevive.

Enquanto Victoria e Portia morrem, Boris sobrevive, assim como Nicky. Quando colocou o anel no dedo de Rachel, ele o fez com a forte convicção de que ela era sua alma gêmea. Portanto, a maldição o poupa. Embora ele sobreviva no momento, isso não significa que a maldição não agirá quando ele subir ao altar da próxima vez.

Embora Rachel ainda esteja viva, ela tecnicamente morreu e não é mais sua esposa. Isso deixa Nicky amaldiçoado, mas vivo para ver o dia seguinte. As coisas melhoram para Jules e Nellie. Embora o relacionamento delas não seja perfeito, fica claro ao longo da temporada que elas são perfeitas uma para a outra de maneiras que podem não ser imediatamente aparentes. Uma hora antes do casamento, até Rachel comenta o quão bem elas se dão.

Se ainda restasse alguma dúvida sobre serem almas gêmeas, ela se dissipa quando Jules permanece imune à maldição. Mesmo à beira do divórcio, isso não mudava o fato de que Jules amava Nellie tanto quanto a amava aos 21 anos. Foi justamente por amá-la que ele não assinou os papéis do divórcio. Quando Nellie percebe que ele não está morrendo, suas dúvidas sobre ele também desaparecem.

Embora possam estar a salvo, pelo menos se permanecerem juntos e ele não precisar se casar novamente, o filho deles, Jude, terá um futuro bastante difícil pela frente. Antes de partir, Rachel lhe diz para se lembrar do que aconteceu hoje, para que, quando chegar a hora, ele escolha sua parceira com muito cuidado, ciente de que a maldição pode destruir tudo.

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Rosebush Pruning, novo filme de Karim Aïnouz com elenco hollywoodiano, ganha trailer; veja

MUBI divulgou o primeiro trailer oficial de ROSEBUSH PRUNING, o mais recente filme de Karim Aïnouz (Madame SatãMotel DestinoO Jogo da RainhaA Vida Invisível), um dos mais audaciosos e provocativos do ano.

Confira abaixo:

Sobre Rosebush Pruning

Sob o sol da Catalunha, uma rica família branca norte-americana vive em um isolamento hedonista, buscando amor e validação uns nos outros, em seus guarda-roupas de grife e na música pop. Quando um estranho se infiltra no círculo familiar, tensões enterradas vêm à tona e os laços de sangue são rompidos.

Uma sátira ácida e ultrajante sobre as contradições da família patriarcal.

Do premiado diretor Karim Aïnouz e com roteiro do indicado ao Oscar® Efthimis FilippouROSEBUSH PRUNING é ao mesmo tempo absurdo, engraçado e perturbador.

ROSEBUSH PRUNING estreou mundialmente na 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. O filme reúne um elenco de peso em um retrato ousado e imprevisível de uma família abastada, em que privilégio, desejo e segredos do passado se chocam.

É estrelado por Callum Turner (Mestres do ArRemando para o Ouro), Riley Keough(Daisy Jones & The SixZola), Jamie Bell (Todos Nós DesconhecidosRocketman), Lukas Gage (The White LotusEuphoria) e Elena Anaya (A Pele Que HabitoMotherFatherSon), além de Tracy Letts (Lady Bird: A Hora de VoarFord vs Ferrari), Elle Fanning (Valor SentimentalUm Completo Desconhecido) e Pamela Anderson (The Last ShowgirlCorra Que a Polícia Vem Aí!).

ROSEBUSH PRUNING estreia em breve.

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4 produções sobre autoestima e cuidado pessoal para assistir na HBO Max

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Preparamos uma seleção de histórias emocionantes de superação e transformação protagonizadas por pessoas que buscam resgatar a autoestima e voltar a se sentir bem consigo mesmas. Produções com esse olhar reforçam o posicionamento do Discovery Home & Health, que aposta em narrativas inspiradoras focadas em cuidado, bem-estar e mudança de vida. Confira abaixo as produções do canal disponíveis na HBO Max

SOBRE ESSA PELE 

Recentemente, o canal e a plataforma de streaming lançaram a segunda temporada da série documental que acompanha a rotina profissional de Raquel Gauthier e Margarita Sultanova, tatuadoras especializadas na ressignificação de cicatrizes em diferentes partes do corpo.

Com foco na transformação e no empoderamento, a produção explora o impacto emocional e físico desse trabalho na vida dos clientes. A temporada já conta com seis episódios disponíveis na HBO Max, enquanto os demais são lançados semanalmente, às quintas-feiras, às 21h30, no Discovery Home & Health. 

DRA. MERCY – ALÉM DA PELE 

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A dermatologista Mercy Odueyungbo acompanha pacientes em sua clínica em Chicago, tratando casos extremos, raros e graves de doenças de pele. A série destaca procedimentos complexos para a remoção de tumores, cistos e lipomas, sempre com foco na transformação física e na recuperação da autoestima e da confiança. Com ampla experiência, a médica diagnostica e trata condições severas que impactam profundamente a vida de seus pacientes. 

DO PELO AO CABELO: AUTOESTIMA POR FIO  

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O reality acompanha três especialistas: as dermatologistas Dra. Isha Lopez e Dra. Meena Singh, e a cirurgiã capilar Dra. Angie Phipps. Juntas, elas transformam a vida de pacientes que enfrentam problemas médicos ou estéticos graves, restaurando a autoestima por meio de tratamentos capilares. A série apresenta a jornada de pessoas com alopecia, queda de cabelo e distúrbios relacionados a pelos corporais, condições que afetam diretamente a confiança e a vida social. 

DRA. EMMA: UMA QUESTÃO DE PELE 

Nesta série documental, a dermatologista e cirurgiã Dra. Emma Craythorne atende pacientes com condições de pele extremas, raras ou complexas. Ao lado de sua equipe, ela corrige diagnósticos equivocados e conduz tratamentos que ajudam a devolver qualidade de vida a pessoas cujas rotinas foram limitadas por doenças dermatológicas. 

Se você ainda não é assinante da HBO Max, pode assinar clicando aqui.

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