Início Site Página 4840

Batman tentou se suicidar depois da morte de seus pais, de acordo com HQ

[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

A Panini divulgou os capítulos três e quatro do arco Eu Sou Suicida, na sétima edição da HQ do Batman. Durante a história, Bruce Wayne escreve uma carta para a Mulher-Gato revelando que tentou suicídio depois de perder seus pais. Confira as primeiras imagens do quadrinho: 

 

[/et_pb_text][et_pb_gallery admin_label=”Galeria” gallery_ids=”4240,4241,4242,4243,4244″ fullwidth=”on” show_title_and_caption=”on” show_pagination=”on” background_layout=”light” auto=”off” hover_overlay_color=”rgba(255,255,255,0.9)” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” /][et_pb_text admin_label=”Texto” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

Na carta, o homem-morcego relata como era seu relacionamento com os pais e diz que tentou cortar os pulsos depois de suas mortes, mas pouco depois teve a revelação de que deveria se tornar o Cavaleiro das Trevas. 

O arco Eu Sou Suicida conta a história de Batman recrutando vilões para ajudá-lo a infiltrar a prisão de Bane, que virou algum tipo de rei, e faz parte da leva de quadrinhos Renascimento, que trouxe um novo começo para a DC. A HQ tem roteiro de Tom King e arte de Mikel Janin e chega às bancas todo mês, com duas histórias sempre. 

[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]

Publicidade

O JUSTICEIRO | DIVULGADO PÔSTER NACIONAL DA SÉRIE

A Netflix divulgou hoje (16) um pôster nacional de O Justiceiro, próximo herói urbano da Marvel a ter sua série própria.

Confira o pôster:



A data de estreia de O Justiceiro ainda não foi divulgada, mas ocorre ainda esse ano.

Publicidade

O JUSTICEIRO | DIVULGADO PÔSTER NACIONAL DA SÉRIE

A Netflix divulgou hoje (16) um pôster nacional de O Justiceiro, próximo herói urbano da Marvel a ter sua série própria.

Confira o pôster:



A data de estreia de O Justiceiro ainda não foi divulgada, mas ocorre ainda esse ano.

Publicidade

O JUSTICEIRO | DIVULGADO PÔSTER NACIONAL

A Netflix divulgou hoje (16) um pôster nacional de O Justiceiro, próximo herói urbano da Marvel a ter sua série própria.

Confira o pôster:



A data de estreia de O Justiceiro ainda não foi divulgada, mas ocorre ainda esse ano.

Publicidade

O JUSTICEIRO | DIVULGADO PÔSTER NACIONAL

A Netflix divulgou hoje (16) um pôster nacional de O Justiceiro, próximo herói urbano da Marvel a ter sua série própria.

Confira o pôster:



A data de estreia de O Justiceiro ainda não foi divulgada, mas ocorre ainda esse ano.

Publicidade

Crítica | Borg vs McEnroe

Filmes que retratam eventos esportivos raramente fogem do piegas e clichê. Sempre há aquela antecipação pelo grande jogo/corrida em que o protagonista terá que superar desafios praticamente impossíveis para vencer o adversário, e o desenvolvimento de personagens acaba ficando em segundo plano. As poucas exceções – Wimbledon: O Jogo do Amor, Rush: No Limite da Emoção, por exemplo – vão por outro viés, tratando não apenas do esporte como foco principal, mas sim no lado humano dos personagens – ou no lado romântico, como é o caso de Wimbledon. Borg vs McEnroe segue à risca isso, com a grande final sendo desfocada, de certa maneira, pelo desenvolvimento aprofundado de cada um dos protagonistas, fazendo com que o evento esportivo seja, sim, importante, mas não o centro do filme. 

O longa – baseado em fatos – se passa em 1980, quando Björn Borg está prestes a conquistar o seu quinto título de Wimbledon, e John McEnroe surge como um dos favoritos a derrubar o tenista do pódio, assumindo o posto de melhor do mundo. Fugindo do óbvio, a história do filme foca no lado obscuro de cada um dos tenistas – enquanto mostra o avanço dos dois no decorrer do campeonato -, mostrando que nem mesmo sucesso e fama conseguem tirar o tormento das pessoas. 

O grande mérito do filme está em sua capacidade verossímil de mostrar os bastidores da final. Remetendo a um documentário em tempo real que cobre um evento extremamente importante no mundo dos esportes, o diretor Janus Metz Pedersen (Armadillo) se volta ao que acontece por trás das câmeras, mostrando a fragilidade e os tormentos de cada protagonista. Borg (vivido por Sverrir Gudnason), que inicialmente parece um herói nacional, é desenterrado pouco a pouco, e chega certo momento que fica claro a semelhança que o personagem tem com seu antagonista. McEnroe (Shia LaBeouf), por outro lado, é inicialmente o vilão/personagem rude do filme, que aos poucos é desmembrado e se aproxima bastante do lado “bom” de Borg. 

A falta de maniqueísmo na abordagem do diretor Metz e do roteirista Ronnie Sandahl é o ponto alto do filme. A tentativa – de muito sucesso – de aproximar os protagonistas por meio de suas diferenças é feita de maneira exemplar e nada forçada. Inevitavelmente, o tênis em si acaba ficando em segundo plano e quando aparece em tela decepciona um pouco pela falta de maestria do diretor em filmar as cenas. Os constantes cortes contribuem para que o tênis fique sem graça e seco em tela, sem a mágica da imprevisibilidade, tão comum do esporte. 

Entretanto, a falta de experiência de Janus em dirigir cenas de tênis é compensada, de certa forma, com sua maestria em dirigir os atores em cena. Sverrir Gudnason é definitivamente o grande destaque do filme, conseguindo expressar seu tormento e sua depressão de forma extremamente realista, fria e serena, corroborando como Borg é na vida real. E melhor de tudo, consegue fazer isso sem exagerar ou parecer piegas. Shia LaBeouf também faz um bom trabalho, apesar de não precisar se esforçar muito para mostrar um papel realmente visceral. Seu personagem tem típicas “explosões”, em que grita com repórteres, árbitros e pessoas comuns, algo que já fez parte do passado obscuro do ator também. Apesar disso, os raros momentos que o personagem demonstra emoção ou mostra certa fragilidade são dignos de destaque ao ator. 

A única ressalva em relação ao desenvolvimento dos personagens fica por conta da possível romantização exagerada de determinadas cenas. O longa é eficiente em mostrar os traumas, os tormentos e os problemas mentais enfrentados pelos personagens, mas a própria edição do filme e a repetição incansável de certos rituais dentro de tela se satura com o passar do tempo, acabando com a visceralidade dos personagens, e sobrando apenas uma romantização extrema. A fotografia do filme – com sua paleta de cores escura e com tons amarelados quando se trata de Borg – contribui bastante para isso. 

A impressão final que fica é a de que Borg vs McEnroe é um ótimo filme quando se trata de desenvolver personagens e certos traços ocultos de suas devidas personalidades. Entretanto, como um filme de esporte, de fato, o longa decepciona pela falta de qualidade nas filmagens das cenas de jogos. É perceptível que falta experiência ao diretor Janus Metz nesse sentido. No mais, as atuações dos dois protagonistas e o desenvolvimento visceral de cada um deles no decorrer da história agrada bastante, utilizando o tênis apenas como pano de fundo – sendo esse o grande acerto, ao mesmo tempo que o grande erro do filme. 

Publicidade

Crítica | Borg vs McEnroe

Filmes que retratam eventos esportivos raramente fogem do piegas e clichê. Sempre há aquela antecipação pelo grande jogo/corrida em que o protagonista terá que superar desafios praticamente impossíveis para vencer o adversário, e o desenvolvimento de personagens acaba ficando em segundo plano. As poucas exceções – Wimbledon: O Jogo do Amor, Rush: No Limite da Emoção, por exemplo – vão por outro viés, tratando não apenas do esporte como foco principal, mas sim no lado humano dos personagens – ou no lado romântico, como é o caso de Wimbledon. Borg vs McEnroe segue à risca isso, com a grande final sendo desfocada, de certa maneira, pelo desenvolvimento aprofundado de cada um dos protagonistas, fazendo com que o evento esportivo seja, sim, importante, mas não o centro do filme. 

O longa – baseado em fatos – se passa em 1980, quando Björn Borg está prestes a conquistar o seu quinto título de Wimbledon, e John McEnroe surge como um dos favoritos a derrubar o tenista do pódio, assumindo o posto de melhor do mundo. Fugindo do óbvio, a história do filme foca no lado obscuro de cada um dos tenistas – enquanto mostra o avanço dos dois no decorrer do campeonato -, mostrando que nem mesmo sucesso e fama conseguem tirar o tormento das pessoas. 

O grande mérito do filme está em sua capacidade verossímil de mostrar os bastidores da final. Remetendo a um documentário em tempo real que cobre um evento extremamente importante no mundo dos esportes, o diretor Janus Metz Pedersen (Armadillo) se volta ao que acontece por trás das câmeras, mostrando a fragilidade e os tormentos de cada protagonista. Borg (vivido por Sverrir Gudnason), que inicialmente parece um herói nacional, é desenterrado pouco a pouco, e chega certo momento que fica claro a semelhança que o personagem tem com seu antagonista. McEnroe (Shia LaBeouf), por outro lado, é inicialmente o vilão/personagem rude do filme, que aos poucos é desmembrado e se aproxima bastante do lado “bom” de Borg. 

A falta de maniqueísmo na abordagem do diretor Metz e do roteirista Ronnie Sandahl é o ponto alto do filme. A tentativa – de muito sucesso – de aproximar os protagonistas por meio de suas diferenças é feita de maneira exemplar e nada forçada. Inevitavelmente, o tênis em si acaba ficando em segundo plano e quando aparece em tela decepciona um pouco pela falta de maestria do diretor em filmar as cenas. Os constantes cortes contribuem para que o tênis fique sem graça e seco em tela, sem a mágica da imprevisibilidade, tão comum do esporte. 

Entretanto, a falta de experiência de Janus em dirigir cenas de tênis é compensada, de certa forma, com sua maestria em dirigir os atores em cena. Sverrir Gudnason é definitivamente o grande destaque do filme, conseguindo expressar seu tormento e sua depressão de forma extremamente realista, fria e serena, corroborando como Borg é na vida real. E melhor de tudo, consegue fazer isso sem exagerar ou parecer piegas. Shia LaBeouf também faz um bom trabalho, apesar de não precisar se esforçar muito para mostrar um papel realmente visceral. Seu personagem tem típicas “explosões”, em que grita com repórteres, árbitros e pessoas comuns, algo que já fez parte do passado obscuro do ator também. Apesar disso, os raros momentos que o personagem demonstra emoção ou mostra certa fragilidade são dignos de destaque ao ator. 

A única ressalva em relação ao desenvolvimento dos personagens fica por conta da possível romantização exagerada de determinadas cenas. O longa é eficiente em mostrar os traumas, os tormentos e os problemas mentais enfrentados pelos personagens, mas a própria edição do filme e a repetição incansável de certos rituais dentro de tela se satura com o passar do tempo, acabando com a visceralidade dos personagens, e sobrando apenas uma romantização extrema. A fotografia do filme – com sua paleta de cores escura e com tons amarelados quando se trata de Borg – contribui bastante para isso. 

A impressão final que fica é a de que Borg vs McEnroe é um ótimo filme quando se trata de desenvolver personagens e certos traços ocultos de suas devidas personalidades. Entretanto, como um filme de esporte, de fato, o longa decepciona pela falta de qualidade nas filmagens das cenas de jogos. É perceptível que falta experiência ao diretor Janus Metz nesse sentido. No mais, as atuações dos dois protagonistas e o desenvolvimento visceral de cada um deles no decorrer da história agrada bastante, utilizando o tênis apenas como pano de fundo – sendo esse o grande acerto, ao mesmo tempo que o grande erro do filme. 

Publicidade

Supernatural | Crossover com Scooby-Doo não terá tom infantil

Um dos episódios mais aguardados para a 13° temporada de Supernatural é o crossover anunciado com Scooby-Doo. 

Em entrevista a Entertainment Weekly, um dos produtores da série, Andrew Dabb, afirmou que “Vai ser um episódio de Supernatural com o Scooby-Doo nele. Não vai ser um episódio de Scooby-Doo com os caras nele.”, ou seja, o episódio não será amenizado pela presença da animação. 

Robert Singer, que também é showrunner da série, completou: “É mais adulto do que um episódio comum de Scooby-Doo. Scooby será o destaque neste ano. O roteiro realmente funciona. Vai ser incrível.”

A 13° temporada estreou nos EUA no dia 12 de outubro e aqui no Brasil o Warner Channel é o responsável pela transmissão e agendou a estreia para o dia 24 de outubro, às 21h40. 

Publicidade

Supernatural | Crossover com Scooby-Doo não terá tom infantil

Um dos episódios mais aguardados para a 13° temporada de Supernatural é o crossover anunciado com Scooby-Doo. 

Em entrevista a Entertainment Weekly, um dos produtores da série, Andrew Dabb, afirmou que “Vai ser um episódio de Supernatural com o Scooby-Doo nele. Não vai ser um episódio de Scooby-Doo com os caras nele.”, ou seja, o episódio não será amenizado pela presença da animação. 

Robert Singer, que também é showrunner da série, completou: “É mais adulto do que um episódio comum de Scooby-Doo. Scooby será o destaque neste ano. O roteiro realmente funciona. Vai ser incrível.”

A 13° temporada estreou nos EUA no dia 12 de outubro e aqui no Brasil o Warner Channel é o responsável pela transmissão e agendou a estreia para o dia 24 de outubro, às 21h40. 

Publicidade

Han Solo | Novos personages do spin-off de Star Wars são revelados

Ron Howard, diretor do spin-off de Star Wars, Han Solo, divulgou uma nova imagem em seu perfil no Twitter que revela dois personagens dos quadrinhos que estarão no filme solo.

Trata-se de Tag e Bink, personagens criados por Kevin Rubio e publicados pela Dark Horse.

Confira a imagem: 

O elenco conta com Alden Ehrenreich como Han Solo, Donald GloverWoody HarrelsonEmilia ClarkeMichael Kenneth Williams e Thandie Newton. 

A previsão de estreia é para o dia 24 de maio de 2018, mas antes Star Wars: Os Últimos Jedi estreia em dezembro deste ano.

Publicidade