O recente projeto de Zack Snyder, Rebel Moon,terá sua continuação lançada em pouco mais de um mês, mas a atriz Sofia Boutella ainda sofre com as críticas negativas que o filme da Netflix recebeu.
Em entrevista à Vulture, a atriz comentou um pouco sobre a repercussão negativa do longa.
“Eu sempre achei que estava preparada para lidar com essas pancadas, e então eu li as críticas sobre Rebel Moon e isso realmente me afetou”, disse a atriz. “Eu serei honesta sobre isso. Eu sinto como se eu estivesse carregando esse peso, de todas as pessoas que se empenharam tanto no projeto, e isso me afeta. Não é algo pessoal comigo, porque na verdade, tive uma boa recepção e as pessoas gostaram do meu trabalho. Mas o filme foi muito criticado”, completou.
Boutella foi além ao falar sobre sua entrega de toda a equipe no projeto: “Realmente me afetou se eu parar para pensar em todos que se doaram ao máximo para fazer o filme, com suor e lágrimas. É difícil ver algo ser destruído dessa maneira. Eu tenho orgulho de ter feito parte do projeto, e se a saga não tiver sua história concluída, será sempre uma parte importante da minha vida, que eu sempre defenderei”, completou.
De Zack Snyder, diretor de 300, O Homem de Aço e Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, vem aí “Rebel Moon“, uma fantasia épica de ficção científica que vem sendo produzida há décadas.
Após fazer um pouso de emergência em uma lua localizada nos confins do universo, Kora (Sofia Boutella), uma jovem que guarda um passado misterioso, dá início a uma nova vida numa colônia pacífica de fazendeiros. Ela logo se transforma na única esperança de sobrevivência desse povo quando o tirânico regente Balisarius (Fra Fee) e seu cruel emissário, o Almirante Noble (Ed Skrein), descobrem que os agricultores venderam suas safras para os irmãos Bloodaxe (Cleopatra Coleman e Ray Fisher), os líderes de um grupo de insurgentes caçados pelo Mundo-Mãe.
Encarregados de encontrar pessoas dispostas a arriscar a vida em defesa do povo de Veldt, Kora e Gunnar (Michiel Huisman), um fazendeiro bondoso e ingênuo para a realidade da guerra, viajam entre mundos à procura dos irmãos Bloodaxe e conseguem reunir um pequeno grupo de guerreiros que têm em comum a necessidade de redenção: o piloto e assassino de aluguel Kai (Charlie Hunnam), o lendário General Titus (Djimon Hounsou), a espadachim Nêmesis (Bae Doona), o prisioneiro com um passado real Tarak (Staz Nair) e Milius (E. Duffy), integrante da resistência.
No retorno a Veldt, Jimmy (dublado por Anthony Hopkins na versão em inglês), um robô antigo que se escondeu para acompanhar o grupo, desperta com um novo propósito. No entanto, esses novos revolucionários precisarão aprender a confiar uns nos outros para lutar em unidade antes que os exércitos do Mundo-Mãe os aniquilem.
REBEL MOON – PARTE 1: A MENINA DO FOGO já está disponível na Netflix. REBEL MOON – PARTE 2: A MARCADORA DE CICATRIZES estreia na Netflix no dia 19 abril de 2024.
MaXXXine, terceira parte da trilogia produzida pela A24, que começou em X – A Marca da Morte e seguiu com o prequel Pearl, ganhou data de lançamento, previsto para dia 5 de Julho, no meio do feriado do Dia da Independência dos EUA (via Deadline).
A data é uma das mais celebradas no país e, como acontece no meio do verão norte americano, sempre é visada por grandes estúdios. O filme de Ty West e estrelado por Mia Goth terá a competição nas salas de cinema com Meu Malvado Favorito 4 e Possum Trot, novo filme do Angel Studio, responsável pelo sucesso de 2023, O Som da Liberdade.
Os fãs de terror estão empolgados para a conclusão da trilogia Xdo diretor Ti West, e a espera para o terceiro capítulo, MaxXxine, está atingindo níveis máximos.
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Sobre Maxxxine
Estrelado por Mia Goth, a trama da sequência permanece em mistério, deixando todos curiosos sobre qual caminho a história seguirá. Mas agora, uma revelação recente promete adicionar uma perspectiva inusitada ao filme.
De acordo com a revista de terror de Scream, uma fonte confiável divulgou que MaxXxineserá um whodunnit slasher, ou seja, um filme onde um assassino desconhecido vai matando os personagens ao decorrer da trama, até ser revelado a sua identidade.
O elenco do filme agora contará com Elizabeth Debicki (The Crown), Moses Sumney (The Idol), Michelle Monaghan (True Detective), Bobby Cannavale (Boardwalk Empire), Lily Collins (Emily in Paris), Halsey, Giancarlo Esposito (Breaking Bad) e Kevin Bacon — além de Mia Goth, claro.
No novo filme, Mia Goth estará de volta reprisando um dos papéis que viveu em X, Maxine. Como a única sobrevivente que continou sua jornada em direção à fama, o longa acompanhará os planos da jovem de se tornar uma atriz nos anos 80 na cidade de Los Angeles.
MaXXXine ainda estreia dia 5 de julho nos EUA e ainda não tem data prevista nos cinemas brasileiros.
O Pipocas Club teve o privilégio de participar da coletiva mundial do filme Ricky Stanicky, a nova comédia Original do Prime Video que promete arrancar gargalhadas do público.
Com uma premissa hilária e um elenco de peso, o filme conta a história de três amigos que inventam um personagem fictício, Ricky Stanicky, para escapar de problemas. Vinte anos depois, quando suas esposas e namoradas insistem em conhecer o misterioso Ricky, eles contratam um ator desempregado para interpretá-lo, desencadeando uma série de eventos ainda mais engraçados.
Veja o resumo da Coletiva de Ricky Stanicky
Durante a coletiva, os astros do filme compartilharam suas experiências e perspectivas sobre a produção:
John Cena, que interpreta o papel de Ricky Stanicky, compartilhou sua abordagem ao personagem: “Eu interpreto alguém que é invisível, uma versão real de um amigo imaginário. Foi divertido fazer isso, é diferente do que já fiz antes e fazer isso com esse time de amigos foi incrível. Ah, pude desenvolver minhas habilidades de canto também”.
O diretor Peter Farrelly, de clássicos de comédia dos anos 90 e do ganhador do Oscar Green Book, explicou sua escolha por Cena: “Eu vi ele em Peacemaker [série da DC] e na hora sabia que ele precisava ser o Ricky. Ele é hilário, é um ator completo”.
Sobre o roteiro, Farrelly comentou: “O conceito de tudo me chamou muito atenção. É muito divertido, a jornada de todo mundo, foi brilhantemente escrito. As pessoas mentem o tempo todo e nesse filme descobrimos como uma mentira pode ganhar vida”.
Zac Efron, conhecido por sua versatilidade, falou sobre sua experiência no filme:
“Não é muito diferente fazer comédia do drama, eu vou na energia do grupo e me deixo levar”.
Jermaine Fowler, outro membro do elenco, relembrou uma cena memorável: “Tem uma cena que filmamos juntos, no casino, eu não consegui parar de rir e era só o primeiro dia de filmagens. Eu era o que estava rindo o tempo todo nas gravações”.
Andrew Santino refletiu sobre o filme como um tributo aos clássicos da comédia:
“Acho que hoje em dia não temos tantas comédias boas como tínhamos nos anos 80 e 90, esse filme é um aceno para esses filmes mais clássicos. Esse filme lembra todos os filmes que nós mais amamos”.
O diretor também expressou sua admiração pelo roteiro: “Eu dirigi muitos filmes de comédia que têm muitos fãs por aí, mas esse me chamou muita atenção pelo bom roteiro. Nesse filme tem algumas coisas que nunca fiz, isso me conquistou. Nem sempre as cenas de comédia são minhas favoritas e esse filme tem muitas cenas de amizade e muito coração”.
Com um elenco talentoso e um roteiro cativante, Ricky Stanicky promete ser uma comédia inesquecível que resgata o espírito dos clássicos do gênero, deixando os espectadores com risadas garantidas e um caloroso sentimento de nostalgia.
Sobre Ricky Stanicky
A trama envolve três adolescentes que fazem uma pegadinha e acabam incendiando uma casa na sua vizinhança. Para levar a culpa eles criam uma pessoa falsa: Ricky Stanicky. Vinte anos depois, eles continuam usando a identidade falsa para se livrar de todo tipo de problema. Quando suas namoradas e esposas forçam os três a conhecer o tal Ricky Stanicky, eles contratam um ator desempregado para interpretá-lo.
Zac Efron, Andrew Santino e Jermaine Fowler interpretam o trio de amigos, enquanto Cena vive o ator que se passa por Stanicky.
Peter Farrelly (Green Book) é o encarregado da direção. O projeto do longa existe há mais de uma década e teve diversos nomes envolvidos para viver o personagem-título, como Jim Carrey, James Franco e Joaquin Phoenix.
A estreia de Ricky Stanicky está marcada para 7 de março no Prime Video.
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Vai pegar fogo! Após longa espera, os fãs de A Casa do Dragãojá podem se preparar. A série retorna ao Max com novos episódios em junho.
J.B. Perrette, o chefe de streaming e jogos da Warner Bros. Discovery, confirmou a data em entrevista cedida a uma conferência da Morgan Stanley, segundo a Variety. Vale notar que a série ainda não tem um dia exato para voltar a ser exibida, apenas o mês.
Se a nova temporada de A Casa do Dragão seguir a tradição da temporada de estreia e de Game of Thrones, podemos esperar que os novos episódios comecem a ser exibidos em um domingo, podendo ser a partir dos dias 2, 9, 16, 23 ou 30 de junho.
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Sobre A Casa do Dragão
O projeto é baseado no livro de George R.R. Martin, Fogo e Sangue, uma história da Casa Targaryen 300 anos antes dos eventos da série principal. Ryan Condal (Colony) é o showrunner, juntamente com o veterano de GoT, Miguel Sapochnik, testado em batalha (que dirigiu episódios como “A Batalha dos Bastardos” e “Os Ventos do Inverno”).
O livro Fogo e Sangue cobre 150 anos e inclui a ascensão e queda de muitos líderes em Westeros, então não está claro quais personagens e período de tempo serão o foco da série. Mas fontes dizem que a famosa Dança dos Dragões – a Guerra Civil de Targaryen que ocasionalmente faz referência ao GoT que destruiu Westeros – será abordada em algum momento da série. O que faria sentido é se a primeira temporada (ou duas) levasse a esses eventos. Alguns fãs sugeriram que o programa também poderia ser uma série antológica no estilo American Horror Story, cobrindo um período de tempo muito diferente em cada temporada.
O elenco principal reúne Paddy Considine, Matt Smith, Olivia Cooke, Emma D’Arcy, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Rhys Ifans.
Também compõem o elenco: Milly Alcock, Bethany Antonia, Phoebe Campbell, Emily Carey, Harry Collett, Ryan Corr, Tom Glynn-Carney, Jefferson Hall, David Horovitch, Wil Johnson, John Macmillan, Graham McTavish, Ewan Mitchell, Theo Nate, Matthew Needham, Bill Paterson, Phia Saban, Gavin Spokes e Savannah Steyn.
Todos os episódios de A Casa do Dragão e Game of Thrones já estão disponíveis na Max.
A segunda temporada de A Casa do Dragãoganhou previsão de estreia para 2024. A nova leva de episódios chega no verão norte-americano, ou seja, entre junho e agosto do próximo ano.
Se você ainda não é assinante da Max, pode assinar clicando aqui.
O filme de drama romântico coreano da Netflix, Meu Nome é Loh Kiwan, conta a história de um desertor norte-coreano que busca asilo na Bélgica após sua fuga da China em circunstâncias dolorosas. No entanto, a terra estrangeira traz o seu próprio conjunto de problemas enquanto Kiwan luta pelo estatuto de refugiado e tenta sobreviver nos meses que se seguem.
Ao longo do caminho, seu caminho se cruza com o de Marie, uma jovem magoada que luta contra seus próprios demônios. Apesar do início tumultuado, Kiwan e Marie gradualmente se conhecem, reconhecendo-se nas lutas um do outro, o que gera uma centelha de esperança e amor.
Tendo a relação de Kiwan e Marie como epicentro emocional da história, o filme investiga temas sócio-políticos dos refugiados norte-coreanos e as adversidades que enfrentam ao fugir do regime ditatorial do seu país. Pelas mesmas razões, o enredo de Kiwan permanece refletindo um aspecto sub-representado da realidade, o que pode levar os espectadores a se perguntarem se a autenticidade da narrativa vem de quaisquer laços compartilhados com a vida real.
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O romance por trás de Meu Nome é Loh Kiwan
Meu Nome é Loh Kiwan não é baseado em uma história verdadeira. Em vez disso, tem origem em um romance de ficção coreano, ‘I Met Loh Kiwan’, publicado pela primeira vez em 2011 por Cho Hae-jin. Desde então, a obra foi traduzida para o inglês por Ji-Eun Lee, abrindo a história para um público internacional.
O livro é contado da perspectiva de um escritor de programa de TV sul-coreano que acompanha de perto a história de Loh Kiwan depois de saber sobre sua deserção da Coreia do Norte. Nas páginas do romance, os leitores aprendem sobre Kim e também sobre o titular Loh Kiwan enquanto ele segue em sua jornada para encontrar seu lugar no mundo, viajando da Coreia do Norte à Bélgica e Londres.
À medida que o livro detalha a tentativa difícil de obter refúgio em países estrangeiros, ele faz um excelente trabalho ao unir emoções universais comoventes com uma experiência sociopolítica direcionada. Nesse sentido, o autor Hae-jin consegue trazer uma história imensamente autêntica que ressoa com a realidade, apesar de suas raízes ficcionais.
A autora já explorou os meandros por trás das narrativas politicamente marginalizadas em suas outras obras e continua a preservar a relevância social em sua escrita. “Não espero que alguém leia meu trabalho para ampliar seus horizontes políticos ou aprimorar suas habilidades críticas”, disse ela em conversa com a Korean Literature Now.
“Mas se alguém que lesse o meu trabalho soubesse sobre pessoas que viajam até à Europa em busca do estatuto de refugiado ou sobre um grupo como Koryoin, que desapareceu das páginas da história mas que existe muito, se não tem proeminência política – se alguém fosse perceber que, embora o Holocausto tenha acontecido em uma época e lugar diferentes, mas os mesmos princípios estejam se repetindo na sociedade coreana, isso me deixaria muito feliz como escritor”, acrescentou Hae-jin. “Para mim, esse é o alcance da ficção.”
Assim, com sua estreia na direção, Kim Hee Jin, que também adaptou o romance de Hae-jin para um roteiro próprio, recorre inerentemente a temas realistas na elaboração da narrativa ficcional de seu filme. No entanto, é crucial notar que a adaptação para a tela apresenta diversas disparidades em relação ao material original, com inúmeros detalhes originais adicionados à trama.
Pela mesma razão, o filme se desvia em parte do trabalho de Hae-jin. Ainda assim, em última análise, Meu Nome é Loh Kiwan continua a ser um relato fictício com raízes num romance igualmente fictício.
Loh Kiwan e Marie Lee são personagens fictícios com experiências realistas
Apesar da representação realista do filme da jornada de um desertor norte-coreano como requerente de asilo, as especificidades da narrativa permanecem confinadas à ficção. Como tal, nem Loh Kiwan, o referido refugiado, nem Marie Lee, o interesse romântico central, têm qualquer base na realidade.
Na verdade, na maior parte, Marie Lee parece ser uma personagem inventada exclusivamente para o filme, desprovida de raízes no romance de Hae-jin. Inversamente, Loh Kiwan, o protagonista do filme, inspira-se no seu homólogo literário, enquanto a sua posição como refugiado social informa os laços da sua personagem com a realidade.
De acordo com relatórios de 2.023 do Ministério da Unificação da Coreia do Sul, 196 desertores norte-coreanos foram registrados buscando refúgio na Coreia do Sul. O número, embora diminuído – possivelmente como uma consequência da pandemia, antes da qual 1.047 desertores entraram no país em 2019 – ainda transmite a gravidade da situação.
Além disso, a experiência de Kiwan ao procurar refúgio na China, um país que não reconhece os desertores norte-coreanos como refugiados, também destaca outra questão social prevalecente que assola os desertores da vida real, como Kiwan.
Em 2023, grupos de direitos humanos relataram o repatriamento pela China de numerosos refugiados norte-coreanos – que são rotulados como migrantes económicos – de volta ao país de onde fugiam.
Portanto, as tentativas desesperadas de Kiwan de obter asilo na Bélgica continuam a prevalecer nas experiências da vida real. Pela mesma razão, embora o personagem não seja baseado em nenhum indivíduo específico, sua narrativa ficcional permanece refletindo a vida real.
Sobre Meu Nome é Loh Kiwan
Fugindo da China, o desertor norte-coreano Loh Kiwan se propõe a realizar o último desejo de sua mãe: encontrar um lugar onde possa realmente ter seu nome e viver como acredita. Ele viaja para a Bélgica para buscar o status de refugiado, mas acaba ficando no limbo, sem meios de ganhar a vida e sem um teto para morar.
Marie, que costumava representar a equipe nacional de tiro da Bélgica e agora está lutando contra seus demônios interiores, encontra um Kiwan exausto e rouba sua carteira. Os dois acabam em um confronto acalorado. E é somente quando Marie percebe que a carteira é a única lembrança deixada pela mãe de Kiwan que eles começam a se sentir atraídos um pelo outro por causa de suas experiências e emoções compartilhadas.
O astro Song Joong-ki (Renascendo Rico, Vincenzo) interpreta Loh Kiwan e revela novas facetas de sua atuação num papel tão brutal. Choi Sung-eun (O Som Da Magia) marca o papel de Marie, ao explorar a vulnerabilidade e desespero da personagem. Cho Han-cheul (A Criatura de Gyeongseong, Renascendo Rico) interpreta o pai de Marie, Yoon Sung, que vive a preocupação deste homem com a aproximação crescente entre a filha e Loh Kiwan.
O drama japonês da Netflix, A Saudade Que Fica, segue um drama sincero sobre a jornada de uma mulher na vida após a morte que acaba ensinando-lhe mais sobre a vida do que ela esperava. Depois de acordar sozinha na praia, a mãe solteira Minako procura freneticamente por seu filho de sete anos, apenas para perceber que ela não faz mais parte do mundo dos vivos.
No entanto, depois de esbarrar em um jovem chamado Akira, Minako conhece um grupo desorganizado de outras almas em uma situação semelhante à dela. Presas num limbo entre a vida e a morte, estas pessoas unem-se enquanto procuram qualquer assunto inacabado que as ligue ao reino terreno.
Como resultado, Minako, cercada por amigos improváveis, embarca em uma missão em busca de seu filho, Ryo, e encontra uma família inesperada ao longo do caminho. Embora o filme mantenha Minako e sua narrativa no centro, ele também investiga a vida após a morte do elenco, trazendo suas próprias perspectivas significativas para o primeiro plano.
Portanto, cativados pelos personagens envolventes, o surpreendente final da história deve ter deixado alguns questionamentos nos espectadores.
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Qual é a trama de A Saudade que Fica?
Após um terremoto drástico, Minako acorda na praia cercada por lixo e detritos. No entanto, o filho da mulher, Ryo, continua sendo seu primeiro e único pensamento enquanto ela corre para a cidade em busca do menino. Mesmo assim, Minako não consegue localizar seu filho no prédio que abriga os sobreviventes.
Pior ainda, ela percebe que os outros não podem ver, ouvir ou tocá-la depois de tentar – e falhar – chamar a atenção de sua amiga Kanada. Recorrendo ao seu destino, Minako caminha sozinha até as ruínas de sua casa, sem saber como localizar seu filho desaparecido, enquanto invisível para o resto do mundo. No entanto, sua confusão dura pouco antes de seu caminho se cruzar com Akira, um homem que pode interagir muito bem com ela.
O homem leva Minako até os arredores da cidade, onde um grupo de pessoas se diverte em uma animada área de piquenique. Conseqüentemente, Minako descobre que morreu no terremoto e se transformou em um fantasma, incapaz de passar para a próxima fase devido a seus negócios inacabados. Os outros no acampamento – uma mulher maternal, Kaori, o cineasta, Michael, o ex-yakuza, Shori e até mesmo Akira estão todos no mesmo barco que ela, tendo morrido no passado, permanecendo incapazes de seguir em frente.
Embora o grupo gentilmente aceite Minako como uma delas, oferecendo-lhe um quarto e companhia, a mulher permanece agitada com o destino desconhecido de Ryo. Como resultado, depois de passar um dia inteiro procurando por Ryo sem sucesso, Minako decide se separar de Akira e dos outros, incapaz de se reconciliar com a ideia de relaxar e se divertir após sua morte.
Porém, antes que Minako possa partir, chega a convocação mensal para o desfile e Akira a convence a ir junto com o grupo para um passeio. Em cada lua cheia, os fantasmas da cidade se reúnem em um desfile pela cidade, ajudando uns aos outros na busca pelas conclusões de seus negócios inacabados.
Assim, Minako descobre que estava errada ao presumir que os outros estavam evitando a realidade de suas mortes ao deixar de seguir em frente o mais rápido possível. Além disso, ela também percebe que mesmo que todos – incluindo ela mesma – tenham morrido, eles ainda existem no mundo.
Ao longo das semanas seguintes, Minako aprende mais sobre a vida e a morte de seus novos amigos. Como tal, ela, sem saber, inspira Michael a continuar a filmar seu filme, “Remembrance of Things Past”, um filme pseudobiográfico sobre a revolução estudantil contra a Guerra do Vietnã. Enquanto o homem tenta terminar seu filme incompleto, outra alma – uma jovem estudante, Nana – tropeça em sua casa.
Nana é mais sombria que a outra e parece ter cometido suicídio, segundo seu pulso cortado. No mesmo dia, Shori consegue localizar seu noivo – o que dissolve seus negócios inacabados, garantindo-lhe acesso ao próximo plano de existência. Embora sua despedida do grupo seja emocionante, o homem se contenta em seguir em frente.
Eventualmente, chega o primeiro desfile de lua cheia de Nana. A menina permanece perpetuamente irritada com as circunstâncias, mas começa a compreender a natureza do seu limbo. Além disso, a próxima lua cheia traz uma resposta conclusiva para Minako depois que Michael consegue encontrar seu filho, Ryo, instalado em um abrigo para crianças. Como resultado, Minako finalmente vê seu filho novamente, mesmo que este esteja sob uma névoa febril no momento.
De alguma forma, apesar de estar vivo, Ryo consegue conversar com sua mãe, trazendo um encerramento agridoce para a mulher, que promete cuidar do filho mesmo em sua morte. Mesmo assim, na manhã seguinte, em vez de permitir que o Sr. Tanaka, um guia da vida após a morte, a tirasse do limbo, Minako fica para trás, decidindo terminar o filme de Michael.
Final de A Saudade que Fica: Por que Minako permanece na vida após a morte depois de encontrar seu filho? Ela segue em frente?
Mesmo que as almas devam seguir em frente após completar seus negócios inacabados, algo impede Minako de desistir de sua atual vida após a morte ainda. O mesmo destaca a ambiguidade em torno da morte e dos “negócios inacabados” que o filme estabelece de diversas maneiras através de diferentes personagens. Alguns, como Michael e Akira, não têm certeza sobre o que os mantém presos ao mundo mortal.
Enquanto isso, outros, como Kaori e Shori, sabem como são seus problemas. Assim, eles permanecem no caminho para cumprir seu propósito de vida após a morte, prontos para seguir em frente após alcançá-lo. Mesmo assim, eles existem fora dessas dicotomias, com Shori ficando para trás para assistir a um filme com sua família fantasmagórica antes de seguir em frente e Michael criando um novo propósito de terminar seu filme inacabado.
Ao fazer isso, os dois personagens estabelecem como, mesmo que suas vidas tenham terminado, eles conseguiram ensaiar uma nova existência que vem com seu próprio conjunto de “negócios”. A decisão de Minako de ficar para trás decorre praticamente da mesma lógica. Ao longo do filme, a busca de Minako por seu filho para confirmar se ele está vivo e saudável continua sendo seu único propósito.
No final, uma vez que ela se reencontra momentaneamente com seu filho, a quem ela conta sobre suas aventuras na vida após a morte, Ryo pede que ela ajude os outros como eles a ajudaram. Pela mesma razão, depois de terminar seus assuntos inacabados, Minako adota um novo propósito – proporcionar a Michael o mesmo encerramento mortal que ele conseguiu encontrar para ela.
Como tal, Minako o ajuda a filmar seu filme autobiográfico com a ajuda de outros residentes da vida após a morte. Da mesma forma, Minako e os outros até viajam para Tóquio com Michael para que ele possa ver sua ex-amante, Maiko, uma última vez.
Depois, Minako sugere a exibição do filme de Miachel para o resto dos fantasmas da cidade, levando a uma grande celebração do talento do cineasta. Consequentemente, Michael finalmente consegue seguir em frente. Da mesma forma, tendo ajudado a amiga, Minako sai do limbo em uma caminhada pela praia com o Sr.
Nana realmente morreu? Como ela voltou à vida?
Após a saída de Minako da existência fantasmagórica, a narrativa muda para Nana, com a jovem acordando em uma cama de hospital, conectada a máquinas de suporte vital. A existência de Nana no Limbo sempre foi peculiar. Ao contrário das outras, a morte de Nana foi intencional.
Desde que a jovem cometeu suicídio, ela sabia que sua morte estava próxima. Portanto, como sua morte foi uma decisão sua, Nana presume que não teria nenhum assunto inacabado e permanece frustrada por sua existência no limbo. Mesmo assim, Nana logo percebe que o fato de ela se desculpar por deixar sua amiga, Yasuko, para trás a mantém ligada ao mundo.
Nana e Yasuko enfrentam intimidação grosseira por parte das meninas de suas classes, cujas ações hostis e cruéis em relação a elas levam as duas meninas a pensamentos sombrios. Mesmo assim, eles conseguiram encontrar algum consolo e felicidade na companhia um do outro.
Portanto, ao cometer suicídio, Nana efetivamente deixa Yasuko para trás para suportar sozinha o peso da crueldade das meninas, enquanto lamenta a trágica perda de seu único amigo. Na verdade, a situação quase leva Yasuko a tentar pular ela mesma de um telhado.
No entanto, as desculpas não ouvidas de Nana à menina não fazem diferença para a menina morta, que ainda permanece presa no limbo. Embora Nana continue perplexa com a mesma coisa, o final do filme explica sua situação. Ao contrário dos outros, Nana não estava realmente morta. Em vez disso, ela estava em coma. Como tal, sua alma manteve-se no mundo dos vivos através de um fio fino. A partir daí, era apenas uma questão de Nana sucumbir ou não à morte.
Embora Nana estivesse geralmente triste em seu encontro inicial com Minako e os outros, a companhia desta última a ajudou a ver o lado bom da vida, com Michael até despertando na jovem uma paixão pelo cinema. Portanto, após Michael e Minako saírem do limbo, a alma de Nana também vai embora. No entanto, em vez de passar para a próxima fase da vida após a morte, Nana retorna à sua vida mortal.
Anos mais tarde, Nana vive uma vida totalmente nova em Tóquio, longe da tristeza da sua adolescência. Seu amor pelo cinema impulsiona sua vida e a obriga a criar um filme sobre sua vida após a morte. O filho de Minako, Ryo, que se tornou amigo de Nana à medida que crescia, sempre discute Minako com o cineasta e comparece à exibição para saber mais sobre sua mãe.
Enquanto isso, o resto das almas continua a existir em seus antigos refúgios – a área de piquenique, o teatro e as colinas, que parecem abandonadas e mortas para os mortais, mas permanecem repletas de vida após a morte. A existência continuará a entrar e sair do limbo à medida que as pessoas passam de uma vida para outra.
Ser incrivelmente popular e aclamado pela crítica ao mesmo tempo é um feito que poucos programas conseguem realizar. Killing Eve: Dupla Obsessão, na Netflix, no entanto, é um dos poucos que caminha nessa linha delicada. Estrelado por Sandra Oh e Jodie Comer nos papéis principais, o show conta a história de um assassino e um agente do MI5.
Enquanto brincam de gato e rato, eles ficam obcecados um pelo outro, o que causa muitos problemas. O show recebeu elogios por seu enredo nítido e atuação de alto nível. A história é tão absurda, mas plausível, que levanta uma questão: é baseada em acontecimentos verdadeiros? Aqui está a resposta.
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Killing Eve é baseada em uma história verdadeira?
Não, Killing Eve: Dupla Obsessão não é baseado em uma história verdadeira. Na verdade, é baseado em um livro chamado Codename Villanelle, de Luke Jennings. Foi adaptado para a televisão por Phoebe Waller-Bridge. Jennings era fã de Waller-Bridge desde que a viu interpretar Fleabag e queria que ela assumisse as rédeas da adaptação para a televisão. Eles conversaram longamente sobre os personagens e encontraram uma base comum para ambas as interpretações do relacionamento entre Villanelle e Eve.
Enquanto o show se torna o playground para alguns personagens emocionantes com lealdades conflitantes, Villanelle é quem mais fascina o público. Como Jennings conseguiu trazer esse equilíbrio que a torna adorável e também assustadora? Ele não precisou pensar muito sobre isso. “Ela veio até mim inteira”, disse ele.
“Acordei e a vi parada ali, me encarando com seu olhar gelado e sociopata. Filha do caos pós-soviético, tão brilhante quanto feroz, ela foi contratada por uma corporação global de vanguarda como sua assassina interna. Eu me apaixonei por ela à primeira vista. Villanelle estava muito em minha mente.”
Na série, os personagens centrais permanecem fiéis à sua essência, conforme dita o livro, mas muitas mudanças foram feitas na história ao trazê-la do papel para a tela. Alguns personagens masculinos do livro foram alterados para femininos, por exemplo, Carolyn Martens, de Fiona Shaw.
Vários personagens que não existiam no livro foram adicionados à série. Waller-Bridge também mexeu na diferença de idade entre os protagonistas e considerou brevemente criar um personagem para si mesma em algum lugar intermediário.
Como já fez com seus personagens antes, ela se interessou enquanto escrevia Eve e Villanelle para a tela. “Com Eve, me senti mais conectado. Havia pedaços de mim. Eu estava escrevendo partes com pedaços de mim mesma e então fui capaz de deixar isso passar”, disse ela .
Para Villanelle, foi mais complicado. “Eu queria que ela fosse adorável em sua convicção e rejeição de consequências”, disse ela. “Acho que há algo engraçado nas pessoas que riem das convenções ou nos surpreendem moralmente. Você vai gostar da brincadeira dela, mas as coisas que ela faz são genuinamente chocantes.”
Ela encontrou muita audácia em Angela Simpson, que matou brutalmente um homem deficiente e, quando foi pega, pediu à mídia que a fizesse parecer bem! PWB fez anotações de seu comportamento e as incorporou ao de Villanelle.
Embora um assassino da vida real possa ter influenciado sua psicopatia, o senso de moda de Villanelle vem de Jennings. Ele criou um contraste entre Even e Villanelle através da escolha do guarda-roupa. Enquanto uma adora ser generosa com sua moda, a outra não dá a mínima.
O amor de Villanelle pela moda não é simples. “Villanelle se veste com cuidado para suas mortes”, disse Jennings. “Faz parte do ritual. Ela tem tanto dinheiro quanto pode gastar e acha que merece o melhor. O que ela veste é bastante selvagem, mas ela se veste para agradar a si mesma. Ela faz de tudo para agradar a si mesma.”
Killing Eve: Dupla Obsessão está disponível na Netflix.
EMOCIONOU! Duna: Parte 2 arrecadou US$ 178.5 milhões ao redor do mundo em seu fim de semana de estreia. Trata-se da maior abertura global de 2024 até o momento. Vale lembrar que o filme teve um orçamento estimado em US$ 190 milhões.
A saga continua com o premiado cineasta Denis Villeneuve no comando de Duna: Parte 2, o próximo capítulo da adaptação para o cinema do célebre romance “Duna”, de Frank Herbert, que traz o mesmo elenco internacional de estrelas, agora expandido. Da Warner Bros Pictures e Legendary Pictures, o filme é a aguardada continuação de “Duna”, vencedor de seis prêmios Oscar em 2021.
O épico das telonas que dá continuidade à adaptação do aclamado best-seller “Duna”, de Frank Herbert, traz de volta o grande elenco e novas estrelas, incluindo Timothée Chalamet (“Wonka”), indicado ao Oscar; Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”); Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1”); Josh Brolin (“Vingadores: Ultimato”), indicado ao Oscar; Austin Butler (“Elvis”), indicado ao Oscar; Florence Pugh (“Viúva Negra”), indicada ao Oscar; Dave Bautista (os filmes “Guardiões da Galáxia”); o vencedor do Oscar, Christopher Walken (“O Franco Atirador”); Stephen McKinley Henderson (“Um Limite Entre Nós”); e Léa Seydoux (a franquia James Bond).
Com Stellan Skarsgård (“Vingadores: Era de Ultron”); Charlotte Rampling (“45 Anos”), indicada ao Oscar; e o vencedor do Oscar, Javier Bardem (“Onde os Fracos Não Tem Vez).
Duna: Parte 2 vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
Dennis Villeneuve dirige Duna: Parte 2 a partir do roteiro que coescreveu, com Jon Spaihts, baseado no romance de Frank Herbert. O filme tem produção de Mary Parent, Cale Boyter, Villeneuve, Tanya Lapointe e Patrick McCormick. Os produtores executivos são Josh Grode, Herbert W. Gains, Jon Spaihts, Thomas Tull, Brian Herbert, Byron Merritt, Kim Herbert, com Kevin J. Anderson como consultor criativo.
Para a equipe de produção criativa, Villeneuve trouxe seus premiados colaboradores de “Duna”: o diretor de fotografia vencedor do Oscar, Greig Fraser; o designer de produção vencedor do Oscar, Patrice Vermette; o editor vencedor do Oscar, Joe Walker; o supervisor de efeitos visuais vencedor do Oscar, Paul Lambert; e a figurinista indicada ao Oscar, Jacqueline West. O compositor vencedor do Oscar, Hans Zimmer, será, mais uma vez, o autor da trilha sonora.
Duna: Parte 2 foi filmado em locações em Budapeste, Abu Dhabi, Jordânia e Itália. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.
Você leu certo! A Netflix liberou o trailer da série em que uma mulher se transforma em um Nugget – o título em questão é Chicken Nugget e é baseada em uma série de webcomic de mesmo nome, escrita por Park Jidok.
Chicken Nugget segue um pai que vê sua filha se transformar em um pedaço de frango frito enquanto tenta arrumar um jeito de fazer tudo voltar ao normal.
Se você estiver curioso, vale ver o trailer abaixo:
Lembra dele? A Netflix divulgou o trailer oficial da minissérie Ripley, dessa vez estrelada por Andrew Scott.
Assista abaixo:
Sobre Ripley
Sinopse
Tom Ripley é um trambiqueiro de Nova York nos anos 1960 contratado por um homem muito rico para viajar para a Itália e convencer seu filho a voltar para casa. Mas aceitar o trabalho foi só o começo de uma teia de trapaças, fraudes e assassinatos. A minissérie é baseada nos romances best-seller sobre Tom Ripley de Patricia Highsmith.
Elenco da série
Andrew Scott interpreta Tom Ripley, Dakota Fanning é Marge Sherwood, e Johnny Flynn é Dickie Greenleaf. O elenco também conta com outras estrelas, como Eliot Sumner, Maurizio Lombardi, Margherita Buy, John Malkovich, Kenneth Lonergan e Ann Cusack.
Direção e produção
A minissérie é coproduzida pela Showtime e pela Endemol Shine North America em associação com a Entertainment 360 e a Filmrights. Na produção executiva, estão Steven Zaillian, Garrett Basch, Clayton Townsend, Guymon Casady, Ben Forkner e Sharon Levy, além de Philipp Keel, da renomada editora suíça Diogenes. Scott também atua como produtor. Todos os oito episódios foram dirigidos e escritos por Steven Zaillian.