Crítica | Te Peguei!

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Acreditar que um grupo de pessoas estaria disposto a brincar de pique pega (pega pega dependendo da sua região do país) durante mais 30 anos é extremamente absurda, se não fosse o fato de que estamos falando de algo baseado em eventos reais. Talvez isso seja um dos principais atrativos do filme Te Peguei, que estreia nos cinemas nesta quinta-feria (23).

Desde a infância, Hogie, Chilli, Bob, Fumaça e Jerry brincam de “pega”. Sempre repetindo o ditado “nós não paramos de brincar porque crescemos, nós crescemos porque paramos de brincar”, os amigos reservam todo anos o mês de maio para que possam falar um “tá contigo”.

A trama começa quando Hogie (Ed Helms) reúne Chilli (Jake Johnson), Bob (John Hamm) e Fumaça (Hannibal Buress) para finalmente tentar pegar Jerry (Jeremy Renner), que em 30 anos nunca foi pego por nenhum de seus amigos. No dia do casamento do único invicto, eles planejam finalmente tirar sua sequência de vitórias.

O andamento do filme se mantém mesmo com essa premissa simples com uma fórmula de pequenas sequências guiadas por músicas animadas, que tornam o filme bastante dinâmico, sem cair na repetição.

O elenco também parece estar bem à vontade, com destaque para Jeremy Renner, que parece ter abraçado sua limitação de atuação e partindo para a comédia que tira sarro de si mesmo. Isla FIsher também rouba a cena como Anna Maloy, esposa de Hogie.

Sem tentar ser profundo como algumas comédias tentam fazer, Te Peguei assume uma galhofa que acrescenta muito ao filme e faz você dar gargalhadas em sequências inteiras, desde diálogos absurdos até a clássica comédia física.

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