Crítica | Easy – 2° temporada

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Antologia é um gênero que particularmente me encanta. Talvez pela grande quantidade de séries que acompanho, o fato de assistir um episódio que não ficarei mais preso naquela história. Ryan Murphy é um dos grandes popularizadores do gênero com American Horror Story, American Crime StoryFEUD e mais algumas que ele vem produzindo. Outra bastante conhecida da atualidade é Black Mirror, que a cada episódio explode nossa cabeça com uma nova história atrelada a uma crítica social sobre a relação da humanidade com a tecnologia.

Dentro desse gênero, no ano passado a Netflix lançou Easy, série escrita por Joe Swamberg. Sabe aquelas horas que você tá zapeando no catálogo procurando algo para assistir e relaxar, sem roteiros ou tramas densas? Esta é a série perfeita.

Este ano, Easy voltou ainda melhor, trazendo novas histórias e outras também já conhecidas. O casal Andy e Kyle que conhecemos no primeiro episódio da primeira temporada tentando apimentar sua relação com algumas fantasias, agora partem em uma nova empreitada: Tornar o seu casamento um relacionamento aberto.

O episódio “Lady Cha Cha” traz o casal lésbico Jo e Chase, que também vimos no ano passado. Chase que antes tinha tentado virar vegetariana para agradar Jo, agora se vê em conflito com sua namorada devido a decisão de participar de uma aula de dança sensual.

Os “Irmãos Cervejeiros” aparecem para nos mostrar como está sua empreitada e como estão conciliando com a vida de pais.

E se é de relacionamento que a série trata, Easy faz questão de cutucar áreas inóspitas do nosso dia-a-dia, como o relacionamento entre a vizinhança logo no primeiro episódio da temporada atual, ou como em “A Filha Pródiga” onde uma adolescente é obrigada pelos pais de ir à igreja, após ser pega transando com seu namorado, mostrando que nossos relacionamentos diários não são tão “easy” assim.

Com mais oito episódios e duração média de 30 minutos, Swamberg nos traz neste fim de ano – época aonde os relacionamentos são tão celebrados – uma verdadeira celebração as mais diversas facetas do amor e como ele está essencialmente presente em nossas vidas.

 

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